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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

XXI FESTIVAL PALOTINO DE MÚSICA

Neste dia 07 de setembro, feriado da independência do Brasil, as paróquias da Região Mãe da Misericórdia se reuniram na Paróquia da Imaculada Conceição na cidade de Cachoeiras de Macacu –RJ para a realização da 21ª edição do Festival Palotino de Música.

Bem cedo já começaram a chegar as caravanas que vinham de diversas paróquias  da nossa região, que eram recepcionadas com grande alegria e acolhimento e encaminhadas para um salão onde foi servido um delicioso café da manhã.

As 9 horas iniciou-se a Santa Missa celebrada pelo superior regional Pe. Jorge e concelebrada pelos padres Jurandir, Adenilson, Tadeu, Juliano, Casimiro, Jacinto, Mantovani, Josiel e José. Após a santa missa todos seguiram para o colégio atrás de um carro de som que tocavam músicas católicas bem animadas. 


No colégio, onde tudo já estava preparado para as apresentações das bandas foi feito o sorteio das bandas e apresentação do júri. Terminado as explicações iniciou-se o festival. Foram 10 bandas representando as paróquias da nossa região. As músicas apresentadas no tema Liturgia, tempo de esperança, oração e alegria.e o Lema: Eucaristia, imagem do amor infinito de Deus.



Depois das apresentações o júri se reuniu para decidir a banda vencedora, enquanto isso os jovens subiram no palco para animar a festa. Após alguns minutos o júri apresentou suas escolhas e foi anunciado os vencedores do festival deste ano.



Em primeiro lugar foi a Paróquia de São Sebastião de Itaipu de Niterói, em segundo lugar a paróquia de São Roque em Vila Valqueire em terceiro lugar a paróquia de Santa Isabel em Bento Ribeiro –RJ.
Com grande alegria os jovens receberam as premiações e todos gostaram muito do Festival.
N.S Rainha dos Apostólos, Rogai por nós!
S. Vicente Pallotti, Rogai por nós!

Abaixo segue o link com a música para ouvir no You Tube e a letra.
Camille Santos

sábado, 16 de julho de 2011

Música atras da igreja

Após a inauguração do Bosque de Maria, em maio, toda as 3ª sexta-feira do mês acontece na paróquia São Sebastião em Itaipu o projeto "música atras da igreja".
Com o objetivo de reunir as famílias da comunidade paroquial e de outras comunidades para confraternização. É uma ótima opção para toda família, para ouvir musica boa, comer, dançar e se divertir num ambiente familiar.


Nesta última sexta foi comemorado o aniversário do Pe. Casimiro Pac SAC. 
Convidamos a todos para participar da Santa Missa as 20h e depois ir para o Bosque de Maria, a traz da igreja,  e aproveitar!!!
Camille Santos

