domingo, 20 de maio de 2012
JMJ na Costa do Marfim?
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Palotinos na Costa do Marfim estão no meio da guerra
domingo, 10 de abril de 2011
Os Palotinos estão dando abrigo na Costa do Marfim
domingo, 3 de abril de 2011
Palotinos estão seguros na Costa do Marfim
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Os Palotinos na Costa do Marfim
Breve cronologia da chegada dos Palotinos na Costa do Marfim.
A vinda dos confrades da Sociedade do Apostolado Católico na cidade de Yamoussoukro, mais precisamente na Basílica/Santuário “Notre-Dame de la Paix ”, surgiu quando a Província Polaca «Cristo Rei» aceitou em 13 de julho de 1990, a proposta do Papa João Paulo II, através da Congregação para a Evangelização dos Povos, de ocupar-se da pastoral da Basílica.

Assim, em 01 de Janeiro de 1991, chegaram os Padres Aleksander Pietrzyk e Andrzej Maciejewki, que anteriormente foram missionários na Ruanda e na República Democrática do Congo, e se colocaram a serviço da Basílica/Santuário “Notre-Dame de la Paix”, tornaram-se então, os confrades da primeira comunidade Palotina na Costa do Marfim. Acompanhados pelo Padre Provincial Pe. Czesław Parzyszek, pelo Secretário para as Missões Pe. Stanisław Kuracinski, pelo Núnzio Apostólico e de seu secretário, os dois Palotinos foram recebidos pelo D. Vital Komenan Yao, bispo da diocese de Bouaké e do Padre Jean Chardin, pároco da paróquia Santo Agostinho de Yamoussoukro.
Atualmente a Sociedade do Apostolado Católico, na Costa do Marfim, conta com três Comunidades: a Basílica “Notre- Dame de la Paix” em Yamoussoukro, a Paróquia “Santíssimo Salvador Misericordioso”, na cidade de Yopougon, e a Paróquia “Nossa Senhora do Mar” na cidade de Grand-Béréby.
A Comunidade da Paróquia “Santíssimo Salvador Misericordioso” na cidade de Yopougon.
A Comunidade Palotina de Yopougon, até o mês de setembro de 2009, contava com sete membros: três sacerdotes e 4 seminaristas de consagração temporária. Esta comunidade, além da paróquia, se ocupa também do Seminário Palotino. A paróquia do “Santíssimo Salvador Misericordioso” foi criada em 15 de setembro de 1997. Ali trabalham o pároco Pe. Adam Pacula e dois vigários, entre eles Pe. Théodore Bahisha, que também é o encarregado da formação no seminário.
Trabalho Pastoral
A paróquia atende também a Capela “São Miguel Arcangelo” na cidade de Attecoubé, onde cerca de 500 pessoas participam regularmente da Santa Missa. Os cristãos construiram esta capela para fortalecer a fé diante da proliferação das seitas. Em março de 2007, deu-se início a construção da igreja. Atualmente a paróquia possui, aproximadamente, 4.000 batizados, dos quais somente 60% participam regularmente da igreja; os catecúmenos, entre adultos, jovens e adolescentes são em torno de 950. O número de fiéis aumenta sempre mais e precisaríamos de outro sacerdote para melhor atender as exigências pastorais. A Paróquia possui também: um Conselho Pastoral, um Conselho Econômico, um Conselho de sábios, uma Comissão técnica, uma Coordenação dos Corais, grupos, associações, movimentos, etc. No dia 11 de outubro de 2009 foi celebrado o início do ano pastoral que teve como tema: “Como os nossos sacerdotes testemunham Jesus Cristo, Sacerdote Eterno”. Este tema foi abordado por todas as dioceses da Província Eclesiástica de Abidjan e, até 29 de novembro de 2009, cada grupo apresentou suas atividades durante a celebração da liturgia dominical. A colaboração com o clero diocesano é fraterna e marcada por reuniões, retiros, encontros e excursões.
Seminário
A segunda atividade da Comunidade Palotina é o seminário, onde o responsável é Pe. Théodore Bahisha, o diretor espiritual Pe. Côme-Damien Musaviri e o confessor Pe. Clement Nofondji, da Congregação dos Eudistas. Um seminarista estuda teologia no Centro de Formação Missionária da África na cidade de Abobo e quatro estudam filosofia na Universidade Católica da África Ocidental. No início de junho de 2009, os seminaristas deixaram a Comunidade para continuar a formação em outros lugares: Dibi Pierre na Ruanda, onde prepara-se para a consagração perpétua e para o diaconato; desde o dia 16 de julho de 2009, Aallatin Franck está em Nairobi, Quênia, para estudar teologia e aprofundar os estudos da língua inglesa; Chabi Rodrigue Yede Richard e Nimba Michel foram para Camarões estudar teologia.
