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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Apóstolos Hoje, janeiro de 2019


A Santidade, Um Caminho feito juntos

São Vicente Pallotti, como fundador da união do Apostolado Católico, recebeu a iluminação do Espírito Santo de chamar TODAS AS PESSOAS “que possuem zelo para a glória de Deus, amor e compaixão para a salvação do próximo”.
 Nossa profunda gratidão ao Papa São João XXIII, por ter chamado, naqueles anos, as Congregações religiosas e outros Institutos de vida Consagrada a retornarem ao próprio carisma original, que é a volta à inspiração dos seus Fundadores, para renovarem, em si mesmos, o dom do Espírito Santo que lhes fora concedido por intermédio de seus Fundadores. Foi assim comigo, Vicente Pallotti revive e a sua mansagem tocava diretamente o coração da humanidade, pois trazia como referência o espírito dos primeiros cristãos, ou seja,(o espírito) de todos aqueles que haviam sido chamados a fazer com que Jesus fosse conhecido pelo  fato de o terem acolhido como Senhor e Salvador.
No tempo de retornar à fonte do carisma foi um período em que os sacerdotes, irmãs e irmãos trabalharam juntos a fim de aprofundar a inspiração original que Pallotti recebera. Foi um período de estudo e de partilha para chegar a uma melhor compreensão daquilo que nos fora transmitido. Foi um período de renovação onde antramos em comunicação uns com os outros com o profundo desejo de conhecer melhor o carisma que Vicente Pallotti havia recebido. Esse foi o momento da nossa história que favoreceu a recíproca compreensão e partilha, um período que restabeleceu o lugar dos leigos na visão do nosso Fundador, um tempo onde fomos chamados a abraçar o inteiro corpo de Cristo como parte da União. Como resultado desse estudo, a inteiração de uns con os outros e con os leigos, recebemos a graça de conhecer e amar Vicente Pallotti e sermos inspirados da sua visão não como algo do passado, mas como uma verdadeira e real vocação pessoal no tempo presente.
No Apelo da Maio 1835, São Vicente convida TODOS aqueles que possuem zelo para a glória de Deus,  amor e compaixão para a salvação espiritual do próximo. Esse convite chama àqueles, cujos corações já tinham sido tocados pela graça de Deus. Convida o povo de Roma a associar-se para responder ao chamado amoroso de Deus. E a resposta a esse chamado não leva em conta o chamado específico de cada vocação.
Essa Associação se propõe unir a ação evangélica, as orações e as ofertas, não somente dos próprios membros mas também de todos aqueles que desejariam cooperar, mesmo que seja por uma única vez, para despertar a fé e a piedade entre os cristãos e  multiplicar os meios necessários para manter e propagar a religião católica.
Aqui encontramos que na visão do Pallotti, todos, desde o início, são incluídos. E para enfatizar esse incluir TODOS, São Vicente esclarece sua afirmação.
Por isso, a associação é composta de tal modo que todos os católicos podem participar. Podem ser clerigos ou leigos; homens ou mulheres; estudados ou analfabetos; ricos ou indigentes; nobres ou populares; pessoas de qualquer vocação, estado ou posição social. Portanto, aqueles que não podem exercitar pessoalmente o sagrado ministério, diretamente podem ainda oferecer a sua colaboração  com suas atividades pessoais, o comercio, a profissão, o trabalho, as doações voluntárias e também utilizando oportunamente a sua participação. Naturalmente, todos podem cooperar com o meio eficaz da oração. Por meio dessa associação, portanto, ninguém é excluído de cooperar no Apostolado Católico ou de ter participação das orações, méritos e premios.
Neste longo e detalhado Apelo ao Povo de Roma, Pallotti citando o papa São Gregório Magno, lembra que não há sacrifício mais aceito por Deus onipotente do que o sacrifício de um coração cheio de zelo pela salvação do próximo. E assim faz o apelo ao amor do povo romano para com Deus, que está presente em cada pessoa, para poder chegar aos outros para salvar suas almas. Pallotti tem consciência de que esse amor de Deus foi colocado no coração de todo o povo de Deus, a fim de viver a comunhão com Deus e com o próximo. Essa inspiração leva-o a perceber que Deus chama TODOS.
Por meio do convite ao povo de Roma, Pallotti apela ao coração e à capacidade do indivíduo a responder no amor e desse modo chegar até o próximo. “Somos, portanto, convictos, de que todos os corações verdadeiramente católicos, todas as pessoas verdadeiramente cuidadosas que guardam no coração o amor pela salvação do seu próximo, a glória de Deus e o santo Nome de Jesus Cristo, responderão com igual generosidade e prontidão ao Apelo que nós fazemos a sua sensibilidade religiosa e caridade. (cfr. Apelo de Maio, 1835). É um apelo a se unirem para a glória de Deus e o nome de Jesus. É a visão de São Vicente Pallotti do corpo de Cristo unido na ação como na oração. É o coração da União do Apostolado Católico de caminhar juntos na santidade e na ação apostólica.
En todo o Apelo de 1835 e em todos seus escritos, São Vicente Pallotti acentua a respeito do coração cristão e suas intenções. Sem dúvida, retira muito da Sagrada Escritura, como quando se refere a “todos os corações verdadeiramente católicos, a todas as pessoas verdadeiramente cuidadosas” que responderão ao Apelo. O Fundador, atualmente, estaria em comunhão com a Exortação  “Gaudete et Exultate” do Papa Francisco e a aplicaria aos membros da União aquilo que o Papa escreve em relação aos: “Felizes os puros de coração porque verão a Deus”. (cfr. GE, 83).
Para Pallotti não há separação entre o amor de Deus e o amor ao próximo; em ambos os casos, o amor deve surgir do coração. Este é o fundamento da União onde os membros estão unidos pela Graça de Deus e desenvolvem a obra de Deus como um único corpo. E Pallotti vai além dos próprios membros, a fim de incluir qualquer pessoa que queira colaborar, mesmo sendo uma única vez, para  reavivar a fé e a piedade (amor).
Para o Papa Francisco, a bem-aventurança se refere àqueles cujos corações são simples, puros, sem imundícies, porque é um coração que sabe amar, não permite entrada de alguma coisa que ameaça o amor, que o enfraqueça, e o coloque em perigo. Francisco indica que na Biblia o coração são as nossas verdadeiras intenções, aquilo que realmente buscamos e desejamos, além de quanto manifestamos (cfr GE, 83). E neste nosso tempo, Pallotti concordaria afirmar que um coração que genuinamente ama a Deus e o próximo é um coração puro; e esse pode ver Deus.
De fato, Pallotti une continuamente o amor de Deus e o amor ao próximo nos seus escritos, especialmente no Apelo de Maio de 1835
Também nós, atualmente, somos chamados a ir ao encontro dos outros, convidando-os a amar a Deus e ao próximo para o Reino de Deus, que é Reino de Amor. Com Vicente Pallotti, que nos confiou a missão de ser contínuos fundadores da União, devemos chamar as pessoas do nosso tempo com aquela sua mesma convicção a respeito de “todas as pessoas que tem zelo para a glória de Deus e compaixão para a salvação espiritual do próximo”.
Pensando bem, esse zelo, para nós, é semelhante ao do nosso Fundador no perceber o mundo de seu tempo. Na verdade, poderíamos aplicar as suas mesmas palavras à nossa realidade, local, nacional e global”. Qualquer pessoa que considerar atentamente a situação atual do mundo em relação à religião, chega a conclusão que, porque em nossa época existe tanto mal, temos uma grande necessidade de fé” (Appello de Maio 1835).
Perguntas para reflexão pessoal e comunitária:
Como descrever “um coração puro” ás pessoas da nossa sociedade, em particular aos jovens?
Seguindo as orientações de São Vicente Pallotti, como expressar o convite para aderir à União?
Que passos devem ser feitos para ajudar os jovens a compreenderem o carisma Palotino e colocá-lo em prática?
Qual ‘estilo’ de vida como cenáculo e como corpo nacional se irradia no trabalhar juntos para o Reino de Deus?
            Ir. Carmel Therese Favazzo CSAC, USA

