Mostrando postagens com marcador São Pedro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Pedro. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de junho de 2015

Festa de São Pedro em Itaipu

Missa de São Pedro e São Paulo em Itaipu, (Aldeia dos Pescadores) Celebrada pelo pároco Pe. Jorge 






segunda-feira, 30 de junho de 2014

Festa de São Pedro em Valério


Neste Domingo 29/06 celebramos São Pedro e São Paulo. A liturgia homenageia dois homens sem igual na história da igreja, pilares da fé, testemunhos vivos do Evangelho. Eles responderam ao chamado, testemunharam com a própria vida o seguimento a Jesus.


Hoje foi festa na Capela de São Pedro no Bairro do Valério (Cachoeiras de Macacu - RJ). Comunidade pequena, com seus problemas da atualidade, mas que mostrou disposição e, união de fé com movimentos e pastorais da nossa Paróquia e a Comunidade Divina Luz e sua banda, conseguindo fazer da data uma grande celebração e fé e de alegria .




Na data o celebrante Padre Jurandir nos lembra de que hoje, Dia do Papa, é o momento oportuno de intensificar nossas orações pelo sumo pontífice, o Papa, sucessor de Pedro no comando da Igreja. O escolhido de Deus para governar a sua igreja.


Também nesta solenidade dos apóstolos São Pedro e São Paulo, neste Dia do Papa, além das orações pelo pontífice, a Igreja Católica faz uma coleta especial, chamada o “Óbolo de São Pedro”. Esta coleta realizada em todas as celebrações eucarísticas e mesmo fora delas, em celebrações da palavra, é destinada diretamente ao papa, cujo resultado ele não usa para si, mas para as necessidades da Igreja. Quem quiser ver como o papa usa esta oferta do povo de Deus, basta entrar no site do Vaticano e verificar como ela é tão necessária e bem aplicada.


O Pe. Jurandir lembrou em sua homilia que a Arquidiocese do Rio de janeiro ficou com uma enorme dívida resultante da Jornada Mundial da Juventude e que o Papa enviou oferta para sanar a divida com recursos de coletas do “òbolo”. Feliz a nossa Igreja, a Igreja de Cristo, que tem como alicerces São Pedro e São Paulo. Feliz a nossa Igreja, a Igreja de Cristo, que tem na sua condução atual o santo padre, o papa Francisco que nos pede “Rezem por mim!” Feliz a nossa Igreja, a Igreja de Cristo, que tem fiéis que são solidários com as necessidades da Igreja, fazendo sua oferta generosa para o Óbolo de São Pedro.

