Via Sacra pelas ruas de Odivelas
quinta-feira, 22 de março de 2012
A Missão Vicarial
Hoje, dia 22 iniciamos mais um evento na paróquia do Santíssimo Nome de Jesus de Odivelas – A Missão Vicarial!
A Missão Vicarial é um evento de cariz religioso, contudo tem uma forte componente social...queremos que a Igreja saia à rua e se dê a conhecer. Da nossa vigararia (Odivelas-Loures) fazem parte 14 paróquias, que estarão unidas a nós participando em todos os eventos.
Pelo facto deste ano celebrarmos o jubileu de 50 anos da canonização de S. Vicente Pallotti, escolhemos um tema bem Palotino: “A Caridade impele-nos a Agir”.
O programa é muito vasto e rico,pelo que durante 4 dias poderemos aproveitar para crescermos um pouco mais como Cristãos.
Gostaria de realçar alguns apontamentos do programa.
- Quinta-feira – 21 H – Via Sacra pelas ruas da cidade
- Sexta-feira – 21 H – Conferência do Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa
- Sábado – 10:00 H – Carrinhas da Caridade percorrem a cidade para recolher alimentos
- Sábado – 10:00 H – Caminhada Mariana de convergência de todos os núcleos para a Igreja da Divina Misericórdia - Patameiras
- Sábado – 15H –Fórum Inter religioso que contará com a presença de 6 confissões religiosas
- Sábado – 15 H – Festa da Catequese
- Sábado – 21 H –Café Concerto – cujo tema é a caridade (entrada = 1 bem alimentar)
- Domingo – 10:30 H –Cortejo Real pelas ruas da cidade (em memória dos 750 anos do nascimento do Rei D. Dinis)
- Domingo – 14:00 H –Tarde Musical com apresentação de vários ranchos Folclóricos e instrumentais da nossa cidade
- Domingo – 17:30H –Celebração Eucarística de Encerramento presidida por D. Nuno Brás – Bispo auxiliar de Lisboa
S. Vicente Pallotti intercedei por nós para que caminhemos sempre na direção do amado Pai!
A Missão Vicarial é um evento de cariz religioso, contudo tem uma forte componente social...queremos que a Igreja saia à rua e se dê a conhecer. Da nossa vigararia (Odivelas-Loures) fazem parte 14 paróquias, que estarão unidas a nós participando em todos os eventos.
Pelo facto deste ano celebrarmos o jubileu de 50 anos da canonização de S. Vicente Pallotti, escolhemos um tema bem Palotino: “A Caridade impele-nos a Agir”.
O programa é muito vasto e rico,pelo que durante 4 dias poderemos aproveitar para crescermos um pouco mais como Cristãos.
Gostaria de realçar alguns apontamentos do programa.
- Quinta-feira – 21 H – Via Sacra pelas ruas da cidade
- Sexta-feira – 21 H – Conferência do Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa
- Sábado – 10:00 H – Carrinhas da Caridade percorrem a cidade para recolher alimentos
- Sábado – 10:00 H – Caminhada Mariana de convergência de todos os núcleos para a Igreja da Divina Misericórdia - Patameiras
- Sábado – 15H –Fórum Inter religioso que contará com a presença de 6 confissões religiosas
- Sábado – 15 H – Festa da Catequese
- Sábado – 21 H –Café Concerto – cujo tema é a caridade (entrada = 1 bem alimentar)
- Domingo – 10:30 H –Cortejo Real pelas ruas da cidade (em memória dos 750 anos do nascimento do Rei D. Dinis)
- Domingo – 14:00 H –Tarde Musical com apresentação de vários ranchos Folclóricos e instrumentais da nossa cidade
- Domingo – 17:30H –Celebração Eucarística de Encerramento presidida por D. Nuno Brás – Bispo auxiliar de Lisboa
S. Vicente Pallotti intercedei por nós para que caminhemos sempre na direção do amado Pai!
Raquel Xavier
quarta-feira, 21 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Oração a São José por São Vicente Pallotti
Ó puríssimo e sempre virgem Patriarca São José, tu, homem todo de Deus, tu, depois da Imaculada Mãe de Deus, de tal forma privilegiado, que, dentre os filhos de Adão, de ti somente se pode dizer que o mesmo Deus é teu e tão somente teu, que foi tido e julgado como sendo seu filho.