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Dia de São Vicente Pallotti

Hoje, 22 de janeiro, no dia que comemoramos nosso Santo fundador, rezemos como ele fez, pedindo a Deus para que sejamos cada vez mais solícitos a vontade Dele, e sejamos fiéis a Ele.

Eterno Pai, que no teu infinito amor nos tem dado Jesus, o teu Filho unigênito, para que todos os seres humanos possam ser salvos. Faze que cheguemos ao conhecimento da verdade e a te amar como único e supremo bem. Com fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo, nós Te suplicamos: Manda, Senhor, operários para a tua messe e tem piedade do teu povo. Eterno Verbo Encarnado, Redentor do gênero humano, digna-te converter todas as pessoas, porque, por eles, Tu te fizeste obediente até a morte de Cruz. Pelos méritos e pela intercessão da Bem Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, e de todos os Anjos e Santos, nós Te suplicamos: Manda, Senhor, operários para a tua messe e tem piedade do teu povo. Divino Espírito Santo, Luz dos que creem, infunda em todos os corações o teu imenso amor, para que o mundo seja um só rebanho, apascentado por um só Pastor e, na eternidade, cantaremos a tua infinita misericórdia. Pela paixão e pela morte de Jesus Cristo, faze que o Senhor mande operários para a sua messe e tenha piedade do seu povo. Rainha dos Apóstolos e vós todos, Anjos e Santos, implorai ao Senhor da messe, que mande operários para a sua messe e tenha piedade do seu povo, para que todas as pessoas se unam a vós no Reino dos Céus. A vós a honra e a glória por todos os séculos: Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

09 de janeiro de 1835

Na sexta-feira, dia 09 de janeiro de 1835, São Vicente Pallotti recebeu inspiração que deu origem a União do Apostolado Católico e da Sociedade do Apostolado Católico. Neste dia após a celebração da Santa Missa na capela Regina Coeli no mosteiro das Irmãs Carmelitas Descalças em Roma na Via della Lungara em Trastevere - o mosteiro já não existe, em seu lugar está a prisão central de Roma Carceri Giudiziarie conhecido como Regina Coeli – Pallotti escreveu:
“Deus meu, Vós, na vossa infinita misericórdia, me concedeis, de modo especial, promover, instituir, propagar, levar a bom termo, tornar duradoura, pelo menos como viva aspiração, no vosso SS. Coração:
1.      Uma pia instituição de apostolado universal entre todos os católicos, para propagar a fé e a religião de Jesus Cristo entre todos os infiéis e não católicos;
2.      Outro apostolado oculto, para reavivar, conservar e aumentar a fé entre os católicos;

