domingo, 7 de dezembro de 2008

CURSO DE PASTORAL CATEQUÉTICA – CPC

Para ser Catequista, não é necessário somente ter “boa vontade” e dispor de algum tempo livre, para ministrar os encontros e participar das missas, mas também ter noções daquilo que se vai ensinar aos seus catequizandos. Catequizar sabendo como evangelizar.

O CPC é um curso básico para formação de Catequistas, oferecido pela Arquidiocese de Niterói, neste curso é oferecido noções básicas de Sagrada Escritura, Teologia Moral, Psicopedagogia, Metodologia da Catequese, Liturgia, Sacramento, e Teologia, onde engloba as matérias de Cristologia, Eclesiologia e Mariologia. Tem a duração de 9 meses, e completando todas as matérias o Catequista recebe um certificado, o qual o habilita a ministrar encontros de Catequese em qualquer Paróquia da Arquidiocese de Niterói. Todo o Catequista deve pelo menos ter esta formação, isto é pedido pelo nosso próprio Arcebispo, Dom Alano Maria Pena OP.


Aqui no Vicariato da Região Oceânica o CPC funciona na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, no Largo da Batalha, sobre a Coordenação do Pe. Marcos Karny SAC e da Catequista Rita de Cássia. Temos a participação de catequistas das paróquias do Rio do Ouro, Tribobó, Maricá, Pendotiba, Itaipu e Piratininga, numa média de 50 alunos por ano.
No dia 01 de dezembro às 19:30h, houve na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no Largo da Batalha a missa de encerramento do 4º CPC do Vicariato da Região Oceânica, a missa foi presidida pelo nosso Vigário Episcopal Padre Casimiro Pac SAC e concelebrada pelo Pároco da Matriz de N. S. de Fátima, Padre Marcos Karny SAC. Em sua homilia o Pe. Marcos exaltou o grande empenho, dedicação e carinho dos professores, Pe. Akácio Nery Fantesia SAC , Pe. Josiel Azevedo da Silva SAC. Prof. Luciane, Prof. Hélia, Seminarista Adenilson (Tetei), Prof. José Soares, da coordenadora Rita de Cássia e da secretária Catari.


Eles também foram homenageados pelos alunos que escreveram uma carta em agradecimento, e agradecendo em especial ao Pe. Marcos, que em todos os dias de aula passava por lá para ver se estava tudo bem, e sempre levava em seus lábios um grande sorriso e palavras de carinho e incentivo a todos. Foi uma missa muito bonita e estavam presentes os 54 alunos que concluíram o curso, e seus familiares, todos muito felizes, pela missão cumprida. O Vigário Episcopal fez questão de entregar pessoalmente todos os certificados aos alunos, um por um, que foi de muita emoção para todos os presentes.

Depois da missa tivemos uma confraternização, que foi muito agradável e todos ficaram muitos satisfeitos e felizes, por mais uma etapa cumprida. E para nós, que trabalhamos com muito carinho e dedicação neste curso, já estamos sentindo saudades e esperando março chegar, para começar tudo de novo!!!!!


Agora um testemunho pessoal: Sou secretária do CPC do Vicariato da Região Oceânica a 3 anos, e trabalho dentro da sala de aula, e digo que a 3 anos NUNCA participei de uma aula igual a outra, e para mim, que sou catequista, renovo a cada ano o meu aprendizado, e para mim é enriquecedor em todos os sentidos, no que diz respeito ao aprendizado, e a convivência a cada ano com novas pessoas, novas amizades. Até nisso o CPC para mim é MARAVILHOSO!!!


Catari Viana do Espírito Santo Santos

Conselho Geral de Coordenação da União do Apostolado Católico, 2008 - 2011

Após a Assembléia Geral da União do Apostolado Católico, realizada, no Centro de Espiritualidade “São Vicente Pallotti” em Grottaferrata de 1 a 4 de dezembro, a composição do Conselho Geral de Coordenação (CGC) é a seguinte: os três membros ‘ex-officio:
Pe Fritz Kretz, SAC, Reitor Geral da Sociedade do Apostolado Católico;
Ir. Serena Cambiaghi, CSAC, Superiora Geral da Congregação das Irmãs do Apostolado Católico;
Ir. Stella Holisz, SAC, Superiora Geral da Congregação das Irmãs Missionárias do Apostolado Católico;