quarta-feira, 29 de junho de 2011

XXI FESTIVAL PALOTINO DE MÚSICA

O tempo litúrgico na Igreja é simplesmente um momento do grande ano da redenção inaugurada por Cristo ( Lc 4,19-21 ). O culto da Igreja nasceu da Páscoa e para celebrar a Páscoa. É neste núcleo fundamental da nossa fé que o Ano Litúrgico tem sua origem. Cada celebração litúrgica é memorial de um único Mistério que assumo cor e forma diferente de acordo com a particularidade do Tempo Litúrgico e da comunidade que o celebra.
A formação do Ano Litúrgico
A Igreja “anuncia” na pregação “todo o Mistério de Cristo” e, na liturgia celebra-o com santa memória. Desta sorte tornam-se presente hoje as insondáveis riquezas de Cristo (Ef 3,8s). O Ano Litúrgico não se desdobra em meses, mas em “períodos” distintos entre si por uma especial realização com diversos momentos do Mistério de Cristo, que tem sua fonte e seu vértice no Mistério Pascal. São, pois, cinco tempos em ordem progressiva: Advento e Natal; Quaresma e Páscoa; Tempo Comum.           
Os Tempos Litúrgicos
Tempo do Advento: O tempo do advento abre para a Igreja a grande celebração da manifestação do Salvador em nossa humanidade. Embora o mistério da encarnação tenha sua expressão celebrativa maior nas festas do natal e da epifania, é todo o ciclo do natal (que vai do 1o domingo do advento até a festa do batismo do Senhor) que celebra a vinda do Salvador.
O advento celebra a vinda fazendo memória das grandes promessas de Deus, vendo na espera do povo antigo a nossa espera, mas já realizada em Jesus. Em cada advento celebramos Aquele que veio, mas esperando ver no tempo presente, a sua concreta manifestação. O Advento é um tempo de preparação com dupla característica: recorda a primeira vinda do Filho de Deus à humanidade e prenuncia a segunda vinda na glória. È tempo de espera ativa, de desejo, de oração, de evangelização e de alegria.
Tempo do natal: O Natal é um tempo de alegre contemplação do mistério da Encarnação do Filho de Deus. As festas do natal e da epifania, de acordo com a mais antiga tradição, celebram aspectos diferente de um mesmo mistério: a vinda do Salvador, que armou sua tenda entre nós. A tenda do Êxodo, sinal da morada de Deus na caminhada do povo, se fez realidade na vida de Jesus, que se fez humano. São festas das luzes, porque proclamam Jesus Cristo como Salvador, Sol do nosso Deus que nos veio visitar. Pela liturgia do natal, adoramos o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, assumindo em tudo a nossa condição.
Ciclo da Páscoa: No ciclo da páscoa, somos convidados a reviver a caminhada pascal do Senhor Jesus. A força do Espírito Santo nos enche de alegria para cantarmos a vitória enquanto lutamos. Este ciclo engloba quaresma, festas pascais e tempo pascal até pentecostes inclusive.
Os cinqüenta dias entre o domingo da Ressurreição e o domingo de Pentecostes sejam celebrados com alegria e exultação, como se fosse um só dia de festa, ou melhor, como um grande domingo (As introduções gerais dos livros litúrgicos, Paulus, p.215 n°22). A Vigília pascal, na noite santa em que o Senhor ressuscitou, seja considerada a mãe de todas as vigílias na qual a Igreja espera velando, a Ressurreição de Cristo e a celebra nos sacramentos.  
Tempo da páscoa: A Páscoa é o vértice do ano litúrgico, do qual todas as outras partes recebem sua eficácia de salvação; é a realização da redenção da humanidade e da perfeita glorificação de Deus; a destruição do pecado e da morte, comunicação de ressurreição e vida (Missal Cotidiano p.6). A festa da páscoa é memorial do dia em que o Pai tirou Jesus do túmulo, da morte, e o exaltou Senhor dos vivos e dos mortos.
Quaresma: A Quaresma é um tempo de preparação que visa guiar a mais intensa e gradual participação no Mistério Pascal. A quaresma é um tempo de intensificar, pela oração, a esmola e o jejum e a relação com Deus. Neste tempo, ressaltamos a caminhada quaresmal cujo sentido é: esperar na ‘alegria’ a santa Páscoa.
Tempo comum: O tempo comum ocupa a maior parte dos nossos dias. São 33 a 34 semanas, distribuídas entre dois ciclos especiais do ano litúrgico: o natal e a páscoa. Ocupa praticamente a metade do ano, com algumas semanas entre o natal e quaresma, e a parte mais longa depois de pentecostes até a festa de Cristo Rei, que marca o fim do Ano Litúrgico. A espiritualidade do tempo comum nos ajuda a descobrir o dia-a-dia como tempo de salvação, conforme a promessa do Senhor: estarei convosco todos os dias (Mt 28,20).O tempo comum é a sucessão das semanas, tendo o domingo como o dia maior que congrega a comunidade em torno da Palavra e da Ceia.
Nesta perspectiva é proposto para a realização do XXI festival de musica palotina o tema: Liturgia, tempo de esperança, oração e alegria.  O objetivo pelo qual estamos dando preferência a este tema, está fundamentado na baixa produção de músicas litúrgicas que condizem com aquilo que estamos celebrando. Além disso, será um incentivo para que nossos músicos elaborem letras para servirem na liturgia.
São Vicente Pallotti sempre foi um homem fascinado pela Eucaristia. Nela, ele contempla Deus que se torna nosso alimento. Na celebração Eucarística, Pallotti descobriu que não está somente a pessoa do Verbo encarnado, mas está presente também o Pai e o Espírito Santo. No dia 09 de Janeiro de 1835, justamente após uma celebração Eucarística numa sexta-feira, lhe vem em mente a inspiração da UAC.  Neste dia Pallotti reconhece a grandeza de Deus e o seu nada. A eucaristia se torna imagem incompreensível e infinita do amor e da misericórdia de Cristo. 
Nosso lema por tanto será: Eucaristia, imagem do amor infinito de Deus.