3.      Uma instituição de caridade universal, para exercício de todas as obras de misericórdia espiritual e corporal, afim de que da maneira possível vós (Deus) sejais conhecido no homem, já que sois caridade infinito”.

domingo, 2 de agosto de 2015

O pensamento de Pallotti sobre a formação sacerdotal

Vicente Pallotti lembra, frequentemente, em seus escritos, que o eclesiástico deve esforçar-se pessoalmente, para buscar seu crescimento durante toda sua vida.
Ele estava convencido de que há uma intrínseca união entre o crescimento espiritual, o estudo e o apostolado. Sobre isto, merece destaque o texto sobre a obrigação de todos no espírito de santidade e de instrução (OOCC II, 81-86; III, p. 47-48). Este texto vem precedido da referência sobre a vida de Jesus Cristo: “O menino crescia e se fortificava, cheio de sabedoria e da graça de Deus; após três dias o encontraram no Templo, sentado entre os doutores, enquanto os escutava e os interrogava” (Lc 2,40-46). Pallotti, assim, pensava: da mesma forma que Jesus crescia e se fortificava cheio de sabedoria, escutando e interrogando os mestres, mesmo sendo a verdadeira Sabedoria, com maior razão, devemos também nós buscar a verdadeira instrução.

Escreve ainda: “devemos mais amar que buscar as instruções, e devemos procurá-las com afinco e ávidos de manifestar aos outros a nossa ignorância; e, por esta via de humildade, Deus nos recompensará com grande e saudável capacidade” (OOCC III, 48). Pallotti, por sua vez, enumerava os pontos que mereciam maior atenção e aprofundamento, a saber: a Sagrada Escritura, a história da Igreja, a teologia fundamental e dogmática, os sacramentos, a liturgia e a teologia moral. Ele expressa, ainda, a razão de se ter um contínuo aprendizado: “para que jamais regrida na mais perfeita imitação da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e, assim, cooperar eficazmente no engrandecimento da sua glória, para a santificação das almas” (OOCC VII, 63-64).

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Memoria pratica cotidiana



Vicente Pallotti nos ensina que se temos confiança em Jesus Cristo e se nos esforçamos a imitá-lo, obteremos que Ele mesmo destrua em nós as deformidades e as faltas, porque, entrando em nossa alma, Ele opera e assim continua em nós Sua vida. Jesus Cristo viverá nessa alma e aplicará nesta, o mérito das suas obras santíssimas, segundo as palavras de Jesus reportadas no Evangelho de João: “Quem crê em Mim fará as obras que eu faço e fará ainda obras maiores”.
São Vicente tem consciência de que são poucas as pessoas que imitam Jesus Cristo, porque não pensam ou não se rendem conta de fazer. As pessoas que pensam e que se dispõem a imitar Jesus Cristo crescem no amor a Jesus e, quando cresce o amor, cresce a confiança na graça necessária para imitá-lo e cresce o reconhecimento da própria indignidade em possuir tal graça. Como consequência desta abertura, a pessoa de dispõe a receber a graça que é sempre mais copiosa. Pallotti recomenda de ter sempre em mãos um livreto contendo as práticas de imitação de Jesus Cristo, para ler, nos diversos momentos oportunos e explica em detalhe esta prática.
• memória: se faz memória, se recorda (o verbo recordar quer dizer, passar novamente através do coração), obrigação que todos, como cristãos têm, em imitar Jesus Cristo;
• prática: é necessário imitar Jesus Cristo de fato, no pensar, no falar, nas obras e no que diz respeito aos afetos do coração;
• quotidiana: não é uma obrigação de um dia, nem de um mês ou de um ano, mas uma obrigação que deve durar até a morte.

Esta obrigação de imitar Jesus Cristo é comum a todos os cristãos, porém os membros da UAC a receberam como dom e como regra fundamental da própria vida; assim sendo, somos convocados a imitá-lo de maneira toda especial.
“Portanto, nas várias circunstâncias do dia, antes de iniciar qualquer trabalho devemos considerar quais seriam naquele caso os pensamentos da mente de N.S.J.C., quais os afetos do seu Coração divino: assim no falar, devemos considerar quais palavras de humildade, de mansidão, de caridade, de paciência, de prudência, diria N.S.J.C., e reflitamos quando seria medido as suas palavras santíssimas nem muito e nem pouco... em uma palavra: em tudo devemos imaginar em ver N.S.J.C., e reavivando a fé devemos recordar o Homem-Deus que se fez nosso exemplar, e modelo, e regra prática de toda a nossa vida interna e externa... (OO CC III, 36-37).
Pallotti se dirige a todas as pessoas que buscam o crescimento pessoal na santidade e a maior glória de Deus a aproveitarem o dom da cooperação para promover a salvação do próximo. “Os que aproveitam esse dom especialmente para a vantagem das almas desprovidas dos meios para conhecer Deus, Jesus Cristo e a sua Religião são os mais perfeitos imitadores de Jesus Cristo, que veio a esta terra para cumprir a obra da Redenção das Almas pela glória do Pai celeste” (OO CC XI, 256).