A ti, o Eterno Pai entregou sua obedientíssima filha. O Filho, que se fez homem para redimir o gênero humano, confiou-te a sua verdadeira mãe, O Espírito Santo deu-te e confiou-te a sua puríssima e fidelíssima esposa. Numa Palavra, toda a santíssima Trindade deu-te, como verdadeira e legítima consorte, e a sua eleita, única e escolhida como o sol.
Ah, tu sim, meu querido Santo, tu que agora és bem-aventurado nos esplendores da glória, compreendes qual seja tua dignidade, a tua excelência. Tu é que entendes que coisa seja mesmo ter por esposa Maria imaculada, Mãe de Deus, Senhora do céu e da terra, Rainha de todos os Anjos e de todos os Santos.
Tu é que entendes o que seja seres tu o depositário fiel dos tesouros infinitos do próprio Deus.
Tu que sabes que, se não és alvo da inveja dos Anjos, que isto repugnaria ao estado de beatitude deles, contudo quedam-se eles assombrados e estáticos, a jubilar intimamente, a venerar-te pela plenitude dos singulares privilégios, virtudes, dons, graças, e glória de quem foste enriquecido.
Digna-te, pois, de receber as afetuosas expressões de prazer por tão grande felicidade da parte de todo o gênero humano, que por nada confia em ti, desde que te reconhece, por falar assim, como generoso dispensador das divinas misericórdias, senhor e esposo daquela de quem só Deus é maior. E, assim, por toda a eternidade, dás contigo rico e especialmente bem-aventurado entre todos os homens e entre os próprios Anjos. Assim que podes alcançar todas as graças, dons e misericórdias em bem de todos e também em proveito dos maiores pecadores.
E por isso que tu diante do trono do divino benfeitor contemplas, humilde, a tua dívida, por tantos dons que recebeste, assim desejas ardentemente que juntamente contigo todas as criaturas, por toda a eternidade, da tua parte, agradeçam ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.
Eis, pois, que nós todos, juntamente contigo, e em união com toda corte celeste e com todas as outras criaturas e com os mesmos Corações santíssimos de Jesus e de Maria, entendemos ter oferecido e oferecer à Santíssima Trindade, desde toda a eternidade e por toda eternidade, a todo instante infinitésimo, os , os méritos infinitos de Jesus Cristo e os méritos da Santa Igreja:
1° Em agradecimento por todos os dons, graças, favores e privilégios de que Deus se dignou enriquecer-te e à tua esposa e mãe nossa bem-aventurada.
2° Em agradecimento como se já, pela poderosíssima tua proteção e de Maria Imaculada, tivesse sido concedido a nós e a todos, presentes e futuros, de todo o mundo, o dom daquela perfeita e perseverante correspondência a todas as graças e àquele perfeito exercício de todas as virtudes, da forma com que tu e tua puríssima esposa Maria fostes os perfeitos imitadores da vida humilde, pobre, penosa, laboriosa, benéfica e desprezada, que, com amor infinito dignou-se sofrer por nós sobre esta terra Nosso Senhor Jesus Cristo.
3°Em agradecimento como se já por tua intercessão e de Maria Imaculada, Deus se tivesse dignado converter todo o mundo e dele tivesse feito um só rebanho e um só pastor.
4° Em Agradecimento como se já tivesse concedido (aqui pode-se exprimir a graça que se deseja).
