sexta-feira, 26 de outubro de 2018

VIII SEMANA TEOLÓGICA


Durante os dias 22 a 26 de outubro de 2018 aconteceu, na Paróquia de Santa Isabel Rainha de Portugal, na Cidade do Rio de Janeiro, a VIII Semana Teológica, organizada pela Escola Mater Ecclesiae e Luz e vida, do núcleo de Bento Ribeiro.



No decorrer destes dias foram aprofundados os temas relacionados a vivência cristã dos leigos e leigas na Igreja por ocasião do Ano do Laicato.
No primeiro dia tivemos a presença do professor do Seminário Arquidiocesano São José, de Niterói e Reitor do Seminário Maior Palotino do Rio de Janeiro, Padre Daniel Rocchetti SAC, que trabalhou sobre os cristãos leigos e sua missão de levar adiante a Boa Nova da Salvação, a exemplo de em São Vicente Pallotti.



No segundo dia tivemos a presença do professor do Seminário Arquidiocesano São José, do Rio de Janeiro, Padre Sérgio Muniz, falando sobre Maria, como modelo de Cristã Leiga.
No terceiro dia tivemos a participação do leigo e advogado Eduardo Badu, fundador da Comunidade Maria Serva da Trindade, que abordou a questão dos cristãos leigos e leigas e sua missão no mundo.
No quarto dia a Professora da PUC-RJ, leiga consagrada, Maria de Lurdes Corrêa, com o tema: Os cristãos leigos e leigas a caminho da santidade na Sagrada Escritura.



Por fim no quinto dia, com a professora da Faculdade de São Bento, do Rio de Janeiro e leiga consagrada, Maria Clara Machado, que falou sobre os cristãos leigos e leigas e sua missão na Igreja.
Durante os dias desta Semana Teológica, houve um bom número de participantes não só da Paróquia de Santa Isabel, mas de outras Paróquias vizinhas, que tiveram oportunidade de tirar suas dúvidas, podendo assim colher muito proveito dos grandes conteúdos que foram passados.


Parabéns para toda a equipe que organizou esta semana formativa, que foi e é muito importante para a formação dos leigos e leigas nos dias de hoje.
Bruno Bauer SAC

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Apóstolos Hoje - outubro 2018


