Mostrando postagens com marcador pe. artur. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pe. artur. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de maio de 2014

Agência Palotina de Notícias


Dando seguimento a recomendação n. 17 da XX Assembleia Geral da SAC, que recomendou a criação de uma Agência Palotina de Notícias
o Conselho Geral nomeia Responsável pela Agência Palotina de Notícias na Casa Geral Pe. Artur Karbowy (RJ), membro da Região do Rio de Janeiro (RJ), que atualmente trabalha na paróquia em Odivelas, Portugal. Seu mandato de três anos em começa no dia 1 de Outubro de 2014.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Catequese em Santarém


No domingo, dia 17 de março,  o Grupo DPC – Despertar, Comunicar e Partilhar, da Catequese da Paróquia do Santíssimo Nome de Jesus, em Odivelas, realizou mais um passeio temático. Desta vez cerca de 80 adolescentes da catequese, junto com alguns dos catequistas, foram ao santuário do Santíssimo Milagre, em Santarém. Logo depois da chegada escutámos a história do Milagre de Santarém.

No ano de 1247, governava a Igreja o Papa Inocêncio IV, sendo Regente D. Afonso III, sucedeu em Santarém um caso maravilhoso que as crónicas antigas relatam detalhadamente e cuja recordação ainda hoje se mantém, com grande fervor, sob a denominação de Santíssimo Milagre. Vivia em Santarém, uma mulher bastante desconsolada pelos maus tratos do seu marido. Foi aconselhada por uma bruxa, a que, quando fosse à Eucaristia e no momento de receber a Eucaristia, escondesse a hóstia sagrada, para depois lha entregar.

De tal sorte que, dali em diante, viveria bem com seu marido e acabariam os maus tratos. Assim procedeu a mulher. Depois de naturais hesitações, foi à Igreja de Santo Estêvão, confessou-se, e, recebida a Sagrada Partícula, com suma cautela a tirou da boca, embrulhando-a no véu. Saiu prestes da Igreja, e encaminhou-se para a casa da feiticeira. Mas, então, sem que ela o notasse, do véu começou a escorrer Sangue, que, visto por várias pessoas, as levou a perguntar à infeliz que ferimentos tinha. Advertida do facto, correu logo confusa e envergonhada, para casa, escondendo o pano com a hóstia num outro pano e metendo-o na arca onde guardava a roupa, fechando-a depois à chave.

Na noite seguinte, já com o marido em casa, acordam e vêem sair raios de luz da arca, ecoando nela suaves músicas. Depois de confessar ao marido, ambos se ajoelharam perante a arca, que se abriu e ali estiveram em oração até que ao clarear da manhã, avisaram o pároco de Santo Estevão. O sacerdote, avisou toda a vizinhança, e logo tornou público o Milagre, em toda a povoação. Reunidos todos os clérigos, foram ao quarto onde se encontrava a arca, tiraram a hóstia Sagrada, com algumas gotas de sangue e colocaram-na num cibório, sendo levada para o templo da freguesia onde aconteceu o milagre.

Depois foi colocada dentro de uma custódia de cera, para melhor conservar a Sagrada Partícula e o sangue que dela saíra. Durante muito tempo esteve a Sagrada Partícula guardada dentro da cera, mas um dia, sendo necessário abrir o sacrário, encontraram a Hóstia Sagrada, não dentro da mesma cera, mas numa pequena custódia de cristal, sem que se soubesse como ali fora metida. No fundo da custódia, vê-se a Hóstia Sagrada com Sangue. Visto de perto, mostra a mesma cor e forma, como se fosse vivo e fresco. O interior da custódia está quase todo banhado em Sangue. 

Logo depois começou a Santa Missa celebrada pelo Pe. Artur Karbowy SAC. Em cima do altar todos estavam vendo a custodia com Hóstia Sagrada com Sangue e no altar aconteceu o mesmo milagre da transformação do pão e vinho em Corpo e Sangue de Jesus Cristo. O Pe. Artur lembrou a todos de que precisamos de ter grande fé para ver em cada hóstia consagrada o mesmo milagre e que aquele milagre de Santarém nos foi concedido para fortalecer a nossa fé. 


Depois da santa Missa visitamos o pequeno museu do Milagre e podemos de perto adorar a Hóstia Sagrada com Sangue. Saindo da igreja de Santo Estevão fomos visitar a casa onde morava a mulher do milagre. No local onde estava a casa da mulher há uma ermida fundada em 1654, conforme diz a lápide:
 "Desta casa onde Deus fez o Santíssimo Milagre no ano de 1266, a fizerão Igreja, o licenciado Manuel dos Reis Tavares e Margarida César de Almeida, e a dotarão, e fazem debaixo do altar dela".




