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terça-feira, 16 de maio de 2017

Bicentenário da ordenação sacerdotal de São Vicente Pallotti (1818-2018)

 Em 16 de maio de 2018 vamos comemorar o Bicentenário da ordenação sacerdotal do nosso Fundador, São Vicente Pallotti. O Conselho Geral decidiu iniciar as celebrações deste aniversário em nossa Sociedade, já no dia 16 de maio de 2017 e tomar algumas iniciativas a nível de toda a Sociedade. A primeira refere à publicação de um livro de Reitor Geral, Pe. Jacob Nampudakam, SAC, intitulado “O espírito do sacerdócio segundo de São Vicente Pallotti. Reflexões sobre o bicentenário da sua ordenação sacerdotal”. Nele estão desenhados os aspectos fundamentais da figura do padre Vicente Pallotti, para dar orientação de como viver o ministério sacerdotal em nossos tempos. O livro, agora em italiano, será traduzido para outros idiomas e enviado a todos.
Outra iniciativa prevista para o Ano Jubilar é a ordenação de alguns dos nossos coirmãos em 19 de maio de 2018 na Basílica de São João de Latrão, onde São Vicente foi ordenado sacerdote. Em uma carta dirigida a todos os Superiores Maiores, o Reitor Geral convida para identificar as formas e meios para comemorar este evento espiritual em sua respectiva entidade. Está previsto  organizar outras iniciativas ao nível de toda a Família Palotina pelo Conselho de Coordenação Geral da União do Apostolado Católico.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Festa do nascimento de São Vicente Pallotti

Dia 21 de abril, celebramos os 222 anos de nascimento de São Vicente Pallotti, em Roma. Ele viveu incansavelmente o amor misericordioso de Deus. Procurou, com seu testemunho de vida, ajudar a todos encontrarem o caminho da salvação, que vem de Deus. Confiar no perdão e na misericórdia divina foi a sua marca ao longo de sua existência. Por isso diz:

"Quanto mais uma alma deseja a própria santificação, tanto mais a recebe da torrente da divindade, e... se não te tornares santo, isto estará acontecendo somente porque não desejas sinceramente a tua santificação".
"Desejo buscar logo a santificação, sem esperar o sacerdócio ou uma idade avançada. Corresponder com prontidão, humildade e gratidão a todo o bem que me faz o Senhor, Pai amorosíssimo. Remover os obstáculos, que possam impedir a santificação: o grande obstáculo em mim é a soberba".

Que São Vicente Pallotti nos ensive a viver a verdadeira santidade de vida.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Dia de São Vicente Pallotti

22 de janeiro é dia de São Vicente Pallotti. Nasceu em Roma no dia 21 de abril de 1795 e santamente morreu no dia 22 de janeiro de 1850. A experiência de Deus Amor infinito abriu os olhos de Vicente às necessidades da Igreja do seu tempo e o estimulou a lhes dar resposta. No dia 9 de janeiro de 1835, em uma inspiração, o Espírito Santo o faz intuir uma obra em que os batizados participam da missão da Igreja enquanto se unem e cooperam na realização de um objetivo comum. Vicente Pallotti exprime essa sua intuição com estas palavras: “O apostolado, isto é, universal, como pode ser comum a toda classe de pessoas, é fazer o que cada um pode e deve fazê-lo para a maior glória de Deus e para a salvação própria e a do outro”.
A União do Apostolado Católico, já no seu primeiro núcleo, era constituída por sacerdotes, religiosos e fiéis leigos. Hoje a União conserva substancialmente a mesma fisionomia e permanece aberta a todos os membros do Povo de Deus, porque o seu fim é o de chamar todos, de fazer cooperar todos, com todos os meios para a salvação do mundo.
Segundo Pallotti, a unidade da União se funda sobre o empenho de amor vivido e de zelo apostólico; por isso o seu vínculo é antes de tudo a caridade. Alma, motor e substancial constitutivo de toda a União do Apostolado Católico é o espírito da mais perfeita caridade.
O corpo místico de Cristo (Igreja) nos ajuda a entender o que significa caridade como substancial constitutivo da União.
Os membros são muitos e diversos, os dons são diferentes, mas um só é o corpo de Cristo. Na missa própria da festa de hoje nós lemos o hino à caridade que para nós ressoa como um convite urgente. Paulo disse aos coríntios e diz hoje de novo: “Ensinarei a via melhor”. O esplendido hino a caridade suscita a nossa admiração, o nosso entusiasmo e também um profundo sentimento de reconhecimento e de agradecimento. Devemos, com efeito, agradecer porque esse texto existe e nos apresenta um ideal tão belo, o mais belo que a nossa vida pode ter. E podemos também agradecer porque a caridade existe realmente entre nós (os dons de Deus são irrevocáveis) e nos dá alegria tomar consciência deles.

