sábado, 10 de janeiro de 2015

São Vicente Pallotti prevê o dia da sua morte


No dia 11 de janeiro de 1850, isto é, onze dias antes da morte de Pallotti, durante a celebração do Oitavário da Epifania, Elisabetta Sanna foi confessar-se com o Pe. Vicente Pallotti, na Igreja de Santo Andrea della Vale.
Após a confissão, Pallotti disse-lhe: “Peçamos ao Senhor a graça de prepararmo-nos para uma santa morte”. Elisabetta, no início, pensou que estava falando para ela e, por várias vezes, nos dois dias seguintes, indagou-o sobre o que havia dito, mas ele não comentou mais nada. Quando, porém, no dia 16 de janeiro, Pe. Francisco Vaccari disse-lhe que Pe. Vicente, após celebrar a missa, ficou acamado, ela exclamou: “Pe. Vicente não levantará mais, pois morrerá”. Ela insistiu: “Não há mais nada o que fazer; ele mesmo me disse isso”.
Pallotti, após ter recebido a graça de prever sua morte tão próxima, não pediu orações para os outros, mas para Sanna. Ele a via como uma senhora santa e, em um momento tão importante como esse, confiava em suas orações. Quando, pois, os seus confrades pensavam que a situação da sua saúde parecia melhorar, ele disse ao Pe. Vaccari: “Diga a Elisabetta, oração e Vontade de Deus; espero deixar logo este leito”. Elisabetta, comentando estas palavras, disse: “Pe. Vicente deixa o leito, porque os mortos não o levam consigo”. E, logo após a morte do Santo, acrescentou: “Pe. Vicente está no Paraíso”.
São Vicente e a Venerável Elisabetta Sanna entendiam-se bem e ajudavam-se reciprocamente com orações, conselhos e mortificações. A vida deles, o testemunho deles e a colaboração entre eles são sempre atuais. O comportamento deles confirma as verdades que sublinhava o Servo de Deus João Paulo II: “Os santos vivem com os santos; os santos não passam para sempre; os santos encorajam-nos continuamente para vivermos a santidade e, bradam, para que a santidade seja vivida.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Dia de inspiração


Na sexta-feira, dia 09 de janeiro de 1835, São Vicente Pallotti recebeu inspiração que deu origem a União do Apostolado Católico e da Sociedade do Apostolado Católico.
Neste dia após a celebração da Santa Missa na capela Regina Coeli no mosteiro das Irmãs Carmelitas Descalças em Roma na Via della Lungara em Trastevere - o mosteiro já não existe, em seu lugar está a prisão central de Roma Carceri Giudiziarie conhecido como Regina Coeli – Pallotti escreveu:
“Deus meu, Vós, na vossa infinita misericórdia, me concedeis, de modo especial, promover, instituir, propagar, levar a bom termo, tornar duradoura, pelo menos como viva aspiração, no vosso SS. Coração:
1.      Uma pia instituição de apostolado universal entre todos os católicos, para propagar a fé e a religião de Jesus Cristo entre todos os infiéis e não católicos;
2.      Outro apostolado oculto, para reavivar, conservar e aumentar a fé entre os católicos;
3.      Uma instituição de caridade universal, para exercício de todas as obras de misericórdia espiritual e corporal, afim de que da maneira possível vós (Deus) sejais conhecido no homem, já que sois caridade infinito”.

IV Assembleia Geral da União do Apostolado Católico


Carta escrita pelo Secretário Geral da UAC sobre IV Assembleia Geral que vai decorrer de 9 a 13 de Janeiro em Roma. O Brasil será representado pelo Dario Ivatiuk Júnior e Portugal pelo Padre Artur Karbowy SAC o Vice-presidente do Conselho Nacional da UAC em Portugal. Oferecemos as nossas orações pela Assembleia!
Saudações a todos. A Assembleia Geral da UAC, é a mais alta do corpo decisório da UAC, vai começar na manhã de sábado, 10 de janeiro ate a noite desta terça-feira, 13 de janeiro de 2015. A Assembleia vai considerar as questões relevantes para a vida e o apostolado da União em todo o mundo, vai escolher os 10 membros eleitos do novo Conselho de Coordenação Geral e vai decidir sobre as políticas a serem implementadas nos próximos três anos. Por favor, lembre-se em suas orações deste evento importante na vida da União muito especialmente nestes dias, que pode ser uma experiência real do Cenáculo da plenitude da vida, luz e amor do Espírito Santo, que vai trazer bons resultados para a vida e o apostolado de toda a União no seu serviço ao Reino de Deus na Igreja e no mundo.
Desejo-lhe toda sorte de bênção neste tempo santo da Oitava da Epifania e para o ano de 2015.
Pe. Rory Hanly SAC

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Epifania de São Vicente Pallotti


