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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

São Vicente Pallotti e Misericórdia

O Papa Francisco Proclamou o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, através da Bula “Misericordiae Vultus".
“O Ano Santo abrir-se-á no dia 8 de Dezembro de 2015, solenidade da Imaculada Conceição. Esta festa litúrgica indica o modo de agir de Deus desde os primórdios da nossa história. Depois do pecado de Adão e Eva, Deus não quis deixar a humanidade sozinha e à mercê do mal. Por isso, pensou e quis Maria santa e imaculada no amor (cf. Ef 1, 4), para que Se tornasse a Mãe do Redentor do homem. Perante a gravidade do pecado, Deus responde com a plenitude do perdão. A misericórdia será sempre maior do que qualquer pecado, e ninguém pode colocar um limite ao amor de Deus que perdoa. Na festa da Imaculada Conceição, terei a alegria de abrir a Porta Santa. Será então uma Porta da Misericórdia, onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança.
O Ano Jubilar terminará na solenidade litúrgica de Jesus Cristo, Rei do Universo, 20 de Novembro de 2016. Naquele dia, ao fechar a Porta Santa, animar-nos-ão, antes de tudo, sentimentos de gratidão e agradecimento à Santíssima Trindade por nos ter concedido este tempo extraordinário de graça. Confiaremos a vida da Igreja, a humanidade inteira e o universo imenso à Realeza de Cristo, para que derrame a sua misericórdia, como o orvalho da manhã, para a construção duma história fecunda com o compromisso de todos no futuro próximo. Quanto desejo que os anos futuros sejam permeados de misericórdia para ir ao encontro de todas as pessoas levando-lhes a bondade e a ternura de Deus! A todos, crentes e afastados, possa chegar o bálsamo da misericórdia como sinal do Reino de Deus já presente no meio de nós.’’
Em comunhão com a igreja, e meditando a espiritualidade de São Vicente Pallotti, temos a oportunidade de amadurecer mais na fé e nessa grande graça que Deus nos oferece através do seu amor infinito e de sua infinita misericórdia.
Podemos encontrar nos escritos de São Vicente Pallotti, o quanto Ele recorria a Misericórdia de Deus. São tantas referências “extasiantes” à Divina Misericórdia, relatadas por Pallotti, que podemos encontrar facilmente no livro “Poema da Misericórdia” – Segundo S. V. Pallotti.
E com base nesses escritos podemos meditar sobre o “olhar” de São Vicente Pallotti para  Misericórdia Divina.
Saber bem aproveitar este ano jubilar, reconhecendo que somos “nada e pecado” e inteiramente necessitados da misericórdia de Deus.
“São Vicente Pallotti detém-se de maneira total ao Culto da Misericórdia Divina, e se torna repetitivo em chama-la de Eterna, Infinita, Imensa, Incompreensível, Inefável, enfatizando a sua determinação em chama-la de Minha, que transforma o termo Misericórdia Minha, nas suas frequentes conversas com Deus. Ele se entrega de forma total, a ponto de saborear a palavra Misericórdia, como a principal razão do seu amor para com Deus. – Livro Poema da Misericórdia”.
Deus nos ama com o amor infinito, desde antes de nascermos, como Pallotti fala, nunca poderemos amar Deus, da mesma forma que Ele nos ama. E sendo nós falhos, resta-nos recorrer com confiança e buscar essa infinita misericórdia, que Deus está derramando sobre todos nós todos os dias. O sacrifício da Cruz, o sangue e a água que jorraram do Coração de Jesus, são a fonte da misericórdia. Precisamos confiar, recorrer e buscar, com coração sincero, humilde aproveitar essa graça, para assim um dia poder contemplar no céu Deus face a face.
“Para sermos dignos da Misericórdia Divina, basta desejarmos alcança-la”

