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terça-feira, 13 de maio de 2014

Agência Palotina de Notícias


Dando seguimento a recomendação n. 17 da XX Assembleia Geral da SAC, que recomendou a criação de uma Agência Palotina de Notícias
o Conselho Geral nomeia Responsável pela Agência Palotina de Notícias na Casa Geral Pe. Artur Karbowy (RJ), membro da Região do Rio de Janeiro (RJ), que atualmente trabalha na paróquia em Odivelas, Portugal. Seu mandato de três anos em começa no dia 1 de Outubro de 2014.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Outubro, o Mês Missionário

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mt 28, 19-20).
Obediente ao mandato de Jesus Cristo a Igreja - como uma comunidade de crentes em Cristo - é missionária. A Igreja tem claramente designada por Cristo a tarefa: fazer-se presente, apoiar e complementar a obra missionaria da salvação. A primeira palavra do mandato missionário de Cristo, dirigida aos discípulos é "ir", e não "venham para os meus discipulos e eles vão evangelizar vocês”. Sem ser missionaria a igreja perde a sua razão de ser.
No contexto desta tarefa que Cristo confiou à Igreja, e melhor compreendemos a missão e o trabalho dos missionários, para que as  pessoas que não conhecem o Evangelho por quase dois mil anos estão se aproximando da fé e do amor. Graças a esforços e fadigas deles o Cristo é melhor e mais amplamente conhecido. Eles constroem uma Igreja aberta para a salvação de todos os povos. O  Beato João Paulo II em Carta Encíclica Redemptoris Missio sobre a validade permanente do mandato missionário escreve: “A missão é um problema de fé, é a medida exata da nossa fé em Cristo e no Seu amor por nós” (RM 11). Portanto, a motivação mais profunda da atividade missionária deve fluir a partir das demandas profundas de Deus em nós. Cada missionario é primeiramente autentico testemunho do Evangelho, em fundamento da ação dele é a profunda fé em Jesus Cristo.
Quando o século XIX estava terminando um dos pensadores católicos, disse: “O século XX será a tempo de fé ou não vai existir”. O fato de que ele foi o tempo de fé, poderiamos testemunhar ultrapasando o portão do terceiro milênio. O Santo Padre Bento XVI proclamou para o dia de 11 de outubro o inicio do Ano da Fé. “A porta da fé, que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma” indica o Santo Padre “somente na fé, se fundamenta e compreende a missão (RM 4). 
Não se pode olhar para a missão de outro ponto de vista do que a perspectiva da fé. No centro da fé é Cristo quem salva, e através de nós quer salvar todas as pessoas do terceiro milênio. Por isso como lembra o beato João Paulo II “Não podemos ficar tranquilos, ao pensar nos milhões de irmãos e irmãs nossas, também eles redimidos pelo sangue de Cristo, que ignoram ainda o amor de Deus.A causa missionária deve ser para cada crente, tal como para toda a Igreja, a primeira de todas as causas, porque diz respeito ao destino eterno dos homens e responde ao desígnio misterioso e misericordioso de Deus” (RM 86). Às vezes pessoas perguntam: onde deve-se fazer missão? O lugar da missão esta nos dando o mundo moderno, onde o medo esta reinando, onde têm estupros, perseguiçãos, conflitos, guerras, pobresa, confrontos armados. Onde quer que tais fenômenos ocorram onde falta em pratica o ensinamento do Messias, há um amplo campo de ação aberto para a missão. Falando sobre a missão não falamamos sobre o aumento do número de católicos, mas da qualidade do seu catolicismo: não "quantos", mas "como". Missão, não é só longe de nós. Missão que é questão de fé deve ser feita em cada lugar, pois “a missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece!”  (RM 2).