Hoje o convite de S. Paulo e de S. Vicente Pallotti é mais do que nunca atual: “Aspirai aos carismas melhores”. A esse convite corresponde o nosso desejo mais profundo: viver em plenitude a caridade que Deus nos deu, a Caridade que é Deus. Podemos cooperar para a salvação se amamos a caridade, se somos unidos pela caridade.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Oitavário da Epifania

Ao trabalhar no Seminário da Propaganda da Fé em Roma, Vicente Pallotti teve a oportunidade de conhecer pessoas de várias nacionalidades, pois os que aí estudavam eram oriundos dos diversos países de missão. Todo candidato trazia consigo a nacionalidade, a cultura, a história, o jeito de ser cristão do seu país. Neste seminário realizavam-se anualmente a Festa das Línguas, isto é, celebrações com características próprias dos países de missão.
Tinha, outrossim, ótima oportunidade de assistir às solenidades religiosas celebradas em diversos ritos, com pompa tipicamente oriental, e de ouvir discursos, poesias e cantos em diversos idiomas, mormente na original Festa das Línguas, que se efetuava no Seminário durante o Oitavário da Epifania.
Ao ver tudo isso, com certeza, Pallotti deve ter-se perguntado: por que não levar isso ao povo? Assim nasceu a ideia do Solene Oitavário da Epifania.
A primeira festa aconteceu na igreja do Espírito Santo, em janeiro de 1836. Nela se realizavam celebrações com sermões em várias línguas e várias bênçãos.  A celebração partia do seguinte pressuposto: da mesma forma que os magos foram chamados a adorar o Menino Jesus, todos são convidados a adorar o Deus feito homem, do seu jeito, conforme a sua cultura, unindo assim toda Igreja ao redor do Deus feito homem.
Como a festividade foi crescendo, se fez necessário ampliar o espaço da celebração. Várias igrejas tiveram a oportunidade de celebrar o Oitavário, até que em 1841 ela se estabilizou na igreja de Santo André Della Valle, a maior igreja de Roma depois das Basílicas. O ano de ouro do Oitavário foi em 1870, período do Vaticano I, quando contou com a participação de muitos bispos e arcebispos. Esta festa perdurou por muitos anos em Roma. Em 1969 aconteceu a celebração do último Oitavário.
O Oitavário expressa um importante aspecto do ser palotino, a unidade do ser cristão. Pallotti tinha o desejo de que esta festa fosse realizada em todo mundo, mas, infelizmente, hoje ela apenas faz parte da história e de um sonho. O último Oitavário em que Pallotti participou foi nove dias antes de morrer, em 1850, quando fez o sermão muito comovido e alegre, se despedindo de seus companheiros. 
A tabela das celebrações de 1898 pode nos dar uma ideia da intensidade e amplitude das mesmas, no Oitavário. Abria-se a Igreja às 5h 30min com o Santo Rosário e a celebração da Santa Missa. Às 6h, havia a pregação em Italiano; às 8h30, Missa cantada em Rito Latino; às 9h30, Celebração em um Rito Oriental; às 15h, leitura de uma reflexão sobre a Epifania, Rosário, pregação e Bênção Eucarística presidida por um Cardeal; às 17h, novamente: leitura, pregação e Bênção presidida por um Bispo. A Missa das 8h 30 estava confiada, alternadamente, às várias famílias religiosas, e, por sua vez, seminários e colégios intervinham nas grandes celebrações da parte da tarde. Havia sempre grande disponibilidade de confessores e as ofertas que se recolhiam na igreja eram encaminhadas para as missões.
O Padre Gioacchino Ventura, Superior Geral dos Teatinos, redigiu preciosas leituras sobre a Epifania. Recolhemos algum trecho delas, que se encontram distribuídos pelas leituras dos oito dias a seguir, que vamos seguir neste VI Oitavario do ano 2017.
PRIMEIRO DIA - Profecia – Jesus, luz verdadeira 
SEGUNDO DIA - O chamado e a resposta dos Magos
TERCEIRO DIA - Inquietação em Jerusalém e inércia de sua gente
QUARTO DIA - Os magos adoram o Menino
QUINTO DIA - O que teria conversado Maria com os Magos
SEXTO DIA - Os presentes dos Magos
SÉTIMO DIA - José, esposo de Maria e pai da Casa de Nazaré
OITAVO DIA - A Mensagem de São Vicente Pallotti
Convidamos para VI Oitava da Epifania da União do Apostolado Católico, em Febres (Portugal) de 8 a 15 de janeiro. Tema deste ano: Unidade Pastoral como uma Familía. Cada dia Missa as 19 horas, depois a partilha. Os movimentos a se apresentar são inspirados pelo interesse da espiritualidade da Família.
8 de janeiro: União do Apostolado Católico
9 de janeiro: Encontro dos Casais com Cristo
10 de janeiro: Equipas de Nossa Senhora
11 de janeiro: Famílias de Nazaré
12 de janeiro: Renovamento Carismático
13 de janeiro: Movimento da Sagrada Família
14 de janeiro: Pastoral Familiar
15 de janeiro: Sociedade do Apostolado Católico