Já que o tema e o lema foram decididos, segue-se abaixo algumas normas de composição.
1.    As letras das músicas deverão acompanhar o momento específico da liturgia (missa).
2.    Cada participante será livre em redigir sua letra dentro dos seguintes quesitos: canto de entrada, ato penitencial, glória, evangelho, ofertório, santo e comunhão.
3.    Cada banda deverá deixar claro que sua música é própria do tempo do advento, natal,  comum, quaresma e páscoa,  seguindo é claro, a norma anterior.
4.    Somente uma banda poderá representar a paróquia. Se nela houver mais de uma banda interessada, que seja realizado um pré-festival. OBS: as capelas pertencem a paróquia, não será permitido uma banda da matriz e uma da capela, por isso a realização de um pré-festival.
5.    Letra e música deverão ser enviadas previamente para a produção de um CD que será entregue a todos os participantes.
6.    Deverá ser informado o  nome   do (s) componente (s) da banda.       
7.    OBS: na Liturgia da Missa existem partes fixas que nós não podemos alterar, por isso, recomendo uma observação ao canto de  ato penitencial ( Senhor tende piedade de nós...Cristo... Senhor....), glória e santo. Estas partes fixas não podem sofrer grandes mudanças em seu texto. O mesmo vale para o “Cordeiro e  Pai Nosso”, mas estes cânticos não são o nosso foco no festival.
8. No festival será oferecido um almoço com um preço acessível a todos.
 Canto litúrgico
A música, para ser litúrgica, deve necessariamente estar ligada à ação litúrgica. A ação litúrgica no caso das missas, são as diferentes ações que se realizam para celebrar o mistério de Deus em Cristo. A música é a alma litúrgica. Ela é apropriada a liturgia quando está mais intimamente integrada a ação litúrgica e ao momento ritual a que ela se destina.
Uma autêntica celebração exige também que se observe exatamente o sentido e a natureza próprios da cada parte e de cada tempo. Quanto mais gerias forem os textos dos cantos e menos ligados a ação litúrgica ou ao tempo e a festa, tanto menos litúrgicos serão eles, pois o importante é cantar a liturgia e não simplesmente cantar na liturgia, como tantas vezes acontece.
Uma música litúrgica na medida em que expressa o mistério de Deus celebrado em cada uma das ações, sem esquecer também do tempo em que estamos ( tempo do advento, natal, quaresma, páscoa e comum ).
O canto litúrgico é eucarístico no sentido de ter o caráter de ação de graças. Toda expressão litúrgica tem caráter eucarístico, de ação de graças. O canto litúrgico proclama as maravilhas de Deus na História da Salvação. Por isso, ele sempre está relacionado com os textos bíblicos. No canto litúrgico não há lugar para mero sentimentalismo religioso, show artístico ou exibição.
Nos ritos iniciais a música deve expressar, de alguma maneira, o Deus que nos reúne e nos prepara para ouvir a sua Palavra e participar da sua Ceia. Toda a assembléia, unida em uma só voz, canta a alegria festiva de reunir-se como irmãos em torno de Cristo. Esta canção deve deixar claro, para toda a assembléia que festa ou mistério do Tempo Litúrgico iremos celebrar.
No ato penitencial aclamamos a Cristo como nosso Senhor e lhe pedimos perdão. É um canto de repouso. Trata-se de um canto em que os fiéis aclamam o Senhor e imploram a sua misericórdia ( IGMR n° 30 ).
O canto do glória ou hino de louvor, é um canto pascal que surgiu nas Igrejas do Oriente, no contexto do louvor matinal. O Glória é um canto de alegria, o canto que os anjos e pastores cantaram para saldar o nascimento do Redentor.
O canto de Aclamação ao Evangelho é um canto de aleluia (o aleluia expressa a alegria da ressurreição ), e durante o tempo da quaresma ele se ausenta para expressar a espera orante do grande libertador que na festa da Vigília Pascal retorna com uma “Grande  Aclamação”. 
No ofertório, a música que acompanhar a ação litúrgica deve expressar o mistério de Deus que nos reúne em torno da sua mesa para celebrar a Eucaristia e, ao mesmo tempo, o mistério da assembléia que se coloca como oferta para Deus. O canto do ofertório, portanto, deve criar um ambiente de alegria, partilha e de louvor.
No canto do Santo toda a assembléia se une aos anjos e santos, para proclamar as maravilhas do Deus Uno e Trino. 
Na comunhão, a música deve expressar o mistério de Deus que entra em comunhão conosco, para entrarmos também nós em comunhão uns com os outros. È importante que, no momento da partilha do Corpo e do Sangue do Senhor, se evite a entoar qualquer tipo de canto. O canto de Comunhão deve expressar a eclesialidade da  assembléia celebrante, pois esta também constitui verdadeiro sinal sacramental do corpo místico de Cristo, a Igreja.
Os músicos devem na sua função, ter o esforço  em cantar na liturgia com a assembléia e não cantar para a liturgia e para a assembléia. Nós músicos somos uma assembléia orante.
Que Deus abençoe a todos e esperamos que este festival seja para nós um motivo de glorificarmos a Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.
Nosso festival será realizado dia 07 de setembro no Colégio Municipal Alberto Monteiro Barbosa situado a Rua Osvaldo Aranha, 275 Centro- Cachoeiras de Macacu-RJ. Nossa programação terá o seu início com a celebração Eucarística as 9:00h da manhã.
Tel: 0xx 21-92345997 / email- teteipalotino@gmail.com
O nome da banda ou ministério da paróquia deve ser previamente comunicado como também o nome dos participantes e o envio da gravação de áudio e letra até o dia 17 de agosto. Se houver algum contratempo entre em contato conosco. Traga o maior número de jovens e participantes da sua paróquia. Qualquer dúvida, entre em contato.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

