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domingo, 18 de setembro de 2016

Beatificação de Elisabete Sanna

O Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, presidiu em nome do Papa neste sábado (17/9), em Codrongianos, na Ilha italiana da Sardenha, à celebração Eucarística de Beatificação de Elisabete Sanna, leiga viúva, Terciária da Ordem de São Francisco e integrante da União do Apostolado Católico (UAC), fundada por São Vicente Pallotti.

Elisabete nasceu em Codrongianos, na Sardenha, em 1788, e morreu com fama de santidade em Roma, em 1857. Logo após a sua morte, sua fama aumentou de forma extraordinária. São Vicente Pallotti foi seu diretor espiritual por 18 anos.

Superação
Há quatro meses da sua morte, em 15 de junho de 1857, teve início a sua Causa de Beatificação. Elisabete foi acometida pela varíola três meses após o nascimento e não pode mais levantar os braços: movia os dedos e os pulsos, mas não podia levar a comida à boca; não podia fazer o Sinal da Cruz, nem se pentear, lavar o rosto, trocar de roupa. Em compensação, podia fazer pão, conseguindo assim criar e educar cinco filhos.

Apesar do seu problema físico, casou-se e teve sete filhos dos quais dois morreram muito cedo. Elisabete educou e deu catecismo a seus filhos e às crianças do seu município. As portas da sua casa eram abertas a todas às mulheres que queriam aprender cantos litúrgicos e orações.

Vida espiritual
Com a morte do marido, depois de 17 anos de casamento, ela assumiu a responsabilidade familiar e domiciliar e cresceu na vida espiritual. Com a reflexão das homilias quaresmais, quis partir como peregrina para a Terra Santa. Não podendo receber o visto, resolveu ir em peregrinação a Roma.

Tendo-se agravado seu problema físico, dedicou-se à assistência aos descartados, sem-teto, enfermos, pobres e órfãos das Casas fundadas por Padre Pallotti; levava a paz às famílias, convertia os pecadores, assistia os moribundos e era sacristã da sua paróquia. Acompanhou o desenvolvimento do Instituto fundado pelo Padre Vicente Pallotti, a Congregação dos Palotinos, por 22 anos, até à sua morte em Roma, aos 69 anos de idade.

Aos poucos, a presença da Comunidade Palotina estendeu-se por todos os continentes e, atualmente, trabalha em mais de 40 países, entre os quais o Brasil.

FONE: http://br.radiovaticana.va/news/2016/09/17/beatifica%C3%A7%C3%A3o_de_elisabete_sanna,_leiga_vi%C3%BAva_italiana/1258478

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Novena em preparação pela beatificação da Venerável Elisabetta Sanna em Odivelas

A tanto esperada beatificação da Venerável Elisabetta Sanna se aproxima. Será celebrada no dia 17 de Setembro de 2016, na Basílica da Santíssima Trindade de Saccargia. A primeira beatificação de um membro leigo da União do Apostolado Católico é uma grande alegria para toda a nossa Família Palotina. Agradecemos ao Senhor por esta beatificação e humildemente pedimos a Ele que nos abra para acolher as graças que Ele nos dará por esta ocasião. Em vários lugares do mundo os fiéis rezam a novena, entre eles a paroquia de Santíssimo Nome de Jesus em Odivelas.






domingo, 28 de agosto de 2016

Novena em preparação à beatificação da Venerável Elisabetta Sanna

A tanto esperada beatificação da Venerável Elisabetta Sanna se aproxima. Será celebrada no dia 17 de Setembro de 2016, na Basílica da Santíssima Trindade de Saccargia. A primeira beatificação de um membro leigo da União do Apostolado Católico é uma grande alegria para toda a nossa Família Palotina. Agradecemos ao Senhor por esta beatificação e humildemente pedimos a Ele que nos abra para acolher as graças que Ele nos dará por esta ocasião. Para prepara-nos melhor para este feliz evento, publicamos – como uso privado - a novena em preparação para a futura beatificação.

Dados bibliográficos
Elisabetta Sanna nasceu em Codrongianos (Sassari) no dia 23 de abril de 1788. Três meses depois perdeu a capacidade de levantar os braços. Casada, criou cinco filhos. Em 1825 ficou viúva e fez o voto de castidade; era a mãe espiritual das meninas e das mulheres de sua terra. Em 1831, embarcou para uma peregrinação à Terra Santa; acabou chegando em Roma, e não pode retornar, devido à graves destúrbios físicos, dedicou-se inteiramente á oração e ao serviço dos doentes e pobres. Ela foi um dos primeiros membros da União do Apostolado Católico de São Vicente Pallotti, seu diretor espiritual. Sua casa se tornou um santuário de fé viva e ardente caridade. Morreu em Roma no dia 17 de fevereiro de 1857 e foi enterrado na Igreja de SS. Salvatore in Onda. Os testemunhos confirmam e esclarecem as palavras de São Vicente Pallotti, transcritas pelo padre Scapaticci e pelo padre Vaccari: "Dois são aqueles que levaram adiante o nosso Instituto: uma pobre viúva que é Elisabetta Sanna, como haveis mais vezes entendido do Pe. Vicente Pallotti, o outro é o Cardeal Lambruschini” Por este motivo a "pobre" Serva de Deus recebe o privilégio de ser enterrada na Igreja de SS. Salvatore in Onda, junto ao túmulo de São Vicente Pallotti. Quando morreu, a sua fama de santidade era (assim) tão grande que, apenas quatro meses depois de sua morte, foi nomeado o postulador da sua causa de beatificação, com duração de mais de um século e meio. Foi declarada Venerável no dia 27 de Janeiro de 2014. O milagre que a levou, finalmente sobre os altares, aprovado pelo Papa Francis no dia 22 de janeiro de 2016 é a cura que ocorreu no dia 18 de Maio de 2008 - domingo do SS. Trindade - de uma jovem mulher brasileira (31 anos), Suzana Correia da Conceição, de uma atrofia muscular do braço e da mão direita com comprometimento funcional grave.