São Vicente nos apresenta os efeitos da “memória prática quotidiana”:
• Se, temos confiança em Jesus Cristo e se nos esforçamos a imitá-lo, obteremos que Ele mesmo destrua em nós as deformidades e as faltas, porque, entrando em nossa alma, Ele opera e assim continua em nós Sua vida;
• Jesus Cristo fará em nós tudo. “Não sou eu que vivo, mas Cristo vivo em mim” (Gal 2,20).
• A vida de Jesus Cristo seja a minha vida.... a crucifixão de Jesus Cristo seja a minha... a obediência de Jesus Cristo seja a minha... a fortaleza de Jesus Cristo seja minha” (OOCC X, 161-162).
• As obras de Jesus Cristo são as minhas obras... a pregação realizada por Jesus Cristo aos pobres seja minha... a grandeza da potencia do Sacrifício de Jesus Cristo seja minha!” (OOCC X, 492-495).
• Jesus Cristo seja meu; as suas virtudes, obras e méritos infinitos sejam meus – e a terra será pequena para conter os livros necessários para narrá-las – serão todas as coisas minhas (OOCC XIII, 121).
• Vivo eu, mas não eu, Cristo vive em mim (OOCC X, 256).
• A regra fundamental de nossa Mínima Congregação é a Vida de N.S.J.C. para imitá-lo com humildade e confiança com todas as possíveis perfeições em todas as Obras da Vida escondida, e de publico ministério Evangélico para a maior glória de Deus Pai celeste, e para a maior santificação de nossa alma, e de nosso próximo (OOCC III, 40).

Pallotti nos convida a recordar... “a misericórdia infinita, e amor infinito de Jesus Cristo que, para continuar a sua vida santíssima em nós, se dignou permanecer entre nós no Santíssimo Sacramento da Eucaristia nos entrega a si mesmo como comida e nutrimento de nossa alma”.
Texto de Pe. Elmar Neri Rubira, SAC

terça-feira, 21 de maio de 2013

Aplicações (Apps) palotinos


Destacam-se as duas primeiras aplicações palotinos: uma feito pela Província "Imaculada Conceição" (IC), que é chamado PallottiApp (para a Apple) e o outro recém-criado da Província de "São Nicolau de Flue "(CH)com o nome de Pallotti (para sistemas de Apple e Android).
A PallottiApp, até agora apenas em Inglês, oferece uma meditação diária com base em uma citação dos escritos de nosso fundador, do livro "A visão de São Vicente Pallotti. Os princípios da espiritualidade e apostolado da União do Apostolado Católico " de Ir. James Beamesderfer (IC) e Georgette Gray e das Orações Comunitárias Palotinas em Inglês. Para baixar o aplicativo, acesse www.sacapostles.org ou ir diretamente para Apple Store.
A aplicação Pallotti está em alemão e Inglês,e espera-se que em breve irão adicionar outros idiomas. O aplicativo permite que você faça um tour pelos os lugares mais importantes onde S. Vincente viveu e trabalhou com o auxílio de mapas (O sistema GPS leva as pessoas a vários locais), de fotos e descrições de cada lugar. Dirigida especialmente aos jovens é útil para qualquer pessoa para um primeiro contato com Pallotti. Há também: uma breve biografia de Pallotti, uma seção com uma explicação de alguns termos religiosos e outro com máximas Palotinas. Para fazer o download do aplicativo acesse www.pallotti-app.com ou ir diretamente à loja da Apple ou o Google Play Store.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Experiência mística de Pallotti com Maria

Último dia do ano. Como seria bonito não esquecer esta data, 31 de dezembro de 2011. Para nós palotinos, é uma data comemorativa, pois, há 179 anos, nosso Fundador, São Vicente Pallotti, recebeu uma grande graça, o Esponsalício Espiritual com Maria Santíssima (31/12/1832).
Segundo seus escritos, que não podem ser comprovado por nós e nem rejeitado, porque ele foi a única testemunha deste acontecimento tão profundo, no qual Maria, Mãe da Misericórdia, para triunfar com o milagre da misericórdia sobre a ingratidão e inconcebível indignidade do mais miserável súdito do seu Reino de Misericórdia, dignou-se fazer misericordiosamente o Esponsalício espiritual com tal súdito, e concedeu-lhe o dote de tudo quanto possui, fez-lhe reconhecer, como seu, o próprio Filho Divino, e sendo Esposa do Espírito Santo, se empenhou para que ele seja inteiramente transformado no Espírito Santo. Ó Misericórdia de Maria, Imaculada Rainha, que piedosamente reza pelo seu sacrílego pecador, que jamais foi e será entre os súditos do seu Império de Misericórdia. Misericórdia! Misericórdia! Misericórdia! O paraíso é repleto da Misericórdia de Maria. Por isso, cantarei eternamente as Misericórdias do Senhor. Cantarei eternamente as Misericórdias de Maria.