Muita gente que vive do nosso lado precisa ser evangelizada. Ainda hoje são vivas as palavras de são Vicente Pallotti que na sua carta escrita ao Pe. Gaspar del Búfalo, no dia 26 de maio de 1818, dez dias após sua ordenação sacerdotal escreve: “A fé está quase morta em muitos cristãos do nosso tempo”. Pallotti não estava só reclamando a qualidade da fé entre os cristãos, ele com exemplo da sua vida queria aproximar todos para Jesus Cristo. “Nos meus atos de rezar, ensinar, vigiar, estudar, tentarei imaginar como nessas ações se teriam comportado Jesus, Maria, os anjos e santos, e tentarei agir com a mesma perfeição com a qual agiriam eles mesmos”. Pallotti queria seguir os passos do Cristo apóstolo, do Cristo missionário, o que ele procurou fazer em Roma e arredores.
“Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho”! (1 Cor 9,16) Nós nos perguntamos constantemente como hoje falar sobre Deus, sobre Jesus, sobre a salvação. À primeira vista, as palavras ditas por São Paulo parece ser óbvia, clara e inequívoca. Eu não acho que o mundo é um cristão que teria dúvida sobre o fato de que ele tem a responsabilidade sobre o anúncio do Evangelho com a sua vida e palavra. O anúncio do Evangelho não é o anúncio da idéia, mas a transmissão da vida, que nasceu na cruz. Não é, portanto, apenas de uma simples entrega do exemplario gratuito do Novo Testamento, embora seja uma forma de promoção da mensagem do Evangelho. O Evangelho não é tanto de escrita memória de um certo Jesus de Nazaré, mas a idéia de estilo, um modo de ser e de viver. No entanto, para contar aos outros sobre Jesus, precisa-se primeiro ouvir sobre Ele. Não se pode dar algo que você mesmo não tem. Então no inicio do Ano da Fé inevitavelmente levantam-se questões: eu conheço Jesus Cristo? Sou bom disicipulo Dele? Minha vida testemunha o Evangelho? Nenhum de nós vive em um vácuo. Com o desenvolvimento da comunicação e da tecnologia o mundo tornou-se uma aldeia global. Ver crianças famintas na África ou notícias sobre a perseguição de cristãos em outras partes do mundo, afeta a todos nós. Cristo nos chamou só para fazer de nós as suas testemunhas só do nome. Bento XVI salienta que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. “O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este 'estar com Ele' introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita”. Devemos ser missionários para nossa família, amigos, pessoas com quem nos encontramos regularmente, eles devem ser os primeiros a beneficiar - se do nosso desejo de anunciar o Evangelho. São Vicente Pallotti, a quem no dia 6 de abril de 1963, o beato João XXIII procramou Patrono Principal da Pontifícia união Missionário do Clero, fundou a União do Apostolado Católico para propagar, promover e multiplicar dos meios espirituais e temporais necessários e oportunos para reavivar a fé e reacender a caridade entre os católicos e propagá-la em todos os recantos do mundo.  
Neste sentido se orientam todos os trabalhos no campo da pregação, da catequese, das missões populares, retiros e do testemunho da vida cristã. Através do exemplo e orações que podemos chegar a aqueles com quem não temos a oportunidade de falar. Nossa alegria vai trazer muitos a Cristo, que já ficou à distância, ou eram indiferentes. Levando para o coração as palavras de São Paulo: “Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho”, devemos sempre lembrar que Deus tem os seus caminhos e os meios para alcançar as pessoas.

