domingo, 26 de setembro de 2010

Expressão pessoal sobre o tema principal.



No sábado os participantes da XX Assembléia Geral estavam ligados com Província da Suíça, são Nicolau de Flue, que neste dia celebra a festa do seu padroeiro. A Missa da manhã foi presidida pelo Pe. Markus Reck, a homilia foi feita pelo Provincial Pe. Adrian Willi.

No ano de 1947 foi criada a Província Suíça Sociedade do Apostolado Católico. Os Palotinos da Suíça escolheram como padroeiro o eremita são Nicolau de Flue, conhecido como Irmão Klaus. Ele exerceu a sua vocação como leigo, pai de família, político, soldado. Era eremita e místico, que foi capaz de juntar a busca de Deus, os misticismos com a política. Pe. Willi afirmou que "como Palotinos somos guardiães da espiritualidade de São Vicente Pallotti . Como suíço também estamos aproximando-nos do ensinamento do Irmão Klaus. Pessoas com qual conversamos, são então, um sacerdote e um leigo, os dois místicos e reformadores sociais. O Exemplo de vida Deles mostra para nós como podemos compreender a importância do apostolado universal”.


No início da sessão plenária o Superior Geral, Pe.. Friedrich Kretz, em nome da Sociedade e de Conselho Geral agradeceu a Província da  Suíça a presença e empenho pela causa da SAC, também pela ajuda para as nossas entidades administrativas. O Padre Geral destacou o empenho missionário de nossos coirmãos da Suíça. “Mesmo que não pode ela participar da missão “ad gentes” por falta de pessoas, a atividade milionária deles se manifesta em ajudar a nossa missão, especialmente na África e na Índia. "



O Dia de trabalho da XX Assembléia Geral foi dedicada à apresentação de uma expressão pessoal de cada um dos delegados sobre o tema principal.


À tarde, aconteceu uma breve visita à Assembléia Geral, do Bispo Palotino, Dom Eloi Roggia. Ele é bispo da prelazia de Borba no Amazonas, Brasil.

sábado, 25 de setembro de 2010

Reflexão sobre o tema central

Terminando o quarto dia da XX Assembléia Geral o Presidente da Comissão Jurídica Pe. Karl Heinen apresentou para votação, mudanças na Lei da Sociedade que são atuação das deliberações da XIX Assembléia Geral.

As Mudanças foram necessárias depois da aprovação pela Igreja da União do Apostolado Católico em 2008. Algumas mudanças foram consideradas como necessárias outras úteis e possíveis. Todas foram votadas e aprovadas pela Assembléia.

Sexta-feira foi um dia de reflexão sobre o tema central da XX Assembléia Geral “Reavivar a fé e reacender a caridade. Apóstolos de Jesus no mundo que muda”. Pe. “Henry Angel apresentou “Instrumentum Laboris”, que é fruto do trabalho de grupo de peritos (Pe. Paul Rheinbay, Pe. Tomasz Skibiński, Pe. Henry Angel). 

Eles fizeram uma síntese de deliberações das Assembléias Províncias e Regionais realizadas antes da Assembléia Geral. No trabalho foi usado o método sinodal. Depois da apresentação “Instrumentum Laboris” foi possível a reflexão em grupos lingüísticos.

Depois cada Delegado durante a oração pessoal e meditação poderia preparar  a própria resposta por escrito sobre o tema. Hoje e amanhã  apresentarão durante cinco minutos a sua resposta para a Assembléia.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