terça-feira, 24 de julho de 2012

São Vicente Pallotti 50 anos da Canonização


Às vezes, a memória daqueles que viviam no meio de nós perdura por muito tempo. Não é raro esquecer-se de alguém durante a vida daquela pessoa. Há tantas pessoas que vivem no anonimato e no esquecimento. Não é raro testemunhar o enterro de alguém que foi sepultado sem a presença de sequer uma pessoa, como indigente. Mas, quando morre alguém querido ou famoso, sua memória pode ser lembrada e guardada por várias pessoas. Porém, com o passar do tempo, esta memória será cada vez menos nítida, até chegar o momento de tornar-se, apenas, mais uma data posta no calendário. Contudo, por outro lado, percebemos que, ao longo dos séculos, surgiram pessoas que, mesmo tanto tempo depois da sua morte, continuam sendo lembradas e, mais ainda, presentes no meio de nós, por aquilo que realizam, ensinaram e vivenciaram ao longo de suas vidas.
Gostaria de mencionar aqui, o Fundador da União do Apostolado Católico – São Vicente Pallotti. No dia 22 de janeiro de 2013, iremos celebrar os cinquenta anos da sua canonização. O que quer dizer este fato para nós, membros da Igreja de Cristo Jesus e, mais ainda, membros da UAC, obra fundada por ele?
A Igreja reconhece que, através deste ato solene e formal, alguém é incluso no catálogo dos Santos da Igreja Católica. Mas não é apenas isso. A vida e os ensinamentos daquele santo são propostos como modelo a ser seguido através dos tempos. Neste ano, que nós nos preparamos para este grande jubileu, temos uma oportunidade única de, uma vez mais, debruçarmos-nos sobre a herança deixada por São Vicente Pallotti, e o seu apelo que ecoa pelos séculos, e a urgência de implementar no mundo de hoje os valores, ensinamentos e carismas dele. Neste artigo, de modo aleatório, gostaria de lembrar alguns fatos pouco conhecidos da vida deste santo.
Certamente, um fato marcante foi a sua postura durante a epidemia de cólera que atingiu Roma a partir de 19 de agosto de 1837 (o reconhecimento oficial por meio do jornal – Diario di Roma). Na Igreja do Espírito Santo, havia uma vaivém dos sacerdotes e dos pobres. São Vicente Pallotti pediu em favor dos seus colaboradores, faculdades ministeriais para casos reservados, a fim de atender a grande quantidade de penitentes. Ele estava sempre muito ocupado com a assistência aos doentes, o socorro às respectivas famílias, e as longas horas de confessionário. Para atender inúmeros apelos que recebia, dividiu a cidade em setores, confiando-os aos membros da União do Apostolado Católico. O próprio Vicente escreveu: “A Pia Sociedade, no tempo da cólera, colocou na porta da entrada da sacristia da igreja uma caixinha. A todos os pobres ficava a oportunidade de ter socorro segundo as precisões. Bastava que num pedaço de papel, os interessados escrevessem o próprio nome, endereço e paróquia e o colocassem na caixinha. Depois, então, os padres, dois a dois, se dirigiam aos casebres dos pobrezinhos”. (OOCC V, 139 – 140).
Procuravam ajudar conforme as necessidades: a alguns, com roupas e cupons para pão e carne, para outros, providenciavam camas e limões, tidos como remédio mais adequado contra a cólera. Os padres da Pia Sociedade, noite e dia, a exemplo de Pallotti, se entregavam à assistência dos enfermos de cólera. Quando, no dia 12 de outubro do mesmo ano, a epidemia foi declarada extinta, só em Roma foi contabilizado o número de 5.419 mortos que correspondia a 3,5 % da população, que era de 156 mil habitantes (Moroni G. Dizionario de Erudizione. cit., LI, 240).
Então, São Vicente Pallotti passou a preocupar-se com o rasto doloroso deixado pela epidemia. Para os primeiros dias de 1839, foi organizada, em favor dos muitos órfãos, uma loteria, cujos prêmios eram objetos doados. A presença de São Vicente, de tal modo influenciava as pessoas, que, alguns ganhadores não retiravam seus prêmios, mesmo tratando-se de algo de grande valor, ajudando assim uma maior arrecadação em beneficio dos órfãos. Nosso Senhor Jesus Cristo disse: “Perguntar-lhe-ão os justos: Senhor, quando foi que Te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar? Responderá o Rei: Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos pequeninos, foi a mim mesmo que o fizeste” (Mt 25, 38 – 40).
Há muitos outros feitos que poderiam ser citados aqui, e que certamente ainda teremos a oportunidade de recordar, mas achei oportuno citar esse é urgência e a importância de propagar a Misericórdia de Deus através dos gestos concretos de nossas vidas.
Por isso, a memória deste Santo não cairá em esquecimento, pois a vida dele é o reflexo da vida e do ensinamento do nosso Salvador.
Pe. Jorge Chmielecki SAC

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Apóstolos Hoje - Fevereiro 2011

São Vicente Pallotti – “Deus, o Amor Infinito”

Da obrigação que temos de aperfeiçoar nós mesmos meritoriamente enquanto somos viva imagine da Misericórdia por essência
Meditação XVII

ORAÇÃO INTRODUTIVA

Deus, Pai Misericordioso, que revelou o Seu amor em Seu Filho, Jesus Cristo, e o versou sobre nós no Espírito Santo, Consolador, Vos confiamos agora o destino do mundo e de cada ser humano. Inclinai-vos sobre nós pecadores, cure nossa fraqueza, vença o mal, permita a todos os habitantes da terra de provar a Sua misericórdia e poder sempre encontrar em Vós, Deus Uno e Trino, a fonte da esperança. Pai pré-eterno, pela dolorosa pena e pela ressurreição de Seu Filho, tenha misericórdia de nós e de todo o mundo (Ato de entrega do mundo à Misericórdia de Deus).