SANTIDADE, UM CAMINHO FEITO JUNTOS

Santa Teresa de Lisieux nos aconselha, que durante os tempos de oração, é bom periodicamente trazer à memória aqueles momentos em que sentimos a graça de Deus nos tocar profundamente, em especial quando estamos atravessando períodos de aridez ou de escuridão, podendo assim, trazer nova seiva de vida e inspiração daquelas experiências que nos podem ajudar a superar as dificuldades atuais e, ainda, “reavivar o dom de Deus que está em nós” (2Tim 1,6). No início de Gaudete et Exsultate, Papa Francisco fala da importância da “várias testemunhas que nos encorajam” (cfr. GE 3), entre eles os “sinais de santidade que o Senhor nos apresenta através dos membros mais humildes” do seu povo (GE 8).
Quando era seminarista palotino a Dublin, o então recém eleito Reitor Geral, P. Seamus Freeman SAC, falou-nos do carisma Palotino. Não lembro de todos os detalhes que nos falou, mas lembro-me de sentir como se um fogo acendesse em mim, senti que isso “era algo para o qual eu poderia alegremente doar minha vida”. Apresentou-nos uma visão maravilhosa da vida e da comunidade cristã, onde todos são chamados apóstolos, irmãs e irmãos nas diferentes vocações, mas iguais na dignidade, para contribuir com nossos talentos e dons particulares à comunhão e colaboração prática com os outros para ajudar a construir o Reino de Deus. Uma visão que vai além da comunidade dos discípulos de Cristo, e que buscava também a colaboração com as pessoas de boa vontade de todos mesmo daqueles que não crêem.
Embora tenha mudado sua intensidade no decorrer dos anos, as vezes è semelhante “a uma mecha que ainda fumega” (Is 42,3), aquele misterioso fogo verdadeiramente nunca me abandonou. Esteve e continua a ser nutrido daquela experiência inicial e de outras, inclusive o simples mas profundo testemunho da palavra e da vida de tantas outras pessoas de todas as vocações – seja na ou fora da Família Palotina – que procuram viver com profunda fé, humanidade, integridade e solidariedade em espírito de comunhão e co-responsabilidade, no serviço generoso e humilde, em particular aos mais necessitados e vulneráveis.
A União tem muito a oferecer à Igreja e ao mundo. Como a própria vida, essa é fundamentalmente enraizada e construída em relações saudáveis.
A relação fundamental para cada um de nós é naturalmente nossa relação com Deus. Cada um de nós misteriosamente envolvidos em uma relação de amor com Cristo e, através Dele, com o Pai e o Espírito Santo. Nessas relações fundamentais, somos convidados a “saborear” o amor infinito que é Deus, a deixar que esse amor penetre sempre mais e transforme todas dimensões do nosso ser e cada aspecto da nossa pessoa e humanidade, tornando-se a força motriz de tudo o que somos e fazemos, mesmo que tudo isso seja um processo longo e às vezes doloroso mas, cada um a seu modo, buscando sempre discernir o caminho que o Senhor nos está chamando a seguir (GE 11).
Para que seja verdadeiramente humano e cristão, esse caminho único para cada pessoa, não pode ser individualista, na verdade é sempre uma rede mais ampla de relações humanas, porque a “santificação é um caminho comunitário, que se deve fazer dois a dois” (GE 141). Assim como “ninguém se salva sozinho, como indivíduo isolado”, assim também ninguém se faz santo sozinho, “mas Deus atrai-nos tendo em conta a complexa rede de relações interpessoais que se estabelecem na comunidade humana” (GE 6).
Como membros da União do Apostolado Católico, isto é verdade para nós de uma maneira particular. Nossas relações humanas devem se impregnar concretamente do amor que é a própria vida e o próprio ser da Trindade (cfr. Estatuto Geral 18), e torná-lo mais carne como o descreve São Paulo no seu maravilhoso hino: paciente, gentil, indulgente, livre de ciúmes, arrogância, vaidade, grosseria, egoísmo, irritabilidade e ressentimento. Este amor é tão substancial que, onde falta, a União deixa de existir, e isto independentemente de qualquer estrutura ou obra externa que se deva colocar em prática (cfr. OOCC III, 137-138).
O Estatuto Geral da nossa União e as estruturas de base nelas delineadas visam orientar o funcionamento de uma comunidade que dê, de modo muito real, expressão concreta a estas características do amor: humildade, abertura e diálogo; respeito profundo aos outros e benevolência para com eles; plena participação de todos como apóstolos com plenos direitos; paciência e generosidade de espírito; simplicidade, transparência e integridade; colaboração desde o início e co-responsabilidade; discernimento partilhado e paixão pela missão, ternura e fidelidade. Portanto, uma comunidade que reconhece, encarna e promove a fundamental dignidade e igualdade de todos os seus membros (EsG l7, cfr. EsG 70), independentemente da vocação ou das condições de vida, e que, sem ignorar as distinções entre elas, mas corretamente entendida e vivida, coloca cada estado de vida num contexto amplo, saudável, estável e frutífero de abertura e serviço mútuo, convidando a um novo modo de relacionar-se com os outros.