Também entre os dias 8 e 15 de Janeiro de 2017 celebraremos o Oitavário da Epifania na Paróquia do Santíssimo Nome de Jesus em Odivelas. Durante estes dias, convidamos todos para a Santa Missa das 18h30 na Igreja Matriz. Estarão presentes diversas congregações e receberemos bênçãos especiais para cada dia desta semana.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Dia de São Vicente Pallotti

Hoje é dia de São Vicente Pallotti. Nasceu em Roma no dia 21 de abril de 1795 e santamente morreu no dia 22 de janeiro de 1850.
A experiência de Deus Amor infinito abriu os olhos de Vicente às necessidades da Igreja do seu tempo e o estimulou a lhes dar resposta. No dia 9 de janeiro de 1835, em uma inspiração, o Espírito Santo o faz intuir uma obra em que os batizados participam da missão da Igreja enquanto se unem e cooperam na realização de um objetivo comum. Vicente Pallotti exprime essa sua intuição com estas palavras: “O apostolado, isto é, universal, como pode ser comum a toda classe de pessoas, é fazer o que cada um pode e deve fazê-lo para a maior glória de Deus e para a salvação própria e a do outro”.
A União do Apostolado Católico, já no seu primeiro núcleo, era constituída por sacerdotes, religiosos e fiéis leigos. Hoje a União conserva substancialmente a mesma fisionomia e permanece aberta a todos os membros do Povo de Deus, porque o seu fim é o de chamar todos, de fazer cooperar todos, com todos os meios para a salvação do mundo.
Segundo Pallotti, a unidade da União se funda sobre o empenho de amor vivido e de zelo apostólico; por isso o seu vínculo é antes de tudo a caridade. Alma, motor e substancial constitutivo de toda a União do Apostolado Católico é o espírito da mais perfeita caridade.
O corpo místico de Cristo (Igreja) nos ajuda a entender o que significa caridade como substancial constitutivo da União.
Os membros são muitos e diversos, os dons são diferentes, mas um só é o corpo de Cristo. Na missa própria da festa de hoje nós lemos o hino à caridade que para nós ressoa como um convite urgente. Paulo disse aos coríntios e diz hoje de novo: “Ensinarei a via melhor”. O esplendido hino a caridade suscita a nossa admiração, o nosso entusiasmo e também um profundo sentimento de reconhecimento e de agradecimento. Devemos, com efeito, agradecer porque esse texto existe e nos apresenta um ideal tão belo, o mais belo que a nossa vida pode ter. E podemos também agradecer porque a caridade existe realmente entre nós (os dons de Deus são irrevocáveis) e nos dá alegria tomar consciência deles.

Hoje o convite de S. Paulo e de S. Vicente Pallotti é mais do que nunca atual: “Aspirai aos carismas melhores”. A esse convite corresponde o nosso desejo mais profundo: viver em plenitude a caridade que Deus nos deu, a Caridade que é Deus. Podemos cooperar para a salvação se amamos a caridade, se somos unidos pela caridade.

domingo, 17 de janeiro de 2016

NOVENA A SÃO VICENTE PALLOTTI

D.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
T.: Amém.

OFERECIMENTO

D.: São Vicente Pallotti,
T.: Grande é a nossa confiança em vós; sempre nos auxiliastes com a vossa proteção; na terra exortáveis continuamente os atribulados a rezar e a confiar em Deus. Por isso, rezamos e esperamos firmemente de Deus, pela vossa intercessão, a ajuda em nossas necessidades. Alcançai de Deus, se for de sua vontade, saúde aos nossos enfermos, prosperidade em nossos negócios e planos, felicidade e paz de Jesus em nossos lares. Fazei que sejamos justos para com o nosso próximo, atentos aos necessitados, vivendo em comunhão e participação. Temos certeza de que não nos deixareis desamparados./ Amém.

SÚPLICAS A MARIA SANTÍSSIMA

D.: Imaculada Mãe de Deus
T.: Rainha do céu, Mãe de misericórdia, advogada e refúgio dos pecadores, iluminado e confortado pelas graças que a vossa materna benevolência me conseguiu do tesouro divino. Quero entregar, agora e sempre, o meu coração, em vossas mãos, para que o consagreis a Jesus. Sim, ó Maria, perante os anjos e santos, eu vo-lo entrego, e vós, em meu nome, consagrai-o a Jesus.
Pela confiança filial que deposito em vós, sei, com certeza, que haveis de fazer, agora e sempre, quanto puderdes, para que o meu coração seja todo de Jesus, à imitação dos santos, em especial de São José, vosso puríssimo esposo. Amém.