Dia de São Pedro


Missa de São Pedro na Colônia de Pescadores da Praia de Itaipu










quarta-feira, 27 de junho de 2012

SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO


Certa vez, fui abordado per dois jovens missionários de uma seita. Quis dialogar com eles para perceber os fundamentos de sua fé e ver o que tínhamos em comum. Em determinado ponto da conversa, perguntei como ele tinha certeza de sua fé. A resposta não poderia ser mais subjetivista e volúvel: - “Ah, eu senti que era assim!”
Sobre estas pessoas fala o Catecismo: “Os que hoje nascem em comunidades provenientes de tais rupturas, «e que vivem a fé de Cristo, não podem ser acusados do pecado da divisão. A Igreja Católica abraça-os com respeito e caridade fraterna [...]. Justificados pela fé recebida no Baptismo, incorporados em Cristo, é a justo título que se honram com o nome de cristãos e os filhos da Igreja Católica reconhecem-nos legitimamente como irmãos no Senhor»  .Além disso, existem fora das fronteiras visíveis da Igreja Católica, «muitos elementos de santificação e de verdade: «a Palavra de Deus escrita, a vida da graça, a fé, a esperança e a caridade, outros dons interiores do Espírito Santo e outros elementos visíveis» . O Espírito de Cristo serve-Se destas Igrejas e comunidades eclesiais como meios de salvação, cuja força vem da plenitude da graça e da verdade que Cristo confiou à Igreja Católica. Todos estes bens provêm de Cristo e a Ele conduzem e por si mesmos reclamam «a unidade católica.” (Catecismo nº 818 e 819)
Comemoramos hoje os Santos Apóstolos Pedro e Paulo.  Fazendo a memória desses Apóstolos, mergulhamos fundo no Mistério da Igreja. Sim pois de uma vez por todas a pessoa de Simão Pedro ficou unida à Igreja quando Jesus lhe disse: “Também Eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela. Dar-te-ei as chaves do Reino do Céu; tudo o que ligares na terra ficará ligado no Céu e tudo o que desligares na terra será desligado no Céu.” (Mt 16,18-19)
O encontro verdadeiro com Cristo, pode até preceder o encontro com a Igreja, mas deve conduzir a esta. Dizia o Papa Bento XVI: “A história mostra-nos que se alcança normalmente Jesus através da Igreja! Num certo sentido, isto verificou-se, também para Paulo, o qual encontrou a Igreja antes de encontrar Jesus.
Mas este contato, no seu caso, foi contraproducente. Não causou a adesão, mas uma violenta repulsa. Para Paulo, a adesão à Igreja foi propiciada por uma intervenção direta de Cristo, o qual, tendo-se-lhe revelado no caminho de Damasco, se identificou com a Igreja e lhe fez compreender que perseguir a Igreja era perseguir o Senhor. De fato, o Ressuscitado disse a Paulo, o perseguidor da Igreja: "Saulo, Saulo, porque me persegues?" (Act 9, 4). Perseguindo a Igreja, perseguia Cristo. Então Paulo converteu-se, ao mesmo tempo, a Cristo e à Igreja. Disto compreende-se, depois, porque a Igreja tenha estado tão presente nos pensamentos, no coração e na atividade de Paulo.” E que: “Ele mesmo o reconhece nas suas Cartas (1 Cor 15, 9; Gl 1, 13; Fl 3, 6): "Persegui a Igreja de Deus" ; escreve, quase como a apresentar este seu comportamento como o pior dos crimes.”
Na segunda leitura vemos que mesmo o grande Apóstolo São Paulo, depois de se apoiar na única rocha que é Cristo, através da oração retirada e das revelações particulares que recebeu, quis também apoiar -se na rocha visível que Cristo deixou no meio de nós como garantia de estarmos na verdade: “Mas, quando aprouve a Deus - que me escolheu desde o seio de minha mãe e me chamou pela sua graça - revelar o seu Filho em mim, para que o anuncie como Evangelho entre os gentios, não fui logo consultar criatura humana alguma, nem subi a Jerusalém para ir ter com os que se tornaram Apóstolos antes de mim. Parti, sim, para a Arábia e voltei outra vez a Damasco. A seguir, passados três anos, subi a Jerusalém, para conhecer a Cefas, e fiquei com ele durante quinze dias.” (Gl1,15-19)  Além disso, depois de anos de ministério, quis voltar a conferir o seu Evangelho com o de Pedro para não correr o risco de correr ou ter corrido em vão. É a obediência que é a marca dos grandes servos de Deus. Obediência primeiro a Cristo, e depois também àqueles que Cristo deixou como seus representantes visíveis neste mundo. “A seguir, catorze anos depois, subi outra vez a Jerusalém, com Barnabé, levando comigo também Tito. Mas subi devido a uma revelação. E pus à apreciação deles - e, em privado, à dos mais considerados - o Evangelho que prego entre os gentios, não esteja eu a correr ou tenha corrido em vão.” (Gl 2,1-2)
Se até o grande Apóstolo Paulo sentiu a necessidade de conferir o que ensinava com a fé dos Apóstolos e em especial à de Pedro, quem somos nós para fazermos diferente? Corremos um grande risco, assim de nos afastarmos da verdade.
No dia de hoje queremos apresentar à Santíssima Trindade um grande louvor, pelo ministério de Pedro e seus sucessores, assim como os bispos, sucessores dos Apóstolos que nos conservam na certeza de estar na unidade da Igreja de Cristo. E se algumas vezes a vida de algum deles não foi uma imagem clara do Evangelho que pregavam, isso deve suscitar em nós um renovado espírito de conversão, pois sendo a Igreja um Corpo, a nossa vida em Cristo não é indiferente ao bem de toda a Igreja.
Para partilhar:
Já tivestes dúvida de pertencer à verdadeira Igreja de Cristo? Como tiraste tal dúvida?
Pe. Marcelo