“A co-responsabilidade exige uma mudança de mentalidade… na Igreja”, de modo que ninguém seja visto como um simples colaborador-executor de planos decididos por outros, mas sim que todos sejam considerados “como pessoas realmente “co-responsáveis” do ser e do agir da Igreja” (cfr. Papa Bento XVI, Mensagem, 10 de agosto 2012). Um aspecto fundamental do nosso próprio carisma e missão é colaborar ativamente para tal mudança de mentalidade na Igreja, promovendo a co-responsabilidade de todos os batizados (EsG 1).
O desafio como Família Palotina é aprender em todos os níveis a abraçar e viver isto, de forma coerente e profunda, em todas as relações entre nós: entre pessoas semelhantes e de diversas vocações e estados de vida, nos conselhos de coordenação da União e internamente nas tantas e diversas comunidades da União. Este é nosso DNA palotino.
A tentação de tratar os outros de uma forma que não reflete o espírito de comunhão e co-responsabilidade é aquela que pode aparecer a qualquer membro da União. E isso é verdade, quer exista ou não uma posição particular de responsabilidade e serviço. Como membro de uma das comunidades fundadas da São Vicente, penso que precisamos prestar particular atenção de como entendemos a nossa responsabilidade específica na União. É humildade lembrar que a primeira “comunidade” fundada por São Vicente foi e é a mesma União, à qual pertencem todos os seus membros com as particulares comunidades por ele fundadas sucessivamente. Isto não diminui a função específica destes últimos na União, mas convida-nos a apreciá-la e a exercitá-la com maior sentido de pertença a uma única família de origem, juntamente com todos os outros membros da mesma, em que as diferentes vocações são “assim ligadas que cada uma ajuda a outra a ser atenta ao crescimento contínuo, e prestar um serviço específico” (EsG 7)
“Os membros da inteira fundação, apesar da variedade, não estão subordinados nem aos superiores, nem uns aos outros, mas são diretamente orientados para a finalidade da União como seus sustentadores, com os mesmos direitos. Tanto os que receberam o sacramento da ordem, como os que não o tenham recebido, os membros individuais e quantos tenham sido incorporados a uma comunidade têm, em princípio, a mesma fundamental responsabilidade para com a missão da União (EsG 6, 37). …Nos órgãos [da União], os membros das comunidades originárias, por princípio, não reivindicam uma posição de dominação, mas sentem-se e querem ser iguais entre iguais (EsG 29 , 31, 49, 58)” (O Carisma de São Vicente Pallotti. Origem, Desenvolvimento, Identidade, pp. 28-29).
Isso reflete um elemento essencial da verdade a respeito do nosso Carisma assim como a Igreja o reconheceu. De fato, em e através de Papa Francisco, a Igreja mesma é chamada a compreender-se em termos não tão diversos: “É bom lembrar que a Igreja não é uma elite de sacerdotes, de consagrados, de bispos, mas que todos formamos o Santo Povo fiel de Deus… O Santo Povo fiel de Deus é ungido com a a graça do Espírito Santo, portanto, no momento de refletir, pensar, avaliar, discernir, devemos ser muito atentos a esta unção”. Aqueles que têm uma responsabilidade particular são chamados a discernir sempre com os outros e nunca por ou sem os outros (cfr. Carta ao Cardial Marc Quellet, Presidente da Pontifícia Comissão pela América Latina, 19 de março de 2016).
Se a Igreja fosse marcada por este sentido profundo e partilhado do discernimento e responsabilidade, certamente ter-se-ia encontrado as respostas mais semelhantes a Cristo naquelas situações que, como estamos vendo, são resultados que causam mais uma vez terrível mal nesses tempos, muitas vezes para as pessoas mais vulneráveis. Papa Francisco convidou toda a Igreja a reparar e a exercer a autoridade como serviço e amor para o bem de todos. É claro que a União é chamada a dar a sua importante contribuição na construção de uma Igreja saudável e centrada em Cristo e de um mundo melhor. Peçamos a Deus, por intercessão de Maria Rainha dos Apóstolos e de São Vicente Pallotti, que iluminem nossos corações para que possamos ver que esperança o seu chamado, como União, tem reservado para nós, para Igreja e para o mundo. Possa o fogo do carisma confiado a nós através São Vicente ser aceso em nós e queimar ardentemente, assim unidos como uma só família podemos dar testemunho do Deus de amor infinito e juntos empenhar-nos a levar aquele amor de todas as formas, e em particular aos que estão perdidos, abatidos e sofredores. Podemos nos libertar de tudo o que mina dentro de nós o amor, o respeito mútuo e o afeto; tudo aquilo que causa divisão, de modo que nossas energias possam ser livres para trabalhar de todo coração como pessoas e como única família por nenhum outro fim, senão a construção e difusão do Reino de Deus, reino de bondade e santidade, de misericórdia, justiça e solidariedade.