Terminamos a peregrinação para o Santíssimo Milagre mas ainda continuou a nossa visita a Santarém. Divididos em pequenos grupos, brincando, todos visitaram os principais pontos turísticos da cidade, que é considerada a capital do gótico e guarda os restos mortais do Pedro Álvares Cabral.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Dia da Independência da Polônia

Aos 11 de Novembro de 1918, depois de 123 anos de ocupação, a Polônia reganhou sua independência. Para celebrar essa data tão importante para os poloneses morando no mundo inteiro, a Pastoral dos Poloneses em Lisboa reuniu-se em oração na igreja da Divina Misericórdia em Odivelas.

Cerca de 70 poloneses, vários deles com familiares portugueses, participaram da Santa Missa presidida pelo Pe. Artur Karbowy SAC. Entre os presentes estava o Embaixador da Polônia em Lisboa Senhor Bronislaw Misztal. Pe. Artur lembrou que o Dia da Independência é a memória dos acontecimentos da história sobre a liberdade e também o desejo de continuar de construir esse liberdade que foi conquistada durante muitos anos. Devemos construir a independência nos valores que permaneçam: verdade, justiça, defender a dignidade das pessoas. Independência é construída do dom de saber doar a si mesmo para outros.


Diante do altar encontrava se a bandeira da Polônia, muita gente deu sua vida por essa bandeira. Todos rezaram por aqueles que deram sua vida para que a Polônia pudesse ser livre e independente. Depois da Missa todos reuniram-se, com café e bolo para comemorar a Independência da Polônia.
Pe. Artur