sábado, 17 de dezembro de 2011

50º ANIVERSÁRIO DA CANONIZAÇÃO DE SÃO VICENTE PALLOTTI

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DAS CELEBRAÇÕES DO 50º ANIVERSÁRIODA CANONIZAÇÃO DE SÃO VICENTE PALLOTTI

No dia 16 de maio deste ano, por ocasião do encontro dos Três Conselhos Gerais das Comunidades de Fundação e o Presidente do Conselho de Coordenação Geral da União do Apostolado Católico, foi criada a Comissão “Família Palotina em festa” para elaborar “um programa comum, considerar as iniciativas locais e coordenar os eventos celebrativos particulares, em Roma, no Centro de Espiritualidade, “São Salvador em Onda”.
No encontro, além disso, ficou estabelecido que as celebrações do 50º Aniversário da Canonização “iniciarão em 20 de janeiro de 2012 e terminarão em 20 de janeiro de 2013, com a possibilidade de acolher outras iniciativas da Família Palotina, até 20 de janeiro de 2014, em vista de uma renovação espiritual e apostólica”. Em sintonia com as indicações recebidas, a Comissão elaborou um programa de iniciativas para as celebrações do 50º aniversário da Canonização e que foram aprovadas no encontro dos Três Conselhos Gerais das Comunidades de Fundação, em outubro de 2010. O ponto de partida do trabalho da Comissão foram as numerosas sugestões apresentadas e chegadas, de muitas partes, cuja maior parte são realizáveis no período previsto para as celebrações e por todo o ano 2013. Como tema geral do ano foi escolhido o tema da “santidade” em São Vicente Pallotti com o fim de aprofundar a sua experiência de espírito e realizar a desejada renovação espiritual e apostólica na vida de toda a União do Apostolado Católico.
Celebrar a festa pelos 50 anos da canonização de São Vicente Pallotti suscita, no ânimo de cada um e de todos, o desejo de entrar em seu coração e reconhecer nele a habitação de Deus. É um desejo que impele também o nosso coração a interrogar-nos sobre qual seja a raiz, a alma da santidade, de toda santidade, da nossa santidade; mas qual é a resposta? Viver plenamente a vida e a experiência evangélica, exatamente como fez São Vicente durante a sua existência terrena. Ele tornou-se santo, porque viveu plenamente a caridade, soube amar e seguir Cristo na vida cotidiana; e por ele compreendemos que é possível para todos nós percorrer esta estrada. Por este motivo toda a vida da União deverá convergir para este tempo forte e as iniciativas, que se realizarão, serão o instrumento através do qual se poderá realizar a renovação espiritual e apostólica para ser fiéis ao carisma que São Vicente deixou. Aderindo a estes propósitos, a Comissão elaborou um programa que prevê:
1. os eventos específicos a se realizarem em Roma e em São Salvador em Onda, Centro Espiritual da União;
2. o programa das iniciativas locais, já organizadas, e as propostas a difundir para expressar uma mesma identidade e uma modalidade comum de viver este 50º.

EVENTOS EM ROMA E EM SÃO SALVADOR EM ONDA
Os eventos de Roma se concentram na renovação espiritual e apostólica da União e na movimentação e atuação de São Salvador em Onda, Centro Espiritual da União, como lugar de oração e de acolhimento de todos os que desejam compartilhar este tempo forte de renovação 1 Sugestões dos Três Conselhos Gerais das Comunidades de Fundação (16 de maio 2011) 2 Sugestões espiritual, de agradecimento pelos dons recebidos e de louvor pela canonização de Vicente Pallotti.

A seguir, são brevemente ilustrados os eventos projetados.
1. ABERTURA DAS CELEBRAÇÕES PARA O 50º ANIVERSÁRIO
As celebrações da abertura do 50º aniversário iniciarão durante o Tríduo de preparação para a festa de S. Vicente Pallotti. As concelebrações eucarísticas se desenvolverão, segundo o seguinte calendário, em igrejas diferentes e significativas para a história e a identidade da União do Apostolado Católico, a fim de colocar de novo São Vicente no coração da Igreja romana:
- 19 de janeiro em San Carlo ai Catinari.
- 20 de janeiro em San Lorenzo in Damaso.
- 21 de janeiro em S. Maria in Vallicella (Chiesa Nuova).
- 22 de janeiro em São Salvador em Onda.
Nas celebrações do Tríduo serão inseridos os testemunhos dos diversos componentes da União: uma irmã, um padre ou um irmão, um leigo. A celebração do dia 20 de janeiro será presidida por Dom Júlio Akamine, Bispo palotino recém-consagrado. A celebração do dia 22 de janeiro, presidida pelo Padre Geral, Pe. Jacob Nampudakam, será precedida pelo Santo Terço que será transmitido diretamente pelo Rádio Maria. Foi solicitada ao S. Padre Bento XVI uma mensagem que sustente, encoraje e confirme a família palotina neste seu caminho de renovação espiritual e apostólico.

2. CONGRESSO DE ESTUDOS
De 15 a 19 de maio de 2012, foi previsto, sob os cuidados do Instituto Pallotti, um Congresso de Estudos internacionais sobre o tema da santidade.