FAZER-SE PRÓXIMO

É maravilhoso perceber como a Santa Igreja em sua liturgia vai educando e formando os discípulos de Cristo.
No Evangelho de hoje encontramos dois homens. Um conhecemos o nome: Lásaro. A indigência pode ajudar a colocar-nos na presença de Deus e assim sermos conhecidos por ele como dizia São Paulo: “…em tudo, pela oração e pela prece, apresentai os vossos pedidos a Deus em acções de graças.”  O outro aparece como um anónimo. Apenas diz-se: “… um homem rico”. Assim como o “Jovem rico” do Evangelho, não aparece o seu nome. Ficou desconhecido, anónimo. Já escrevia uma poetisa católica, Lenira Krespshy, que como certos insectos que só aparecem ao olhar quando iluminados com um raio de sol, também o ser humano mostra-se realmente quem é quando se coloca na presença de Deus. Pode ter acontecido para este homem rico o que nos previne o livro dos Provérbios: “Peço-te duas coisas, não mas negues antes da minha morte: Afasta de mim a falsidade e a mentira, não me dês pobreza nem riqueza, concede-me o pão que me é necessário,  para que, saciado, não te renegue, e não diga: «Quem é o Senhor?» (Pr 30,7-9)

Curiosamente, não aparece no Evangelho que este homem tenha cometido algum pecado. Ali não diz que ele tenha sido adúltero, blasfemo, mentiroso, desonesto… para merecer o inferno. Apenas diz que ignorou Lásaro. Depois da morte, criou-se um abismo entre ele e Lásaro, mas este abismo de incomunicabilidade criou-o ele mesmo durante a vida. Ah se ele (ou os que ele representa) tivesse escutado a Palavra de Jesus que ouvimos semana passada na liturgia: “E Eu digo-vos: Arranjai amigos com o dinheiro desonesto, para que, quando este faltar, eles vos recebam nas moradas eternas.” (Lc 16,9) Lásaro estava tão perto, mas ele criou um muro de isolamento que permaneceu na eternidade.
Existem pessoas, pelo contrário, que têm o dom de fazer com que não somente os próximos sejam próximos, mas até mesmo os longínquos assim se tornem. São almas generosas que já romperam a casca dos seus limitados e pobres interesses. São pessoas que aprenderam a rejeitar os caprichos do supérfluo e experimentaram a alegria da caridade. São Vicente Pallotti começou a sua congregação precisamente assim. Como era director espiritual de um seminário Missionário em Roma, tomou conhecimento das necessidades dos missionários na Arábia e fez, através de uma leigo de sua confiança, Giacomo Salvaci, um peditório entre os comerciantes de Roma, para editar o livro “Máximas Eternas” de Santo Afonso em língua árabe. Como esta recolha rendeu uma soma muito maior do que o necessário, e para não expor a obra de Deus ao falatório, criou uma associação para gerir estes recursos, composta de leigos, sacerdotes e religiosos, que mais tarde foi a semente da qual brotou a obra da União do Apostolado Católico. Com o mundo globalizado como está, cada vez mais deve haver a globalização da solidariedade, sem é claro, esquecer quem está perto, ás vezes muito perto, carentes materialmente , mas também espiritualmente e afectivamente.
Um outro aspecto do Evangelho de hoje, é a clareza com que ele trata o além da morte. Vemos nele a refutação do espiritismo ou do reencarnacionismo, tão difundidos hoje em dia. O rico pedia a Abraão: “Peço-te, pai Abraão, que envies Lázaro à casa do meu pai, pois tenho cinco irmãos; que os previna, a fim de que não venham também para este lugar de tormento.’ Disse-lhe Abraão: ‘Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam!’ Replicou-lhe ele: ‘Não, pai Abraão; se algum dos mortos for ter com eles, hão-de arrepender-se.’ Abraão respondeu-lhe: ‘Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos.’»  (Lc 16, 27-31) Existe hoje uma falta de clareza sobre estas realidades. É importante reafirmar, contra toda confusão de doutrina espírita e reencarnacionista o que diz a Carta aos Hebreus: “E, assim como está determinado que os homens morram uma só vez e depois tenha lugar o julgamento, assim também Cristo, que se ofereceu uma só vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá uma segunda vez, não já por causa do pecado, mas para dar a salvação àqueles que o esperam.” (Hb 9,27)
Para as células de Evangelização:
Conheces alguma instituição confiável, que faz com que os necessitados materiais e espirituais de longe se tornem próximos? Quais são os “próximos” que às vezes fazemos ser “distantes”?
Pe. Marcelo 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Relatorio do Ecônomo

