quinta-feira, 14 de março de 2019

Retiro espiritual dos padres

Nos últimos dias, entre 11 a 14 de março, os palotinos da Região Mãe da Misericórdia do Rio de Janeiro, participaram do retiro anual organizado no Seminário da Floresta, em Juiz de Fora/MG.


As profundas reflexões sobre a imitação de Jesus Cristo no carisma de São Vicente Pallotti foram conduzidas pelo palotino, Pe. Clesio Facco, provincial da Província Nossa Senhora Conquistadora de Santa Maria/RS. Retiro significa sair do seu lugar de convívio, deixar suas atividades para buscar uma reflexão, orar, estudar a Palavra de Deus, sintonizar com Deus, com a vocação e com o ministério, restaurar as forças e continuar o serviço ao povo na construção do Reino de Deus e através do sacramento de penitencia ter um encontro mais profundo com Deus.



Nestes dias mesmo fora de suas atividades normais, estávamos unidos com o povo das paróquias e comunidades, com seminaristas e noviços pois trouxemos na bagagem o trabalho pastoral, as experiências boas e as menos boas, e sobretudo a comunhão e a oração de cada um.



Pe. Clesio entre palestras e reflexões motivou um encontro pessoal com Deus, reforçou de forma especial a necessidade de olhar atentamente para os espaços de cuidado e fraternidade da família religiosa unida pelo mesmo carisma, seguindo a Jesus Cristo no caminho de São Vicente Pallotti, respondendo as necessidades do povo e realizando a missão da Região. A Consagração palotina feita para maior gloria a Deus deve ser vivida em colaboração com os outros.



O que feri gravemente a unidade da família é o pecado. Olhando para vida de Nosso Santo Fundador percebemos que Ele foi um homem profundamente preocupado com o pecado. A celebração penitencial, via sacra, confissão foram momentos fortes momentos que ajudaram a todos a recuperar em si a dignidade de filhos de Deus reunidos. O ambiente do seminário possibilitou um contato com a natureza e uma singela experiência de Deus.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Retiro Anual dos padres


Entre os dias 11 a 15 de março os Padres palotinos da Região Mãe da Misericórdia encontram -se no Seminário da Floresta, em Juiz de Fora - MG em retiro anual. O pregador do retiro é o Pe. Clesio Facco SAC, Provincial da Província Nossa Senhora Conquistadora, Santa Maria – RS. Durante o retiro vamos aprofundar os “33 pontos da imitação de Jesus Cristo de São Vicente Pallotti”.

Silêncio, oração, reflexão e um novo olhar sobre a pessoa de Jesus. Esse clima vai ser vivido pelos padres durante esse tempo. Esse é um momento de espiritualidade em que nós padres, nos reunimos para rezar, de forma muito íntima com Deus. Durante a nossa caminhada anual, sentimos necessidade de estarmos juntos para conversar, rezar, procurando entrar mais profundo na imitação de Jesus Cristo, seguindo o nosso fundador São Vicente Pallotti.

Pedimos a todos que nos acompanhem em suas orações.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Retiro Espiritual de Carnaval em Itaperuna-RJ


Retiro Espiritual de Carnaval em Itaperuna-RJ aconteceu nos dias 02 a 06 de março, nas dependências do antigo seminário em Eugenópolis-MG, com a participação de 75 pessoas.





Foram dias de muita orações, Santa Missa todos os dias, Adoração ao Santíssimo, palestras, Via-sacra, gincanas e uma festa brega no encerramento do retiro.





O retiro é realizado pelas 3 paróquias palotinas de Itaperuna; São Benedito, Nossa Senhora do Rosário de Fátima e Santa Rita de Cássia.







O Nosso tema do retiro foi; “Se creres, verás a glória de Deus”. Jo 11,40

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

FESTA LITÚRGICA DA BEATA ELISABETTA SANNA


Este domingo, 17 de fevereiro, a eucaristia das 18h30 na Igreja do Santíssimo Nome de Jesus em Odivelas foi especial: assinalando a Festa Litúrgica da Beata Elisabetta Sanna, recebemos na nossa Paróquia de Odivelas relíquia desta figura tão importante para a Família Palotina. Além da relíquia, que foi disponibilizada para veneração dos fiéis no final da eucaristia, também se expôs um ícone com a imagem de Elisabetta Sanna.