XX Festival Palotino

É com muita alegria que aconteceu em Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Itaipuaçu no dia 07 de setembro, o XX Festival Palotino, uma grande festa da música que reuniu várias paróquias palotinas. A edição deste ano teve como tema “Nossa Senhora na vida de São Vicente Pallotti”. 


O evento teve início às 08:00 h com a recepção das caravanas e um delicioso café da manhã. A Santa Missa foi presidida pelo Pe. João Pedro Stawicki SAC e concelebrada pelo Pe. João Sopicki, Pe. Stanislaw Stawicki, Pe. Tadeu Domanski, Pe. Francisco Marques, Pe. Josiel Azevedo e Pe. Akácio Nery, e estavam presentes os Diáconos Wolgang, Marcos e Adenilson.



Após a Santa Missa, as bandas deram início as suas apresentações. Todos os participantes estavam muito animados junto com suas torcidas, e cada um, com seu talento.



No total foram 12 bandas participantes e o resultado final do Festival com os vencedores foram:

- Melhor Letra: Toca de Assis

- Melhor Melodia: Toca de Assis

- 1º lugar: Toca de Assis

- 2º lugar: Banda Vida e Adoração (Paróquia N. S.ª de Fátima – Pendotiba)

- 3º lugar: Carlos Márcio e Bruno (Paróquia N. S.ª de Fátima – Itaipuaçu)


Foi um evento maravilhoso, com muita alegria, talento e comprometimento, onde cada participante, seja torcedor, músico, jovem, adulto ou criança, contribuiu para que neste dia nossa Família Palotina cresça cada vez mais na união e no amor.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

XX Festival Palotino

É com muita alegria que convidamos todos os nossos padres e irmãs palotinos, os seminaristas e noviços, leigos e leigas de todos as idades para o XX Festival Palotino.