5° Em agradecimento também, como se já, por sua intercessão e de Maria Imaculada, nos tivesse sido assegurada a graça da preciosa morte dos justos, com tais disposições de poder entrar, sem demora, no paraíso sem passar pelo purgatório, para chegar mais depressa a amar a Deus no reino da eterna e perfeita caridade, onde, juntamente contigo e com tua esposa, Mãe nossa Maria, e com todos os Anjos e Santos, cantaremos para sempre as divinas misericórdias. Amém.
Jesus, José e Maria, entrego-vos meu coração e minha alma.
Jesus, José e Maria, assisti-me na última agonia.
Jesus, José e Maria, expire em paz convosco a minha alma
A ti, o Eterno Pai entregou sua obedientíssima filha. O Filho, que se fez homem para redimir o gênero humano, confiou-te a sua verdadeira mãe, O Espírito Santo deu-te e confiou-te a sua puríssima e fidelíssima esposa. Numa Palavra, toda a santíssima Trindade deu-te, como verdadeira e legítima consorte, e a sua eleita, única e escolhida como o sol.
Ah, tu sim, meu querido Santo, tu que agora és bem-aventurado nos esplendores da glória, compreendes qual seja tua dignidade, a tua excelência. Tu é que entendes que coisa seja mesmo ter por esposa Maria imaculada, Mãe de Deus, Senhora do céu e da terra, Rainha de todos os Anjos e de todos os Santos.
Tu é que entendes o que seja seres tu o depositário fiel dos tesouros infinitos do próprio Deus.
Tu que sabes que, se não és alvo da inveja dos Anjos, que isto repugnaria ao estado de beatitude deles, contudo quedam-se eles assombrados e estáticos, a jubilar intimamente, a venerar-te pela plenitude dos singulares privilégios, virtudes, dons, graças, e glória de quem foste enriquecido.
Digna-te, pois, de receber as afetuosas expressões de prazer por tão grande felicidade da parte de todo o gênero humano, que por nada confia em ti, desde que te reconhece, por falar assim, como generoso dispensador das divinas misericórdias, senhor e esposo daquela de quem só Deus é maior. E, assim, por toda a eternidade, dás contigo rico e especialmente bem-aventurado entre todos os homens e entre os próprios Anjos. Assim que podes alcançar todas as graças, dons e misericórdias em bem de todos e também em proveito dos maiores pecadores.
E por isso que tu diante do trono do divino benfeitor contemplas, humilde, a tua dívida, por tantos dons que recebeste, assim desejas ardentemente que juntamente contigo todas as criaturas, por toda a eternidade, da tua parte, agradeçam ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.
Eis, pois, que nós todos, juntamente contigo, e em união com toda corte celeste e com todas as outras criaturas e com os mesmos Corações santíssimos de Jesus e de Maria, entendemos ter oferecido e oferecer à Santíssima Trindade, desde toda a eternidade e por toda eternidade, a todo instante infinitésimo, os , os méritos infinitos de Jesus Cristo e os méritos da Santa Igreja:
1° Em agradecimento por todos os dons, graças, favores e privilégios de que Deus se dignou enriquecer-te e à tua esposa e mãe nossa bem-aventurada.
2° Em agradecimento como se já, pela poderosíssima tua proteção e de Maria Imaculada, tivesse sido concedido a nós e a todos, presentes e futuros, de todo o mundo, o dom daquela perfeita e perseverante correspondência a todas as graças e àquele perfeito exercício de todas as virtudes, da forma com que tu e tua puríssima esposa Maria fostes os perfeitos imitadores da vida humilde, pobre, penosa, laboriosa, benéfica e desprezada, que, com amor infinito dignou-se sofrer por nós sobre esta terra Nosso Senhor Jesus Cristo.
3°Em agradecimento como se já por tua intercessão e de Maria Imaculada, Deus se tivesse dignado converter todo o mundo e dele tivesse feito um só rebanho e um só pastor.
4° Em Agradecimento como se já tivesse concedido (aqui pode-se exprimir a graça que se deseja).