D.: Nas intenções particulares: Ave Maria...
D.: Uno-me a vós, ó Maria, Rainha dos Apóstolos, e a todos os anjos e santos, para agradecer à Santíssima Trindade o dom da fé que recebi. Eu me alegro de saudar-vos, como a Igreja o faz, com o título de Rainha dos Apóstolos, porque me desperta confiança em vós e coragem em mim. Peço-vos o dom do apostolado, o dom de utilizar tudo para a propagação da fé, em todo o mundo, a fim de que o quanto antes, chegue o momento desejado por vós e por todo o paraíso, temido pelo inferno, momento previsto por vosso Filho, Jesus, quando haverá um só rebanho apascentado por um só Pastor. Amém.

SÚPLICAS A SÃO VICENTE PALLOTTI

D.: São Vicente Pallotti
T.: Rogai para que haja em nós e em todos os cristãos, especialmente vosso espírito de humildade e caridade. Como Jesus orou por seus discípulos, assim também vós, ó São Vicente, orai por nós à Santíssima Trindade, que nos livre de todo mal, nos santifique na verdade e nos confirme na união. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

D.: Rogai por nós, São Vicente Pallotti
T.: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

S.: Oremos
Ó Deus, que suscitastes na vossa Igreja, o santo sacerdote Vicente Pallotti, para defender a fé e reavivar a caridade. Concedei-nos benignamente, pela imitação dos seus exemplos, ter no coração e testemunhar, com as obras, a certeza da verdade e o amor fraterno. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.

D.: São Vicente Pallotti, imitador dos Santos Apóstolos.
T.: Rogai por nós.
D.: Vivificador do apostolado dos leigos.
T.: Rogai por nós.
D.: Exemplo de confiança na Providência Divina.
T.: Rogai por nós.

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

D.: Maria Santíssima
T.: Rainha do clero, Mãe do Sumo Sacerdote Jesus. Intercedei pelos sacerdotes e missionários. Dai perseverança aos seminaristas, e despertai verdadeiras vocações sacerdotais e religiosas, em nossas famílias.

D.: Rainha dos Apóstolos
T.: Rogai por nós.

BÊNÇÃO DOS DOENTES

S.: O Senhor esteja convosco.
T.: Ele está no meio de nós.
S.: A nossa proteção está no nome do Senhor.
T.: Que fez o céu e a terra.
S.: Ouvi, Senhor, a minha oração.
T.: E chegue até vós o meu clamor.
                                                 
S.: Olhai, Senhor, para os vossos servos e servas que estão sofrendo com as doenças corporais, mentais e espirituais. Confortai estas vossas criaturas, e fazei com que tirem proveito de seus sofrimentos, reconhecendo que é vossa misericórdia que os salva. Nós vo-lo pedimos, por Cristo Senhor Nosso. Amém.

S.: Nosso Senhor Jesus Cristo esteja perto de vós para vos defender; esteja em vosso coração para vos conservar; que ele seja vosso guia para vos conduzir; que vos acompanhe para vos guardar, sobre vós derrame sua bênção, Ele, que vive e reina com o Pai, na unidade do Espírito Santo. Amém.
S.: A bênção de Deus todo poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo desça sobre vós e permaneça para sempre.
T.: Amém.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

09 de janeiro de 1835

Na sexta-feira, dia 09 de janeiro de 1835, São Vicente Pallotti recebeu inspiração que deu origem a União do Apostolado Católico e da Sociedade do Apostolado Católico. Neste dia após a celebração da Santa Missa na capela Regina Coeli no mosteiro das Irmãs Carmelitas Descalças em Roma na Via della Lungara em Trastevere - o mosteiro já não existe, em seu lugar está a prisão central de Roma Carceri Giudiziarie conhecido como Regina Coeli – Pallotti escreveu:
“Deus meu, Vós, na vossa infinita misericórdia, me concedeis, de modo especial, promover, instituir, propagar, levar a bom termo, tornar duradoura, pelo menos como viva aspiração, no vosso SS. Coração:
1.      Uma pia instituição de apostolado universal entre todos os católicos, para propagar a fé e a religião de Jesus Cristo entre todos os infiéis e não católicos;
2.      Outro apostolado oculto, para reavivar, conservar e aumentar a fé entre os católicos;

3.      Uma instituição de caridade universal, para exercício de todas as obras de misericórdia espiritual e corporal, afim de que da maneira possível vós (Deus) sejais conhecido no homem, já que sois caridade infinito”.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

