quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Inicio da Novena de Natal em Itaipu
Ontem começou na Paróquia de São Sebastião em Itaipu a novena de Natal. A cada dia será celebrada a missa nas ruas da comunidade e ao final de cada celebração meditamos a novena.
O primeiro dia foi na Colônia dos Pescadores de Itaipu. E a santa missa foi celebrada pelo nosso Pe. Ceslaw.
Ao lado da Imagem de São Pedro foi organizado o pequeno altar e o povo se acomodou e juntos rezaram por todos os moradores daquele local.
Etykiety:
Itaipu,
novena,
novena de natal,
palotinos,
Paróquia São Sebastião em Itaipu
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Apóstolos Hoje - Dezembro 2014
"Superar a
tentação através da alegria do Evangelho"
- Preparação
espiritual para o Congresso Geral
da União em julho
de 2015.
"Reconhecemos que necessitamos criar espaços adequados para motivar
e reabilitar os agentes pastorais, lugares para regenerar a própria fé em Jesus
crucificado e ressuscitado, no qual compartilham suas mais profundas questões e
preocupações do cotidiano, discernem em profundidade com critérios evangélicos
sobre sua própria existência e experiências, a fim de orientar para o bem e a
beleza as próprias escolhas pessoais e sociais. "(Evangelii Gaudium 77)
O Papa Francisco convida-nosa criar espaços de renovação, para motivar e
curar. Durante a nossa reflexão espiritual mensal, penso que vale a pena para
todos nós refletirmos sobre os espaços de renovação onde encontramos a força e
a vontade para a ação apostólica, onde nos regeneramos e fazemos discernimento
sobre o caminho da vida, a vida na Igreja e com a Igreja pelaqual nós somos
responsáveis pelo batismo. Este espaço de renovação para todos nós é Jesus, que
está conosco cada vez que nos encontramos em seu nome. Por esta razão, o nosso
Estatuto Geral no artigo n° 23 fala de estar em comunhão com Deus."Os membros da União, a fim de
aprofundar e promover a comunhão com Deus e uns com os outros, no seguimento a
Jesus Cristo, aexemplo de São Vicente Pallotti: estudam, meditame partilham a
Sagrada Escritura como fonte de inspiração; colocam a celebração Eucarística no
centro da própria vida; zelam pela oração pessoal e comunitária, compartilham
uns com os outros as experiências de vida e de fé, vivem a reconciliação como uma
atitude de conversão permanente".
Sem dúvida, há muitas e belas atividades apostólicas que compartilhamos
na Igreja e das quais nos orgulhamos. No entanto, você precisa parar e pensar
sobre as tentações a que estamos expostos (EG 17 b).
Todos conhecemos e lembramos os belos ideais que acompanhavam São
Vicente Pallotti na fundação da União (cfr. OOCC IV, pp.17-23), com tristeza, admitimos
que as tentações mencionadas pelo Papa Francisco na Evangelii Gaudium também
influenciam a nossa União.
A primeira tentação é uma preocupação exagerada pela autonomia, por
espaços pessoais e relaxantes, que nos levam a viver os nossos deveres como um
mero apêndice da vida, como se não fizessem parte da identidade das pessoas que
trabalham no ministério pastoral; acentuação do individualismo, uma crise de
identidade e um declínio no fervor. São três males que influenciam um ao outro.
Mesmo um estilo de vida nos leva a apegar-nos áseguranças econômicas, ou a
espaços de poder e glória humana que procuramos obter de qualquer forma, em vez
de doar a vida aos outros na missão. Desta forma, a tarefa da evangelização é
vivida sem entusiasmo, com apenas um pouco de esforço e em tempo limitado.
Não deixemos que nosroubem o entusiasmo
missionário! (EG 78-80).
São Vicente queria muito cumprir o mandamento do amor, que é ilimitado e
desejou que todos pudessem conhecer e amar a Cristo. Por esta razão, o nosso
amor por Jesus não pode ficar somente em segredo, privado eescondido aos olhos
do mundo, que não permitacompartilhar com aqueles que não o conhecem.
Alguns têm medo de serem convidados a realizar algumaação apostólica. Tentam
escapar de qualquer compromisso que possa privá-los do tempo livree do qual sepreocupam
obsessivamente... como se uma ação de evangelização fosse um veneno perigoso em
vez de seruma resposta feliz ao amor de Deus que os convoca à missão e os torna
completos e fecundos. O problema nem sempre é o excesso de atividade, mas,sobretudo
as atividades vividas mal sem motivação adequada, sem uma espiritualidade que
permeia a ação e a torna desejável. A ansiedade hoje para obter resultados
imediatos faz agentes pastorais não tolerarem facilmente o sentido de qualquer
contradição como:um fracassoaparente, uma crítica, uma cruz. A maior ameaça
"é o pragmatismo cinzento da vida cotidiana da Igreja, na qual tudoaparentementeprocede
na normalidade, enquanto que, na realidade, a fé vai se desgastando e se degenerando
na mesquinhez".