O Oitavário da Epifania foi criado por São Vicente Pallotti, com o intuito de que, assim como os Reis Magos que saíram do Oriente para contemplar e adorar o Menino Jesus, a fé católica pudesse chegar aos povos pagãos e também àqueles que se viam afastados da Igreja, fazendo com que todos os povos fossem chamados de volta à unidade cristã.
A Epifania é a festa da vocação dos povos ao cristianismo e à salvação.
O Oitavário da Epifania, idealizado por São Vicente Pallotti por volta de 1840, foi inspirado no vasto estilo de ritos litúrgicos e nacionalidades existentes em Roma e tinha por objetivo fazer com que cada uma delas compreendesse e revelasse como se manifesta o encontro dos Reis Magos com o Deus Menino.
São Vicente queria antes de tudo salvar almas e tudo fazia para atrair os homens para Deus, não media esforços para atrair não apenas os cristãos fiéis, mas também os indiferentes e curiosos. O templo era iluminado e enfeitado ao máximo. Um maravilhoso presépio em tamanho natural mostrava a infinita misericórdia de Deus profundamente sensível na Encarnação e Nascimento do Salvador.
Era um convite fortíssimo para, à imitação dos pastores e dos magos, irem todos reconhecer e adorar o Verbo de Deus feito carne e salvação. No final do Oitavário, era apresentado para o beijo amoroso de todos, a bela imagem de Jesus Menino conservada ainda hoje na igreja palotina de São Salvador in Onda.
Em primeiro lugar, a Oitava era uma festa das liturgias. Em cada manhã, celebravam-se missas solenes, nos diversos ritos da Igreja católica. Não só nos diversos ritos da Igreja latina, mas também nos chamados orientais. Durante ao Oitavário, havia pregações especiais nos principais idiomas europeus: francês, inglês, alemão. Espanhol, polonês.
Pela tarde, a Oitava assumia o caráter de uma grande missão popular, com sermões em italiano, pronunciados pelos mais célebres oradores sacros da Itália. Concluíam-se os ofícios, todas as tardes, com uma grande procissão e bênção do Santíssimo Sacramento. Era presidida por um cardeal, ajudado pelos alunos dos grandes colégios e seminários de Roma, cada um no seu turno.
As cerimônias dos ritos orientais atraíam a muitos turistas. Mas Vicente Pallotti não queira preparar um espetáculo para deleitar os curiosos. A sua intenção era unir na oração litúrgica todos os fiéis, para demonstrar, em forma de drama, a unidade do catolicismo, no conjunto das suas curiosidades históricas. São as formas vivas em que os diversos povos cristãos adoram o Deus universal. Os sermões nas diversas línguas eram muito mais que uma homenagem às culturas encerradas nesses idiomas.
Vicente Pallotti queria que os estrangeiros, os turistas e os peregrinos tivessem a possibilidade de escutar, cada um em sua língua, a mensagem evangélica de todos os tempos, durante sua estadia na cidade universal. A missão popular pregada ao povo de Roma refletia o seu intenso espírito missionário que exigia que a conversão dos corações fosse precedida pela apresentação das verdades da fé. E as grandes procissões cardinalícias manifestavam a glória e a dignidade que deve sempre cercar o culto público que os fiéis tributavam à divindade.
O oitavário insistia no tema da renovação da fé e da caridade como fatores imprescindíveis para o progresso da religião entre os homens. A fé é comunicada e aprofundada nos corações humanos pela comunicação da Palavra. A caridade cresce, quando a mola da vontade é movida pela graça aceite pelos que escutam, de boa vontade, a eterna mensagem divina. Essa é a mensagem que os célebres pregadores, por mais de um século, proclamaram desde o púlpito do grande templo de Santo André della Valle, onde se desenrolavam as cerimônias do Oitavário. Finalmente, o oitavário ilustrava a cooperação entre o clero, pois os prelados, o clero secular, as ordens religiosas, os seminaristas e membros dos colégios eclesiásticos se uniam para simbolizar não só na teoria mas na realidade concreta, a unidade de ação que devia existir na Igreja de Deus entre todas as ordens do clero.
O Oitavário foi celebrado, pela primeira vez, no ano de 1836, e desde então, só foi omitido em duas ocasiões: uma por causa da revolução romana de 1848 e outra por causa da inundação de Roma em 1871.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Luz da Paz de Belém em Odivelas


Há mais de dois mil anos, nasceu em Belém uma Luz que encheu de esperança toda a Humanidade. Hoje o mundo vive entre conflitos, guerras e egoísmos que nos fazem esquecer a mensagem de paz e amor que Jesus nos deixou.

A iniciativa da Luz da Paz de Belém, surgiu como um programa de beneficência com o nome Luz na Escuridão, dedicado a apoiar crianças necessitadas na Áustria. Desde então, todos os anos, uma criança oriunda do norte da Áustria recolhe a Luz na gruta da Natividade em Belém, onde Jesus nasceu, e leva-a para a Áustria onde esta é partilhada numa grande cerimónia ecuménica realizada em Viena. Delegações escutistas e de Guias de toda a Europa participam na celebração de Viena para levar a Luz aos seus respectivos países, como uma mensagem de Paz.


Nas suas terras, as Guias e os Escuteiros têm partilhado a Luz e levam a Luz a outras igrejas, casas particulares, hospitais, residências de idosos, prisões, lugares públicos e de importância cultural e política ou a qualquer lugar onde seja apreciado o seu significado. Neste domingo, dia 4 de janeiro, na igreja Matriz da paróquia de Santíssimo Nome de Jesus em Odivelas aconteceu a cerimónia de apresentação e partilha da Luz da Paz de Belém.


Os escuteiros de agrupamento 69 junto com seu chefe Pe. José Zavorski SAC partilharam com paroquianos de Odivelas a Luz da Paz de Belém, pois ela é-nos confiada não para ser conservada mas sim para ser dada aos outros, para que essa “Luz” alcance o maior número de pessoas.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Festa de Santíssimo Nome de Jesus


Dia 3 de Janeiro comemoramos o dia do Padroeiro da paróquia em Odivelas: Santíssimo Nome de Jesus.


A Santa Missa Solene foi celebrada às 18h30 na Matriz presidida pelo Cónego Álvaro Bizarro, ecónomo do Patriarcado de Lisboa e Pe. João Francisco Pietrus.


Durante a Missa foi a bênção do novo estandarte da paróquia.