os dez membros eleitos (por ordem de eleição);
Pe Derry Murphy, SAC, Irlanda,
Pe Frank Donio, SAC, Estados Unidos.
Sr. Corrado Montaldo, Itália,
Sta. Maria Domke, Canadá,
Ir. Josélia Giuliani, CSAC, Brasil,
Sta. Cheryl Sullivan, Austrália,
Sr. Dario Ivatiuk Junior, Brasil,
Sr. Marek Kalka, Polônia,
Ir. Marta Litawa, SAC, Ruanda - Congo,
Ir. Josephina D’Souza, SAC, Índia.

Em abril de 2009, o novo CGC realizará seu primeiro encontro em Roma, no qual será eleito o seu Presidente; durante esse tempo, o Presidente que acaba o mandato, Dom Séamus Freeman SAC, responde pela administração ordinária.

Pe Derry Murphy, SAC,
Secretário Geral

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

MENSAGEM DO PAPA JOÃO PAULO II À SOCIEDADE DO APOSTOLADO CATÓLICO

Caríssimos Padres e Irmãos da Sociedade do Apostolado Católico!
1. Estou contente de acolher-vos nesta Audiência especial e de enviar através de vossas pessoas uma cordial saudação a todos os membros de vosso Instituto, como também àqueles que partilham convosco, na Igreja, o mesmo carisma de São Vicente Pallotti. Estais vivendo vossa Assembléia Geral, em cujos trabalhos estais empenhados há já duas semanas. Trata-se de um acontecimento espiritual e eclesial, que se desenvolve no segundo ano de preparação para o Grande Jubileu do ano 2000, dedicado ao Espírito Santo. Convosco invoco o Espírito divino, para que vos ilumine no discernimento dos sinais dos tempos e vos leve a guardar e a desenvolver em nosso tempo a riqueza do vosso carisma.
De modo oportuno quisestes que os debates da Assembléia tratassem o tema da fidelidade, expresso no slogan “Fiéis ao Futuro... tendo fixo o olhar em Jesus, autor e consumador da fé” (Hb 12,2). O tema expressa, efetivamente, o desejo de renovar a fidelidade ao empenho apostólico, sobretudo na perspectiva do Terceiro Milênio. É um desejo que merece ser encorajado, recordando, porém, que a fidelidade supõe a fé, na qual se coloca o fundamento da existência cristã. A fé constitui o horizonte do caminho espiritual e apostólico. É de fato Jesus que acompanha os fiéis durante toda a sua vida, sustentando-os na dedicação apostólica e cumprindo todo bom propósito.Caríssimos, olhai com esperança para o futuro e acolhei com confiança os desafios do Terceiro Milênio, conscientes de que Cristo está junto a vós e é o mesmo “ontem, hoje e sempre” (Hb 13,8). Ele vos dá o seu Espírito que sabe guiar-vos à plenitude da verdade e do amor. Que Cristo seja o motivo da vossa esperança: com Ele nada deveis temer, porque Ele é o suporte de toda a existência humana.
2.Viver a fé significa inserir-se na existência de Cristo. Em Jesus nos é dado descobrir a nossa verdadeira natureza e valorizar plenamente a nossa dignidade pessoal. Anunciar Cristo para levar cada um a reentrar plenamente na imagem de Deus e no objetivo final da “nova evangelização”. Vós de modo particular, chamados por força do vosso carisma a reavivar a fé e a recender a caridade em todo ambiente, tende bem clara diante de vós a opção preferencial pela “imagem de Deus’, que aguarda ser descoberta na existência de cada irmão e de cada irmã. Reconhecei em cada um o rosto de Cristo, valorizando cada ser humano sem considerar sua condição ou seu estado.
Assim agia S. Vicente Pallotti, unicamente preocupado com a renovação interior dos homens, em vista da sua santificação. Para imitar o seu ardor apostólico, deveis, antes de tudo, tender pessoalmente à santidade. Só assim podereis promovê-la nos outros, recordando muito bem a vocação universal à santidade, que o Concílio Vaticano II recordou com clareza. É desta consciência que deveis ser animados para contribuir para a obra da nova evangelização. Desta maneira estareis eficazmente preparados para entrar no Milênio, cooperando ativamente para a realização da missão que o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo confiou a toda a Comunidade cristã.