Conforme já recordámos em publicações anteriores, Elisabetta Sanna foi uma fiel servidora de São Vicente Pallotti e da União do Apostolado Católico, que nunca deixou que a sua deficiência (provocada pela doença numa fase muito jovem da sua vida) perturbasse o seu zelo de entrega ao próximo e o seu amor a Deus. Vale a pena pesquisar sobre esta mulher italiana!


Concelebrada pelo nosso Padre Gilmar e pelo Padre Savio, também Palotino, vindo da Índia, a missa das 18h30 teve ainda a particularidade de ser animada pela Juventude Palotina e de contar com a participação do Grupo "Família da Aliança", que renovou a sua Aliança com a Virgem Mãe, a quem mais uma vez se consagrou.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Apóstolos Hoje, janeiro de 2019


A Santidade, Um Caminho feito juntos

São Vicente Pallotti, como fundador da união do Apostolado Católico, recebeu a iluminação do Espírito Santo de chamar TODAS AS PESSOAS “que possuem zelo para a glória de Deus, amor e compaixão para a salvação do próximo”.
 Nossa profunda gratidão ao Papa São João XXIII, por ter chamado, naqueles anos, as Congregações religiosas e outros Institutos de vida Consagrada a retornarem ao próprio carisma original, que é a volta à inspiração dos seus Fundadores, para renovarem, em si mesmos, o dom do Espírito Santo que lhes fora concedido por intermédio de seus Fundadores. Foi assim comigo, Vicente Pallotti revive e a sua mansagem tocava diretamente o coração da humanidade, pois trazia como referência o espírito dos primeiros cristãos, ou seja,(o espírito) de todos aqueles que haviam sido chamados a fazer com que Jesus fosse conhecido pelo  fato de o terem acolhido como Senhor e Salvador.
No tempo de retornar à fonte do carisma foi um período em que os sacerdotes, irmãs e irmãos trabalharam juntos a fim de aprofundar a inspiração original que Pallotti recebera. Foi um período de estudo e de partilha para chegar a uma melhor compreensão daquilo que nos fora transmitido. Foi um período de renovação onde antramos em comunicação uns com os outros com o profundo desejo de conhecer melhor o carisma que Vicente Pallotti havia recebido. Esse foi o momento da nossa história que favoreceu a recíproca compreensão e partilha, um período que restabeleceu o lugar dos leigos na visão do nosso Fundador, um tempo onde fomos chamados a abraçar o inteiro corpo de Cristo como parte da União. Como resultado desse estudo, a inteiração de uns con os outros e con os leigos, recebemos a graça de conhecer e amar Vicente Pallotti e sermos inspirados da sua visão não como algo do passado, mas como uma verdadeira e real vocação pessoal no tempo presente.
No Apelo da Maio 1835, São Vicente convida TODOS aqueles que possuem zelo para a glória de Deus,  amor e compaixão para a salvação espiritual do próximo. Esse convite chama àqueles, cujos corações já tinham sido tocados pela graça de Deus. Convida o povo de Roma a associar-se para responder ao chamado amoroso de Deus. E a resposta a esse chamado não leva em conta o chamado específico de cada vocação.
Essa Associação se propõe unir a ação evangélica, as orações e as ofertas, não somente dos próprios membros mas também de todos aqueles que desejariam cooperar, mesmo que seja por uma única vez, para despertar a fé e a piedade entre os cristãos e  multiplicar os meios necessários para manter e propagar a religião católica.
Aqui encontramos que na visão do Pallotti, todos, desde o início, são incluídos. E para enfatizar esse incluir TODOS, São Vicente esclarece sua afirmação.
Por isso, a associação é composta de tal modo que todos os católicos podem participar. Podem ser clerigos ou leigos; homens ou mulheres; estudados ou analfabetos; ricos ou indigentes; nobres ou populares; pessoas de qualquer vocação, estado ou posição social. Portanto, aqueles que não podem exercitar pessoalmente o sagrado ministério, diretamente podem ainda oferecer a sua colaboração  com suas atividades pessoais, o comercio, a profissão, o trabalho, as doações voluntárias e também utilizando oportunamente a sua participação. Naturalmente, todos podem cooperar com o meio eficaz da oração. Por meio dessa associação, portanto, ninguém é excluído de cooperar no Apostolado Católico ou de ter participação das orações, méritos e premios.