Oração inicial
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, te agradeço por enriquecer de modo admirável a nossa irmã Elisabetta Sanna com sabedoria, conselho, e fortaleza. Por seus méritos, te peço que me concedas a graça que desejo ardentemente ............................, conforme a tua Santíssima Vontade.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ...
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Primeiro dia: esposa e mãe (8 de Setembro)
O desejo de Elizabete desde jovem é aquele de se tormnar irmã. Tendo perdido a capacidade de levantar os braços, não pensa em se casar, e ainda, aos vinte anos é pedida em casamento por muitos jovens. Assim, no dia 13 de setembro de 1807, aos 19 anos, ela celebra o casamento com um certo Antonio Maria Porcu, um verdadeiro e bom cristão de modestas condições. Antônio é marido e pai exemplar que ama a sua esposa e lhe dá total confiança. Aos amigos, de fato diz: "Minha esposa não é como as vossas, é uma santa"!
Elizabete dirá: "Eu não era digna de tal marido, ele era tão bom." Sua família é modelo para todo o país. Nos anos seguintes, nascem sete filhos. Ela passa os dias entre a casa, a educação das crianças e no campo, onde trabalhou incansavelmente. Ela também encontra tempo para longas horas de oração na Igreja. Não tem medo das críticas por professar e viver a sua fé publicamente "Este meu temor de vida - responde - não me impediu de desempenhar os meus deveres de mãe de família." Ela mesma prepara os seus filhos para a Confissão e para a Comunhão e transmite-lhes um grande amor a Jesus, como a douçura, sem nunca usar modos bruscos. Uma verdadeira educação com o coração.
oração
Ó Deus, Espírito santificador, que amas a Igreja como tua Esposa, tu infondiste no coração da Venerável Elisabetta Sanna a chama do teu amor e o irradiaste na família, na Igreja doméstica. Te agradeço por este modelo de esposa e mãe, pelo seu encorajador e simples testemunho. Concede a cada mulher - esposa, mãe, noiva e consagrada - a graça de ser presença que compõe cada família e cada comunidade em um Cenáculo de fé e de amor, em generoso empenho e santificante serviço.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ...
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Segundo dia: viúva e esposa de Jesus Cristo (9 de Setembro)
Dos sete filhos, morreram dois em uma idade muito precoce. No dia 25 de Janeiro de 1825, seu marido Antonio, assistido por ela, morreu em idade jovem. Ficou viúva com cinco filhos, o maior com 17 anos e o menor com apenas três. Elizabete se sente responsável não apenas da administração da casa e do trabalho no campo, mas sobretudo da educação espiritual e temporal dos seus filhos. Amadurecendo no caminho espiritual, Elizabete em 1829, com a permissão do pregador franciscano, no tempo da quaresma, padre Luigi Paolo de Ploaghe, faz voto de castidade. Ao seu confessor pede muitas vezes para lembrar que ela agora é uma esposa de Jesus Cristo.
Oração
Ó Senhor, Tu que consolastes Maria após a morte de José e tivéstes compaixão da viúva de Naim, dá-me a força para aceitar a minha solidão, sem perder-me em nenhuma tristeza. Como para a Venerável Elisabetta Sanna, dá-me a tua paz, a tua força e a tua alegria para colocá-las a serviço dos outros, com coragem. Em primeiro lugar, dedicando-me à minha família e a todas as pessoas queridas ligadas a mim que em Tua bondade me fizeste encontrar no caminho da vida, sabendo que cada dia me levas mais perto do encontro definitivo contigo, com (meu marido - nome do marido, da mulher, ou de outras pessoas que deseja) e com todos os meus entes queridos. Amém.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Terceiro dia: peregrina (10 de Setembro)
Em 1829 chega em Codrongianos o jovem vice pároco, padre Giuseppe Valle. Torna-se o confessor e diretor espiritual da família Sanna, especialmente de Elizabete. A vida cristã de Elizabetta torna-se ainda mais ardente. Durante os exercícios quaresmais em Codrongianos guiados pelo padre franciscano Luigi Paolo de Ploaghe, o pregador, falou com muita eficácia da Terra Santa. Elizabete, junto com algumas outras mulheres, foi até ele para saber mais, e ficou (muito) fascinada, nascendo assim o vivissimo desejo de ver os lugares onde nasceu e onde foi crucificado o Filho de Deus. Ela se sente chamada a seguir Jesus mais de perto e pensa ir à Palestina e visitar os Lugares Santos. Nesta situação, nos primeiros meses de 1830 pediu permissão ao padre Giuseppe Valle para realizar a peregrinação. Padre Valle, depois de várias explicações, disse que não. Passados, porém, alguns meses e, em julho, Elizabetta voltou a ele, para obter a supirada permissão. Ele, após profunda reflexão e oração, deu o seu parecer favorável à viagem e decidiu-se a acompanhá-la. Os dois começaram discretamente a preparar-se e preparar as suas famílias para a viagem programada, na esperança que iria ajudá-los a crescer espiritualmente e a servir melhor os outros. Elizabetta tinha certeza de que sua mãe, que tinha 65 anos e o seu irmão padre Don Luigi, residentes em Codrongianos, assumiriam a responsabilidade de cuidar da família, durante a peregrinação. No final de Junho de 1831, juntamente com o padre Giuseppe Valle, eles embarcam para Genova. Lá, embarcariam de navio para Chipre. No último momento, porém, padre Valle descobre que não tinha o Visto para o Oriente. Então, com Elizabetta eles decidem ir a Roma, dizendo: "Também alí é Terra Santa." Assim, no dia 23 de julho de 1831 chegam em Roma. Esta viagem desde o início teve o caráter de peregrinação.
Oração
Ó Deus, sempre a caminho para encontrar o homem, tu infundiste no coração da Venerável Elisabetta Sanna, o desejo de ser peregrina. Te agradeço pelo seu testemunho encorajador. Dá-me a força e a coragem de caminhar sempre para alcançar-te e conhecer-te. Torna-me teu discípulo, é o objetivo de todo o meu caminhar na vida. Faze que aprenda a melhorar a mim mesmo guiado pelas palavras do Evangelho. Tudo o que conheci e aprendi, agora se torne patrimônio da minha existência, para que possa transmitir tudo através do testemunho de vida.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Quarto dia Colaboradora de São Vincente (11 de Setembro)
Em Roma, Elisabetta Sanna reside em um pequeníssimo apartamento perto da Basílica São Pedro. Em sua peregrinação às igrejas de Roma, com sede de oração, Elizabeth encontra na Igreja de Santo Agostino, um santo padre Romano, Vicente Pallotti. San Vincente, decide em 1832 acompanhar espiritualmente Elizabetta Sanna; Pallotti escreve em nome dela uma carta ao irmão sacerdote explicando que por motivos de saúde, ela não estaria em condições de retornar para a Sardenha mas que, se melhorasse, ela voltaria. A Serva de Deus, enquanto cuidava da saúde para se curar, colaborava com Pallotti com orações, conselhos e ajudava aos mais necessitados. Infelizmente, sua saúde piorava. Pallotti a sustenta no seu desejo de cura e no seu crescimento espiritual e também encontra para ela um pequeno trabalho com o Arcebispo Giovanni Soglia, futuro cardeal, na esperança de melhorar sua saúde. Quando pois, em 1838, o médico Petrilli escreve: "Sou da opinião de que, tendo que fazer outra viagem com o navio, poderia ir ao encontro a um pior infortúnio", Pallotti disse a Elizabetta: "Deus a quer em Roma." E a Serva de Deus permaneceu ali, até sua morte em 1857.
Oração
Ó Venerável Elisabetta, ajudai-me a tornar-me consciente de que a minha felicidade está em fazer a vontade de Deus. Te peço, Senhor, concede-me capacidade à minha mente de modo que possa aceitar tudo o que me acontecer e de fazer sempre - com o Tua ajuda - o melhor possível a cada dia segundo a Tua vontade. Tu podes ajudar– me como fizestes com a Venerável Elisabetta – a estar a escuta de Ti e fazer sempre a Tua vontade. Amém
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Quinto dia: A deficiente que se tornou apóstola (12 de setembro)