3. BIOGRAFIA DE SÃO VICENTE PALLOTTI
Publicação de uma breve biografia atualizada de São Vicente Pallotti e difusão em todo o mundo como instrumento de formação para um maior conhecimento do Fundador. Por ocasião da publicação da biografia, serão organizados eventos públicos de apresentação em várias instituições, como o Colégio Urbano, o Seminário Romano, o Colégio Irlandês.
4. RETIRO DA UNIÃO DO APOSTOLADO CATÓLICO
Será organizado um retiro espiritual comum dos diversos componentes da União, a fim de rezar juntos e aprofundar o relacionamento de comunhão.

5. MISSÕES NAS PARÓQUIAS DE ROMA
Durante o ano, será feita uma Missão Popular nas várias paróquias de Roma, onde haja párocos dispostos a acolher nossa proposta de fazer conhecer S. Vicente Pallotti e a União. As missões serão iniciadas pelas paróquias palotinas, presentes no território, e serão criadas equipes formadas por sacerdotes e/ou irmãos, irmãs, leigos que, após adequada formação na preparação organizativa, estejam prontos a dar juntos testemunho da realidade e do significado da União.

6. ANIMAÇÃO SÃO SALVADOR EM ONDA
Para a animação do Centro espiritual da União, ”São Salvador em Onda”, são previstas as seguintes iniciativas para acolher todos aqueles que virão a Roma, em especial: 
- Publicação sob os cuidados do Instituto Pallotti
- reavivar a Santa Missa semanal da União
- divulgar e ampliar a participação nos encontros bimestrais organizados pelo Instituto Pallotti.
- organizar um encontro de oração cada dia 22 do mês (12 num ano), assim feito: início com a S. Missa e continuação com a adoração eucarística. O encontro será confiado, cada vez, a um grupo da União para ser expressão concreta de unidade.
- acolhida dos peregrinos: calendário das visitas aos quartos, ao museu e das S. Missas a serem celebradas sobre o altar de São Vicente Pallotti; imprimir e colocar à disposição folhetos informativos sobre S. Vicente Pallotti e sobre a União e os itinerários em Roma sobre “os passos de S. Vicente Pallotti”.

7. ENCERRAMENTO DAS CELEBRAÇÕES DO 50º ANIVERSÁRIO
As celebrações oficiais de encerramento do 50º aniversário iniciarão, durante o Tríduo de preparação para a festa de São Vicente Pallotti, e atingirão o seu ponto culminante na comemoração do 50º aniversário da canonização, em 20 de janeiro de 2013. Para esta ocasião tão especial, ao fazer memória de quanto já aconteceu com o Papa João XXIII, foi convidado o Papa Bento XVI para uma solene concelebração de agradecimento pelos dons recebidos pela canonização de São Vicente. As concelebrações eucarísticas do Tríduo serão em  diversas igrejas, conforme o seguinte calendário:
- 19 de janeiro: S. Lorenzo in Damaso
- 20 de janeiro: São Pedro
- 21 de janeiro: Espírito Santo dos Napolitanos
- 22 de janeiro: Sant´Andrea della Valle
Durante as celebrações do Tríduo, haverá a recordação de todos os Palotinos e das Palotinas defuntos, e os testemunhos dos que, em 20 de janeiro de 1963, estavam em S. Pedro para a canonização.
PROGRAMAS LOCAIS E PROGRAMAS COMUNS
1. PROGRAMAS LOCAIS
Os diversos componentes da União (SAC, Congregações das Irmãs, CCN) já iniciaram ou já definiram os programas locais das celebrações que poderão ser estendidas até o 20 de janeiro de 2014. Estes programas e as iniciativas relacionadas com eles, especialmente para os eventos de abertura e de encerramento, deverão ser comunicados à Comissão que os fará conhecer, com os meios disponíveis, a fim de fazer uma contínua troca de informações e notícias que, durante este ano, ajudem a partilha e a participação.
Em particular, pensa-se em sugerir:
- valorizar e incentivar a celebração do Oitavário e da festa da Epifania de modo renovado e mais solene;
- convidar as Universidades palotinas e os Institutos Pallotti para promover localmente simpósios, dias de estudo, etc.;
- realizar localmente um encontro de oração cada dia 22 do mês (12 num ano); Sugestões dos Três Conselhos Gerais das Comunidades de Fundação (16 de maio 2011)
- realizar localmente uma Missão Popular nas varais paróquias, palotinas e não palotinas;
- organizar um retiro espiritual comum dos diversos membros locais da União;
- preparar um encontro internacional de jovens, em Rio de Janeiro, junto com a Jornada Mundial dos Jovens de 2013, e participar na mesma.