Não deixemos que nos roubema alegria de evangelizar! (EG 78-80).
Não deixemos que nos roubema alegria de evangelizar! (EG 78-80).
A alegria do Evangelho é aquela que nada e ninguém poderá nos tirar
(cfr. Jo 16, 22). Uma das tentações mais graves que sufocam o fervor e a ousadia
é o sentimento de derrota que nos torna pessimistas, insatisfeitos e
desencantados com a face escura. Ninguém pode enfrentar uma batalha se antes
não confia plenamente na vitória. É evidente que em alguns lugares se tem
produzido um "deserto" espiritual, fruto do projeto de sociedade que
queremos construir sem Deus ou que destrua as suas raízes cristãs. Podemos também
nos tornar um deserto espiritual. Até mesmo a nossa família ou nosso local de
trabalho pode ser aquele ambiente árido, onde se deveria manter a fé e tentar
irradiá-la. No deserto há necessidade, acima de tudo, de pessoas de fé que, com
a sua fé e a vida honesta, podem apontar o caminho em direção à Terra
Prometida, por isso, tornam visível a esperança.
Não deixemos que nos roubem a esperança! (EG
85-86)
Hoje, quando os meios de comunicação humana alcançaram um crescimento
sem precedentes, somos desafiados a descobrir e transmitir a profundidade da
vida em comunhão. Experimentar estar juntos com as nossas diferenças, iniciando
talvez em um modo um pouco '"caótico", mas que pode se transformar em
uma verdadeira experiência de fraternidade, em uma caravana de solidariedade,
em uma sagradaperegrinação. Sair de si mesmo para unir-se ao outro faz bem. Fechar-se
em si mesmo é provar o veneno amargo do isolamento. O Evangelho convida-nos a
correr sempre o risco de encontrar-se com o rosto do outro, em uma comunidade
de fé. O Filho de Deus na sua encarnação nos convidou a revolução da ternura ...
Em outros setores da nossa sociedade cresce a estima para diferentes formas de
"bem-estar espiritual", sem comunidade, para a "teologia da
prosperidade" sem compromissos fraternos. A solução para os nossos
problemas nunca consistirá em fugir de um relacionamento pessoal e comprometido
com Deus e com os outros. Esta situação pode ocorrer hoje em nossas paróquiasquando
os fiéistomam uma atitude de esconder-se do ponto de vista dos outros e quando
sutilmente trocamde um lugar para outro ou de um compromisso para outro sem
criar vínculos profundos e estáveis; trata-se de um remédio falsoque pode
causar a doença do espírito. Decisivamente é melhor aprender a descobrir Jesus
no rosto do outro, em suas vozes, em suas demandas. Isso nos leva à verdadeira
cura pessoal, porque a maneira adequada de nos relacionarmos com os outros, na
verdade, nos cura. Este modo é a fraternidade mística, contemplativa, que sabe olhar a grandeza sagrada do
próximo, que sabe descobrir Deus em cada ser humano, que sabe suportar o desafio
de viver juntos agarrando-se ao amor de Deus, que sabe como abrir o coração ao
amor divino para procurar a felicidade dos outros como seu bom Pai procura.
Não deixemos que nos roubema comunidade! (EG
87-92)
Também estamos atentos ao mundanismo espiritual, que se esconde por trás
das aparências de piedade e até mesmo do amor à Igreja. Consistena atitude de, em
vez de procurar a glória do Senhor, procura-se a glória e o bem-estar humano.
Isso nos leva a substituir o fervor evangélico com a auto complacência
egocêntrica. Aquele que caiu neste mundanismo olha do alto e de longe os
outros, rejeita a profecia dos irmãos, desqualifica aqueles que lhe fazem
perguntas, ressaltam constantemente os erros dos outros, não aprendem com seus
próprios pecados, nem é autenticamente aberto ao perdão. Este mundanismo asfixiantecura-se
saboreando o ar fresco do Espírito Santo, que nos libera da concentração sobre
nós mesmos e nos abre à presença de Deus.
Não deixemos que nos roubem o Evangelho! (EG 93-97)
Não deixemos que nos roubem o Evangelho! (EG 93-97)
O mundanismo espiritual leva alguns cristãos a estar em guerra com os
outros cristãos que impedem a sua busca de poder, de prestígio, de prazer ou
segurança econômica. Cuidado com a tentação de inveja! Estamos todos no mesmo barco
e vamos todos para o mesmo porto! Pedimos a graça de alegrar-nos com os frutos
de outros, que são de todos. A cada um de nós é direta a exortação paulina:
"Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem" (Rm 12, 21). E mais uma vez:"Não nos cansemos de fazer o bem" (Gálatas 6,9).