Quando Elizabetta tinha apenas três meses, uma epidemia de varíola causou a morte de muitas crianças em Codrongianos e também ela foi atingida. Ela se curou da epedimia, mas permaneceu com os braços ligeiramente prejudicados e as articulações endurecidas. Isso não a impediu de crescer, aprendendo a suportar a sua deficiência, como algo natural e realizar todas as tarefas domésticas e também apresentando-se sempre ordenada e limpa. Não obstante a sua deficiência física, Elizabetta tornou-se colaboradora da União do Apostolado Católico, fundada por padre Vicente Pallotti em Roma. Quem se aproximava dela, dirá: "Via Deus em tudo e adorava-O em todas as coisas. O amor de Deus era a sua vida. Aquilo que parecia ser um grande interesse, desaparecia de fronte ao interesse de Deus". De fato, a Sanna dizia seguidamente: "Meu Deus, eu vos amo acima de todas as coisas."
Oração
Venerável Elizabetta, que com tanta paciência e com tanta confiança em Deus, suportaste as dores físicas da doença e os sofrimentos da contradição moral quando não pudeste retornar para a Sardenha, obtem-me esta mesma submissão aos sofrimentos de tal maneira que possa viver sempre sob o olhar de Deus para tornar-me dócil instrumento da Providência para a salvação das almas. Amém.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Sexto dia: A fé na vida cotidiana (13 de setembro)
Elizabetta recebeu uma educação cristã profunda na família, da qual fala claramente o seu irmão, padre Antonio Luigi. Ele nos informa sobre as orações feitas juntos em casa, a recitação do Rosário, a participação às funções eclesiais e da ajuda prestada aos pobres. Nesta atitude de fé e de oração, Sanna perseverou por toda a vida. Todos os testemunhos dizem que com ela se falava somente sobre as coisas espirituais. Quando se a visitá-la em seu quarto, a conversação se alternava entre instrução religiosa e orações. Em uma carta escrita a padre Giuseppe Valle no dia 18 de Maio de 1846, São Vincente confirmou o progresso espiritual da Serva de Deus com a seguinte frase: "Prossegue nas boas obras e espero que alcanse aquela perfeição à qual Deus deseja o Pai das misericórdias". Cada manhã ia até a Basílica São Pedro. A Basílica era a sua casa. Quando ela morreu, correu a voz: "Morreu a santa da Basílica de São Pedro".
Oração
Ó Venerável Elisabetta, ajuda-me a ser fiel aos meus deveres diários: ao dever da adoração que é a primeira necessidade para a minha vida espiritual; ao dever que me une ao próximo, aos deveres particulares da minha vocação, ao dever da caridade material e espiritual, consciente de que o diálogo com próximo é sobretudo na realização de meus deveres diários com espírito de fé e de caridade. Amém.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Sétimo dia: mãe espiritual (14 de Setembro)
Outro campo de realização da fé e do amor de Elizabetta foi aquele do aconselhamento espiritual. Ela tinha o dom do discernimento espiritual e o usava para ajudar as numerosas pessoas que recorriam a ela. Em seu pobre quarto, diante do quadro de “Nossa Senhora, Virgem Poderosa” (Virgo Potens), rezava com os seus hóspedes e dava a eles sábios conselhos. Mesmo o Cardeal Giovanni Soglia em certas coisas de sua consciência, ele a consultou. Pallotti mesmo, aconselhou-se com Elisabetta e orientou seus filhos espirituais a escutar a sua palavra. Por esta razão padre Rafaele Melia que conhecia muito bem Elizabetta, deu-lhe o título de " mãe premorosíssima " da União do Apostolado Católico, e padre Ignazio Auconi, seu sucessor no ofício de Superior Geral, confirmou que ela teve para com a obra de Pallotti, a preocupação e dedicação de uma mãe.
Oração
Ó Maria, Virgem Poderosa, ajudai nossas famílias e nossas comunidades, especialmente aquelas que lutam com dificuldade para viver a fidelidade, a unidade e concórdia! Ajudai as pessoas consagradas para que sejam um sinal transparente do amor de Deus. Ajudai os padres, para que possam comunicar a todos a beleza da misericórdia de Deus. Ajudai os governantes para que saibam procurar sempre e somente o bem da pessoa. Ó Virgem Potente, protegei a vida em todas as suas formas, idades e situações. Sustenta cada um de nós, para que a exemplo da Venerável Elisabetta Sanna saibamos discernir os caminhos de Deus e tornar-nos apóstolos entusiastas e credíveis do Evangelho.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Oitavo dia: Grande devoção à Eucaristia (15 de setembro)
Em Codrongianos, Elisabetta Sanna quase diariamente participava da Santa Missa. Em Roma, cada manhã, partivipava da missa na Basílica São Pedro e, se nã0 tinha outros compromissos, permanecia até o fim da última missa, porque estava convencida de que, com a Eucaristia, podemos dignamente render ao Senhor o que devemos a ele com adoração, louvor, agradecimento e oração. Ela também encorajava outros a participar da missa diáriamente. Ela, de modo particular adorava Jesus na Eucaristia nas Igrejas onde realizava "le Quarentone", isto é, a adoração de quarenta horas, e onde ela permanecia por longo tempo em profunda adoração. Padre Valle disse que conseguia receber até sete bênçãos eucarísticas no mesmo dia. Aqui se verificam as palavras do Padre Melia sobre o amor de Elizabete para com Jesus no SS.mo Sacramento da Eucaristia: "Era assim tão devota e amante que haveria consagrado toda a sua vida à adoração contínua."
Oração (Oração de São Vicente Pallotti diante do Santíssimo Sacramento)
E vós Serafins, Querubins, Tronos, Dominações, Potestadess, Principados, Virtudes, Arcanjos, e Anjos venham visitar Jesus Sacramento, e para mim adorá-lo, agradecê-lo, e amá-lo; e vós também, os Santos Patriarcas e Profetas, Apóstolos e Evangelistas, e os discípulos do Salvador, os SS. Inocentes, SS. Mártires, SS. Papas, Bispos, os Doutores, SS. Sacerdotes e levitas, SS. Confessores, Virgens e Viúvas, e vós todos os santos do Paraíso, venham todos visitar o nosso caro primogênito Irmão Jesus Sacramentado, primeiro, porém todos juntos rezemos à augusta Mãe de Deus e nossa Mãe, que se digne em conduzir-nos a visitar o seu divino filho no SS.mo Saramento Altar, e todos juntos agora e sempre adorá-lo, agradecê-lo, e amá-lo.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Nono dia: A serena esperança (16 de Setembro)
À profunda fé da Serva de Deus e ao seu ardente amor por nosso Senhor no Santíssimo Sacramento, se acrescenta a sua serena e alegre esperança. A um certo Luigi Schiboni, quando ele perguntou se ele se salvaria, Elizabete deu a seguinte resposta: "Duvidas? Não sabes que um Deus morreu por sua alma?". Padre Filippo Tancioni, secretário do Cardinal Soglia que estimou a Venerável como santa, disse que ela "tinha total confiança de salvar-se pelos méritos de Jesus Cristo ... e procurava inspirar em todos essa mesma confiança." Repetia muitas vezes: "Confio no Deus da Misericórdia". Nos momentos de saudade da família na Sardenha exclamava: "Misericórdia, misericórdia". Estas e outras exclamações similares ligadas a vivissíma fé e a um grande amor a Deus, desenvolveu nela a serena esperança de alcançar o Paraíso. Portanto, já na Sardenha compôs uma espécie de poesia (Lauda), recitando: " Toda sou de Deus, toda sou de Jesus. Não posso mais viver longe de Deus. Jesus é o meu coração e eu sou Jesus!". Deste modo sereno, expressava o seu desejo: "Desejo o céu cheio, o Purgatório vazio, o inferno fechado."
Oração
Ó Venerável Elisabetta Sanna, admiro a tua coragem e a tua constância em imitar Jesus com fé e serena esperança, mesmo nas situações mais difíceis. Sinto vergonha pelas minhas frequentes incertezas, pela minha preguiça e pela minha incoerência: ajuda-me a tornar-me plenamente responsável pelo dom da fé e a fazer sempre o bem com o espírito cristão, a fim de que o meu próximo possa mais facilmente unir-se a mim no louvor à Santíssima Trindade. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