São Vicente Pallotti e Misericórdia

O Papa Francisco Proclamou o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, através da Bula “Misericordiae Vultus".
“O Ano Santo abrir-se-á no dia 8 de Dezembro de 2015, solenidade da Imaculada Conceição. Esta festa litúrgica indica o modo de agir de Deus desde os primórdios da nossa história. Depois do pecado de Adão e Eva, Deus não quis deixar a humanidade sozinha e à mercê do mal. Por isso, pensou e quis Maria santa e imaculada no amor (cf. Ef 1, 4), para que Se tornasse a Mãe do Redentor do homem. Perante a gravidade do pecado, Deus responde com a plenitude do perdão. A misericórdia será sempre maior do que qualquer pecado, e ninguém pode colocar um limite ao amor de Deus que perdoa. Na festa da Imaculada Conceição, terei a alegria de abrir a Porta Santa. Será então uma Porta da Misericórdia, onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança.
O Ano Jubilar terminará na solenidade litúrgica de Jesus Cristo, Rei do Universo, 20 de Novembro de 2016. Naquele dia, ao fechar a Porta Santa, animar-nos-ão, antes de tudo, sentimentos de gratidão e agradecimento à Santíssima Trindade por nos ter concedido este tempo extraordinário de graça. Confiaremos a vida da Igreja, a humanidade inteira e o universo imenso à Realeza de Cristo, para que derrame a sua misericórdia, como o orvalho da manhã, para a construção duma história fecunda com o compromisso de todos no futuro próximo. Quanto desejo que os anos futuros sejam permeados de misericórdia para ir ao encontro de todas as pessoas levando-lhes a bondade e a ternura de Deus! A todos, crentes e afastados, possa chegar o bálsamo da misericórdia como sinal do Reino de Deus já presente no meio de nós.’’
Em comunhão com a igreja, e meditando a espiritualidade de São Vicente Pallotti, temos a oportunidade de amadurecer mais na fé e nessa grande graça que Deus nos oferece através do seu amor infinito e de sua infinita misericórdia.
Podemos encontrar nos escritos de São Vicente Pallotti, o quanto Ele recorria a Misericórdia de Deus. São tantas referências “extasiantes” à Divina Misericórdia, relatadas por Pallotti, que podemos encontrar facilmente no livro “Poema da Misericórdia” – Segundo S. V. Pallotti.
E com base nesses escritos podemos meditar sobre o “olhar” de São Vicente Pallotti para  Misericórdia Divina.
Saber bem aproveitar este ano jubilar, reconhecendo que somos “nada e pecado” e inteiramente necessitados da misericórdia de Deus.
“São Vicente Pallotti detém-se de maneira total ao Culto da Misericórdia Divina, e se torna repetitivo em chama-la de Eterna, Infinita, Imensa, Incompreensível, Inefável, enfatizando a sua determinação em chama-la de Minha, que transforma o termo Misericórdia Minha, nas suas frequentes conversas com Deus. Ele se entrega de forma total, a ponto de saborear a palavra Misericórdia, como a principal razão do seu amor para com Deus. – Livro Poema da Misericórdia”.
Deus nos ama com o amor infinito, desde antes de nascermos, como Pallotti fala, nunca poderemos amar Deus, da mesma forma que Ele nos ama. E sendo nós falhos, resta-nos recorrer com confiança e buscar essa infinita misericórdia, que Deus está derramando sobre todos nós todos os dias. O sacrifício da Cruz, o sangue e a água que jorraram do Coração de Jesus, são a fonte da misericórdia. Precisamos confiar, recorrer e buscar, com coração sincero, humilde aproveitar essa graça, para assim um dia poder contemplar no céu Deus face a face.
“Para sermos dignos da Misericórdia Divina, basta desejarmos alcança-la”

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Praticante da Palavra de Deus

São Vicente Pallotti - Praticante da Palavra de Deus
“Desde a tua infância conheces as Sagradas Escrituras. Elas têm o poder de te comunicar a sabedoria que conduz à salvação pela fé no Cristo Jesus” (2Tm 3,15).

