O dia festivo de aniversário do nosso Santo Fundador terminou com uma partida interessante de xadrez entre o Pe. José e o Pe. Stanislaw.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Aniversário de São Vicente Pallotti
No coração da Amazônia o aniversário de 214 anos do nascimento de São Vicente Pallotti foi celebrado com grande animo e entusiasmo. Já na parte da manhã na paroquia Nossa Senhora da Glória, Pe. Stanislaw Krajewski SAC convidou pessoas doentes da paroquia, para participarem da Santa Missa durante a qual, receberam o sacramento da unção dos enfermos. Depois da missa mais de cem pessoas participaram do café da manhã no salão paroquial. A celebração central do aniversário de nascimento do nosso Santo Fundador foi a noite durante a eucaristia presidida por Frei Edilson Rocha OFM e concelebrada pelo padre: Stanislaw e pela comunidade palotina de Novo Airão: Pe. José Maslanka SAC e Pe. Artur Karbowy SAC.
Na Eucaristia participaram várias pessoas leigas, membros da União do Apostolado Católico. Durante a homilia Pe. Stanisław destacou a obrigação de cada batizado em pregar o evangelho para cada pessoa. Para lembrar as obrigações da pessoa batizada todos foram convidados a serem testemunhas de batismo de duas adolescentes: Nayara e Maia. Elas participam do grupo Infância Palotina e nesse grupo prepararam-se para o próprio batismo.
Tendo o exemplo do nosso Pai Vicente querem elas anunciar o evangelho no lugar onde estudam e vivem. Claro que na celebração participaram mais de trinta adolescentes do grupo da Infância Palotina. Antes da benção final elas leram para todas as pessoas o “Apelo ao Povo” escrito pelo santo Vicente Palloti, convidando assim todos para evangelizar em seu ambiente.


Mesmo com tanta atividade, isso ainda não foi o último ponto da celebração de 214 anos de nascimento de São Vicente Pallotti. Depois da Missa no salão paroquial aconteceu a entrega do prêmio “Oscar Paroquial” para os melhores atores da Paixão de Cristo apresentado na Sexta- Feira Santa. Pe. Stanislaw entregou prêmio de São Vicente Pallotti para o mais novo e o mais velho ator. Bruno de seis anos recebeu uma imagem de anjo e Geraldo de 44 anos recebeu uma imagem do seu padroeiro.
Etykiety:
Manaus,
palotinos,
UAC,
União do Apostolado Católico,
Vicente Pallotti
quarta-feira, 22 de abril de 2009
PARÓQUIA SÃO BENEDITO E A FESTA DA MISERICÓRDIA EM ITAPERUNA-RJ
O Domingo da Festa da Misericórdia foi iniciado na Paróquia São Benedito na Santa Missa das 7h 30min com a introdução – em procissão solene - da imagem de Jesus Misericordioso, de mais ou menos 70cm de altura. A mesma foi esculpida em bronze pela escultora mexicana, Georgina.
A referida imagem foi benta e colocada em destaque no altar, exaltando assim a Misericórdia do Ressuscitado. Na Missa das 9h 30 min, as crianças da catequese, diante da citada imagem, louvaram Jesus Misericordioso com a reza do Terço da Misericórdia cantado.
Às 13h 30min, os fiéis, em carreata, dessa Paróquia e das demais paróquias em cada bairro da Cidade, saíram com o quadro de Jesus Misericordioso, ornamentado, atravessando toda a Cidade, entoando cânticos de alegria e louvor por essa importante Festa conclamada, ordenada e revelada por Jesus através da Santa Faustina. Festa essa realizada em exaltação a Sua Divina Misericórdia.
Ao chegarem, no local de concentração (Clube Itapuã), todos os fiéis participaram da abertura com louvor a Jesus Misericordioso e da palestra: Jesus, convosco tudo posso. Às 15h, os fiéis, pertencentes às seis paróquias da Cidade, piedosamente e em profunda devoção e confiança, rezam o Terço da Misericórdia, cantado solenemente. Após, há mais um momento de louvor em agradecimento a Jesus pela graça que Ele concede a todos que se dirigem com confiança à Sua Misericórdia.
Um grupo de paroquianos da Paróquia São Benedito, apresentou um teatro, contando parte da origem dessa Festa através de fatos da vida e dos registros do Diário da Santa Irmã Faustina. E, às 16h 30min, o ponto mais alto da Festa da Misericórdia: a Celebração da Santa Missa, concelebrada pelos 5 padres de 4 paróquias, das quais 3 são administradas por palotinos, seguida da Adoração do Santíssimo exposto.