ELISABETTA SANNA colaboradora de São Vicente Pallotti será beatificada!

Na quinta-feira, 21 de abril de 2016, completaram-se 221 anos do nascimento de São Vicente Pallotti (1795), fundador da Família Palotina – A União do Apostolado Católico (UAC), em Roma em 1835. E um dos membros da UAC, uma colaboradora no apostolado de Pallotti, será beatificada no mês de setembro. Vamos conhecê-la, mesmo que em brevidade.
Elisabetta Sanna nasceu no dia 23 de abril de 1788, na Ilha da Sardenha, Itália. Era de família de camponeses distintos e bem de vida. O pai era prefeito da cidadezinha; um dos irmãos de Elisabetta, Antônio Luiz, foi sacerdote e vice-pároco de Codrongianos. A avó, a mãe e o pai viviam profundamente a fé católica. Elisabetta recebeu uma profunda educação cristã na família. Da atmosfera religiosa da família fala claramente seu irmão o Pe. Antônio Luiz: “Assim como nossa mãe era uma senhora muito piedosa, depois de terminadas as lides domésticas, rezávamos juntos as orações, recitando também o Santo Rosário (...). Minha irmã Elisabetta era muito piedosa e devota, praticava obras de piedade e frequentava a Igreja”. Na juventude foi catequista, liderava romarias e apaixonada por cânticos litúrgicos.
Elisabetta, com três anos, foi atingida por uma epidemia difusa de varíola; conseguiu sobreviver, mas não pode mais levantar os braços; movia os dedos e os pulsos, mas não podia levar a comida à boca; não podia fazer o sinal da cruz, nem pentear-se, nem lavar-se o rosto, nem mudar de roupa; mas podia fazer o pão, colocá-lo e tirá-lo do forno. Casou-se e criou 05 filhos. Seu esposo homem justo, faleceu em 1825. Viúva, fez-se leiga consagrada com votos.
Em 1831 chegou a Roma, conheceu o Pe. Vicente e confiou-se à sua direção espiritual. À sombra do Pe. Pallotti, alcançou uma autêntica santidade, vivendo no mundo uma constante vida de oração e praticando, na  pobreza, uma caridade heróica e evangélica, noutras palavras: uma vida dedicada ao apostolado de Jesus Cristo, vivendo em primeira pessoa o Evangelho. Anuncio-o com a vida de caridade em favor dos pobres, doentes, aos mais necessitados e às meninas órfãs, acolhidas na “Pia Casa de Caridade”. Totalmente integrada na participação e crescimento da fundação da União, tornando-se uma especial promotora da fundação e se mostra uma mãe dedicadíssima pelo bem espiritual dos membros da obra palotina.
Elisabetta Sanna a “serva de Deus e discípula” de São Vicente Pallotti, será beatificada, no dia 17 de setembro de 2016, sábado, às 11h, durante a Celebração Eucarística, presidida pelo Cardeal Ângelo Amato, Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, em Codrongianos, Sardenha, Itália, junto à Basílica da Santíssima Trindade de Saccargia. O comunicado fora feito pelo Papa Francisco, no dia 21 de janeiro de 2016.  E no dia 22 de janeiro de 2016, na festa de São Vicente Pallotti, durante a Eucaristia, na Igreja São Salvador In Onda, em Roma, foi oficialmente anunciado o Decreto de beatificação da Elisabetta.
Depois de Pallotti, ela será a primeira pessoa leiga, portadora de deficiência física e viúva, na Família Palotina, não mártir que será beatificada. Elisabetta foi testemunha da fundação da União do Apostolado Católico e acompanhou o seu desenvolvimento por 22 anos, até sua morte em 17 de fevereiro de 1857. Seu corpo fora sepultado na Igreja São Salvador em Onda, em Roma, na mesma Igreja onde repousa o corpo de São Vicente Pallotti.
Pe. Jacob Nampudakam Reitor Geral da SAC e Assistente Eclesiástico da União do Apostolado Católico disse que “A beatificação do primeiro membro da União do Apostolado Católico é, sem dúvida, um acontecimento histórico para toda a Família Palotina! Trata-se de uma especial bênção que recebemos. A nossa presença, à beatificação, de um modo ou de outro, representa uma forma de agradecer a Deus pelo dom do carisma que herdamos de São Vicente Pallotti e que se concretiza na nossa história em tantos modos diferentes”.