Para a reflexão, oração pessoal e comunitária:
Quando você foi particularmente tocado pelo carisma? Pede na oração que o espírito do carisma, dono do Espírito Santo de Deus, seja renovado e aprofundado em ti, na tua comunidade e na União.
“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Gv. 13,35). O que torna frágil este testemunho entre nós e como podemos ao invés, enraizá-lo em profundidade e reforçá-lo na prática?
De que maneira entendo e percorro o caminho da santidade em termos excessivamente individualistas? De que modo experimentei a riqueza que vem do caminhar junto com os outros para a santidade?
            P. Rory Hanly SAC,
            Roma

sábado, 22 de setembro de 2018

Com um laço no pescoço ainda abençoava...

Beato Pe. Jose Stanek era um capelão do grupo "Kryska" durante a Insurreição de Varsóvia (foi uma luta armada durante a Segunda Guerra Mundial na qual o Armia Krajowa (Exército Clandestino Polaco) tentou libertar Varsóvia do controle da Alemanha Nazi. Teve início em 1 de agosto de 1944 como parte de uma revolta nacional e deveria durar apenas alguns dias, até que o Exército Soviético chegasse à cidade. O avanço soviético no entanto foi interrompido, mas a resistência polaca continuou por 63 dias, até sua rendição às forças alemãs em 2 de outubro). O ódio dos alemães levou-o à morte de um mártir por enforcamento. "Padre capelão Stanek, todo o povo gasto nesta execução (prisioneiros - insurgentes e civis) dava da forca com um laço no pescoço a benção... Estava se despedindo de todos os que estavam assistindo a esta tragédia com o sinal da cruz"- lembra Stanisława Żórawska.

O padre Jose (Józef) Stanek nasceu em 4 de dezembro de 1916 em Łapsze Niżne (Polônia) como filho de Józef e Agnieszka. Freqüentou o ensino médio em Wadowice. Em 1935 ingressou na Sociedade do Apostolado Católico. Dois anos depois, começou a estudar no Seminário Maior dos Padres Palotinos em Ołtarzew. Foi lá quando começou a Segunda Guerra Mundial.

Quando, junto com outros seminaristas, foi evacuado da frente, foi feito prisioneiro pelos soviéticos, dos quais ele fugiu e retornou a Ołtarzew. Em 7 de abril de 1941, foi ordenado sacerdote e em 13 de abril celebrou sua primeira Santa Missa em sua aldeia natal. Em 1941, também começou estudos na clandestina Faculdade de Sociologia da Universidade de Varsóvia, portanto, seu destino posterior estava ligado à capital da Polônia, onde trabalhou como padre e capelão hospitalar das Irmãs da Família de Maria em Varsóvia. É aqui que o começo da Insurreição de Varsóvia o encontra.

Capelão do agrupamento "Kryska"

Na segunda quinzena de agosto de 1944, ele foi enviado para servir no agrupamento do exército clandestino Polaco "Kryska". Tornando-se capelão do agrupamento, adotou o pseudônimo "Rudy" (Ruivo). Serviu outros celebrando as missas para soldados e civis, confessando e visitando pacientes em hospitais. Muitas vezes salvou os feridos, levando-os para fora da linha de combate.

"Seu rosto calmo e agradável e palavras reconfortantes davam conforto..."
Sobre a importância da presença do padre Stanek entre os soldados combatentes pode ser lido nas memórias de um dos soldados do grupo "Kryska", Wojciech Zabłocki, pseud. "Derkacz":

"Estou salvo. Estou olhando para o meu salvador. Não há dúvida - ele é um capelão que recentemente celebrou Missa para os soldados - Pe. Stanek... Com um pouco de água molhou meus lábios e me deu uma bebida. Confortos, incentiva. O capelão, no medida às suas modestas possibilidades, cuida de todos. Seu rosto calmo e agradável e palavras reconfortantes davam o conforto e nos acompanham por algumas horas ".