A referida imagem foi benta e colocada em destaque no altar, exaltando assim a Misericórdia do Ressuscitado. Na Missa das 9h 30 min, as crianças da catequese, diante da citada imagem, louvaram Jesus Misericordioso com a reza do Terço da Misericórdia cantado.
Às 13h 30min, os fiéis, em carreata, dessa Paróquia e das demais paróquias em cada bairro da Cidade, saíram com o quadro de Jesus Misericordioso, ornamentado, atravessando toda a Cidade, entoando cânticos de alegria e louvor por essa importante Festa conclamada, ordenada e revelada por Jesus através da Santa Faustina. Festa essa realizada em exaltação a Sua Divina Misericórdia.
Ao chegarem, no local de concentração (Clube Itapuã), todos os fiéis participaram da abertura com louvor a Jesus Misericordioso e da palestra: Jesus, convosco tudo posso. Às 15h, os fiéis, pertencentes às seis paróquias da Cidade, piedosamente e em profunda devoção e confiança, rezam o Terço da Misericórdia, cantado solenemente. Após, há mais um momento de louvor em agradecimento a Jesus pela graça que Ele concede a todos que se dirigem com confiança à Sua Misericórdia.
Um grupo de paroquianos da Paróquia São Benedito, apresentou um teatro, contando parte da origem dessa Festa através de fatos da vida e dos registros do Diário da Santa Irmã Faustina. E, às 16h 30min, o ponto mais alto da Festa da Misericórdia: a Celebração da Santa Missa, concelebrada pelos 5 padres de 4 paróquias, das quais 3 são administradas por palotinos, seguida da Adoração do Santíssimo exposto.Esta festa é um momento divino e de muitas graças. Tanto os fiéis quanto os sacerdotes ao celebrarem-na, com júbilos, cumprem o pedido e desejo de Jesus quanto à devoção e divulgação da mesma, distribuindo assim aos nossos corações as graças do Coração Misericordioso de Jesus.
Toda a organização da mesma foi realizada pela Paróquia São Benedito em conjunto com as demais paróquias e havia, aproximadamente, 1500 fiéis.
Desejamos que cheguem ao maior número de pessoas as graças de Jesus Misericordioso concedidas neste dia.
Paróquia São Benedito.
Por Mª Mercedes
Toda a organização da mesma foi realizada pela Paróquia São Benedito em conjunto com as demais paróquias e havia, aproximadamente, 1500 fiéis.
Desejamos que cheguem ao maior número de pessoas as graças de Jesus Misericordioso concedidas neste dia.
Paróquia São Benedito.
Por Mª Mercedes
sexta-feira, 17 de abril de 2009
DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA
Com o decreto do Santo Padre João Paulo II no ano 2000, a Igreja só veio a explicitar algo que já existia, ou seja, que este Domingo fosse um dia de especial louvor deste que é o maior atributo de Deus: a Sua Divina Misericórdia. Quando Jesus ordenou a santa Faustina que lutasse pela implantação da Festa da Misericórdia na Igreja, ela respondeu: “Estou muito admirada por me mandares falar da Festa da Divina Misericórdia, visto que esta festividade - dizem-me- já existe. Então por que devo falar dela?” Respondeu-me Jesus: - “E quem é que de entre os homens sabe algo dela? Ninguém! E até aqueles que devem divulgar e ensinar as pessoas a respeito desta Misericórdia, eles próprios, muitas vezes não o sabem. Por isso, desejo que essa Imagem seja solenemente benzida no primeiro Domingo depois da Páscoa e que receba pública veneração, para que todas as almas o possam vir a saber.” (Diário 341) Este quadro de Jesus Misericordioso é como que uma expressão plástica das leituras que a liturgia traz neste dia. Na segunda leitura vem dito: “E este é o poder vitorioso que venceu o mundo: a nossa fé. E quem é que vence o mundo senão aquele que crê que Jesus é Filho de Deus? (1Jo 5,4-5) Esta vitória acontece pois Jesus nos dá duas “coisas” que a lei não dava: A Lei, inclusive os dez mandamentos, nos dão o conhecimento do pecado, que já é uma grande coisa; Mas não dá o que realmente precisamos, que é o perdão dos pecados já cometidos e a força para cumprir os mandamentos de Deus. É isto, precisamente, o que Jesus nos vem dar. Por um lado, o perdão, simbolizado nos raios brancos da imagem de Jesus Misericordioso, símbolo do Baptismo e da Confissão que são os sacramentos que purificam as almas; por outro, a força de cumprir os mandamentos de Deus, de modo especial o da caridade, que nos vem da Eucaristia, simbolizada nos raios vermelhos. Cumpre-se assim o que segue a essa passagem: “Este, Jesus Cristo, é aquele que veio com água e com sangue; e não só com a água, mas com a água e com o sangue. E é o Espírito quem dá testemunho, porque o Espírito é a verdade “(1 Jo 5,6) Com a água, nos dá o perdão, com o sangue (Eucaristia), nos dá a força para cumprir os seus mandamentos.