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

PEDRO: UM ESPECIAL MINISTÉRIO NA IGREJA


Vemos neste Domingo uma continuidade maravilhosa da liturgia. No Domingo passado apareceu-nos como que uma profecia da Igreja quando o Senhor nos dizia que: “… a minha casa é casa de oração, e assim será para todos os povos.” (Is 56,7) Na mulher cananeia, vemos a prefiguração desta mesma Igreja formada por todos os povos da terra.
Já o Evangelho de hoje traz o aprofundamento de uma importante característica desta verdadeira Igreja de Cristo: o ministério de São Pedro. A Divina Providência escolheu um lugar muito belo para esta revelação. Trata-se de Cesaréia de Filipe, que é um lugarejo que fica nas proximidades da nascente do Rio Jordão. O rio Jordão é muito especial. Ele “nasce do alto”. Geralmente um rio nasce da água que abunda no subsolo e que, em determinado local, vem à tona em uma nascente como é o caso dos “Olhos da Fervença” aqui bem pertinho de nós. Já o Rio Jordão é fruto do degelo da neve que está sobre o Monte Hermon, que é o monte mais alto de Israel. Esta água penetra no solo e sai no sopé da montanha. Jesus escolheu este lugar para manifestar a missão especial que Ele reservara ao Apóstolo Pedro com relação à Igreja, como que dizendo que ela vinha do Alto e não simplesmente de uma iniciativa humana. A respeito disso o próprio Jesus disse a Pedro: “És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu. Também Eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela.” (Mt 16,17-18)  Assim como o rio Jordão “nasce do alto” também a Igreja nasce de um projecto do coração do Pai. Outro modo que o rio Jordão pode ser uma Imagem da Igreja é que ele, como uma calha, congrega como afluentes, quase todos os riachos daquele local. Assim também é vontade de Deus que a Igreja católica seja sinal eficaz da unidade de todo o género humano. Sobre isso disse o Senhor: “Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil. Também estas Eu preciso de as trazer e hão-de ouvir a minha voz; e haverá um só rebanho e um só pastor”.(Jo 10,16)  O ministério de Pedro e de seus sucessores, na pessoa do Papa tem o dever de estar a serviço desta unidade: “um só rebanho e um só pastor”.
Um dos nossos padres palotinos, bastante actuante, na época, na área do ecumenismo (unidade das Igrejas) falou-nos, certa vez, da admiração desta unidade por parte de um pastor protestante, mais ou menos nestes termos: -“Sabes, vocês católicos têm algo de muito bom: O Papa. Quando um pastor da minha Igreja não concorda com o que o outro pensa, simplesmente ele funda uma nova Igreja com outra denominação. Vocês têm o Papa como fonte de unidade.”  No fundo  foi o que São Paulo fez, quando depois de vários anos de ministério, foi ter com os principais da Igreja - Pedro, Tiago e João - para não correr o risco de ter corrido em vão, ou seja, errar, por causa de sua fraqueza humana, no conteúdo da fé ensinada. Diz ele na Carta aos Gálatas: “A seguir, catorze anos depois, subi outra vez a Jerusalém, com Barnabé, levando comigo também Tito. Mas subi devido a uma revelação. E pus à apreciação deles - e, em privado, à dos mais considerados - o Evangelho que prego entre os gentios, não esteja eu a correr ou tenha corrido em vão” (Gl 2,1-2). Se o próprio grande Apóstolo Paulo quis conferir o que ele pensava com o que a Igreja de Jerusalém ensinava, não seria um grandíssimo orgulho, pessoas que acham que a sua opinião acerca de fé e de moral é melhor do que a que o santo Padre ensina?
As Chaves do Reino de Deus, que todos os Apóstolos receberam em conjunto –“Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos» (Jo 20,22-23) – Pedro recebeu de forma pessoal: “Dar-te-ei as chaves do Reino do Céu; tudo o que ligares na terra ficará ligado no Céu e tudo o que desligares na terra será desligado no Céu (Mt 16, 18-19). Isto para mostrar que o que todos os outros Apóstolos receberam, deveriam exercê-lo em comunhão e obediência àquele que foi colocado por Cristo como fundamento da unidade visível de sua Igreja, ou como dizia Santo Irineu de Lion: “aquele que preside à caridade. Os Evangelhos não escondem, a par desta grande dignidade, as fraquezas humanas do Apóstolo Pedro. Assim entendemos as palavras do nosso actual Papa, logo que assumiu o seu ministério: “Me consola saber que o Senhor sabe trabalhar e agir mesmo com instrumentos insuficientes e, acima de tudo, me confio às vossas orações.” Não é à toa  que a Igreja tem em grande consideração a oração segundo as intenções do Santo Padre, associando algumas indulgências a estas orações. Façamos o propósito de, muitas vezes, rezarmos nas suas intenções, e assim, participar mais fortemente a comunhão da Igreja que é Universal.
Pe. Marcelo