O mês de setembro no Brasil é dedicado à Bíblia, que contém parte da Palavra de Deus. Por isso, a Igreja nos faz um convite, que é também uma convocação, para conhecer melhor e amar mais a Palavra de Deus, a fim de que ela seja o farol no caminho da nossa vida, como diz o salmista: Tua palavra é lâmpada para meus passos, luz no meu caminho (Sl 119,105).
A seguir, vamos considerar a vida de santidade de São Vicente Pallotti e a Palavra de Deus e analisar a relação que existe entre elas.
Para início de conversa, uma pergunta: como Vicente Pallotti chegou a um tão alto grau de santidade? A exemplo de muitos outros santos, a resposta está no fato de ele ter-se deixado modelar pela Palavra de Deus: o seu coração foi aquele terreno bom no qual a semente da Palavra produziu frutos de santidade (cf. Mc 4,20). A exortação apostólica pós-sinodal Verbum Domini, diz: “A Palavra de Deus chega aos  homens através do encontro com testemunhas que a tornam presente e viva”  (n. 97). Essas testemunhas são os santos e santas de Deus.
Na Bíblia, encontramos revelada a nossa vocação à santidade: Sede santos, porque Eu, o Senhor vosso Deus, sou santo (cf. Lv 11,44). São Paulo nos dirá que o Pai, em Cristo, escolheu-nos, antes da constituição do mundo, para sermos santos e imaculados diante dos seus olhos (Ef 1,4) e ainda ele diz mais: A vontade de Deus é esta: a vossa santificação (1Ts 4,3). Assim, vemos que não faltam apelos bíblicos para que sejamos santos.
Também um dos capítulos da Constituição dogmática sobre a Igreja do Concílio Vaticano II é dedicado à vocação universal à santidade na Igreja: todos os membros da comunidade eclesial são chamados à santidade, pois todos na Igreja, [...] são chamados à santidade (LG, 39).
Vicente Pallotti tinha uma grande familiaridade com a Palavra de Deus e, por isso, a conhecia em profundidade. Basta ver as inúmeras citações nos seus escritos, tanto dos Evangelhos como das cartas de São Paulo. Foi a Palavra de Deus que iluminou o seu pensar, o seu agir e o colocava em união com Deus. Assim ele se expressou: Todas as vezes que tomo nas mãos a Sagrada Escritura purifico-me de alma e corpo, elevo-me até o outro mundo, divinizo-me.Ele queria que a santidade de Cristo fosse a sua santidade e que a palavra de Cristo fosse a sua palavra. Por isso ele a tinha em grande consideração, a ponto de dizer: Antesde pôr-me a rezar pensarei que nem sou digno de escutar a palavra de Deus e nem mereço que Deus escute a minha.
A vida de santidade de Vicente Pallotti pode ser um estímulo para nós vivermos em plenitude essa vocação fundamental à qual somos todos chamados: sermos santos! A vida dos santos é um exemplo de que as exigências evangélicas para os seguidores de Jesus, embora sejam difíceis, não são impossíveis de serem colocadas em prática. Com a sua vida, Vicente Pallotti deu testemunho ao mundo e à Igreja da perene fecundidade do Evangelho de Jesus Cristo.
 Foi a Palavra de Deus que lhe abriu os olhos e o coração para descobrir e sentir o surpreendente amor e a misericórdia de Deus, manifestados na obra criação do mundo, sobretudo na criação da pessoa humana à sua imagem (cf. Gn 1,27), e em Jesus, que nos amou e se entregou por nós (cf. Gl 2,20). Por sermos vivas imagens de Deus Pai, devemos ser santos e perfeitos como o Pai celeste, até alcançar a mais alta perfeição. Vicente Pallotti exclamava: Vós sois a santidade e a própria perfeição, e quereis que também nós sejamos viva imagem de vossa santidade e perfeição.
Foi também à luz dessa Palavra que ele deu a sua resposta, descobrindo o modo de viver a sua vocação e missão. Ele agradecia sempre a Deus pelo dom de ser cristão e também por aqueles que o tinham ajudado a acolher tal dom, sobretudo os seus pais.
Com a palavra, e sobretudo com o exemplo, Vicente Pallotti nos mostra como devemos e podemos também nós responder ao amor de Deus manifestado em nossa vocação e missão procurando crescer sempre na santidade e na perfeição evangélica.