São Vicente Pallotti escreveu certa vez: “Eterno Pai, em união com todas as criaturas, especialmente com Jesus e Maria Santíssima, eu quisera ter-vos oferecido e oferecer-vos, por toda a eternidade e em cada momento, o Sangue Preciosíssimo do próprio Jesus Cristo, e os méritos de Maria Santíssima e de toda a corte celeste, em agradecimento como se já me tivésseis concedido todas as graças, como se já me tivésseis tornado impecável, e como se já me tivésseis dado o paraíso, sem ir ao purgatório. (OO CC XI) Poderíamos pensar: -“Ir para o céu, sim, tenho firme esperança, mas sem passar pelo purgatório talvez exceda a ambição espiritual da maioria dos fiéis.” Mas recobremos ânimo. Justamente para dar-nos novo alento, Nosso Senhor quis para a Igreja a Festa da Divina Misericórdia e disse sobre este tempo de graça: “Derramo todo um mar de graças sobre aquelas almas que se aproximarem da fonte da Minha Misericórdia. A alma que for à Confissão e receber a Sagr. Comunhão obterá remissão total das culpas e das penas... A humanidade não terá paz enquanto não se voltar para a Fonte da Minha Misericórdia.” (Diário 699) Em Junho de 2002 o Papa João Paulo II regulamentou, para toda a Igreja esse desejo expresso de Nosso Senhor: “Concede-se a Indulgência plenária nas habituais condições (Confissão sacramental, Comunhão eucarística e orações segundo a intenção do Sumo Pontífice) ao fiel que no segundo Domingo de Páscoa, ou seja, da "Misericórdia Divina", em qualquer igreja ou oratório, com o espírito desapegado completamente da afeição a qualquer pecado, também venial, participe nas práticas de piedade em honra da Divina Misericórdia, ou pelo menos recite, na presença do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no Tabernáculo, o Pai-Nosso e o Credo, juntamente com uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso (por ex., "Ó Jesus Misericordioso, confio em Ti").” (Cf. www.vatican.va) Só podemos dizer como no Salmo de hoje: “Dai graças ao Senhor porque Ele é bom, porque é eterna a sua Misericórdia.” (Sl 117)
Para as Células de Evangelização.
Na primeira leitura com o relato da partilha de bens que existia no início da Igreja, vemos que a Misericórdia é uma via de mão dupla. Recebemos de Deus e precisamos retribuí-la a quem necessita. Quais as realidades de Igreja, nos dias de hoje, em que mais viste este espírito de partilha concreta? Onde ainda precisa crescer?
Pe. Marcelo
domingo, 12 de abril de 2009
Eis o dia da nossa salvação!
O mundo vivia nas trevas, mas foi atingido por uma grande Luz. Esta Luz já fora percebida e anunciada pelos pastores e despercebida e ignorada por Herodes, pois, as trevas eram sua companheira de estrada.
Aquela mesma Luz que brilhou em Belém e que fora anunciada pelos anjos aos pastores, agora ressurge de maneira gloriosa, saindo do sepulcro vazio. Deus desceu aos infernos, à mansão dos mortos, para evangelizar os patriarcas e profetas e a todos aqueles que esperaram ansiosos pelo Messias. Agora foram despertados do eterno sono para contemplarem a sua face e viver na sua glória.
“O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: ‘O meu Senhor está no meio de nós’. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará'”.
“Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tomei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: 'Saí!'; e aos que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’”
“Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa”. (Homilia do grande sábado santo – Lit. Horas II, p. 439).
Bendito seja o Senhor, que se compadeceu de seu povo e lhe deu uma nova vida.
FELIZ PÁSCOA!