MEDITAÇÃO
Deus é Misericórdia. Misericórdia “eterna, infinita, imensa e incompreensível”. Deus, em sua misericórdia, nos criou à sua Imagem e Semelhança – e nos criou pessoas misericordiosas. 
Poder amar com misericórdia não um mérito nosso! É um “preciosismo dom” dado a nós por Deus. Porém somos responsáveis por tudo aquilo que fazemos mediante este dom majestoso e tremendo. Somos chamados a cuidá-lo, desenvolvê-lo e fazê-lo crescer no exercício de nossa vontade, aquela que nos foi dada por Deus, aproveitando de sua graça. 
O desejo de Deus é que sejamos redimidos. Ele quer nos mostrar a Sua Misericórdia depois da morte e é por isto que nos criou capazes de amar com um amor misericordioso (caritas): “Bem-aventurados os misericordiosos porque encontrarão misericórdia”; ou seja, bem-aventurados aqueles que são misericordiosos com os outros, pois Deus usará de sua misericórdia! (Mt 5,7). Em outro trecho do Evangelho, lemos a descrição do Juízo Final: “Venham, benditos de meu Pai, recebam a herança do Reino (…)! Porque eu tive fome, e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era um estrangeiro e me hospedastes; nu e me vestistes; doente e me visitastes; preso e vieram a me encontrar” (Mt 25, 34-36). Nós poderíamos parafrasear estes versículos assim: ‘Venham, vós que sois benditos de meu Pai! Venham possuir o Reino (...), pois fostes misericordiosos’. 
E é por isto que São Vicente escreveu que cada um de nós tem a obrigação “segundo o quanto posso em meu estado, grau de instrução, condição, e com todos os meios que são em meu poder; devo em toda a minha vida ocupar-me no exercício de todas as obras de misericórdia corporais e espirituais”.  
O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que as obras de misericórdia “são as ações de caridade com as quais socorremos o nosso próximo em suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar são obras de misericórdia espirituais, como também perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem, realmente em dar de comer a quem tem fome, em hospedar os sem-teto, em vestir aos que tem necessidade de vestes, em visitar os doentes e presos, em sepultar os mortos. Entre estas obras, dar esmolas aos pobres é uma das principais testemunhas de caridade fraterna...” (CIC 2447). 
Oferecer uma ajuda econômica aos pobres sempre foi e sempre será um elemento importante ao cumprir o Mandamento do Amor. Atualmente, com tantos programas de assistência social eficientes e com várias organizações de caridade, albergues noturnos para os sem-teto, refeitórios populares... vale a pena refletir sobre como poderemos exercitar as obras de misericórdia para com nossos irmãos e irmãs necessitados. Não podemos ignorá-los deixando-os sem ajuda. O modo como realizar esta ajuda é algo para se discernir pessoalmente guiados pela própria consciência. Poderíamos ajudá-los, portanto, através do recolhimento de alimentos, de doações às instituições de caridade ou mesmo ajudando diretamente a um mendigo.
Ainda, sempre temos encontrado tantas pessoas pobres, não de uma pobreza econômica, mas que também deveríamos pensar em como ajudá-las. 
PONTOS PARA REFLEXÃO:
Podemos chamar “sem-teto” também aqueles que, por um motivo ou outro, não podem encontrar ou não podem formar “um lar, uma casa”; são aqueles que não podem sustentar relações duráveis no tempo. Outros ainda que se sentem intimidados, que não têm um apoio, e outros a quem lhes falta uma família e amigos.
Encontramos tantas pessoas “nuas”. Pessoas cuja dignidade lhe foi arrancada, talvez por não gozarem de um bom nome ou porque têm pouco amor próprio... talvez em sua intimidade e em seus segredos, foram traídos. 
Sepultamos os mortos sem o respeito devido. Qualquer pessoa merece uma sepultura digna, sem levar em conta se fizeram o bem ou não, durante sua vida. Todos são dignos de uma sepultura porque são filhos de Deus, criaturas de Deus.
Em 1835, quando o nosso fundador Vicente Pallotti recebeu o carisma da União do Apostolado Católico, ele escreveu que deveria ser “uma multíplice instituição” e que o terceiro objetivo era “uma instituição de caridade universal para o exercício de todas as Obras de Misericórdia espirituais e corporais, para que, de um modo maior, Deus seja conhecido no homem, já que Deus é caridade infinita.” (OOCC X, 199).
TESTEMUNHO DA VIDA DE SÃO ALBERT CHMIELOWSKI:
“O Irmão Albert Chmielowski era um homem dotado de uma natureza rica de talentos.
Tinha todas as condições de um grande pintor e foi mesmo apreciado por grandes maestros do pincel, sendo reconhecido em seu país como um representante da arte mais elevada. Sabemos que era muito ‘rico’ pois não se preservava a si mesmo. Ele mesmo o provou, participando à Insurreição de Janeiro, quando tinha apenas 20 anos. Por amor à Pátria ‘jogou tudo em uma só carta’. Este amor lhe deixou com um estigma permanente: faltava-lhe uma perna, e por isso portava uma prótese (...) O Irmão Alberto é exemplo incomparável para nós. Ele não tinha reservas materiais, não tinha dinheiro, não tinha nenhuma instituição, assim, decidiu dar a si mesmo! Deus lhe colocou à sua frente um homem ajoelhado, totalmente desacreditado, para que se desse a ele totalmente. E assim fez até o fim de sua vida, dando sempre o melhor de si como sinal de sua fé e de seu amor. Esta expressão de seu amor e de sua fé é inestimável para nós e para Deus. Temos necessidade que nossa sociedade se transforme mais sensível às pessoas, às suas necessidades, à suas misérias e sofrimento; uma sociedade cuja pessoas são prontas a testemunhar com as mãos vazias mas com o coração pleno, pois este dom vale muito mais que mãos cheias e meios abundantes! ‘De todas, a maior é a caridade.” (Liturgia das Horas III, pág. 1242, texto em polonês).