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Outubro, o Mês Missionário

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mt 28, 19-20).
Obediente ao mandato de Jesus Cristo a Igreja - como uma comunidade de crentes em Cristo - é missionária. A Igreja tem claramente designada por Cristo a tarefa: fazer-se presente, apoiar e complementar a obra missionaria da salvação. A primeira palavra do mandato missionário de Cristo, dirigida aos discípulos é "ir", e não "venham para os meus discipulos e eles vão evangelizar vocês”. Sem ser missionaria a igreja perde a sua razão de ser.
No contexto desta tarefa que Cristo confiou à Igreja, e melhor compreendemos a missão e o trabalho dos missionários, para que as  pessoas que não conhecem o Evangelho por quase dois mil anos estão se aproximando da fé e do amor. Graças a esforços e fadigas deles o Cristo é melhor e mais amplamente conhecido. Eles constroem uma Igreja aberta para a salvação de todos os povos. O  Beato João Paulo II em Carta Encíclica Redemptoris Missio sobre a validade permanente do mandato missionário escreve: “A missão é um problema de fé, é a medida exata da nossa fé em Cristo e no Seu amor por nós” (RM 11). Portanto, a motivação mais profunda da atividade missionária deve fluir a partir das demandas profundas de Deus em nós. Cada missionario é primeiramente autentico testemunho do Evangelho, em fundamento da ação dele é a profunda fé em Jesus Cristo.
Quando o século XIX estava terminando um dos pensadores católicos, disse: “O século XX será a tempo de fé ou não vai existir”. O fato de que ele foi o tempo de fé, poderiamos testemunhar ultrapasando o portão do terceiro milênio. O Santo Padre Bento XVI proclamou para o dia de 11 de outubro o inicio do Ano da Fé. “A porta da fé, que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma” indica o Santo Padre “somente na fé, se fundamenta e compreende a missão (RM 4). 
Não se pode olhar para a missão de outro ponto de vista do que a perspectiva da fé. No centro da fé é Cristo quem salva, e através de nós quer salvar todas as pessoas do terceiro milênio. Por isso como lembra o beato João Paulo II “Não podemos ficar tranquilos, ao pensar nos milhões de irmãos e irmãs nossas, também eles redimidos pelo sangue de Cristo, que ignoram ainda o amor de Deus.A causa missionária deve ser para cada crente, tal como para toda a Igreja, a primeira de todas as causas, porque diz respeito ao destino eterno dos homens e responde ao desígnio misterioso e misericordioso de Deus” (RM 86). Às vezes pessoas perguntam: onde deve-se fazer missão? O lugar da missão esta nos dando o mundo moderno, onde o medo esta reinando, onde têm estupros, perseguiçãos, conflitos, guerras, pobresa, confrontos armados. Onde quer que tais fenômenos ocorram onde falta em pratica o ensinamento do Messias, há um amplo campo de ação aberto para a missão. Falando sobre a missão não falamamos sobre o aumento do número de católicos, mas da qualidade do seu catolicismo: não "quantos", mas "como". Missão, não é só longe de nós. Missão que é questão de fé deve ser feita em cada lugar, pois “a missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece!”  (RM 2).
Muita gente que vive do nosso lado precisa ser evangelizada. Ainda hoje são vivas as palavras de são Vicente Pallotti que na sua carta escrita ao Pe. Gaspar del Búfalo, no dia 26 de maio de 1818, dez dias após sua ordenação sacerdotal escreve: “A fé está quase morta em muitos cristãos do nosso tempo”. Pallotti não estava só reclamando a qualidade da fé entre os cristãos, ele com exemplo da sua vida queria aproximar todos para Jesus Cristo. “Nos meus atos de rezar, ensinar, vigiar, estudar, tentarei imaginar como nessas ações se teriam comportado Jesus, Maria, os anjos e santos, e tentarei agir com a mesma perfeição com a qual agiriam eles mesmos”. Pallotti queria seguir os passos do Cristo apóstolo, do Cristo missionário, o que ele procurou fazer em Roma e arredores.
“Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho”! (1 Cor 9,16) Nós nos perguntamos constantemente como hoje falar sobre Deus, sobre Jesus, sobre a salvação. À primeira vista, as palavras ditas por São Paulo parece ser óbvia, clara e inequívoca. Eu não acho que o mundo é um cristão que teria dúvida sobre o fato de que ele tem a responsabilidade sobre o anúncio do Evangelho com a sua vida e palavra. O anúncio do Evangelho não é o anúncio da idéia, mas a transmissão da vida, que nasceu na cruz. Não é, portanto, apenas de uma simples entrega do exemplario gratuito do Novo Testamento, embora seja uma forma de promoção da mensagem do Evangelho. O Evangelho não é tanto de escrita memória de um certo Jesus de Nazaré, mas a idéia de estilo, um modo de ser e de viver. No entanto, para contar aos outros sobre Jesus, precisa-se primeiro ouvir sobre Ele. Não se pode dar algo que você mesmo não tem. Então no inicio do Ano da Fé inevitavelmente levantam-se questões: eu conheço Jesus Cristo? Sou bom disicipulo Dele? Minha vida testemunha o Evangelho? Nenhum de nós vive em um vácuo. Com o desenvolvimento da comunicação e da tecnologia o mundo tornou-se uma aldeia global. Ver crianças famintas na África ou notícias sobre a perseguição de cristãos em outras partes do mundo, afeta a todos nós. Cristo nos chamou só para fazer de nós as suas testemunhas só do nome. Bento XVI salienta que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. “O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este 'estar com Ele' introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita”. Devemos ser missionários para nossa família, amigos, pessoas com quem nos encontramos regularmente, eles devem ser os primeiros a beneficiar - se do nosso desejo de anunciar o Evangelho. São Vicente Pallotti, a quem no dia 6 de abril de 1963, o beato João XXIII procramou Patrono Principal da Pontifícia união Missionário do Clero, fundou a União do Apostolado Católico para propagar, promover e multiplicar dos meios espirituais e temporais necessários e oportunos para reavivar a fé e reacender a caridade entre os católicos e propagá-la em todos os recantos do mundo.  
Neste sentido se orientam todos os trabalhos no campo da pregação, da catequese, das missões populares, retiros e do testemunho da vida cristã. Através do exemplo e orações que podemos chegar a aqueles com quem não temos a oportunidade de falar. Nossa alegria vai trazer muitos a Cristo, que já ficou à distância, ou eram indiferentes. Levando para o coração as palavras de São Paulo: “Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho”, devemos sempre lembrar que Deus tem os seus caminhos e os meios para alcançar as pessoas.

Pe. Artur Karbowy SAC

domingo, 12 de junho de 2011

Festejo do Divino Espírito Santo

No dia de Pentecostes a Igreja celebra a festa da descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos. No mesmo dia em vários lugares é celebrada a Festa do Divino Espírito Santo. Um dos lugares onde a tradição da celebração da Festa do Divino é forte é em nossa paróquia em Novo Airão. Já na quinta-feira antes do dia de Pentecostes começa o festejo. À tarde perto do lugar onde é preparada a sala com trono do Divino Espírito Santo são levantados os mastros. Altos picos de madeira com a bandeira do Divino Espírito e com frutas no topo do mastro.

A noite sai a solene procissão para a igreja onde Pe. Artur Karbowy SAC preside a missa festiva. Na frente da procissão vai o tamborete que coloca o ritmo dos canções. Em seguida os homens carregam bandeiras vermelhas e brancas com pombinhas, simbolizando o Espírito Santo. Depois anda corte imperial com a coroa, o ceptro e o orbe — são os símbolos mais importantes do Império do Divino Espírito Santo, assumindo o lugar central em todo o culto.


A coroa é decorada com um laço de fita vermelha e branca, o mesmo acontecendo com o ceptro. Por vezes os braços da coroa são decorados com pequenos botões de flor de laranjeira em tecido branco. Simboliza o império do Divino Espírito Santo e o seu poder universal. Durante quatro dias é realizada a  procissão e celebração da Santa Missa. No sabado sai mais uma procissão, essa aconteçe durante o dia. Andando de casa em casa recolhe se alimentos que depois serão distribuidos para pessoas carentes. Durante o festejo do Divino Espírito Santo os devotos querem mais uma vez mostrar que estão colocando toda a sua esperança no Espírito Santo e querem que Ele reine em suas casas e em sua vida.