Aquela mesma Luz que brilhou em Belém e que fora anunciada pelos anjos aos pastores, agora ressurge de maneira gloriosa, saindo do sepulcro vazio. Deus desceu aos infernos, à mansão dos mortos, para evangelizar os patriarcas e profetas e a todos aqueles que esperaram ansiosos pelo Messias. Agora foram despertados do eterno sono para contemplarem a sua face e viver na sua glória.
“O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: ‘O meu Senhor está no meio de nós’. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará'”.
“Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tomei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: 'Saí!'; e aos que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’”
“Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa”. (Homilia do grande sábado santo – Lit. Horas II, p. 439).
Bendito seja o Senhor, que se compadeceu de seu povo e lhe deu uma nova vida.
FELIZ PÁSCOA!
sexta-feira, 3 de abril de 2009
O “LIVRO” DA PAIXÃO DE CRISTO
Chegamos finalmente ao domingo de Ramos e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Além disso este Domingo é o Dia Mundial da Juventude. Ao contrário do que alguns pensam, a juventude não é o tempo de se viver com ligeireza. Com alegria sim, e muita; mas não com superficialidade. É o tempo onde se tomam decisões das quais dependerão todo o encaminhamento da vida adulta. A Palavra de Deus nos afirma: “Ele dirige os passos dos seus santos, mas os ímpios perecerão nas trevas; porque homem algum vencerá pela sua própria força.” (1 Sm 2,9) E ainda: “Mostra-me, Senhor, os teus caminhos e ensina-me as tuas veredas. Dirige-me na tua verdade e ensina-me, porque Tu és o Deus meu salvador. Em ti confio sempre.” (Sl 25,4-5) Imaginemos um escuteiro perdido numa floresta numa noite escura. O problema não é que ele não tenha nenhum caminho. O problema é que ele tem muitos caminhos, mas não sabe “O Caminho”. Pode ficar a noite inteira a andar sem chegar a lugar nenhum. Aqui vem a promessa do Senhor: “Ele dirige os passos dos seus santos, mas os ímpios perecerão nas trevas; porque homem algum vencerá pela sua própria força.” (1 Sm 2,9) O Jovem Nosso Senhor Jesus Cristo viveu plenamente este caminho de discipulado, deixando-se guiar pelas mãos providentes e amorosas do Pai: “Cada manhã desperta os meus ouvidos, para que eu aprenda como os discípulos. O Senhor Deus abriu-me os ouvidos, e eu não resisti, nem recusei.” (Is 50,4-5) O deixar-se guiar por Deus nos caminhos da vida, não isentou Jesus dos sofrimentos, e não isenta os seus discípulos. Porém, garante que a nossa vida será um caminho com sentido e que, guiada por Deus, mesmo se humilde e escondida aos olhos do mundo, produzirá um fruto que permaneça. (Cf. Jo 15) Neste sentido, o mistério da Cruz e Ressurreição do Senhor é caminho de discipulado de toda vocação cristã, e por isso, devemos pensar nela com muita frequência, de modo especial nesta semana, mas também no resto do ano.
O “livro” da Paixão do Senhor é aquele que tanto as pessoas iletradas como os grandes teólogos encontram a ciência do Amor de Deus. Sobre isso escreveu Santo Afonso de Ligório: “…O mesmo deve ser dito daqueles católicos que crêem, como fazem eles na Paixão de Cristo, mas não pensam nela. Oh, se todos os homens pensassem no amor que Jesus Cristo nos demonstrou na Sua morte, quem seria capaz de não amá-lo? Foi com esse objectivo, diz o Apóstolo Paulo, que nosso amado Redentor morreu por nós, para que, pelo amor que nos demonstrou na sua morte, Ele pudesse tornar-se o possuidor dos nossos corações… Portanto, quer vivamos ou morramos, é apenas porque pertencemos inteiramente a Jesus que nos salvou por um preço tão alto.”
Portanto, não devemos apenas crer que Jesus morreu por nós, mas pensar muito frequentemente na sua Paixão. Nosso senhor Jesus Cristo chegou a afirmar a Santa Faustina que: “Uma hora de reflexão sobre a Minha dolorosa Paixão tem maior mérito do que um ano inteiro de flagelação até o sangue; a reflexão sobre as minhas dolorosas Chagas é muito proveitosa para ti, e a Mim causam-me grande alegria.”