Neste longo e detalhado Apelo ao Povo de Roma, Pallotti citando o papa São Gregório Magno, lembra que não há sacrifício mais aceito por Deus onipotente do que o sacrifício de um coração cheio de zelo pela salvação do próximo. E assim faz o apelo ao amor do povo romano para com Deus, que está presente em cada pessoa, para poder chegar aos outros para salvar suas almas. Pallotti tem consciência de que esse amor de Deus foi colocado no coração de todo o povo de Deus, a fim de viver a comunhão com Deus e com o próximo. Essa inspiração leva-o a perceber que Deus chama TODOS.
Por meio do convite ao povo de Roma, Pallotti apela ao coração e à capacidade do indivíduo a responder no amor e desse modo chegar até o próximo. “Somos, portanto, convictos, de que todos os corações verdadeiramente católicos, todas as pessoas verdadeiramente cuidadosas que guardam no coração o amor pela salvação do seu próximo, a glória de Deus e o santo Nome de Jesus Cristo, responderão com igual generosidade e prontidão ao Apelo que nós fazemos a sua sensibilidade religiosa e caridade. (cfr. Apelo de Maio, 1835). É um apelo a se unirem para a glória de Deus e o nome de Jesus. É a visão de São Vicente Pallotti do corpo de Cristo unido na ação como na oração. É o coração da União do Apostolado Católico de caminhar juntos na santidade e na ação apostólica.
En todo o Apelo de 1835 e em todos seus escritos, São Vicente Pallotti acentua a respeito do coração cristão e suas intenções. Sem dúvida, retira muito da Sagrada Escritura, como quando se refere a “todos os corações verdadeiramente católicos, a todas as pessoas verdadeiramente cuidadosas” que responderão ao Apelo. O Fundador, atualmente, estaria em comunhão com a Exortação  “Gaudete et Exultate” do Papa Francisco e a aplicaria aos membros da União aquilo que o Papa escreve em relação aos: “Felizes os puros de coração porque verão a Deus”. (cfr. GE, 83).
Para Pallotti não há separação entre o amor de Deus e o amor ao próximo; em ambos os casos, o amor deve surgir do coração. Este é o fundamento da União onde os membros estão unidos pela Graça de Deus e desenvolvem a obra de Deus como um único corpo. E Pallotti vai além dos próprios membros, a fim de incluir qualquer pessoa que queira colaborar, mesmo sendo uma única vez, para  reavivar a fé e a piedade (amor).
Para o Papa Francisco, a bem-aventurança se refere àqueles cujos corações são simples, puros, sem imundícies, porque é um coração que sabe amar, não permite entrada de alguma coisa que ameaça o amor, que o enfraqueça, e o coloque em perigo. Francisco indica que na Biblia o coração são as nossas verdadeiras intenções, aquilo que realmente buscamos e desejamos, além de quanto manifestamos (cfr GE, 83). E neste nosso tempo, Pallotti concordaria afirmar que um coração que genuinamente ama a Deus e o próximo é um coração puro; e esse pode ver Deus.
De fato, Pallotti une continuamente o amor de Deus e o amor ao próximo nos seus escritos, especialmente no Apelo de Maio de 1835
Também nós, atualmente, somos chamados a ir ao encontro dos outros, convidando-os a amar a Deus e ao próximo para o Reino de Deus, que é Reino de Amor. Com Vicente Pallotti, que nos confiou a missão de ser contínuos fundadores da União, devemos chamar as pessoas do nosso tempo com aquela sua mesma convicção a respeito de “todas as pessoas que tem zelo para a glória de Deus e compaixão para a salvação espiritual do próximo”.
Pensando bem, esse zelo, para nós, é semelhante ao do nosso Fundador no perceber o mundo de seu tempo. Na verdade, poderíamos aplicar as suas mesmas palavras à nossa realidade, local, nacional e global”. Qualquer pessoa que considerar atentamente a situação atual do mundo em relação à religião, chega a conclusão que, porque em nossa época existe tanto mal, temos uma grande necessidade de fé” (Appello de Maio 1835).
Perguntas para reflexão pessoal e comunitária:
Como descrever “um coração puro” ás pessoas da nossa sociedade, em particular aos jovens?
Seguindo as orientações de São Vicente Pallotti, como expressar o convite para aderir à União?
Que passos devem ser feitos para ajudar os jovens a compreenderem o carisma Palotino e colocá-lo em prática?
Qual ‘estilo’ de vida como cenáculo e como corpo nacional se irradia no trabalhar juntos para o Reino de Deus?
            Ir. Carmel Therese Favazzo CSAC, USA