ORAÇÃO

  1. Oremos pela União do Apostolado Católico para que seja uma escola de Amor Misericordioso para seus membros e seus colaboradores.
  2. Oremos pelas pessoas necessitadas de ajuda e de sustento, para que a recebam desinteressadamente, e para que possam aceitá-la com gratidão e usá-la de modo apropriado.
OREMOS JUNTOS A SÃO VICENTE PALLOTTI:
“Meu Deus, meu Pai, Amor Infinito de minha alma, Misericórdia eterna, infinita, incompreensível, imensa... tenho firme certeza que já agora me concedeste a dor perfeita de todos os meus pecados, e da minha sempre repreensível ingratidão; me destes a graça de ter sempre uma vida ocupada no perfeito exercício de todas as obras de misericórdia corporais e espirituais, para que mais me aperfeiçoe no meu ser viva imagem da vossa Misericórdia... na glória para toda a eternidade.”  (Meditação XVII, “Deus, o Amor Infinito”)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Festa da Divina Misericórdia em Manaus

Na capital amazonense, em Manaus, também foi celebrada a festa da Divina Misericórdia. Verdadeiro centro dos devotos da Divina Misericórdia encontra-se na paróquia palotina de Nossa Senhora da Glória. O Pároco desta comunidade é o Pe. Stanislaw Krajewski SAC, ele preparou o festejo da Divina Misericórdia junto com a comunidade Nova Aliança. No Segundo Domingo da Páscoa ás 14:00 horas começaram os cantos e orações que prepararam as pessoas para a procissão com o quadro de Jesus Misericordioso e as relíquias da Irmã Faustina Kowalska.

Ás 15:00h saiu a procissão que passou pelas ruas da cidade e pelas paróquias de São Raimundo, Nossa Senhora  Aparecida e São Sebastião até chegar a catedral. Durante a procissão foi rezado o terço e a ladainha da Divina Misericórdia, lido o “Diário” da Irmã Faustina Kowalska e teve também uma pequena reflexão sobre o significado da festa e da devoção à Divina Misericórdia.

As pessoas conheceram também a vida da Irmã Faustina e do beato Pe. Michal Sopocko. Um grande número de pessoas participaram da procissão. Muitos andavam com o quadro de Jesus Misericordioso, imagens da Irmã Faustina e do Papa João Paulo II. Também algumas casas foram assim decoradas. A Catedral estava cheia das pessoas que chegaram para participar da Eucaristia que foi presidida pelo Pe. Gregório Paderewski, missionário polonês que trabalha em Manaus. Durante a homilia o Pe. Stanislaw falou sobre os mais importantes elementos da devoção da Divina Misericórdia, colocando ênfase na atualidade dessa devoção no mundo de hoje. O Mundo esta mergulhando no pecado, hoje em dia até o significado da misericórdia e do amor é falso.