Este ano vamos festejar em Itaipuaçu, com Padre Jacinto, em uma das mais novas paróquias palotinas do Mundo, pois tem apenas um ano.

Escolhendo o tema do XX Festival Palotino “Nossa Senhora na vida de São Vicente Pallotti”, tivemos como motivo principal o lugar importantíssimo de Nossa Senhora na vida espiritual de São Vicente.

Não queremos lembrar da devoção popular a Virgem Santíssima, que acompanhou vida de todos os santos da Igreja, mas queremos mostrar uma teologia e devoção especifica de Pallotti a Maria.

Desde a sua juventude, São Vicente Pallotti queria ser “todo de Deus”. Queria servir a Igreja com toda sua capacidade e desejava para que Jesus tomasse lugar dele na sua vida e vivesse nele.Para que este grandioso desejo pudesse ser realizado, Pallotti dirigiu suas preces a Maria. São Vicente viu em Nossa Senhora o exemplo de total entrega a Deus, chamando Ela de “Toda de Deus e sempre de Deus”. Mas acima de tudo, São Vicente viu em Maria sua Mãe, que é capaz de torná-lo seu filho.

E porque queria ser totalmente em Jesus, pedia a Virgem, para que lhe ajudasse a conceber tal graça.

No ultimo dia de 1832, Pallotti tinha uma experiência mística de “Casamento espiritual com Maria”, uma experiência muito rara e difícil de ser classificada pelo julgamento humano. Iniciativa deste esponsalício não vem de Pallotti. É a Nossa Senhora, que se dignou, em Sua misericórdia contrair Matrimonio Espiritual com Pallotti. Com dote deste casamento, Virgem oferece a São Vicente seu próprio e único conhecimento de Deus. Em primeiro lugar, Ela deixa-lhe conhecer Seu Próprio Filho. Este conhecimento é profundamente transformador e ajudará a Pallotti viver a vida do próprio Cristo.

Desde já esperamos todos os participantes do festival com as suas caravanas. Todos são os nossos convidados para fazermos juntos uma grande festa em Itaipuaçu, na capela N.S. de Aparecida - Recanto. O Festival terá início às 9:00 do dia 07 de setembro em 2010 com término previsto para as 17:00 horas. Juntos queremos ser um grande Cenáculo sob a proteção d Virgem Maria, rainha dos Apóstolos e o nosso pai, São Vicente Pallotti.

sábado, 5 de setembro de 2009

CIVILIZAÇÃO DO AMOR

Olá Pessoal!!!

Depois de 12 anos de caminhada a Banda CIVILIZAÇÃO DO AMOR lança seu primeiro trabalho musical (Trata-se de uma banda PALOTINA).

Tudo começou em 1997, quando alguns jovens da Paróquia Cristo Rei (Curitiba-PR) se reuniam nas casas para informalmente tocar, em rodas de violão, canções que demonstram o amor de Cristo e o valor da amizade.Nasce então um projeto musical em busca de uma nova civilização baseada na fraternidade e no amor. Belas canções surgiram a partir disso, dentre elas Ide Pelo Mundo, Reflexão, Quando o Céu se Abriu, entre outras.

Dessas reuniões aos poucos se oficializaram em torno de um projeto musical que, após anos de luta, se concretiza no CD “Reflexão”.

Muitos foram os amigos e colaboradores que ao longo desses anos escreveram sua história na “Civilização”. Com composições próprias, hoje o grupo conta com a dedicação de Matheus Baggio nos vocais, Alailson Oliveira nas guitarras e vocais, Rui Pacheco no contra baixo e Marlon Roza (coordenador nacional da Juventude Palotina) na percussão. Músicos convidados: Mauricio Negrello e Paulo Gaôna. Mas na verdade a grande Civilização do Amor se concretiza nas mensagens que são traduzidas nas músicas e em todos aqueles que comungam do amor de Cristo.
Buscamos um novo ideal de vida, uma nova “Civilização do Amor”, onde o que estará sempre presente é o verdadeiro amor de Deus.
Que a paz de Jesus habite o coração de todos!
Marlon Roza