“Estava se despedindo de todos os que estavam assistindo a esta tragédia com o sinal da cruz”.

Nos últimos dias do Insurreição dos moradores de Varsóvia em Przyczółek Czerniakowski, ele se dedicou a salvar a vida de outros. Ele se recusou a evacuar com para outro lado do Rio Vístula, entregando seu lugar no pontão para o soldado ferido. Em 23 de setembro de 1944, o padre Stanek estava nas mãos dos nazistas, que o espancaram e o empurraram para a forca. Nos últimos momentos de sua vida ele mostrou verdadeira bravura, até o final ele permaneceu um verdadeiro sacerdote. "Padre capelão Stanek, todo o povo gasto nesta execução (prisioneiros - insurgentes e civis) dava da forca com um laço no pescoço a benção... Estava se despedindo de todos os que estavam assistindo a esta tragédia com o sinal da cruz"- lembra Stanisława Żórawska, que viveu em Czerniakow durante a Insurreição de Varsóvia.

Pe. Stanek após a tortura foi enforcado na parte de trás do armazém na rua Solec em Varsóvia. Segundo alguns relatos, ele foi enforcado em sua própria estola. O excepcional ódio dos alemães em relação ao capelão do grupo "Kryska" devia ser causado por seus conselhos aos insurgentes, de modo que eles destruíssem suas armas sob sua própria responsabilidade. Foi para protegê-los do destino daqueles que, capturados com armas, foram imediatamente fuzilados.

Mártir

Em 13 de junho de 1999, ele estava entre os 108 mártires da Segunda Guerra Mundial, beatificado pelo papa João Paulo II. Em 2004, o Beato Palotino foi estabelecido como o patrono da capela do Museu da Insurreição de Varsóvia.

Anna Piotrowska

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

10 anos do Blog

Estamos na era digital. As notícias e informações chegam em quase todo o mundo, em apenas alguns segundos. Quase todas as pessoas podem acessar qualquer informação, apenas com o toque dos dedos em seus smartphones. Assim ficamos ligado o dia todo, todo o dia com diversos assuntos.
Neste meio nós quanto igreja, atendendo ao pedido de Jesus, para anunciar a boa nova do evangelho a todas as criaturas, não podemos ficar para atrás. E assim há 10 anos, foi criado o blog “Palotinos do Rio de Janeiro” para que todos pudessem ficar sabendo das notícias e acontecimentos do “mundo palotino” em especial da Região Mãe de Misericórdia.
É com muita alegria que podemos partilhar ao longo de 10 anos, muitas notícias boas, formações, conhecimentos, eventos, e divulgar cada vez mais a palavra de Deus através do Carisma de nosso Fundador São Vicente Pallotti.
Quando lemos as notícias e eventos, nos sentimos conectados, eu em minha paróquia posso saber e me alegrar com o que acontece em uma paróquia Palotina a quilômetros de distância e pensar: “estamos longe, mas somos irmãos”, é o carisma e o amor de Cristo que nos une, através da oração e da tecnologia!
Ao longo de 10 anos foram até hoje 1553 postagens, divulgando todo tipo de notícia e informação. Para quem ainda não sabe ai vai mais uma informação atualizada: A Região Mãe da Misericórdia compreende 2 Países, Brasil e Portugal. E tem hoje 1 santuário, 1 seminário, 1 postulantado e 14 paróquias. São eles:
  • Santuário da Divina Misericórdia – Vila Valqueire - Rio de Janeiro.
  • Seminário Maior Palotino – Vila Valqueire -Rio de Janeiro.
  • Postulantado Mãe do divino Amor – Guapimirim - RJ
  • Paróquia Santa Isabel – Bento Ribeiro -  Rio de Janeiro
  • Paróquia de São Roque – Vila Valqueire -  Rio de Janeiro
  • Paróquia N.S. Medianeira – Osvaldo Cruz - Rio de Janeiro
  • Paróquia N.S dos Navegantes – Bonsucesso -  Rio de Janeiro
  • Paróquia N. S de Fátima – Pendotiba-  Niterói – RJ
  • Paróquia São Sebastião  -Itaipu-  Niterói – RJ
  • Paróquia N.S de Fátima – Itaipuaçu – Maricár - RJ
  • Paróquia do Imaculado Coração de Maria – Cachoeira de Macacu – RJ
  • Paróquia São Benedito – Itaperuna – RJ
  • Paróquia N. S. do Rosário de Fátima – Itaperuna – RJ
  • Paróquia N. S. da Glória – Manaus – AM
  • Paróquia Santo Angelo – Novo Airão – AM.
  • Paróquia Santíssimo Nome de Jesus – Odivelas – Portugal
  • Paróquia Nossa Senhora das Febres – Febres – Portugal.