No Dia em que a liturgia lembra santo Padre Pio podemos perceber a unidade e universidade da Igreja. Durante a Santa Missa, que foi presidida pelos provinciais da Sociedade do Apostolado Católico da Polônia Pe. Kazimierz Czulak e Pe. Jozef Lasak fora do latim e cinco línguas oficialmente usadas durante a Assembléia Geral (italiano, alemão, polonês, inglês e português) podemos ouvir leituras em língua slovaquia, ucrânia e bielorússia.


Pe. Lasak lembrou que vários santos desejavam colaborar com sua obra também depois da morte. São Vicente Pallotti “prometeu, que ardentemente, vou colaborar para estas obras (...) sempre, mesmo depois da minha morte” (Por. OOCC V, 211; OOCC X, 280).


Com essa confirmação e fortalecidos pelo Corpo e Sangue de Cristo podemos com tranqüilidade olhar a situação econômica da nossa Sociedade. Ecônomo Geral Pe. Gerald Dwyer apresentou a situação econômica nos anos 2004 – 2010.



Pe. Dwyer apresentou os desafios econômicos que estão para vencer pelas Províncias e Regiões e toda Sociedade. Na realidade da crise mundial ter responsabilidade sobre bens materiais exige especial preocupações e preparo profissional. 

Sabemos que ser administrador dos bens não é trabalho fácil, por isso com alegria recebemos a noticia que foi preparado um Manual de Administração temporal para os Ecônomos,  preparado pelo Pe. Sigfried Hutt. Tendo visto o estado econômico da Sociedade em geral, e da Casa Generalícia em particular, olha-se para o futuro com cautela e esperança.



Relatório do Superior Geral

O terceiro dia da Assembléia Geral foi também o primeiro dia real de trabalho. A Palavra de Deus dirigida a nós durante a santa missa, celebrada de manhã em grupos lingüísticos, lembrou da necessidade de deixar tudo para sem encargos indevidos alegremente seguir a Jesus. 

Este dia é marcado pelo relatório do Superior Geral, Pe. Kretz Friedrich, e aos Secretários - Geral para a Formação, Missão e Apostolado. O Padre Geral destacou que não são só 18 sucessores de são Vicente Pallotti e o guardião dos trabalhos da Sociedade, mas também é geral da comunidade que é viva. Após a invocação de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos o Superior Geral começou a apresentar as características do trabalho do Conselho Geral nos anos 2004 - 2010 e a situação das provincias vistas na perspectiva da Administração Geral.

"Era preciso, descobrir os atuais desafios da nossa Sociedade e quase estabelecer as prioridades do nosso trabalho. No início do nosso mandato temos sido lembrados que há uma necessidade de uma vida comunitária mais viva. A própria vida, percebida através das visitações e sublinhada e confirmada pelas cartas-respostas de muitos Superiores Maiores, deu-nos maior esclarecimento e clareza na primeira prioridade do nosso mandato: o esclarecimento e o aprofundamento da nossa identidade levaram-nos para esclarecer e sublinhar a prioridade do nosso escritório em questão com clareza e aprofundamento da nossa identidade", assim Pe. Kretz explicou as indicações para o Conselho nos últimos seis anos.

Em 31 de dezembro de 2009, nossa Sociedade tinha exatamente 2.379 membros. Em 31 de dezembro de 2003, ela tinha 2.359, o que indica um crescimento de cerca de 1% nos últimos seis anos. A boa notícia é que nós estamos entre as poucas comunidades ainda em crescimento, ainda que dando passos muito pequenos. Nossa Sociedade cresce em cinco unidades administrativas: as províncias indianas da Epifania do Senhor e da Assunção de Nossa Senhora e na Região Luz de Cristo, nas Regiões de Ruanda – Congo, Sagrada Família e da Nigéria – Camarões, Santíssima Trindade.