Vicente Pallotti tinha muito orgulho de viver na cidade de Roma, porque nela o apóstolo Paulo pregou o Evangelho da Salvação. Ele tinha um fascínio em relação à figura espiritual de São Paulo apóstolo. Nas Obras Completas de Vicente Pallotti encontram-se mais de duzentos textos de São Paulo apóstolo. Ele, além de comentar alguns textos paulinos, os utiliza para seu caminho espiritual e para a orientação espiritual das pessoas. Em seus escritos faz sempre referência às cartas de Paulo, com a seguinte expressão: “Como diz São Paulo Apóstolo”. Para mostrar a importância dos textos de Paulo é a recomendação feita por Pallotti aos seminaristas da Congregação: “No início do primeiro ano de filosofia até todo o curso da sagrada teologia devem decorar das Epístolas de São Paulo cerca de vinte e cinco versículos por semana, e os recitarão na sala de aula, expondo a história do Antigo e do Novo Testamento”(OOCC VII, 376).
Vicente Pallotti desejava imitar São Paulo, conforme o convite do próprio Apóstolo: “Dou-lhes um conselho, sejam meus imitadores” (1Cor 4,16). Esse propósito encontra-se no seu escrito que diz: “Pretendo pedir perdão com a dor de todas as criaturas, imaginando estar prostrado com a face por terra, na estrada de Damasco, pedindo perdão juntamente com Paulo” (OOCC X, 64). Diante disso, é possível afirmar que encontramos, na vida de Pallotti, muitos traços espirituais de São Paulo. Mas não é só isso: Pallotti faz-se anunciador do ensinamento de São Paulo. As palavras do grande Apóstolo ecoam em muitas passagens de seus escritos.
Por ter levado a sério a Palavra de Deus, é que Pallotti pôde receber um juízo favorável do Arcebispo Spalding, de Baltimore: Era muito conhecido em toda Roma por sua extraordinária santidade. Seu total altruísmo unia-se ao espírito de penitência. Seu amor a todos não vacilava nem diminuía. Nenhuma dificuldade, nenhuma cruz conseguia perturbar sua paciência. A característica mais comovedora de sua personalidade era seu amor total de Deus e de Cristo. Este amor foi o impulso que o moveu, em todos seus esforços; foi a sua verdadeira vida e a alma de todas suas ações, a chave de sua serenidade, a fonte de seu valor e daquela paz interior que se irradiava espontaneamente da sua conduta.
Isso aconteceu não só porque Vicente Pallotti tinha a firme decisão de traduzir em atos concretos as palavras de Jesus registradas nos santos evangelhos, mas também porque elas se constituíram no princípio norteador de toda a sua conduta. Diz ele: Por isso, antes de dar começo a qualquer atividade, somos obrigados a perguntar-nos, a cada uma das diversas circunstâncias do dia, como pensaria, ou falaria, ou agiria nosso Senhor Jesus Cristo. E devemos esforçar-nos, em tudo e sempre, pelo que seja mais perfeito. Como para Vicente Pallotti, também para nós Jesus é a regra mais importante de toda a nossa vida, porque ele é o Caminho, a Verdade e a Vida (cf. Jo 14,6).  Ele nos mostra o modo mais conveniente de agir, nas mais variadas situações do dia a dia.
Para estímulo e edificação nossa, cito um texto de Santo Isidoro, no qual ele diz que a oração nos purifica, a leitura nos instrui. Pratiquemos uma e outra coisa, porque ambas são boas. Quem deseja estar sempre com Deus, deve orar e ler frequentemente. Quando oramos, falamos com Deus, mas quando lemos, é Deus que fala conosco. É duplo o proveito que tiramos da leitura da Sagrada Escritura: ilumina nossa inteligência e, afastando-nos das vaidades do mundo, leva-nos ao amor a Deus. Ninguém pode descobrir o sentido da Sagrada Escritura se não se familiarizar com a sua leitura. Quanto mais assíduos formos na leitura da Palavra de Deus, tanto melhor a compreenderemos, à semelhança da terra: quanto melhor é cultivada, tanto mais frutifica.
Roguemos a São Vicente Pallotti para que nos ensine e nos ajude a seguir o seu exemplo luminoso de santidade, deixando-nos modelar pela Palavra de Deus e, assim, glorificar a Deus pela santidade de nossa vida e de nossas obras.