Pe. Edgar Xavier Ertl SAC

bispo eleito da diocese de Palmas – Francisco Beltrão

domingo, 24 de abril de 2016

Entrevista com Pe. Jan Korycki

Entrevista com Pe. Jan Korycki SAC - Postulador do processo da beatificação da Venerável Serva de Deus Elisabetta Sanna.
No dia 22 de janeiro de 2016 o Papa Francisco concordou com a beatificação da Venerável Serva de Deus Elisabetta Sanna, membro leigo da União do Apostolado Católico. A beatificação vai acontecer em 17 de Setembro de 2016 na Sardenha, onde nasceu a "mãe Sanna" - como é chamada a futura beata. Ao últimos  anos o Padre foi responsável pelo processo de beatificação de Elisabetta Sanna. Como começou a aventura com a futura beata?

Pe. Jan Korycki SAC: Meu grande interesse com a pessoa do Venerável Serva de Deus Elisabetta Sanna começou quando comecei ler a biografia dela e observei que o processo de beatificação começou quase imediatamente depois de sua morte. Exatamente quatro meses a partir da data da sua morte. Ela faleceu no dia 17 de fevereiro de 1857 e no dia 15 de Junho do mesmo ano, o Vigário de Roma nomeou o primeiro postulador da causa da beatificação, que foi Prelado da Basílica de Santa Maria Maior. Comecei a investigar e perguntar-se: por que tão rápido? E isso me levou a descobrir que Elisabetta Sanna, na verdade, na opinião dos habitantes de Roma daquele tempo, era realmente uma pessoa santa. A pessoa que atraí com a sua personalidade, mesmo que ela era analfabeta, mesmo que ela não falava bem italiano a consciência da sua santidade era muito grande.

Como manifestou-se a santidade da Elisabetta Sanna?