As pessoas estão perdendo-se andando atrás de falsos valores, entrando em beco sem saída. Eles estão esquecidos que a Divina Misericórdia é a resposta para todas as necessidades do homem moderno. Com a Divina Misericórdia nunca não nos perderemos, destacou Pe. Stanislaw.A Festa foi concluída com a recitação do ato de consagração à Misericórdia Divina e com a bênção solene.

Pe. Gregorio Paderewski

Fotos da festa da Divina Misericórdia em Manaus: http://picasaweb.google.com.br/padregrzegorz/FestaDaMisericordia#

terça-feira, 13 de abril de 2010

Domingo da Misericórdia em Novo Airão

Segundo domingo da Páscoa deste do ano 2000 no mundo inteiro celebrado é como Domingo da Misericórdia. Também em plena selva amazônica é conhecida Misericórdia de Deus. Como voto de agradecimento de Deus por seu amor em Ano de Jubileu de ano 2000 em Novo Airão Pe. Renato Dobek SAC junto com toda comunidade começou construir capela Jesus Misericordioso. Hoje essa capela é coração de uma comunidade que acolhe muitas pessoas de novos bairros que estou crescendo em sede de município.

Deste ano novena antes da festa da Divina Misericórdia foi celebrada junto com toda comunidade paroquial. No sábado antes da festa da Divina Misericórdia junto com novena foi celebrada santa Missa presidida pelo Pe.  Artur Karbowy SAC com presença de irmãs de varias congregaçãos e muitos fieis de Novo Airão. Missa foi celebrada na intenção das vítimas do desastre aéreo na manhã de sábado, dia 10 de abril, em qual tragicamente morreu Senhor Presidente da Polônia Lech Kaczynski, de sua esposa e das pessoas que o acompanhavam em viagem a Katyn. Vale pena lembrar que o Governo brasileiro decretou luto oficial de três dias pelo falecimento do Presidente da Polônia, Lech Kaczynski, sua esposa e grande número de autoridades polonesas, em acidente aéreo ocorrido na região de Smolensk, na Rússia.

Domingo da Misericórdia começou cedo. Já 7:30 da manha saiu em ruas do bairro procissão com imagem de Jesus Misericordioso. Durante Missa Pe. Artur rezou pelas vitimas das enchentes em Rio de Janeiro i Niterói. Durante homilia destacou a importância da Misericórdia de Deus para toda a pessoa. Mesmo que somos pecadores devemos ter igual como São Vicente Pallotti desejo de alcançar “o paraíso, sem ir ao purgatório”.  (OO CC XI) Para isso Jesus desejava instituir a Festa da Divina Misericórdia por nesse dia “derramo todo um mar de graças sobre aquelas almas que se aproximarem da fonte da Minha Misericórdia. A alma que for à Confissão e receber a Sagrada Comunhão obterá remissão total das culpas e das penas... A humanidade não terá paz enquanto não se voltar para a Fonte da Minha Misericórdia.” (Diário 699). Fundos retardados durante a festa popular ajudam melhorar em atendimento das pessoas vivendo em redor da capela Jesus Misericordioso em Novo Airão.

Pe. Artur

sábado, 10 de abril de 2010

Origem e Essência da Misericórdia

Se as nossas fraquezas, nossas indignidades, nossa maldade, por si só, nos afastariam de Deus, é exatamente, por esse caminho que chegaremos a ELE, por ser a Fonte da Misericórdia, que abre o coração de par –a - par para receber-nos, perdoar-nos, amar-nos, “Pois a Fonte da Misericórdia é o Amor Infinito”, mas o “Amor infinito de DEUS” não é um amor cego, mas o “Amor da Sabedoria Infinita de DEUS” que vai além da nossa capacidade de compreensão.

Há necessidade de que haja uma ligação entre a Misericórdia e a necessidade de alcançá-la, para que seja real e autêntica, pois é um transbordamento de quem a possue, para quem a necessita, não se medindo distâncias, circunstâncias, dificuldades. Basta a disposição em recebê-la. E a misericórdia de Deus, é infinita - eterna - imensa- incompreensível- insolúvel- inefável!

 Por: São Vicente Pallotti