A Festa do Divino Espírito Santo chegou ao Brasil junto com os Portugueses. A Festa tem sua origem no tempo de Rainha Santa Isabel. Em 1282, a Infanta Isabel de Aragão foi dada em casamento ao jovem D. Dinis, Rei de Portugal. Isabel, mulher de uma fé inabalável e coração terno, resistiu às investidas iradas do seu esposo, pois este considerava impróprio que a Rainha se mesclasse com os pobres e despojados do seu reino, entre os quais os Judeus Sefarditas, freqüentemente perseguidos na Península Ibérica.
Mas Isabel, devido às suas fortes convicções cristãs, ignorava as repreensões do esposo, saindo freqüentemente pelas portas traseiras do palácio, disfarçada de mulher do povo para levar esmolas aos seus sujeitos mais carentes. Utilizou toda a sua influência real para proteger os Judeus, os quais mais tarde a proclamaram a Rainha Santa pela proteção e benevolência que lhes dedicou. Reza a história que certo dia enquanto a Rainha passava pelos jardins, dirigindo-se as portas do palácio, com pão para os pobres em seu avental, esta cruzou-se com o seu esposo. O rei a interpelou: "Senhora, que levais em seu regaço?". "Nada, Senhor. Rosas apenas". "Vejamos, então". A rainha abriu o seu avental e caíram rosas ao chão. Sua origem remonta às celebrações realizadas em Portugal, nass quais a terceira pessoa da Santíssima Trindade era festejada com banquetes e distribuição de esmolas aos pobres. Desde seus primórdios, os festejos do Divino são marcados pela esperança na chegada de uma nova era para o mundo dos homens, com igualdade, prosperidade e abundância para todos.
Pe. Artur

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Festa de Santo Ângelo

No inicio do mês de maio, todas as atividades das pastorais em Novo Airão estavam voltadas para a festa do padroeiro da paróquia e município – Santo Ângelo. A Novena antes da festa reuniu devotos de santo na igreja Matriz. No dia da festa a imagem do padroeiro percorreu as ruas da cidade.


A Procissão durou duas horas, durante a qual a imagem do Santo Ângelo visitou as comunidades de Nossa Senhora Auxiliadora e de Jesus Misericordioso. Mesmo andando com forte sol as pessoas foram contentes  levar o santo para perto das pessoas doentes que não podiam participar das celebrações, mas desse modo reuniram-se na celebração da festa.


Chegando à matriz começou a Santa Missa que foi presidida pelos padres convidados: Pe. Claudio Rossini SAC – presidente da Eucaristia; Pe. Celestino Ceretta SAC e pelos padres que trabalham em Novo Airão: Pe. José Maslanka SAC e Pe. Artur Karbowy SAC.A  Celebração deste ano foi muito especial, pois logo no começo a celebração Pe. Artur apresentou as relíquias de Santo Ângelo que a partir de agora vão estar junto com a imagem do santo em nossa igreja. Pe. Claudio entrou com as relíquias de Santo Ângelo. Um pedaço do osso do santo padroeiro que foi trazido pelo Dom Frei Wilmar Santini do tumulo de Santo Ângelo da Licata, na Itália para a nossa paróquia. A partir desse momento o nosso santo padroeiro estará presente entre nós não só em sua imagem, mas também com parte do seu corpo.
Nós veneramos as relíquias dos Santos na base da convicção de que os santos cristãos, ao ter participado da ressurreição de Cristo, não podem ser considerados simplesmente como mortos, eles estão presentes no meio de nós. Pelo culto que estamos dando as relíquias dos santos veneramos o próprio Deus que é fonte de toda santidade. Em suas relíquias o santo vive, encontra- se no meio de nós e esta intercedendo por nós junto com Deus.
Durante a homilia Pe. Claudio destacou o ensinamento de São Vicente Pallotti sobre a devoção dos santos. Cada fiel deve escolher um santo da sua devoção, conhecer a vida dele para imitar passos dele e tornar se santo.

Durante a procissão das ofertas foram colocadas no altar junto com o pão e vinho a barca e frutas que representam o meio de transporte e trabalho mais comum na região, como também o suor do trabalho para ter o alimento de cada dia. No fim da celebração com grande carinho as pessoas aproximaram-se da imagem e relíquias do Santo Ângelo para agradecer pela proteção que recebem do santo padroeiro.

Depois da celebração teve grande festa popular com muitas atrações. Entre eles leilão de uma canoa de sete metros e grande bingo.
Pe. Artur