Nestes 10 anos divulgamos notícias de todas essas igrejas, e apresentamos para você uma retrospectiva de fatos mais marcantes ao longo desta década.
2008 – O blog teve seu primeiro post, e foi sobre o tradicional festival Palotino da Canção. Neste ano ainda demos destaques para as notícias sobre os 25 anos da chegada dos padres palotinos na Paróquia de São Sebastião de Itaipu, o falecimento do padre Jan Janik, os 40 anos da paróquia de São Benedito em Itaperuna.
2009 – As notícias de destaque deste ano foram a comemoração dos 50 anos de ordenação sacerdotal do pe. José Maslanka, a elevação da Paróquia da Divina Misericórdia como Santuário Arquidiocesano da Divina Misericórdia, e a visita do Cardeal Polonês Stanislaw Dziwisz.
 2010 – Neste ano lembramos a visita do papa Bento XVI à Portugal;  a ordenação sacerdotal do Pe. Juliano; os 25 anos da igreja da Praia de Mira em Portugal; e a eleição do novo superior Geral Pe. Jacob Nampudakam.
2011- foi o ano com recorde de notícias em nosso blog! Lembramos a assembleia nacional da UAC; a ordenação sacerdotal do pe. Adenilson; os 40 anos da Juventude Palotina do Brasil com a participação dos jovens palotinos de nossa região; a ordenação episcopal de Dom Julio da província de São Paulo; a comemoração dos 50 anos da paróquia de N.S de Fátima em Pendotiba, Niterói e ainda os 50 anos de ordenação sacerdotal do querido Pe. Ceslaw.
2012 – Celebramos os 10 anos da Região Mãe da Misericórdia; noticiamos a abertura do ano jubilar dos 50 anos da canonização de São Vicente Pallotti juntamente com a visita das relíquias pelas paróquias da Região; ainda cobrimos o 1º congresso da Divina Misericórdia no Santuário; e celebramos os 25 anos de sacerdócio dos padres Lucas, Casimiro e Renato.
2013- O ano do jubileu dos 50 anos de canonização de São Vicente Pallotti; noticiamos a eleição do Santo Papa Francisco; cobrimos a peregrinação dos símbolos da JMJ RIO pelas paróquias da Região, bem como o Bote Fé, a semana missionária e a participação dos jovens na JMJ do Rio; comemoramos os 40 anos da chegada dos padres palotinos poloneses no Brasil, e os 10 anos da UAC de itaipu; e o empenho apostólico dos primeiros membros da UAC de Portugal.
2014 – Neste ano comemoramos os 30 anos da presença dos padres palotinos na paróquia de São Sebastião de Itaipu; celebramos os 25 anos de ordenação sacerdotal dos padres Jorge e João Pedro, e ainda a ordenação sacerdotal do padre Saulo.
2015 – comemoramos os 180 anos da UAC; celebramos os 25 anos de ordenação sacerdotal do padre Marcos, e vimos mais um padre ser ordenado – Pe. Denis.
2016 – tivemos mais um padre palotino ordenado bispo – Dom Edgar da província de Santa Maria; celebramos os 40 anos de ordenação sacerdotal do padre João Sopicki; lamentamos o falecimento do padre Tadeu Korbecki; noticiamos a participação de alguns dos nossos jovens na JMJ Cracóvia; e cobrimos a Beatificação da Elizabeta Sanna.
2017 – nos entristecemos com o falecimento dos padres José Maslanka e João Baraniecki mas nos alegramos com a ordenação sacerdotal do padre Rafael Moura.
2018 – até o dia de hoje noticiamos com muita alegria a festa dos 30 anos da paróquia do Santíssimo Nome de Jesus em Odivelas Portugal.
Como podem ver, a nossa Região teve e tem muitos acontecimentos importantes.
Sempre estamos buscando divulgar e informar a todos sobre os diversos eventos que acontecem. Anualmente as paróquias palotinas se organizam para celebrar o Oitavário da Epifania, retiro de carnaval, semana da Família, o festival Palotino, festas dos padroeiros, exposição de presépios, Natal, semana Santa, além de congressos e assembleias, missões, eventos da UAC da Juventude Palotina, mensagens do Superior Geral, notícias dos palotinos de todo o mundo. Sempre procuramos publicar todos esses acontecimentos, e também diversos testemunhos aqui no blog.
Mas nada disso seria possível sem a colaboração dos padres, e leigos, que se empenham para organizar todos os eventos, e compartilhar conosco textos e fotos para que possamos publicar.
“A Internet é um dom de Deus e também uma grande responsabilidade”  - Papa Francisco.
Dentro deste pensamento, agradecemos a todos colaboradores, e pedimos que cada vez mais possamos divulgar a mensagem da boa nova do evangelho por meio do nosso blog, levando mais conhecimento e descoberta do mundo Palotino, atraindo assim mais operários para a messe do Senhor. Não deixe de mandar as notícias e eventos de sua paróquia para nós, será uma alegria compartilhar aqui!
Deus em Tudo e Sempre!
Camille Santos