Pe. Jan Korycki SAC: A grandeza de Elisabetta Sanna é visível em suas virtudes, especialmente com a força da fé na vida cotidiana. Manifestou-se no fato de que o centro de sua vida foi a Eucaristia. Todos os dias, Ela participou na Missa, tanto na Sardenha como em Roma. Em Basílica de São Pedro – na época não teve a concelebração e por isso - na Basílica teve muitas celebrações da Santa Missa, e quando Ela poderia andava de altar para o altar e  de joelhos participava da Santíssima Eucaristia. Andava onde foi a exposição do Santíssimo Sacramento, onde teve a adoração de 40 horas, tudo em sua vida aconteceu em torno da Eucaristia. Para mim, é importante que o que o Concílio Vaticano II enfatizou, que a Eucaristia é o centro da vida cristã, vejo na vida pessoal de Elisabetta. Do culto da Eucaristia vem o culto da Nossa Senhora. Quando Elisabetta recebeu a imagem de Nossa Senhora Virgo Potens fiz em sua pequeno apartamento um tipo de pequeno santuário. Quando as pessoas vinham para Ela conversaram e Ela falou com eles sobre o culto e rezaram. Oração e as conversas sobre as temas espirituais foram sempre o assunto das reuniões. A devoção de Nossa Senhora foi o resultado do fato de que Maria é a Mãe do Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, que por nós foi sacrificado e, portanto, a enorme experiência da Paixão. Especialmente durante a Quaresma. Durante a Semana Santa rompeu todos os contatos com as pessoas, a fim de capturar totalmente a devoção, a reflexão sobre o mistério do martírio, morte e ressurreição do Senhor. Esta é a fonte de sua grandeza espiritual. Esta grandeza manifestou-se em que Ela era a pessoa que tinha o dom de ver e lidar bem com outras pessoas e teve a prudência pessoal. Deixe-me lembrá-lo que antes de Ela decidiu ir em peregrinação à Terra Santa, sob a influência do pregador do retiro da Quaresma pregado pelo franciscano na Sardenha. Ele convenceu um monte de gente dizendo como é importante para o desenvolvimento espiritual a visitar os lugares sagrados. Ela falou com ele, conversou com seu confessor, mas não foi o suficiente. De Codrongianos onde Ela nasceu foi a 15 km para Sassari, para o pároco da Catedral, a quem apresentou seus assuntos tanto espirituais como a peregrinação e que, vendo a sua atitude disse que nestes assuntos deve consultar o seu confessor. Esta prudência, não só que eu to convencida, não só que o meu confessor me aconselhou, e não só que isso o missionária aconselha mas vou ainda perguntar uma outra pessoa, é a virtude da prudência.

Qual é a relação de família Palotina com a Venerável Elisabetta Sanna?
Pe. Jan Korycki SAC: Elisabetta foi muito apreciada por São Vicente Pallotti. Seu primeiro encontro com o Pallotti tem as características extraordinárias. Encontrou Ele num momento em qual Ela não sabia onde está, tava indo do Panteão, na direção da Praça de São Pedro, incapaz de perguntar às pessoas para direções, chorando do lado da igreja de São Agostinho e - de acordo com o seu testemunho - um sacerdote tão excepcionalmente olhou para ela, que, de repente recuperou a coragem, e, como mencionava, não sabe se a pé ou de outra forma, de repente já estava na Praça de São Pedro. Esse padre era o são Vicente Pallotti. Pouco depois desse acontecimento, Elisabetta encontrou-se com a Pallotti, que concordou em ser seu diretor espiritual. Pe. Francesco Vaccari, o primeiro sucessor de São Vicente Pallotti como Superior Geral da Sociedade do Apostolado Católico, lembrava para os coirmãos que a nossa Sociedade deve a sua própria existência e desenvolvimento a dois pessoas: Elisabetta Sanna e Cardeal Luigi Lambruschini. Por que Elisabetta? Ela através da oração, o sofrimento, a sabedoria - dava conselhos para aqueles que vieram com Ela. Testemunhas dizem que são Vicente Pallotti repetidamente aconselhava-se a Ela. Dizem que o Cardeal Giovani Solgia que, para dar a Ela o sustento dava para Ela trabalho, ele disse que, em questões pessoais, muitas vezes aconselhava-se com esta mulher. Vicente Pallotti em uma carta ao Pe. Valle escreveu que Elisabetta está progredindo no caminho da santidade de acordo com o plano de Deus. A sua proximidade com o Pallotti mostra o fato que quando Ela foi até a Basílica de Santa Maria Maggiore e caindo, quebrou o braço, quando Elisabetta estava no hospital notificaram sobre isso o Pallotti, mas naquele dia Ele não poderia estar com Ela, então Ele mandou imediatamente uma carta por uma mulher pedindo para Ela analisar como fica a situação e dizer que Ele não pode chegar hoje, mas amanhã vai visitar Ela. Vicente Pallotti a aceitou para o União do Apostolado Católico e ela ajudou Pallotti com oração, sofrimento, diferentes conselhos, e quando organizou a celebração do Oitavario da Epifania ela informou as pessoas, convidava, encorajava a participar. Sucessores de Pallotti também viram Nela uma grande pessoa, mesmo enviando os noviços quando eles tiveram dificuldades para falar com Elisabetta Sanna. Em família Palotina deste do começo teve um papel importante. Rezou em nossa igreja de SS. Salvatore in Onda, ajudava, devido a doença não podia levantar os braços, mas poderia fazer uma variedade as coisas assim como, por exemplo fazendo meias, e cuidava as vestes litúrgicas. Teve experiência de desenvolvimento inicial do Apostolado Católico.

Por que Elisabetta não voltar para sua família?

Pe. Jan Korycki SAC: Vicente Pallotti imediatamente fez contato com o irmão de Elisabetta, Antonio Luigi, que era um sacerdote, e apresentou-o à situação e enviou a Elisabetta para os médicos. Desde que Ela era muito fraca depois de viajem. Os quatro dias de navio a partir Porto Torres ao Genova foram muito cansativos e os médicos descobriram o fracasso do corpo. Pallotti sabendo sobre o assunto escreveu para irmão dela, que Elisabetta quer voltar para a Sardenha, para a família, mas no momento isso é impossível devido ao estado de saúde. Quando a situação melhora Ela vai embarcar em uma viagem de regresso. Sua condição estava continuamente piorando, até que um dos médicos emitiu um comunicado que se Ela vai de navio a Sardenha, outras possibilidades não teve, está arriscando a morte durante a viagem. Tinha um dom que, apesar de grandes dificuldades, não desanimou. Ela realmente queria voltar para a família. Ao longo dos primeiros cinco anos Ela chorou constantemente. Quando os médicos disseram claramente sobre o perigo da sua morte durante a viagem, o Pallotti disse a Ela: aparentemente, a vontade de Deus é fazer algo de bom aqui em Roma, e não se expor à morte durante a viagem. A família está em uma boa situação. Depois, quando chegaram para a família algumas dificuldades Ela e Pe. Vaccari, Pe. Melia organizaram ajuda. Há documentos sobre o envio de dinheiro, enviando coisas para a família, para ajudá-la. Apesar do fato de que havia muitos sofrimentos, as dificuldades, não desanimou e aceitou a situação, estava convencida de que Deus quer, que nesta situação servir a Deus e fazer o bem. Este tipo de vida levou a opiniões de santidade e rapidamente iniciar o processo de beatificação.
No século XIX, o apostolado foi reservado para o clero, o que estava fazendo a Elisabetta Sanna no campo da fé?