3.O empenho pela santificação pessoal deve ser vivido no interior das vossas comunidades nas diversas partes do mundo: trabalhai unidos e concordes para serdes autênticas testemunhas do Evangelho para os que encontrais em vosso cotidiano ministério. Na Exortação Apostólica “Vita consecrata” escrevi que “a Igreja confia às comunidades de vida consagrada a missão particular de fazerem crescer a espiritualidade da comunhão, primeiro no seu seio e depois na própria comunidade eclesial e para além dos seus confins, iniciando ou retomando incessantemente o diálogo da caridade, sobretudo nos lugares onde o mundo de hoje aparece dilacerado pelo ódio étnico ou por loucuras homicidas” (n. 51). É testemunhando a vida fraterna, concebida como vida partilhada no amor, que vos tornais sinal eloqüente da comunhão eclesial (cf. VC 42).Esta profunda concórdia entre vós ajudar-vos-á a viver “a unidade em Cristo” e vos tornará aptos e dispostos para corresponder às necessidades espirituais e materiais de cada um. Quanto a isto, o vosso Fundador gostava de repetir que “o dom de cooperar para a salvação das almas é o mais divino de todos” (Opere complete XI, p. 257).
Este dom é partilhado, além do interior do vosso Instituto, com os leigos, os cotidianos colaboradores de vosso apostolado. Envolvei-os e acolhei-os na vossa vida de comunhão. “Hoje não poucos Institutos - escrevi na citada Exortação Apostólica “Vita consecrata”..., chegaram à convicção de que o seu carisma pode ser partilhado com os leigos” (n. 54). “Não raras vezes, a participação dos leigos traz inesperados e fecundos aprofundamentos de alguns aspectos do carisma, reavivando uma interpretação mais espiritual do mesmo e levando a tirar daí indicações para novos dinamismos apostólicos”(n. 55). Desta maneira, a União do Apostolado Católico, idealizada e fundada por S. Vicente Pallotti, permitir-vos-á não apenas coordenar os diversos recursos das vossas comunidades, mas também de inserir-vos no próprio coração da missão apostólica da Igreja no mundo de hoje.
Que vos ajude Maria, serva fiel e obediente do Senhor e exemplo excelente de fidelidade ao empenho apostólico! Unida em oração com os discípulos no Cenáculo de Jerusalém à espera do dom do Espírito Santo, ela vos oferece um exemplo de oração incessante, de disponibilidade e de engajamento ativo na missão da igreja. Graças à sua materna intercessão, renove Deus em vós e na vossa Sociedade os prodígios do Pentecostes.

Renovando-vos o meu apreço pelo serviço apostólico que prestais à Igreja, dou-vos de coração uma especial Bênção Apostólica que de bom grado estendo a todos os membros das comunidades palotinas.

Do Vaticano, 1 de outubro 1998

João Paulo II

sábado, 29 de novembro de 2008

O apostolado por meio de canções

Diz uma canção muito conhecida em nosso meio palotino: “Leva-me por onde os homens necessitam tuas palavras, necessitam meu gosto de viver. Onde falta a esperança, onde tudo seja triste, simplesmente, por não saber de ti”.

O fato de ser um apóstolo já é uma dádiva, e muito mais especial ela se torna se quem a exercita tem a possibilidade de usar a voz ou instrumentos musicais para embelezar, aos olhos e ao coração de quem os escuta, a mensagem que deseja transmitir.

No último encontro palotino de que participei tive a oportunidade de escutar um número muito significativo de cantores. No final do encontro, tendo ciência das suas caminhadas palotina e cristã, convidei-os para dar seu depoimento, a fim de que eu pudesse oferecer aos leitores de Revista Rainha palavras especiais, de quem já encanta pela voz. Convidei-os a responder a questão “Como você vê e utiliza o dom da música em seu apostolado”.Veja as maravilhas de suas respostas.