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Festival Palotino da Canção

A cada ano, no dia 7 de setembro, as comunidades palotinas da Região Mãe da Misericórdia do Rio de Janeiro estão reunindo-se em uma confraternização por ocasião do Festival Palotino da Canção.

Neste ano a 28ª edição do Festival aconteceu na paróquia Nossa Senhora de Fatima em Itaipuaçu, com o tema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8) e o lema: “Buscai a Deus e o encontrareis; buscai-o em tudo e o encontrareis em tudo. Buscai-o sempre, e o encontrareis sempre”- São Vicente Pallotti.



O evento aconteceu em Fazenda Itaocaia onde as 10:30 começou a Santa Missa presidida pelo Pe. Estevão Lewandowski, Reitor Regional, e concelebrada pelos Padres Palotinos que chegaram de várias comunidades palotinas.



No início da celebração Pe. Francisco Marques, pároco de Itaipuaçu, deu às boas vindas de modo especial as 9 bandas das paroquias palotinas que iam se apresentar e convidando a todos para juntos rezar, partilhar e alegrar-se com o carisma palotino. Pe. Estevão lembrou que neste ano foi o aniversário de 35 anos da primeira Missa celebrada pelos palotinos na paróquia de Itaipu da qual pertencia na época também Itaipuaçu.



Neste Ano do Laicato, o Reitor Regional, mostrou São Vicente Pallotti como precursor do apostolado dos leigos na Igreja e destacou a responsabilidade de cada pessoa na crescimento da comunidade. Devemos mostrar a marca do carisma palotino em nosso comportamento no dia a dia.



Foi um encontro maravilhoso que nos proporcionou a conhecer melhor o carisma do nosso fundador S.Vicente Pallotti, através da alegria dos jovens e das músicas cantadas por eles.

Mostrando que ser palotino é ser alegre, unido e que os ensinamentos de Pallotti nos leva a ter ainda mais intimidade com Deus. Amor União e Respeito ao próximo.