5° Em agradecimento também, como se já, por sua intercessão e de Maria Imaculada, nos tivesse sido assegurada a graça da preciosa morte dos justos, com tais disposições de poder entrar, sem demora, no paraíso sem passar pelo purgatório, para chegar mais depressa a amar a Deus no reino da eterna e perfeita caridade, onde, juntamente contigo e com tua esposa, Mãe nossa Maria, e com todos os Anjos e Santos, cantaremos para sempre as divinas misericórdias. Amém.
Jesus, José e Maria, entrego-vos meu coração e minha alma.
Jesus, José e Maria, assisti-me na última agonia.
Jesus, José e Maria, expire em paz convosco a minha alma
São Vicente Pallotti
Etykiety:
Oração,
Oração a São José,
palotinos,
são Vicente,
São Vicente Pallotti,
Vicente Pallotti
sábado, 17 de março de 2012
Obra social Elisabetta Sanna
São VicentePallotti foi conhecido pelos cidadãos da Eterna Cidade como Apóstolo de Roma.Sempre fazia tudo para aumentar a fé e reacender a caridade entre os católicos e propagá-la em todo o mundo. A expressão mais alta e mais característica da espiritualidade de Pallotti é a sua experiência de “Deus amor infinito”.
Desta experiência decorre o carisma que lhe é próprio:evangelizar é fazer chegar aos evangelizados a caridade, o amor, para que possam crer. Neste ano quando celebramos o jubileu de 50º Aniversário da Canonização de Vicente Pallotte Pe. João Francisco Pietrus SAC olhando para o exemplo da vida do santo, quer mostrar a caridade para o próximo como caminho mais perto para aproxima-se de Deus. Por isso na paróquia do Santíssimo Nome de Jesus de Odivelas no dia 17 de março 2012 foi inaugurada a “Obra social Elisabetta Sanna”.
As salas da Conferência dos Vicentinos de Santo Eugênio que atua na Igreja Matriz foram ampliadas e adaptadas para receber pessoas que necessitam de ajuda. Como destacou Pe. João Francisco as pessoas precisam ser acolhidas com dignidade e qualidade. A “Obra social Elisabetta Sanna” foi criada pensando sobre aqueles que não têm abrigo ou vivem em lugares precários, por isso quem chega vai poder tomar banho, lavar e passar suas roupas, receber nova roupa tudo em um ambiente agradável, limpo para lembrar que todos têm o mesmo valor aos olhos de Deus.
Na abertura participaram varias pessoas que atuam na paróquia e representantes da Câmara Municipal de Odivelas. Depois da benção da “Obra social Elisabetta Sanna” fomos para o salão paroquial para participar de um pequeno convivo, no qual todos elogiaram a nova Obra da paróquia. Como padroeira da obra foi escolhida a venerável Elisabetta Sanna, que sendo uma deficiente física tornou-se apóstola, seja estímulo para viver com maior fidelidade e vigor o carisma que são Vicente Pallotti nos deixou como herança. Durante a solene abertura da Obra, foi apresentada a vidada padroeira.
No dia 23 de abril de 1788em Codrongianos numa pequena cidade da Sardenha nasceu Elisabetta IgnaziaGertrude Sanna filha de Salvatore Sanna-Campus e de Maria Domenica Lai. Elisabetta foi a única menina que sobreviveu, nesta família numerosa. Em 1788,a epidemia tirou a vida da maior parte das crianças de Codrongianos e as que não morrera tiveram deficiências ou ficaram deformadas. Elisabetta ficou com os braços bamboleando, uma deficiência gravíssima, numa sociedade camponesa, na qual a mulher trabalhava principalmente com os cotovelos.