UAC
A Comunidade Palotina e o grupo da União do Apostolado Católico organizaram um encontro na cidade de Bengerville, (Abidjan), de 22 a 24 de maio, para formar futuros membros da UAC provenientes de Grand Béréby, das cidades de Yamoussoukro e Yopougon, com o tema: “Autoconsciência”. O encontro foi animado pelo Pe. Clement Nofondji. Desde o mês de outubro de 2009, a comunidade palotina conta com 2 confrades: os padres Théodore Bahisha, reitor e ecônomo da comunidade e Pe Adam Pacula, pároco e reitor da Delegatura ‘Notre Dame de la Paix’ na Costa do Marfim.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Encontro dos formadores palotinos em Yamoussoukro
Participaram do encontro: Pe. Jacob Nampudakam, Secretário Geral para a Formação, quatro confrades da Região Camarões/Nigéria da Santíssima Trindade, dois confrades da Região da Sagrada Família, cinco confrades da Delegatura da Costa do Marfim – Rainha da Paz, um confrade da Delegatura Sulafricana e um de Moçambique. A alegria de poder encontrar os confrades estava estampada no rosto de todos, e também pelo fato de poderem desfrutar das belezas da Costa do Marfim e da magnífica Basílica de Nossa Senhora da Paz, em Yamoussoukro.O tema principal do encontro foi sobre a “Ratio Formationis pro Africa”, cujo objetivo não era compor uma nova “Ratio Institutionis”, mas aplicá-la de forma inculturada na África, levando em conta o seu contexto geográfico, sóciocultural e as particularidades de seu povo. Por isso, preferimos chamar de “Ratio Educandi pro Africa”.
Os formadores estavam sintonizados com a universalidade da Ratio, sem fugir, porém, do contexto africano. Por isso, foi elaborado um programa para as diversas etapas da formação palotina na África, a saber: critérios de discernimento vocacional, antes e depois de cada etapa, o conteúdo (cursos, livros, encontros...), os meios e locais da formação.
O encontro de Yamoussoukro refletiu sobre o Postulado e o Período Introdutório. Os programas para as outras etapas, pastoral vocacional, pastoral escolástica e formação permanente, serão tratados no próximo encontro, em janeiro de 2011, em Ruanda/Congo.
Para introduzir e orientar as discussões, tivemos três conferências dos membros do Secretariado Geral para a Formação: Pe. Jacó falou sobre “A importância de uma visão global da formação palotina, Pe. Stanislaw Stawicki falou sobre “Os elementos chave da formação palotina, segundo o pensamento e a prática de São Vicente Pallotti”, e Pe. Romualdo Uzabumwana falou sobre “A importância da educação no processo formativo”. Após cada conferência houve espaço para a partilha.
Além das discussões sobre a “Ratio educandi pro Africa”, os formadores refletiram sobre a importância da criação de um Secretariado Continental Africano para a formação, que possa coordenar as atividades e, ao mesmo tempo, possa formular propostas concretas sobre a formação palotina no continente africano.
As propostas dos formadores necessitam da aprovação dos Superiores Maiores das entidades palotinas presentes na África: (I) A criação do Secretariado Continental para a Formação na África; (II) Criar um regulamento interno, e (III) projetos de Yamoussoukro 2009. Estas sugestões serão avaliadas pelos Superiores Africanos, no encontro de Merivale, África do Sul, previsto para os dias 11 a 16 de janeiro de 2009. Fazemos votos de que todas as nossas propostas, sobre a formação, sejam aceitas e, o mais breve possível, praticadas, caso contrário não passaria de uma letra morta.
Conclusão:
Primeiramente, gostaria de agradecer a todos os que organizaram o encontro e contribuíram para seu bom andamento. Creio que nenhum dos participantes se esquecerá da hospitalidade dos nossos confrades que trabalham na Costa do Marfim.
Gostaria também de recordar aquilo que diz a “Ratio” sobre a importância da escolha e da foramação dos formadores: “O futuro da preparação dos nossos candidatos está na escolha e na formação dos foramadores” (RI 289).
Vicente Pallotti esperava de um formador que fosse, antes de mais nada, um homem de Deus, e que se doasse à missão dia e noite. Ele era por uma formação bem ordenada e disciplinada, e isso era também uma qualidade que ele esperava do formador (RI 54).
Pe. Romuald Uzabumwana, SAC