É relativamente estável ou em diminui menos de 5% no Uruguai Região São Vicente Pallotti, Província Santa Maria do Brasil, Região Mãe da Misericórdia no Rio de Janeiro, a Província Irlandesa da Mãe do Divino Amor, e da província polonesa da Anunciação do Senhor. Diminui o número de membros em metade de nossas províncias e regiões de 6% até 45%. Nossa Sociedade está crescendo na África (+ 160%) e Ásia (33%), é relativamente estável na América do Sul (cerca de -5%), diminui visivelmente na Europa (-11%) e drasticamente na Austrália (-23%) e América do Norte (-35%).

Pe. Kretz recordou que em 28 de Outubro de 2003 foi aprovado pela Igreja a União do Apostolado Católico. "Muitos leigos estão impressionados e sente-se atraídos pelo carisma palotino e pelo nosso modo de ser Igreja. (...) União pertence ao nosso ser essencial como SAC", destacou o Superior Geral. Sob a consideração dos princípios fundamentais do estatuto Geral da União, é importante para nós continuar a buscar concretos caminhos e meios, para sermos a visão que Pallotti tinha da Igreja e o nosso modo de ser Igreja a fim de realizá-lo em resposta às necessidades da Igreja, nos diversos países e culturas.

Missão – apostolado pertence essencialmente aos acontecimentos do Cenáculo e ao carisma palotino. Até a metade do século passado, a missão foi a nossa prioridade, o que também está expresso no nome da Sociedade “Pia Sociedade das Missões”. Nos últimos anos, aumentou de novo, uma nova consciência do compromisso missionário. Reconhecemos que não é suficiente estar fechados no Cenáculo, mas que, como os apóstolos, devemos sair dele para uma nova evangelização, ou re-evangelização. Como novas missões a província da Epifania do Senhor, em 2007 começou o trabalho em Zâmbia. Em 2008, a mesma Província iniciou uma missão em Arunchal Pradesh, na noroeste da Índia. No mesmo ano a província de Cristo Rei começou a presença Palotina no Caribe, na ilha de Barbados. No início deste ano a Região da Luz de Cristo começou um trabalho missionário nas Filipinas. A pedido do Conselho Geral a Província da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria pretende abrir uma casa na ilha de Taiwan, para confrades indianos aprenderem a língua chinesa, com a perspectiva de, com o tempo, abrir uma missão na China.

O Padre Geral lembrou que, desde o nosso fundador, a formação é uma das nossas mais altas prioridades. Importante papel na formação ocupa o Centro Internacional de Formação Palotina "Cenáculo" na Via Giuseppe Ferrari em Roma, onde a responsabilidade sobre a formação internacional palotina é encarregada ao Pe. Stanislaw Stawicki. Os órgãos de formação do Regime Geral são em primeiro lugar, os nossos três Secretariados Gerais Missões, Apostolado e Formação. Participa também o Instituto Pallotti, dirigido pelo Pe. Jan Kupka.

O Secretário Geral para as Missões, Pe. Gilberto Orsolin apresentou a iniciativas do Conselho Geral para as Missões em anos 2004 - 2010 e os novos desafios que nos esperam no futuro. Nossa lei explica que responsável pelos missãos são todos membros da Sociedade (Lei SAK 215). Uma vez por ano há uma reunião do Conselho Geral para as Missões para a troca de experiências sobre a missões, para analisar os novos desafios, para atualizar as informações sobre a dimensão missionária de cada Província/Região, para preparar o Domingo Missionário Palotino, para distribuir a ajuda aos missionários e aos estudantes (mediante temos 470 missionários , 245 alunos e 9 bolsas de estudo). É publicado um boletim informativo sobre missões distribuído pelo internet. Desde o ano 2005 é celebrado Domingo Missionário Palotino. Em 2009, foi realizado em Grottaferrata na Itália Curso de Formação com a presença de 44 missionários.