Com dezenove anos Elisabetta casou com Antônio Maria Porcu. Deu à luz sete filhos, dos quais sobreviveram cinco. Desde muito jovem que Elisabetta se destacava, pela sua humildade e caridade. No dia 25 de janeiro de 1825 Antônio Maria morreu. Durante todo o tempo na Sardenha Elisabetta vivia uma intensa vida de oração e ensinava aos outros os caminhos para aproximar-se de Deus. O grande sonho dela era poder visitar a Terra Santa e beijar as pegadas Divinas do Salvador. Pelo fato de se encontrar viúva e de um dos irmãos (sacerdote) se ter prontificado a cuidar dos filhos, em 1831 Elisabetta inicia a viagem para Roma, para posteriormente partir para o seu destino de sonho. Esta viagem decorre com várias tribulações, o que lhe agrava profundamente a saúde, já de si frágil.Assim, não podia regressar à sua terra natal, nem continuar a viagem para a Terra Santa, pelo que tem de permanecer em Roma. Elisabetta viveu 26 anos em Roma!
E é em Roma que trava conhecimento com o sacerdote Vicente Pallotti e imediatamente coloca-se ao seu dispor para servir na sua obra. Elisabetta Sanna foi uma das primeiras cooperadoras da União do Apostolado Católico. Para Pallotti a vida de Elisabetta foi assim: uma doente, uma pobre, uma analfabeta,que vivia para o apostolado. Apostolado da oração, da caridade, da pobreza, do sofrimento e principalmente apostolado da imitação de Jesus Cristo e do amor infinito de Deus. Viveu na pobreza, distribuiu pelos pobres de Roma tudo o que possuía. Foi conselheira de muitos sacerdotes, amada por todos, sem distinção de condição social, pois as senhoras da alta sociedade aconselhavam-se com Elisabetta.
Mesmo sofrendo grave doença dedicava-se a oração, foi conhecida como uma mulher de fé. Cuidava do decoro da Igreja do Santíssimo Salvador in Onda e a provia de paramentos. Teve grande devoção a Paixão de Cristo e Nossa Senhora das Dores. Morreu no dia 19 de fevereiro de 1857 e foi sepultada na Igreja do Santíssimo Salvador in Onda em Roma.
Desta experiência decorre o carisma que lhe é próprio:evangelizar é fazer chegar aos evangelizados a caridade, o amor, para que possam crer. Neste ano quando celebramos o jubileu de 50º Aniversário da Canonização de Vicente Pallotte Pe. João Francisco Pietrus SAC olhando para o exemplo da vida do santo, quer mostrar a caridade para o próximo como caminho mais perto para aproxima-se de Deus. Por isso na paróquia do Santíssimo Nome de Jesus de Odivelas no dia 17 de março 2012 foi inaugurada a “Obra social Elisabetta Sanna”.
As salas da Conferência dos Vicentinos de Santo Eugênio que atua na Igreja Matriz foram ampliadas e adaptadas para receber pessoas que necessitam de ajuda. Como destacou Pe. João Francisco as pessoas precisam ser acolhidas com dignidade e qualidade. A “Obra social Elisabetta Sanna” foi criada pensando sobre aqueles que não têm abrigo ou vivem em lugares precários, por isso quem chega vai poder tomar banho, lavar e passar suas roupas, receber nova roupa tudo em um ambiente agradável, limpo para lembrar que todos têm o mesmo valor aos olhos de Deus.
Na abertura participaram varias pessoas que atuam na paróquia e representantes da Câmara Municipal de Odivelas. Depois da benção da “Obra social Elisabetta Sanna” fomos para o salão paroquial para participar de um pequeno convivo, no qual todos elogiaram a nova Obra da paróquia. Como padroeira da obra foi escolhida a venerável Elisabetta Sanna, que sendo uma deficiente física tornou-se apóstola, seja estímulo para viver com maior fidelidade e vigor o carisma que são Vicente Pallotti nos deixou como herança. Durante a solene abertura da Obra, foi apresentada a vidada padroeira.