2. PROGRAMAS COMUNS
Como sustentação das iniciativas locais, foram realizadas, sob os cuidados da Comissão, as seguintes iniciativas comuns:
- para partilhar durante este ano o valor da santidade foram realizados um “logo” e um “slogan”. O slogan escolhido é a frase: “Fazei resplandecer a santidade de Deus” (cf. Evangelho de Mateus);
- foi preparada uma oração jubilar comum de caráter universal para recitar em toda a UAC durante o ano;
- foi preparada uma ladainha de São Vicente Pallotti para toda a União, sob o cuidado da Comissão Litúrgica da S.A.C.
- será preparado um calendário anual das iniciativas;
- será posto à disposição do material de divulgação utilizado para os eventos de Roma e São Salvador em Onda;
- será promovido um “gesto concreto” de ajuda a quem está em dificuldade que expresse a comunhão entre os diversos componentes da União e simbolicamente manifeste o caminho espiritual feito durante este ano jubilar. As escolhas e as prioridades serão individualizadas pelos três Conselhos gerais e pelo Conselho de Coordenação Geral da União do Apostolado Católico;
- será preparada uma “folha” de comunicação que seja instrumento de animação/reflexão comum sobre o caminho de santidade e instrumento de atualização sobre a vida deste ano. Por esta ocasião foram postos à disposição vários tipos de comunicação (cf. sito web) e podese contar com a colaboração do Secretariado Geral da União através das contribuições que serão oferecidas através dos Informativos “Apóstolos Hoje” e “Noticiário UAC”.
3. COMUNICAÇÃO
Estreitamente ligado à preparação dos programas comuns a toda a União é o tema da comunicação, interna e externa. Para a comunicação externa será necessário ativar todos os canais de informação tradicionais e especiais, nacionais e internacionais, utilizando as diversas profissionalidades presentes na União como também os conhecimentos possuídos neste campo para tornar sempre mais presente São Vicente na vida do nosso tempo. Para a comunicação interna, é indispensável utilizar os meios que a tecnologia hoje coloca à disposição com positivos resultados quanto à transmissão imediata das comunicações e a possibilidade de alcançar o maior número de pessoas. Por este motivo foi encaminhada a realização técnica de um site web temporâneo ao cuidado do Engineering College de Nagpur (Índia) com a esperança de poder utilizá-lo nos primeiros dias de janeiro de 2012, ao passo que uma “redação web” proverá a elaboração dos conteúdos, a inserção e atualização das comunicações, as traduções a serem feitas. O site web será principalmente um instrumento para fornecer informações e notícias da parte da Comissão “Família Palotina em festa” sobre as celebrações e sobre o desenvolvimento do ano jubilar e para receber de todo o mundo onde se encontra a família palotina as notícias e as informações sobre as iniciativas locais. O mote do site deve ser “todos e em toda a parte”, isto é, deve conseguir alcançar todos os membros da família palotina onde quer que se encontrem. Podemos assim derrubar as barreiras do espaço e do tempo, para poder viver “virtualmente” Província Indiana da SAC “Epifania do Senhor”. Unidos e ao mesmo tempo a experiência do ano jubilar, seja nos eventos que se realizarão seja na realidade espiritual que lhes coloca pano de fundo. Além disso, através do site se poderá conseguir também um outro objetivo: aquele de fazer conhecer mais profundamente e detalhadamente no exterior, no mundo, São Vicente Pallotti, a sua espiritualidade e a família que dele nasceu.
NOTAS ORGANIZATIVAS
Aguardando a ativação do site internet dedicado, as comunicações serão feitas através de:
- publicações pelos sites web das Comunidades da fundação
- e-mails que serão distribuídos através dos Três Conselhos Gerais das Comunidades de fundação e o Secretariado Geral. Neste período inicial podem ser contatados os seguintes endereços e-mail:
Sociedade do Apostolado Católico info@sac.info
Irmãs do Apostolado Católico armida3it@yahoo  
Irmãs Missionárias do Apostolado Católico secgen_msac@tin.it
União do Apostolado Católico uac@uniopal.org
Sugerimos, além disso, ao Conselho de Coordenação Geral da União do Apostolado Católico e às Comunidades Religiosas que indiquem uma pessoa de referência para manter os contatos e informar a Comissão sobre as iniciativas que localmente serão realizadas. Todo o material produzido durante este ano será conservado para a história futura, nos arquivos do Secretariado Geral da União. Com sucessivas e periódicas comunicações serão fornecidos maiores detalhes sobre as iniciativas que estão sendo preparadas em Roma.

CONCLUSÕES
Aguarda-nos um grande desafio, durante este 50º aniversário, não tanto nos eventos a realizar quanto mais na renovação espiritual e apostólica que espera toda a União. Isto poderá realizar-se, se sempre mais estaremos empenhados em viver o substancial constitutivo da obra de São Vicente: a caridade. A caridade, compreendida como Amor de Deus difundido nos corações, derramado e testemunhado no amor aos irmãos, teria sido a “espiritualidade”, a “lei fundamental” que teria animado todos aqueles que fizeram parte da sua família. Para São Vicente tudo devia ser finalizado a ela para efetuá-la. Se olhamos para a Obra (difundida em mais de 40 Países dos cinco continentes) realizada até hoje através de um longo caminho de quase dois séculos, vemos que ela envolveu muitos sacerdotes e religiosos/as e leigos, entre os quais o carisma palotino gerou um amor radical para com os pobres e necessitados, um generoso empenho missionário “até aos confins da terra”, copiosos e admiráveis frutos de santidade. Mas, como queria S. Vicente, a vida da Igreja e do mundo podem ser reavivados na Fé e na Caridade por pessoas (religiosos e leigos) que percorrerão unidos a sua experiência de espírito na conversão e na vida cristã. (Cf. art. 17§1 do Estatuto Geral da União do Apostolado Católico, Roma 2008). O estar unidos, o estar em comunhão é um “algo mais” que nos exigido pela participação no carisma palotino respeito à nossa vida individual e durante este ano nos é oferecida a ocasião de vivê-lo com mais ímpeto , com mais tenacidade. Este “algo mais”, esta comunhão poderá realizar-se em nós somente através de uma particular disposição que é a sua condição essencial: viver propriamente aquele substancial constitutivo que São Vicente quis para a União: a caridade que se expressa no mandamento de Jesus “amai-vos como eu vos amei”. E na caridade podemos sempre renovar-nos todos, qualquer que seja a nossa proveniência, como em casa, por isso todos a podemos viver sempre, com a certeza de caminhar na estrada de São Vicente, como ele a viveu.
Roma, novembro 2011
A Comissão
“Família palotina em festa”