Pe. Jan Korycki SAC: Na Sardenha, ajudava especialmente as meninas, ensinando as o catecismo. Ajudava os pobres, as sofredores. Quando encontrou uma jovem, uma menina que estava enredada na vida imoral ajudou ela, embora ela teve um pequeno apartamento morava junto com ela, segurou aquela mulher em casa por um longo tempo, até que ele estava convencida, que encontrou a solução e que esta mulher poderia levar uma vida modesta. Em Roma, foi apreciada pelo fato de que Ela ajudava os pobres. O que recebeu do povo dava para os outros, ou para os dois orfanatos que Vicente Pallotti fundou e um deles, a Casa Pia de Carita existe até hoje, ou para pobres necessitados, ou foi para o hospital para doentes terminais, os doentes terminais. No hospital não podia fazer muito, mas a sua presença, conversa, oração impactava de forma positiva sobre as pessoas doentes que eles ansiosamente esperavam por Ela.

Durante o processo de beatificação de Elisabetta Sanna era um milagre por sua intercessão.

Pe. Jan Korycki SAC: Reputação sobre a santidade e de conhecimento da pessoa de Elisabetta Sanna em diferentes países, o que foi feito graças ao empenho dos nossos coirmãos se espalhou também para o Brasil. Foi lá o conhecimento da pessoa de Elisabetta Sanna entre as doentes que fizeram o milagre. Uma menina, Suzanna, quando teve 25 anos adoeceu. Como um resultado do um colapso ocorreu cancro do braço e do pulso. Apesar da cirurgia e o tratamento teve uma mão paralisada. Não podia mover o braço, antebraço e punho. Recebeu um santinho de Elisabetta Sanna de um palotino, Pe. Daniel Rocchetti, e ouvindo a conferência de Pe. João Pedro Stawicki SAC, que fala sobre a União do Apostolado Católico e sobre a Elisabetta e disse que Ela tinha as duas mãos paralisadas, a ponto de que Ela não podia levantar elas, Suzanna pensou: se Elisabetta, embora tendo as duas mãos doentes fez tanta coisa boa e eu tenho uma doente então também devo fazer algo de bom. Começou a rezar. Felizmente, que este livro sobre  Elisabetta Sanna: "Cooperadora leiga de são Vicente Pallotti" palotinos traduziram para o Português. Suzanna começou ler este livro e, juntamente com várias outras pessoas começaram a rezar pedindo a intercessão de Elisabetta Sanna. Em maio de 2008, na igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Niterói, na capela do Santíssimo Sacramento, antes da reunião do grupo de jovens Suzanna orou junto com a amiga. Suzanna se aproximou para o Sacrário, colocou a mão paralisada no altar, e depois de um momento deu os gritos de alegria. Ele sente que a mão se endireita e grita: minha mão é curada! Levanta a mão para cima. Vem os jovens, vem o sacerdote, e estão vendo que, de fato, aquela que durante cinco anos, apesar de a diferentes tratamentos, que foi considerada completamente incapaz para o trabalho, recebeu uma pensão de invalidez, essa pessoa começou completamente mover a mão paralisada. Os médicos descobriram que esta súbita cura de uma forma sustentável, com total mobilidade a mão é medicamente inexplicável. Isso foi em 2008 e em 2011, depois terminarem o processo diocesano os médicos confirmaram a cura completa. Também a comissão de médicos em Roma e teólogos e cardeais, olhando para a cura súbita, afirmaram que é um milagre.

Elisabetta Sanna é pouco conhecido no mundo, como mudar isso?

Pe. Jan Korycki SAC: Vicente Pallotti reconheceu Elisabetta Sanna como uma santa. A beatificação de Elisabetta Sanna é uma graça que Deus dá para a nossa geração, e é um desafio para voltar às raízes, ao aquilo que queria São Vicente Pallotti. Elisabetta Sanna era uma filha espiritual de São Vicente Pallotti. Ela nos mostra que tudo devemos confiar em Deus, em Eucaristia e que todos somos chamados a testemunhar a fé, o amor e a esperança cristã. Portanto, precisamos fazer mais e mais pessoas conhecer a pessoa de Elisabetta Sanna através de santinhos, artigos, livros, publicações. Para vê-la como colaboradora laica de São Vicente Pallotti, que tinha uma grande consciência da vocação ao apostolado e cuja vida toda foi a realização da vocação. Também o Bispo de Sassari, na Sardenha, me pediu para preparar uns pequenos artigos sobre a vida de Elisabetta Sanna e cada semana até a beatificação será publicado um artigo sobre Ela na imprensa local. Isso vai ser italiano, mas também outros países estão interessados. Na Polônia vai ser lançado o livro, no Brasil, na Alemanha já existem publicações. Se houver mais interesse em santidade e vocação ao apostolado com base na santidade pessoal assim a Elisabetta Sanna vai ser melhor conhecida.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Causa de Beatificação de Elisabetta Sanna