No dia 23 de abril de 1788em Codrongianos numa pequena cidade da Sardenha nasceu Elisabetta IgnaziaGertrude Sanna filha de Salvatore Sanna-Campus e de Maria Domenica Lai. Elisabetta foi a única menina que sobreviveu, nesta família numerosa. Em 1788,a epidemia tirou a vida da maior parte das crianças de Codrongianos e as que não morrera tiveram deficiências ou ficaram deformadas. Elisabetta ficou com os braços bamboleando, uma deficiência gravíssima, numa sociedade camponesa, na qual a mulher trabalhava principalmente com os cotovelos.
Com dezenove anos Elisabetta casou com Antônio Maria Porcu. Deu à luz sete filhos, dos quais sobreviveram cinco. Desde muito jovem que Elisabetta se destacava, pela sua humildade e caridade. No dia 25 de janeiro de 1825 Antônio Maria morreu. Durante todo o tempo na Sardenha Elisabetta vivia uma intensa vida de oração e ensinava aos outros os caminhos para aproximar-se de Deus. O grande sonho dela era poder visitar a Terra Santa e beijar as pegadas Divinas do Salvador. Pelo fato de se encontrar viúva e de um dos irmãos (sacerdote) se ter prontificado a cuidar dos filhos, em 1831 Elisabetta inicia a viagem para Roma, para posteriormente partir para o seu destino de sonho. Esta viagem decorre com várias tribulações, o que lhe agrava profundamente a saúde, já de si frágil.Assim, não podia regressar à sua terra natal, nem continuar a viagem para a Terra Santa, pelo que tem de permanecer em Roma. Elisabetta viveu 26 anos em Roma!
E é em Roma que trava conhecimento com o sacerdote Vicente Pallotti e imediatamente coloca-se ao seu dispor para servir na sua obra. Elisabetta Sanna foi uma das primeiras cooperadoras da União do Apostolado Católico. Para Pallotti a vida de Elisabetta foi assim: uma doente, uma pobre, uma analfabeta,que vivia para o apostolado. Apostolado da oração, da caridade, da pobreza, do sofrimento e principalmente apostolado da imitação de Jesus Cristo e do amor infinito de Deus. Viveu na pobreza, distribuiu pelos pobres de Roma tudo o que possuía. Foi conselheira de muitos sacerdotes, amada por todos, sem distinção de condição social, pois as senhoras da alta sociedade aconselhavam-se com Elisabetta.
Mesmo sofrendo grave doença dedicava-se a oração, foi conhecida como uma mulher de fé. Cuidava do decoro da Igreja do Santíssimo Salvador in Onda e a provia de paramentos. Teve grande devoção a Paixão de Cristo e Nossa Senhora das Dores. Morreu no dia 19 de fevereiro de 1857 e foi sepultada na Igreja do Santíssimo Salvador in Onda em Roma.
Pe. Artur
sexta-feira, 16 de março de 2012
Formação para solidariedade
Em cada mês Pe. João Francisco Pietrus SAC convida as catequistas da paróquia do Santíssimo Nome de Jesus em Odivelas para uma noite de formação.
Neste ano a formação está acontecendo meditando a da Doutrina Social da Igreja, de combate a pobreza.Igreja sempre estava ao lado dos pobres e de modo especial precisa estar do lado dele também neste tempo de crise, no qual muitas pessoas tornam se ainda mais pobres. Para a noite de formação nesta quinta-feira, dia 15 de março, Pe. João Francisco chamou um ilustre convidado, o Senhor Juiz Jorge Santos, que durante muitos anos foi presidente da Comunidade “Vida e Paz” a atualmente é vice presidente da Comunidade.