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

LOGO E SLOGAN DO 50º ANIVERSÁRIO DA CANONIZAÇÃO DE SÃO VICENTE PALLOTTI

LOGO
Autor: Paulo Russo, Paróquia Rainha dos Apóstolos ‐ Roma
“A cruz entre o mundo e São Vicente representa Cristo presente na humanidade e a sua santidade que se encarna no homem. A cruz é oblíqua para dar um sentido de movimento, pois o amor de Deus não é estático. No interior do número cinco está representado o mundo, lugar do apostolado palotino. No interior do número zero está São Vicente sacerdote. O fundo da tela é amarelo como sinal de luz que irradia a santidade”.
SLOGAN
“Fazei replandecer a santidade de Deus” (cf. Evangelho de Mateus 5,16)
O slogan “Fazei resplandecer a santidade de Deus”, escolhido para a celebração do 50º aniversário da canonização de São Vicente Pallotti, quer ser um convite a todos os seguidores de São Vicente a fazer resplandecer na vida de cada um a santidade de Deus, que é a força de todo apostolado. Este pensamento foi expresso pelo Beato João Paulo II na homilia durante a sua visita pastoral à paróquia de São Vicente Pallotti em Pietralata - Roma. Partindo da frase do Livro do Levítico: “Sede santos, porque eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo” (Lv 19, 2), o Papa destacou que Deus é o Santo por excelência e a fonte de toda a santidade. A santidade de Deus nos é comunicada em Cristo. São Vicente Pallotti levou a sério este chamado a sermos santos porque Deus é santo. Ele percorreu pessoalmente o caminho da santidade seguindo Jesus Cristo, o único modelo de santidade para todo o gênero humano. A santidade de Pallotti tornou‐se para ele a fonte de inspiração para promover na Igreja e no mundo um apostolado que respeitava os diversos estados de vida e a condição social de cada cristão. Ser santo e apóstolo era para Pallotti um desejo constante e uma força de zelo missionário para anunciar o Evangelho em cada ambiente. Deste modo, a exemplo de São Vicente Pallotti, todos os membros da União do Apostolado Católico podem renovar sua vocação à santidade e ao apostolado.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O presépio criado por São Vicente Pallotti da Praça de São Pedro homenageia a Virgem Maria

O Presépio da praça de São Pedro deste ano é uma homenagem à Virgem Maria, em sinal de lembrança do Beato João Paulo II.
O escudo do pontífice polonês, de fato, como explica uma nota da assessoria de imprensa do Vaticano, "quer ser uma homenagem ao mistério central do cristianismo: a Redenção. Representa, essencialmente, uma cruz com um grande 'M' maiúsculo, que recorda a presença de Nossa Senhora sob a cruz".
Além disso, a devoção mariana do Papa João Paulo II se expressa no lema Totus Tuus que ele escolheu quando já era cardeal.
"Toda a cena do presépio - continua a nota da Santa Sé - se inspira num gênero iconográfico tradicional. Inserida nos lugares onde historicamente se desenvolveu o evento sagrado, a cena principal está definida por elementos que reproduzem as arquiteturas e os lugares típicos da paisagem palestina e setores da vida diária".
À esquerda do presépio construiu-se um templo e algumas casas, numa das quais "a disposição e a seleção das estátuas recordam o alegre anúncio do nascimento à Maria pelo anjo Gabriel" (cf. Lc 1,26-33).
O edifício Sagrado reproduzido na cena, no entanto, quer se lembrar do episódio da Apresentação de Jesus no Templo, durante o qual Simeão profetizou a dor de Maria pela morte do Filho (cf. Lc 2:34-35).
À direita do presépio reproduziu-se um edifício utilizado por uma família: no primeiro plano há duas figuras femininas, em memória do encontro de Maria com Isabel (cf. Lc 1:41-45).
A representação do presépio se completa com os personagens tradicionais provenientes do presépio criado em 1842 por São Vicente Pallotti, na Basílica de Sant'Andrea della Valle, em Roma.
A abertura do presépio em São Pedro, agora na sua 32ª representação, se terá no dia 24 de dezembro ao anoitecer. O projeto e a construção do presépio e do enfeite da árvore de Natal, como todos os anos, é preparado pelos serviços técnicos do Governatorato da Cidade do Vaticano.