Pe. Ângelo Lôndero, SAC

domingo, 2 de agosto de 2015

O pensamento de Pallotti sobre a formação sacerdotal

Vicente Pallotti lembra, frequentemente, em seus escritos, que o eclesiástico deve esforçar-se pessoalmente, para buscar seu crescimento durante toda sua vida.
Ele estava convencido de que há uma intrínseca união entre o crescimento espiritual, o estudo e o apostolado. Sobre isto, merece destaque o texto sobre a obrigação de todos no espírito de santidade e de instrução (OOCC II, 81-86; III, p. 47-48). Este texto vem precedido da referência sobre a vida de Jesus Cristo: “O menino crescia e se fortificava, cheio de sabedoria e da graça de Deus; após três dias o encontraram no Templo, sentado entre os doutores, enquanto os escutava e os interrogava” (Lc 2,40-46). Pallotti, assim, pensava: da mesma forma que Jesus crescia e se fortificava cheio de sabedoria, escutando e interrogando os mestres, mesmo sendo a verdadeira Sabedoria, com maior razão, devemos também nós buscar a verdadeira instrução.

Escreve ainda: “devemos mais amar que buscar as instruções, e devemos procurá-las com afinco e ávidos de manifestar aos outros a nossa ignorância; e, por esta via de humildade, Deus nos recompensará com grande e saudável capacidade” (OOCC III, 48). Pallotti, por sua vez, enumerava os pontos que mereciam maior atenção e aprofundamento, a saber: a Sagrada Escritura, a história da Igreja, a teologia fundamental e dogmática, os sacramentos, a liturgia e a teologia moral. Ele expressa, ainda, a razão de se ter um contínuo aprendizado: “para que jamais regrida na mais perfeita imitação da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e, assim, cooperar eficazmente no engrandecimento da sua glória, para a santificação das almas” (OOCC VII, 63-64).

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Recomendações de Maria para viver bem o mês de maio

Do livro “Mês de maio” - S.V. Pallotti

Eu gostaria que lêsseis todos os dias um pouco da vida dos Santos. Não apenas de Santos Sacerdotes ou Bispos, mas, também, de Santos Leigos, para sempre mais humilhar-vos fazendo o confronto com vosso modo de viver. Pedi a opinião do vosso Diretor Espiritual para escolher o livro e imaginai que é Jesus que através dele faz a escolha. Eu suplicarei ao Espírito Santo que o ilumine para que o livro indicado seja uma resposta de Deus às vossas maiores necessidades.

Tende um grande apreço a este Mês de Maio! Pode ser o último de vossa vida, ou o primeiro de aprimoramento da vossa verdadeira santificação, e, consequentemente, da santificação uma multidão de pessoas, pois quanto mais o sacerdote, cresce em santidade, tanto mais santifica o povo de Deus. Por isso valorizai toda boa inspiração e anotai-a em um caderno e quando puder partilhai com vosso Diretor Espiritual. Anotai também as decisões que tomar.

Se não vos preocupastes em ter um bom orientador e até agora não tendes um Diretor Espiritual, a primeira e mais importante decisão a tomar neste mês é buscar um. Pedi a Deus que vos dê um Diretor segundo o seu Espírito, para compreender vossas necessidades espirituais. E eu estarei intercedendo ardorosamente para que recebais esta graça, pois sei o quanto é importante para vossa santificação ter um bom Diretor Espiritual.

Recordai-vos que “a sabedoria não é encontrada pelos que vivem uma vida mansa” (cf. Jó 28,13). Se quiserdes receber o Espírito Santo, implorai com muita fé e fazei cada dia alguma mortificação, sob a orientação do Diretor Espiritual.

Depois de tudo o que vos disse, podeis entender que enquanto vós, Ministros do Evangelho, vos dispondes a consagrar-me este mês, eu arderei de desejos e farei de tudo na ordem da graça a fim de que tenhais as disposições necessárias para receber a plenitude do Espírito Santo. E assim vos tornardes o que meu Filho desejou quando vos deu a vocação para viver no Santuário.

Reze três Ave-Marias pedindo proteção de Maria e de S. Vicente Pallotti à sua família e por todos os que sofrem.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

220 anos de nascimento de São Vicente Pallotti


No dia de hoje, 21 de abril de 2015, celebramos os 220 anos de nascimento de São Vicente Pallotti, em Roma. Ele viveu incansavelmente o amor misericordioso de Deus. Procurou, com seu testemunho de vida, ajudar  todos a encontrarem o caminho da salvação, que vem de Deus.

Os Últimos anos da sua vida foram ligados com a igreja de SS. Salvadore in Onda. Nesta igreja, que é também o centro mundial de espiritualidade da União do Apostolado Católico encontram-se as relíquias do corpo de São Vicente.

Sabemos que não todos podem chegar para Roma para visitar os lugares relacionados com a vida do nosso Santo Fundador, por isso no dia do seu aniversário colocamos em site da Casa Geral (www.sac.info) o passeio virtual pelo igreja de SS. Salvadore in Onda (http://pajorama.eu/SAC/San-Salvatore-in-Onda.html) e pelo museu e quarto de São Vincente (http://pajorama.eu/SAC/Museo-Vincenzo-Pallotti.html). Desejamos um bom passeio para conhecer melhor, os  lugares ligados com nosso Pai Espiritual.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Eis, ó Redentor Crucificado



"Eis, ó Redentor Crucificado, esposo amantíssimo de minha alma, que pela profissão religiosa já sou totalmente consagrado a Vós. Lembro-me, porém, que não tenho correspondido ao vosso amor. Detesto minhas faltas e quero corresponder fielmente com os dons da vossa graça.
Agora entrego o meu coração á Maria, a Mãe da Misericórdia, para que o purifique de toda imperfeição e o entregue a Vós para que o torneis semelhante ao vosso Coração manso e humilde. Meu coração se configure com o vosso pelo sofrimento, para que eu consiga viver, para sempre e perpétuo sacrifício, em puríssimo amor por Vós. AMÉM!" 
(São Vicente Pallotti,
Mês de maio para religiosos)