Muitas paroquianos, não só as catequistas, foram para aprender um pouco mais e perceber que pode fazer se ainda muito para mostrar para as pessoas, Jesus – amigo de todos. O senhor Jorge Santos apresentou para nós a Comunidade “Vida e Paz”, que foi fundada no ano 1989 no Patriarcado de Lisboa para recuperar as Pessoas Sem-Abrigo mostrando para eles o caminho para redescobrir a dignidade da vida através dos projetos de reencaminhamento para a esperança, a sua reinserção familiar, social, escolar e profissional. Doutrina Social da Igreja mostra os valores evangélicos, que podemos definir como: dignidade da pessoa humana, liberdade, autodeterminação, solidariedade, aceitação do outro, amor pelo próximo.
Olhando para esses valores a Comunidade procura,acolhe, motiva, recupera, reinserira e acompanha as Pessoas Sem-Abrigo, ajudando-as a reconstruir projetos de vida para que redescubram a sua dignidade de modo a que se tornem e sintam pessoas dignas, integradas, participativas e felizes propondo uma experiência de vida em comunidade, um programa terapêutico e uma formação técnico-profissional. A comunidade trabalha com voluntários, cada noite mais que 500 deles, rotativamente e organizados em 56 equipes, percorrem a cidade de Lisboa em 4 circuitos diferentes nas “carrinhas brancas” e parando em 96 locais.
Com esta intervenção estou criando uma relação de confiança, de escuta e motivação as Pessoas Sem-Abrigo para ajudar a mudar de vida. Como meio de aproximação distribuem-se alimentos e agasalhos. Todas as noites são atendidas cerca de 510 Pessoas Sem-Abrigo, durante cada mês são distribuídos cerca de 30.000 sanduíches e 4.500 litros de leite. Junto com a comida a pessoa recebe uma palavra, pois como destacou Jorge Santos, o maior problema é a perda da autoestima dos desabrigados. Após a motivação, o morador de rua é encaminhado e preparado para iniciar o programa de tratamento. O modelo terapêutico nas vertentes física, psicológica e espiritual. O tratamento tem a duração sensivelmente de 13 meses em regime de internamento. A Comunidade Vida e Paz proporciona aos seus utentes a freqüência de cursos de formação oficial de agricultura, informática, artesanato, entre outros, com vista à valorização educacional e profissional, reconhecimento e valorização das potencialidades, visando a integração no mercado de trabalho. O que os possibilita crescer interiormente aprendendo não só um novo oficio mas também a viver com os seus sentimentos.
Nosso convidado esta percebendo que neste tem pode crise precisamos de uma campanha de educação para voluntariado e solidariedade para receber o outro como hospede em casa e coração. Pe. João Francisco lembrou que são Vicente Pallotti falou: “Só Deus basta” e repetindo esta fraze devemos ser solidários: dar para Deus, presente na pessoa do outro,tudo o que temos.
Neste ano a formação está acontecendo meditando a da Doutrina Social da Igreja, de combate a pobreza.Igreja sempre estava ao lado dos pobres e de modo especial precisa estar do lado dele também neste tempo de crise, no qual muitas pessoas tornam se ainda mais pobres. Para a noite de formação nesta quinta-feira, dia 15 de março, Pe. João Francisco chamou um ilustre convidado, o Senhor Juiz Jorge Santos, que durante muitos anos foi presidente da Comunidade “Vida e Paz” a atualmente é vice presidente da Comunidade.
Muitas paroquianos, não só as catequistas, foram para aprender um pouco mais e perceber que pode fazer se ainda muito para mostrar para as pessoas, Jesus – amigo de todos. O senhor Jorge Santos apresentou para nós a Comunidade “Vida e Paz”, que foi fundada no ano 1989 no Patriarcado de Lisboa para recuperar as Pessoas Sem-Abrigo mostrando para eles o caminho para redescobrir a dignidade da vida através dos projetos de reencaminhamento para a esperança, a sua reinserção familiar, social, escolar e profissional. Doutrina Social da Igreja mostra os valores evangélicos, que podemos definir como: dignidade da pessoa humana, liberdade, autodeterminação, solidariedade, aceitação do outro, amor pelo próximo.