Pe. Artur Karbowy SAC

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Festa de Santo Ângelo

No inicio do mês de maio, todas as atividades das pastorais em Novo Airão estavam voltadas para a festa do padroeiro da paróquia e município – Santo Ângelo. A Novena antes da festa reuniu devotos de santo na igreja Matriz. No dia da festa a imagem do padroeiro percorreu as ruas da cidade.


A Procissão durou duas horas, durante a qual a imagem do Santo Ângelo visitou as comunidades de Nossa Senhora Auxiliadora e de Jesus Misericordioso. Mesmo andando com forte sol as pessoas foram contentes  levar o santo para perto das pessoas doentes que não podiam participar das celebrações, mas desse modo reuniram-se na celebração da festa.


Chegando à matriz começou a Santa Missa que foi presidida pelos padres convidados: Pe. Claudio Rossini SAC – presidente da Eucaristia; Pe. Celestino Ceretta SAC e pelos padres que trabalham em Novo Airão: Pe. José Maslanka SAC e Pe. Artur Karbowy SAC.A  Celebração deste ano foi muito especial, pois logo no começo a celebração Pe. Artur apresentou as relíquias de Santo Ângelo que a partir de agora vão estar junto com a imagem do santo em nossa igreja. Pe. Claudio entrou com as relíquias de Santo Ângelo. Um pedaço do osso do santo padroeiro que foi trazido pelo Dom Frei Wilmar Santini do tumulo de Santo Ângelo da Licata, na Itália para a nossa paróquia. A partir desse momento o nosso santo padroeiro estará presente entre nós não só em sua imagem, mas também com parte do seu corpo.
Nós veneramos as relíquias dos Santos na base da convicção de que os santos cristãos, ao ter participado da ressurreição de Cristo, não podem ser considerados simplesmente como mortos, eles estão presentes no meio de nós. Pelo culto que estamos dando as relíquias dos santos veneramos o próprio Deus que é fonte de toda santidade. Em suas relíquias o santo vive, encontra- se no meio de nós e esta intercedendo por nós junto com Deus.
Durante a homilia Pe. Claudio destacou o ensinamento de São Vicente Pallotti sobre a devoção dos santos. Cada fiel deve escolher um santo da sua devoção, conhecer a vida dele para imitar passos dele e tornar se santo.

Durante a procissão das ofertas foram colocadas no altar junto com o pão e vinho a barca e frutas que representam o meio de transporte e trabalho mais comum na região, como também o suor do trabalho para ter o alimento de cada dia. No fim da celebração com grande carinho as pessoas aproximaram-se da imagem e relíquias do Santo Ângelo para agradecer pela proteção que recebem do santo padroeiro.

Depois da celebração teve grande festa popular com muitas atrações. Entre eles leilão de uma canoa de sete metros e grande bingo.
Pe. Artur

domingo, 28 de março de 2010

Festa da Acies

O Dia da solenidade da Anunciação do Senhor na paróquia Santo Ângelo em Novo Airão foi também dia de festa da Acies da Legião de Maria.

Acies é a maior festa anual da Legião de Maria. A Palavra “acies” que se origina do latim, significa um exército em ordem de batalha. Os legionários se reuniram para renovar a sua fidelidade a Maria, Rainha da Legião e para receber a força e as bênçãos para um novo ano de combate contra as forças do mal.


A Celebração começou com oração do terço na frente da imagem da Imaculada Conceição e Vexillum Legionis. Depois começou a santa Missa presidida pelo Pe. Artur Karbowy SAC.


Durante a homilia foi lembrado não só para os legionários, mas para todas as pessoas a importância da nossa resposta a proposta que Deus nos deu para nossa vida. O mesmo sim de Maria a Deus deve ser o nosso sim a ela, devemos nos espelhar em sua humildade e carisma, Maria nos deu Jesus nosso Salvador, e nós devemos levá-lo nos lares através da nossa vida. Com exemplo da nossa vida devemos mostrar a Jesus para aqueles que não o conhecem, para aqueles que mesmo sendo batizados vivem muito longe da Igreja ou que se acham excluídos da sociedade e da Igreja.


Depois da profissão da nossa fé cada legionário colocando a mão sobre haste do estandarte em frente do Vexillium fez sua consagração individual: “Sou Todo Vosso, Ó Minha Rainha, e Minha Mãe, e Tudo Quanto Tenho Vos Pertence”. Depois todos os presentes fizeram a consagração coletiva renovando as promessas batismais e confirmando a vontade servir com boas obras para o crescimento do Reino de Deus.

Pe. Artur