Abrindo o “Livro” da Paixão do Senhor nesta Semana Santa, devemos lê-lo não de forma geral, como se nós nos perdêssemos no mar de bilhões de seres humanos por quem Cristo sofreu. São Vicente Pallotti depois de celebrar a Santa Missa e estar a fazer a acção de graças após a Comunhão, teve esta mesma luz da parte do Senhor: Que a obra da redenção não foi feita para toda a humanidade em geral, mas por cada pessoa singularmente. Assim se confirma a frase de São Paulo que queremos fazer nossa: “E a vida que agora tenho na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus que me amou e a si mesmo se entregou por mim." (Gálatas 2,20) Cristo não quer nos prender com correntes, como quem anula a nossa liberdade, mas com laços; sim laços de amor que devemos, por nossa livre vontade, querer que sejam cada vez mais fortes.
Oremos: Sim, Senhor, queremos meditar na sua Paixão. Quero dizer com a voz e a vida: “Cristo amou-me e se entregou por mim.”
Para os grupos de partilha das células:Que lição já tiraste para tua vida de alguma parte da paixão do Senhor?
Pe. Marcelo
O “livro” da Paixão do Senhor é aquele que tanto as pessoas iletradas como os grandes teólogos encontram a ciência do Amor de Deus. Sobre isso escreveu Santo Afonso de Ligório: “…O mesmo deve ser dito daqueles católicos que crêem, como fazem eles na Paixão de Cristo, mas não pensam nela. Oh, se todos os homens pensassem no amor que Jesus Cristo nos demonstrou na Sua morte, quem seria capaz de não amá-lo? Foi com esse objectivo, diz o Apóstolo Paulo, que nosso amado Redentor morreu por nós, para que, pelo amor que nos demonstrou na sua morte, Ele pudesse tornar-se o possuidor dos nossos corações… Portanto, quer vivamos ou morramos, é apenas porque pertencemos inteiramente a Jesus que nos salvou por um preço tão alto.”
Portanto, não devemos apenas crer que Jesus morreu por nós, mas pensar muito frequentemente na sua Paixão. Nosso senhor Jesus Cristo chegou a afirmar a Santa Faustina que: “Uma hora de reflexão sobre a Minha dolorosa Paixão tem maior mérito do que um ano inteiro de flagelação até o sangue; a reflexão sobre as minhas dolorosas Chagas é muito proveitosa para ti, e a Mim causam-me grande alegria.”
Abrindo o “Livro” da Paixão do Senhor nesta Semana Santa, devemos lê-lo não de forma geral, como se nós nos perdêssemos no mar de bilhões de seres humanos por quem Cristo sofreu. São Vicente Pallotti depois de celebrar a Santa Missa e estar a fazer a acção de graças após a Comunhão, teve esta mesma luz da parte do Senhor: Que a obra da redenção não foi feita para toda a humanidade em geral, mas por cada pessoa singularmente. Assim se confirma a frase de São Paulo que queremos fazer nossa: “E a vida que agora tenho na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus que me amou e a si mesmo se entregou por mim." (Gálatas 2,20) Cristo não quer nos prender com correntes, como quem anula a nossa liberdade, mas com laços; sim laços de amor que devemos, por nossa livre vontade, querer que sejam cada vez mais fortes.
Oremos: Sim, Senhor, queremos meditar na sua Paixão. Quero dizer com a voz e a vida: “Cristo amou-me e se entregou por mim.”
Para os grupos de partilha das células:Que lição já tiraste para tua vida de alguma parte da paixão do Senhor?
Pe. Marcelo
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Retiro da UAC- Itaipu
No próximo dia 21 de Abril, dia do aniversário de São Vicente Pallotti, nós palotinos vamos nos reunir para o X Encontro Regional da UAC. Neste encontro teremos a renovação do Ato de empenho dos membros admitidos e as novas admissões. Tendo em vista este encontro, nós Membros da Uac da Paróquia de São Sebastião participamos de um retiro, dirigido pelo nosso vigário paroquial Pe. Akácio.