Olhando para esses valores a Comunidade procura,acolhe, motiva, recupera, reinserira e acompanha as Pessoas Sem-Abrigo, ajudando-as a reconstruir projetos de vida para que redescubram a sua dignidade de modo a que se tornem e sintam pessoas dignas, integradas, participativas e felizes propondo uma experiência de vida em comunidade, um programa terapêutico e uma formação técnico-profissional. A comunidade trabalha com voluntários, cada noite mais que 500 deles, rotativamente e organizados em 56 equipes, percorrem a cidade de Lisboa em 4 circuitos diferentes nas “carrinhas brancas” e parando em 96 locais.
Com esta intervenção estou criando uma relação de confiança, de escuta e motivação as Pessoas Sem-Abrigo para ajudar a mudar de vida. Como meio de aproximação distribuem-se alimentos e agasalhos. Todas as noites são atendidas cerca de 510 Pessoas Sem-Abrigo, durante cada mês são distribuídos cerca de 30.000 sanduíches e 4.500 litros de leite. Junto com a comida a pessoa recebe uma palavra, pois como destacou Jorge Santos, o maior problema é a perda da autoestima dos desabrigados. Após a motivação, o morador de rua é encaminhado e preparado para iniciar o programa de tratamento. O modelo terapêutico nas vertentes física, psicológica e espiritual. O tratamento tem a duração sensivelmente de 13 meses em regime de internamento. A Comunidade Vida e Paz proporciona aos seus utentes a freqüência de cursos de formação oficial de agricultura, informática, artesanato, entre outros, com vista à valorização educacional e profissional, reconhecimento e valorização das potencialidades, visando a integração no mercado de trabalho. O que os possibilita crescer interiormente aprendendo não só um novo oficio mas também a viver com os seus sentimentos.
Nosso convidado esta percebendo que neste tem pode crise precisamos de uma campanha de educação para voluntariado e solidariedade para receber o outro como hospede em casa e coração. Pe. João Francisco lembrou que são Vicente Pallotti falou: “Só Deus basta” e repetindo esta fraze devemos ser solidários: dar para Deus, presente na pessoa do outro,tudo o que temos.
Pe. Artur
Etykiety:
Formação,
Odivelas,
palotinos,
pe. João Francisco,
solidariedade,
Vida e Paz
quarta-feira, 14 de março de 2012
Espírito de oração e de penitência de Jesus
Deus meu, misericórdia minha infinita, pela mesma tua infinita misericórdia, pelos méritos e intercessão de Maria santíssima e de todos os Anjos e Santos e por todos os méritos de toda a Igreja de Jesus Cristo, creio firmemente,
que o mérito infinito do Batismo de Jesus Cristo, do seu retiro no deserto, da sua oração, do seu jejum e do seu triunfo sobre o tentador infernal, desde este instante, para sempre e sempre com novos acréscimos de perfeição, a todo instante infinitésimo, destrói em mim toda soberba e todo espírito de soberba e todas as suas conseqüências; destrói o espírito mundano, a indisposição e o impedimento à vida de oração e de penitência, a inclinação e a proclividade em ceder às tentações e todas e cada uma das conseqüências de tão más inclinações, tendências e proclividades. E tu comunicas-me todo o mérito infinito do Batismo de Jesus Cristo, do seu retiro e estada no deserto, da sua oração do jejum e da vitória sobre o tentador. Comunicas-me juntamente a sua humildade e o seu espírito de solidão, de oração, de penitência e a virtude de vencer todas as tentações e todos os assaltos do tríplice inimigo das nossas almas, para debelá-los em todos os instantes da vida e principalmente na hora terrível da minha morte. Comunicas-me tudo, tantas vezes e com tanta glória tua, como se tudo tivesse sido comunicado e se comunicasse a todas as criaturas passadas, presentes, futuras e possíveis, todas infinitamente multiplicadas a todo instante infinitésimo, por toda a eternidade.
São Vicente Pallotti
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São Vicente Pallotti,
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