O Secretário Geral para o Apostolado Pe. Zenon Hanas informou sobre as atividades do Secretariado. Nos períodos de tempo indicados (2004 – 2010) o Secretariado reuniu-se em Roma seis vezes a fim de desenvolver, preparar e coordenar os diversos projetos e reuniões de formação permanente. Os membros do Secretariado são responsáveis principalmente por três projetos: formação permanente para párocos Palotinos, Fórum da Juventude Palotina e Agência Palotina de Informação.

O Secretário Geral para a Formação, o Pe. Jacob Nampudakam introduziu inúmeras iniciativas de formação. A Secretaria é relativamente jovem, pois sua idéia nasceu durante a XVIII Assembléia Geral para animar e coordenar os esforços de formação, promover o estudo da espiritualidade e do carisma Palotino, a colaboração entre SAC e a UAC, e em vários níveis, a organização de programas formativos para os confrades.  No dia 31 de março de 1999, foi nomeado o primeiro Secretariado Geral para a Formação. O maior fruto do trabalho do Secretariado Geral para Formação é Ratio Institutionis SAC, completo e integral programa de formação palotina. Ratio 24 junho de 2004 foi aprovado pelo Conselho Geral e apresentado à XIX Assembléia Geral. O Secretariado preparou, ou acompanhou várias sessões de formação com irmãos numerosos conduzidos a nível internacional e nacional, que confirmou que o Ratio se tornou a "espinha dorsal" da formação palotina. Uma importante forma de trabalho do Secretariado é o Centro Internacional de Formação Palotina "O Cenáculo", em Roma. Através do Centro são realizados inúmeras reuniões e cursos de formação para diferentes grupos Palotinos. O Secretariado coordena os “Institutos Pallotti” que atuam em: Roma, no Brasil, na Polônia, Alemanha, Camarões e Índia. Foi positiva a experiência internacional do Período Introdutório – noviciado (maio-junho 2009) para os candidatos da Europa, Estados Unidos e Austrália.

  A Discussão em grupos lingüísticos sobre o relatório do Superior Geral e os Secretários deu uma visão ampla do mundo palotino.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Dom Henryk Hoser pregou durante Assembléia

A tarde do segundo dia XX da Assembléia Geral continuou com o retiro. Agora nosso pregador foi nosso coirmão Dom Henryk Hoser SAC, arcebispo de Varsóvia-Praga na Polônia, que durante muitos anos trabalhou em missão em Ruanda (África) e quatro vezes participou da Assembléia Geral.
O Arcebispo queria apresentar para nós como evangelizar em “tempos difíceis”. “Jesus Cristo não prometeu os tempos fáceis para ninguém, mas prometeu para nós sua presença”, com essa lembrança o arcebispo começou um breve rascunho sobre os tempos históricos de são Vicente Pallotti para mostrar para nós a sabedoria de achar em nosso Pai Fundador as respostas para os desafios dos tempos presentes.


Hoje em dia está presente uma cultura pós-modernista que nega o Decálogo, por isso existe a necessidade de Nova Evangelização. “A novidade da evangelização revela-se pela capacidade de confrontar dos novos acontecimentos, situações dos novos desafios de uma sociedade de mudança. Espera novo ardor, um esforço emocional que mobiliza que traz a vontade de empregar as forças para atuar” explica o arcebispo.

No fim do dia de retiro foi celebrada a Santa Missa presidida pelo Dom Henryk Hoser SAC.

Olhando para o exemplo do padroeiro do dia, são Mateus, fomos convidados para ser como ele, verdadeiro testemunho das palavras e atos de Jesus Cristo. Uma das fundamentais características da Igreja, apresentadas no Credo, é o apostolado.

Dom Henryk destacou que o Catecismo da Igreja Católica transmite o apostolado da Igreja, com as palavras como se fossem saídas da boca de São Vicente Pallotti. “Não seria isto um convite para o aprofundamento da nossa espiritualidade e da teologia do carisma?” pergunta arcebispo.

À noite a recreação comunitária teve como objetivo conhecimento de todos os participantes da Assembléia.