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Padroeiro dos Pescadores

Cada ano os Pescadores e as pessoas que trabalham no Rio Negro se reúnem para homenagear São Pedro – seu padroeiro. Também neste ano, 29 de junho, fizemos uma bonita procissão com bênção dos barcos. À tarde saímos com a imagem de São Pedro da igreja de santo Ângelo em rumo ao porto para participar da procissão fluvial.
Muitos devotos de São Pedro com canto e oração participaram em procissão. Para a procissão aguardamos uma barca que normalmente leva pessoas de Novo Airão para Manaus. Muitos pequenos barcos e canoas com bonita decoração também estavam aguardando a procissão. Entre elas nossa barca da missão “Santa Maria do Rio Negro” com padre José Maslanka SAC a bordo.



Pe. Artur Karbowy SAC em uma lancha, passava de uma canoa para outra benzendo.Cantos e orações espelharam-se pelo rio. A beleza da natureza das Anavilhanas e o por do sol fizeram que a procissão ficasse ainda mais bonita.




Depois da procissão voltamos para igreja onde todos participaram da Missa durante a qual pediram a São Pedro para que sempre proteja todas as pessoas que trabalham no mar, rio e lagoas. Pe. Artur lembrou que Jesus confiou a São Pedro as chaves do céu. O simbolismo das chaves é claro. A chave abre e fecha. Possuir a chave significa a garantia,propriedade, poder de administrar.



Certamente não entregamos a chave da nossa casa para qualquer pessoa, mas tem de ser alguém de nossa plena confiança. Assim como Jesus confiou em São Pedro nos devemos confiar nele. Aquele que era pescador sempre vai interceder por todos que trabalham nas águas.
Pe. Artur

terça-feira, 29 de junho de 2010

Dia de São Pedro

Quem vive no Amazonas sabe que a vida é ligada com o rio. Cheia e vazante marcam o ciclo anual da vida dos caboclos.

Muita gente tira do rio o sustendo de cada dia. Famílias dos ribeirinhos, pessoas que vivem do turismo, transporte sabem dos perigos e dificuldades que o trabalho no rio esta dando. Cada dia precisam da ajuda de Deus para com vitória enfrentar os perigos.

Durante ano temos um dia muito especial no qual as pessoas que vivem na beira do rio e mar agradecem a Deus pela proteção. Dia 29 de junho, quando a igreja celebra a festa de são Pedro, pescadores e pessoas ligadas com o trabalho no mar e rios juntam suas orações para agradecer ao Santo Pescador pela interseção e proteção.

Entre muitos lugares onde neste dia a procissão com imagem de São Pedro marca a devoção das pessoas encontra-se em Novo Airão.

À tarde da igreja matriz de Santo Ângelo saiu a procissão com a imagem de São Pedro em direção ao porto da cidade. Muitos devotos do santo percorriam as ruas da cidade com cantos e oração puxada pela Irmã Joanina.

Chegando ao porto muitos ribeirinhos, pessoas com lanchas que normalmente andam com turistas pelo Arquipélago dos Anivalhanas  e barcas da linha Novo Airão – Manaus,  esperavam para juntos começar a procissão flutuante pelo Rio Negro.

A imagem de São Pedro foi colocada na barca da linha e Pe. Artur Karbowy SAC começou a oração pedindo a São Pedro interseção em nome de todas as pessoas que trabalham ou descansam no Rio Negro. Terminando a oração todas as barcas, canoas, lanchas foram abençoadas e aspergidas com água benta.

Para fazer a aspersão, quando começou procissão flutuante, Pe. Artur em uma lancha andava no meio das canoas, barcas, lanchas aspergindo todos os presentes.

Na barca da paróquia “Santa Maria do Rio Negro” ao redor das muitas crianças estava Pe. José Maslanka SAC, que muitas vezes durante o ano com esta barca navega pelas comunidades ribeirinhas da nossa paróquia.

Com um lindo pôr do sol e muitas barcas, canoas e lanchas, cantado e rezando terminamos a procissão flutuante e do porto fomos para a igreja Matriz para celebrar a Santa Missa.



Durante a homilia Pe. Artur lembrou a importância de pedir a ajuda de São Pedro em cada dia, não só para aqueles que trabalham no Rio Negro, mas de todas as pessoas para ter uma fé firme e clara como teve São Pedro.


Um Arraial em torno de fogueira e com comidas típicas concluiu as festividades do padroeiro dos pescadores.

Pe. Artur