A causa de beatificação de Elisabetta Sanna deu um passo adiante muito importante.
Em 20 de novembro do ano presente foi realizada em no Vaticano no Congregação a Causa dos Santos, o Congresso dos Consultores Teológicos para discutir e julgar as virtudes do Venerável Serva de Deus Elisabetta Sanna. Todos os participantes do Congresso expressaram sua apreciação positiva que permite Superiores da Congregação da Positio para a frente sobre as virtudes do Serva de Deus a Terceira Comissão, ou seja, dos Cardeais e Bispos. Os Amigos da Venerável são gentilmente convidados a continuar a rezar para o desenvolvimento da causa para a beatificação, se tal é a vontade de Deus.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Processo de beatificação da Venerável Serva de Deus Elizabeth Sanna

O processo de beatificação da Venerável Serva de Deus Elizabeth Sanna, deu recentemente passos significativos no seu andamento.
Em 23 de julho, o Postulador Geral Pe. Jan Korycki SAC entregou à Congregação Vaticana para as Causas dos Santos registros Diocesano do inquérito sobre a alegada cura milagrosa de uma jovem do Brasil, recebida por intercessão da Venerável. Depois disso, o Cardeal Angelo Amato SDB, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, decidiu dar a “Nuova Posizione” sobre as virtudes da Serva de Deus e receber em 2012 a opinião da Comissão de Consultores Teólogos composta por Cardeais e Bispos.Vale ressaltar que esta “Nuova Posizione” já foi julgado positivamente pela Comissão Histórica de 22 de abril de 1997. Sem querer prevenir a decisão final da Santa Sé, mas aguardo com grande esperança a avaliação positiva das Comissões, em seguida, o decreto das virtudes heróicas da Venerável, formulado pelo Santo Padre. Então estamos ansiosos para o reconhecimento da cura milagrosa e a beatificação em si.Para esta questão tão importante conto com oração de todos os amigos da Venerável.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Benção e Inauguração do Salão Paroquial Beato João Paulo II

Neste domingo, Festa da Divina Misericórdia e da Beatificação do Papa João Paulo II, paróquia de Nossa Senhor de Fátima em Itaipuaçu  após a Celebração em ação de graças pela beatificação presidida pelo Pe. Jacinto Wojcik SAC, realizou a inauguração do Salão Paroquial, que recebeu o nome de “Beato João Paulo II”.

No salão foi preparado uma exposição com artigos, objetos, livros e fotos que lembravam e homenageavam o nosso saudoso Papa.



Na parte da tarde às 15 horas, houve a hora da Misericórdia com Adoração ao Santíssimo Sacramento, e logo após, todos foram convidados a assistir o filme “Não tenham medo – A vida de João Paulo II”. Todos que participaram deste domingo tão especial, puderam conhecer e também recordar momentos importantes deste homem que marcou a história da igreja.


“Abri as portas, ou melhor, escancarai as portas para o Senhor.
Não tenhais medo de Jesus Cristo”.
(Beato João Paulo II)

Em Itaperuna - RJ: A Paróquia São Benedito celebrou com júbilos a Beatificação do Papa João Paulo II e a Festa da Divina Misericórdia!

O Pároco Pe. Estevão Lewandowski SAC, em cumprimento ao seu sacerdócio, conduziu a comunidade em preparação para os dois momentos sublimes em nossa Igreja, vividos neste 1º de maio de 2011.
Para a Beatificação do nosso amado “João de Deus” foram confeccionadas: camisas com foto do Papa, para serem usadas no dia de sua beatificação; uma bonita revista colorida destacando os pontos centrais de sua vida como cidadão polonês, Pastor da Igreja Católica e como testemunha viva e de autêntico cristão, ilustrada com várias fotos; um DVD clipe com as três canções queridas de João Paulo II e várias fotos de momentos especiais em seu pontificado.
Também, um banner de 3m - com foto do beato e uma frase sua dirigida aos brasileiros – o qual foi colocado na frente da igreja.


Os fiéis participaram da vigília de oração pela beatificação, que aconteceu na quinta, sexta e sábado com Exposição do Santíssimo em preparação para esse domingo do dia primeiro. E durante o mês de abril, em todas as Missas dominicais foi apresentada à comunidade partes da biografia, espiritualidade e testemunho da vida de Sua Santidade, sempre seguida da canção “a bênção João de Deus” entoada por todos.
No domingo, dia 1º de maio, pela manhã, a igreja Matriz São Benedito estava repleta de fiéis que vieram rezar pela beatificação do Papa Karol Wojtyla e Celebrar a Festa de Jesus Misericordioso.


Após a Missa das 7h30min, todos se dirigiram às construções do novo Centro Pastoral para a inauguração e bênção da Placa que homenageia o Beato JPII dando seu nome ao mesmo. Ato este consagrado pela comunidade entre entoação da canção “a bênção João de Deus” e aplausos!



Com estas singelas ações, foi reacendida no coração dos fiéis, aquela luz, aquela coragem que João Paulo II tatuou, gravou no coração de todos nós: “Não tenham Medo!
Participando unida e diretamente desse momento sagrado em intenção à beatificação, a comunidade sente-se impulsionada a se deixar conduzir por este intercessor que, num amor sem medidas, mobilizou a todos pela causa de Deus e pelo amor de Cristo. Impregnando-nos pelo amor à grandeza da Divina Misericórdia e devoção a Nossa Senhora com a Oração do Terço.

À tarde, seguimos em carreata, com o quadro de Jesus Misericordioso, até o local da Celebração da Festa da Misericórdia.





Festa esta celebrada com júbilos diante de 1080 a 1100 fiéis que participaram da meditação sobre a Divina Misericórdia, do testemunho de vida de João Paulo II, de canções, do Terço da Misericórdia, da Adoração e da Santa Missa concelebrada pelos padres da Cidade e, a bela homilia que lembrava a todos a importância de nos tornarmos “homens novos” através da entrega e confiança à Divina Misericórdia e da unidade com a paróquia e toda a Igreja seguindo as pegadas de João Paulo II.
M. Mercedes Barboza