Cantar e tocar um instrumento é uma forma de transmitir sentimentos e emoções. O dom da música é maravilhoso e essencial para a vida de todos nós. Basta olharmos para a natureza, a criação, toda ela canta. Melhor ainda quando o dom é unido à oração, ao louvor a Deus Criador. Quando canto a Deus, estou em sintonia e intimamente ligada a Ele. Transmitir esse sentimento aos irmãos por meio do dom que Deus me concedeu me deixa feliz e realizada. Gosto muito da minha missão e agradeço a Deus por esse dom maravilhoso e também agradeço a todos os outros músicos, amigos, pois juntos transmitimos o amor de Deus a todos por meio da música.
Camille; Niterói - RJ

Os dons são sempre graças e bênçãos que Deus nos dá gratuitamente, não apenas para a própria edificação, mas para a do próximo. Quanto ao dom de cantar, posso dizer, é um dos mais preciosos que Deus dá ao homem. Porém é necessário saber usá-lo: pode ser conversão e salvação de uma pessoa, ou ser perdição. Uso esse dom na minha comunidade, cantando nos grupos de oração, nas celebrações de missas e sempre que necessário. Como um apóstolo de Cristo, busco, pelo canto, tocar o sentimento das pessoas e trazê-las para perto de Deus. Dificuldades aparecem, mas elas servem para o crescimento próprio. Sei que jamais poderei pagar a Deus por esse dom que ele me deu com amor. O mínimo que posso fazer é usá-lo na construção de uma sociedade onde reinem a paz, o amor e a igualdade.
Romário; Codó-MA
“Cantarei para sempre o amor do meu Deus, seu louvor não deixará os meus lábios” (Sl 88 e 33). Acredito que Deus me chamou e consagrou antes do meu nascimento. Tive a graça de nascer em um lar católico, numa família de músicos. Sinto-me agraciada pelo dom que recebi de Deus, dom esse que jamais guardei. Desde os nove anos canto nas celebrações eucarísticas e, hoje com 19, canto também nos grupos de jovens, nos retiros de espiritualidade, em encontros de formação, evangelização, nas escolas e universidades. Muitas vezes fui convidada a cantar em bares e eventos sociais, mas rejeitei, recusando assim boas quantias de dinheiro, pois digo que sou inteiramente do Senhor. É para Ele o meu canto, o meu louvor. Creio que minha voz já foi paga pelo sangue do Cordeiro, e seria ingratidão da minha parte não usá-la para a salvação de todos. A música é minha vida, com ela elevo minha alma até o céu e busco incessantemente a humildade para sempre ser instrumento de Deus. Só cantar, porém, não basta. Mais do que um bom músico, é necessário ser um bom cristão, dando testemunho não apenas com a voz, mas com a vida. Agradeço a Deus pelo dom da vida, por Ele confiar a mim e a tantos outros os seus dons, que enriquecem cada dia a nossa Igreja.
Juliana; Cascavel - PR

O dom de cantar é uma dádiva maravilhosa dada por Deus, é o mesmo que acontece com o dom de tocar. Mas esses dons apenas realizam o seu fim se forem usados para um bem maior, para doar-se a um propósito, tal como o de fazer pessoas se alegrarem e cantar juntas a nosso Senhor Jesus Cristo. Eu uso o meu dom exatamente para isso, para levar “luzes onde existem trevas”, animo as liturgias nas missas de domingo e nos cultos aos sábados. Enfim, sempre que pego o violão para tocar, faço questão que as pessoas ouçam ao menos uma música cristã. Sou muitíssimo grato a Deus e a minha família, que me apoiou desde o início.
Alessandro; Fátima do Sul - MS
Gosto de colocar o meu dom de cantar à disposição da comunidade. Comecei a fazê-lo em 1997, quando recebi a minha primeira comunhão, ocasião em que descobri essa graça com que Deus me presenteou. A partir desse momento, todas as minhas canções são para Deus e para os meus irmãos. Cantar para os outros é uma forma de auxiliá-los a meditar e refletir, pois sei muito bem que a música chega até a alma.
Samuel; Durazno-Uruguay
Desde criança a música é algo importante na minha vida; sempre gostei de cantar. Lembro que quando pequeno ficava perto ou próximo do rádio escutando e cantando as músicas que eram apresentadas. Na minha juventude entrei no seminário de Vale Vêneto (seminário menor palotino), onde tive a oportunidade de aprender a tocar violão. Desde então, a música faz parte da minha vida. Tocar violão e cantar são coisas que me deixam muito feliz. Creio que a música é um dom e esse dom eu sempre busco colocar a serviço dos outros, na animação de celebrações, encontros e retiros. Além disso, ensino outros a cantar, o que é gratificante, pois sinto que estou retribuindo o que outros um dia me ensinaram.
Algir Facco da Silva; Santa Maria – RS
Artigo da Revista Rainha dos Apóstolos preparado pelo pe. Jadir Zaro SAC