Nos dias 28 e 29 de março, na casa da comunidade Santos Anjos, todos os membros da UAC- Itaipu e alguns convidados participaram do retiro. Teve inicio com a Santa Missa, na capela N.S. Rainha dos Anjos. Seguido da missa, dirigimo-nos para a casa da comunidade Santos Anjos, onde tomamos um delicioso café partilhado. Ainda pela manhã tivemos a primeira pregação, onde o Pe. Akacio falou sobre a missão de cada batizado, dividindo assim o nosso retiro em 3 partes. A Primeira parte pregando sobre o Múnus Profético, a segunda sobre o Múnus Real e o terceiro sobre o Múnus Sacerdotal. Então na primeira parte, no sábado de manhã, tratando do Múnus profético, mostrou -nos a importância de sermos sinal, através dos nossos atos, da nossa própria vida. Sendo profetas precisamos deixar que Deus fale através de nós. E se somos chamados a ser profetas, temos que anunciar a verdade, a verdade revelada por Deus, e não o que pensamos ou que achamos. Precisamos seguir as escrituras a doutrina e os ensinamentos da igreja.
Depois desta primeira pregação, tivemos o almoço e um tempo de descanso, que foi também um tempo proveitoso para a partilha com todos. Á tarde entramos na segunda parte da pregação sobre o múnus Real. Neste ficou claro a importância que damos aos dons do Espírito Santo e as Virtudes Cardeais. Que nos ajudam a viver segundo a vontade de Deus, mostrando os meios de chegar a santidade, a fidelidade para com Deus. Depois da pregação, tivemos um momento de deserto e reflexão sobre os dois temas do dia. Após este momento de reflexão tivemos o lanche e ai voltamos e começamos a partilha, onde cada membro expressou seus sentimentos e pode falar sobre os temas do dia.
Terminada a partilha rezamos o terço da Divina Misericórdia que fechou o primeiro dia do retiro.
No Domingo pela manhã, após o café, Juliana Montesso começou a pregação, sobre o dia 21, falando e explicando um pouco mais sobre o ato de empenho, e organizando nossa festa deste dia. Depois teve inicio a Adoração ao Santíssimo Sacramento. Foi um momento de grande interiorização, onde adorando Jesus, recebemos muitas graças e bençãos, cantamos louvamos á Deus e partilhamos nossos sentimentos e emoções diante do Santíssimo e rezamos o terço da Misericórdia.
Depois da adoração almoçamos e tivemos um período de descanso. Seguindo a programação Pe. Akácio deu inicio a terceira e última pregação, sobre o Múnus Sacerdotal. Onde percebemos a importância do sacrifício, da doação, do serviço ao próximo e do serviço a Deus. Terminada a pregação rezamos e agradecemos á Deus por estes momentos de partilha e por todos os ensinamentos que tivemos, e seguindo todos foram participar da Santa Missa na Capela da Sagrada Família.
Particularmente este retiro foi maravilhoso e de grande aprofundamento, aprendizagem e reciclagem. Que renovou a nossa fé e reacendeu em nós o amor, a caridade e a vontade de servir fielmente a Deus.
Depois desta primeira pregação, tivemos o almoço e um tempo de descanso, que foi também um tempo proveitoso para a partilha com todos. Á tarde entramos na segunda parte da pregação sobre o múnus Real. Neste ficou claro a importância que damos aos dons do Espírito Santo e as Virtudes Cardeais. Que nos ajudam a viver segundo a vontade de Deus, mostrando os meios de chegar a santidade, a fidelidade para com Deus. Depois da pregação, tivemos um momento de deserto e reflexão sobre os dois temas do dia. Após este momento de reflexão tivemos o lanche e ai voltamos e começamos a partilha, onde cada membro expressou seus sentimentos e pode falar sobre os temas do dia.
Terminada a partilha rezamos o terço da Divina Misericórdia que fechou o primeiro dia do retiro.
No Domingo pela manhã, após o café, Juliana Montesso começou a pregação, sobre o dia 21, falando e explicando um pouco mais sobre o ato de empenho, e organizando nossa festa deste dia. Depois teve inicio a Adoração ao Santíssimo Sacramento. Foi um momento de grande interiorização, onde adorando Jesus, recebemos muitas graças e bençãos, cantamos louvamos á Deus e partilhamos nossos sentimentos e emoções diante do Santíssimo e rezamos o terço da Misericórdia.
Depois da adoração almoçamos e tivemos um período de descanso. Seguindo a programação Pe. Akácio deu inicio a terceira e última pregação, sobre o Múnus Sacerdotal. Onde percebemos a importância do sacrifício, da doação, do serviço ao próximo e do serviço a Deus. Terminada a pregação rezamos e agradecemos á Deus por estes momentos de partilha e por todos os ensinamentos que tivemos, e seguindo todos foram participar da Santa Missa na Capela da Sagrada Família.
Camille do Espírito Santo Santos
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