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Solenidade de São Vicente Pallotti em Itaipu


Neste dia tão alegre para nós palotinos, a comunidade paroquial de Itaipu juntamente com os membros da UAC, se reuniram para a celebração da Santa Missa solene pelo nosso santo fundador.
Pe. José Rodrigues presidiu a santa missa, e falou durante a homilia sobre a vida do nosso fundador e o trabalho dos palotinos no mundo.
Ao final da santa missa, também a vice presidente da UAC no Brasil, a senhora Daise também nos dirigiu belas palavras em nome do Presidente Pe. Gilberto, e contou um pouco de como se “apaixonou” por Pallotti e como é bom ser Palotina.
Ainda nossa coordenadora local da UAC. Sra. Rita de Cassia, convidou todos para conhecer mais Pallotti e a UAC, participando dos encontros de formação que vão iniciar em fevereiro.
A celebração terminou com uma pequena procissão, e com a  benção da nova imagem de Pallotti do lado de fora da igreja. Após a missa, houve uma confraternização com lanche e música.
Viva nosso santo fundador, Viva São Vicente Pallotti!
 Camille Santos

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Dia de São Vicente Pallotti

Hoje, 22 de janeiro, no dia que comemoramos nosso Santo fundador, rezemos como ele fez, pedindo a Deus para que sejamos cada vez mais solícitos a vontade Dele, e sejamos fiéis a Ele.

Eterno Pai, que no teu infinito amor nos tem dado Jesus, o teu Filho unigênito, para que todos os seres humanos possam ser salvos. Faze que cheguemos ao conhecimento da verdade e a te amar como único e supremo bem. Com fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo, nós Te suplicamos: Manda, Senhor, operários para a tua messe e tem piedade do teu povo. Eterno Verbo Encarnado, Redentor do gênero humano, digna-te converter todas as pessoas, porque, por eles, Tu te fizeste obediente até a morte de Cruz. Pelos méritos e pela intercessão da Bem Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, e de todos os Anjos e Santos, nós Te suplicamos: Manda, Senhor, operários para a tua messe e tem piedade do teu povo. Divino Espírito Santo, Luz dos que creem, infunda em todos os corações o teu imenso amor, para que o mundo seja um só rebanho, apascentado por um só Pastor e, na eternidade, cantaremos a tua infinita misericórdia. Pela paixão e pela morte de Jesus Cristo, faze que o Senhor mande operários para a sua messe e tenha piedade do seu povo. Rainha dos Apóstolos e vós todos, Anjos e Santos, implorai ao Senhor da messe, que mande operários para a sua messe e tenha piedade do seu povo, para que todas as pessoas se unam a vós no Reino dos Céus. A vós a honra e a glória por todos os séculos: Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.