domingo, 16 de novembro de 2008

Morte da Mãe - Kazimiera Sopicka

Em vida, a senhora Kasimiera Sopicki foi um verdadeiro exemplo de profunda vivência cristã, ao ponto de dizer a um de seus filhos a seguinte frase: “Filho, se queres ser padre, vá, mas seja um bom padre!” Um dos modos como esse filho, que é o Pe. João Sopicki, encontrou de colocar em prática esta exortação de sua mãe foi divulgar, com todas as forças, a Divina Misericórdia. Logo, o outro filho, o Pe. Cristóvão Sopicki sentiu também o chamado a se dedicar ao serviço de Deus. A Divina Providência assim o quis que justamente no dia da Mãe da Misericórdia a Srª Kazimiera Sopicki fosse chamada pelo Senhor. Apesar da dor que todos nós, da Região Mãe da Misericórdia sentimos, com esses dois nossos coirmãos, sabemos que é uma data especial e isso indica que a Misericórdia Infinita foi concedida a esta serva que entregou esses seus dois filhos para o serviço do Senhor.
Senhor, hoje a nossa região se encontra triste com a perda desta vossa serva e mãe dos nossos coirmãos, pedimos-Te, por intercessão da Mãe da Misericórdia, que a acolha em seu Reino, e que os confortem com o seu infinito amor. Dai, neste momento, alento e fortaleza de espírito a esses servos teus, é o que te pedimos nesta comunhão de oração.

sábado, 15 de novembro de 2008

festa da nossa Padroeira: Mae da Misericordia

Pax Cristi com Todos!!!
Apenas uma palavrinha,pois a ocassiao e muito especial: amanha (domingo) celebramos festa da nossa Padroeira: Mae da Misericordia. Com este nome saudamos Nossa Senhora confiando a Ela toda a nossa Regiao, todos os trabalhos da SAC e UAC, todos os padres, seminaristas e todo nosso querido povo de Deus,confiamos os nossos trabalhos apostolicos, formativos, espirituais, pedindo Sua Bencao e Intercessao, citando o nosso Fundador: Eis todas as minhas coisas. Eu as entrego nas maos da Mae da Misericordia, Maria Santissima!!!
Amanha (dia 16) as 11 horas junto com o Conselho Geral e todos os superiores celebraremos Missa presidida pelo Pe. Czulak e concelebrada por Pe. Jorge e por mim em comunhao com todos os membros da Regiao, em particular os reunidos para esta festa em Cachoeira de Macacu!!!
Um grande abraco para Todos
Pe. Joao Pedro SAC

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Encontro da SAC em Vale Vêneto!


PAX CRISTI COM TODOS!!!

ESCREVO DO VALE VENETO, LUGAR HISTORICO PARA TODA A REALIDADE DA SAC, POIS AQUI CHEGARAM OS PRIMEIROS PALOTINOS NO DIA 24 DE JULHO DE 1886!!! NESTES DIAS ESTA ACONTECENDO O IX CONGRESSO MUNDIAL, CONSULTIVO, DE TODOS OS SUPERIORES MAIORES DA SAC. DAI VEM UM CHAMADO E UM PEDIDO PARA TODOS OS CONFRADES: PEDIDO PELA ORACAO PARA ESTES DIAS 10-18 DE NOVEMBRO.
OUTROS PEDIDOS DE ORACAO SERIAM PELO ENCONTRO PREPARATORIO DO PRIMEIRO CONGRESSO SUL-AMERICANO EM MONTEVIDEO E A ASSEMBLEIA GERAL DA UAC EM ROMA QUE ELEGERA O NOVO CONSELHO GERAL DA UAC (DE 1-4 DE DEZEMBRO)
PE. JOAO PEDRO SAC-UAC