Não deixemos que nos roubem a ideia do
amor fraterno! (EG 98-101).
É preciso
reconhecer que, no contexto atual da crise com os compromissose os laços
comunitários, são muitos os jovens que oferecem sua ajuda solidária em face aos
males do mundo e se envolvem em várias formas de atividades e voluntariado. Que
belo que os jovens são "peregrinos da fé", felizes de levar Jesus em
cada estrada, em cada praça, em cada canto da terra! Se em nossas comunidades há
a falta de um fervor apostólico contagioso, esse não entusiasma e não desperta
atrações. Onde há vida, paixão, desejo de levar Cristo aos outros, surgem vocações
autênticas. Os desafios existem para serem enfrentados. Somos realistas, mas
sem perder a alegria, a audácia e a dedicação plena de esperança!
Não deixemos que nos roubem a força
missionária! (EG 106-109)
Conclusão:
A alegria é realmente uma grande força, porque é um distintivo que o
Senhor está conosco. É por isso que São Vicente, falando aos membros da União,
queria que em seus rostos, em seu olhar modesto, em todo o seu agir ecomportamento,
no encontro mútuo na comunidade, e em particular com as pessoas vindas de fora,
reunidos em ocasião do ministério pastoral, emanasse e espalhasse a alegria
espiritual (cfr. OOCC VII, 171).
O Evangelho, a esperança, a comunidade, o ideal do amor fraterno, as missões
..., tudo isto é o modo de ser a Igreja. Por esta razão, nos encontramos
juntos, reforçando-nos reciprocamente para que a Uniãopossa estar sempre pronta
a levar Jesus, a alegria que se renova e se comunica ....
Questões para
reflexão pessoal e/ou comunitária:
• Como alimento a
minha fé e como é o meu ser em comunhão com Deus?
• Que tentações experimento
como causa da paralisia no meu apostolado?
• Que iniciativas
apostólicas podemos desenvolver como Conselho Nacional de Coordenação, Conselhos
de Coordenação Local, membros das comunidades e grupos da União, para criar um
espaço de encontro com as famílias para ajudá-las a descobrir e/ou aprofundar a
alegria evangélica e esperança em suas vidas?
Pe.
Vladimir Peklansky SAC
Promotor
Nacional da Formação,
Slovacchia
Festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora em Itaipu
Neste dia de
alegria, em que a Igreja celebra a Festa da Imaculada Conceição de Nossa
Senhora, a comunidade da Paróquia de São Sebastião se reuniu também para
celebrar.
A festa era
na Capela de Nossa Senhora da Conceição. E teve inicio logo cedo as 7:30h com a
procissão e a Santa Missa.
A noite
novamente a igreja lotou de fiéis, e a procissão que passou pelas ruas do
bairro foi muito bonita.
A Santa
Missa foi celebrada pelo Pe. Francisco e concelebrada pelo nosso Pároco Pe.
Jorge.
Louvamos a
Deus por ter nos dado Maria como nossa mãezinha, e pelo “sim” que ela deu a
Deus, se tornando a mãe de Jesus, sem a mancha do pecado.
Salve nossa
Mãe Imaculada! Viva Nossa Senhora!
domingo, 7 de dezembro de 2014
O Ano da Vida Consagrada e da alegria de ser Palotino
O Ano da Vida Consagrada e da alegria de ser Palotino.
Sábado, 29 de novembro de 2014, em toda a Igreja Católica começou o Ano da Vida
Consagrada.
Em Roma, este evento foi marcado com uma grande vigília de oração
na Basílica de Santa Maria Maggiore, presidido pelo Secretário da Congregação
para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Dom
José Rodríguez Carballo, OFM. Foi um momento de oração marcada por ouvir alguns
dos escritos dos Fundadores que seguiram Jesus em diferentes formas e a
mensagem de vídeo de Papa Francisco que estava com visita pastoral à Turquia.
Outro
momento importante foi a Celebração Eucarística do domingo, 30 de novembro,
presidida pelo Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação, que nos
apresentou plenamente no Ano da Vida Consagrada que ilustra o ensinamento do
Papa Francisco sobre ele.
Papa
Francisco na Carta Apostólica a todos consagrados por ocasião do Ano da Vida
Consagrada, de 21 de Novembro de 2014, indica claramente os objetivos deste ano
especial: olhar para o passado com gratidão, viver o presente com paixão e
abraçar o futuro com esperança. O Santo Padre espera deste Ano de graça: que nós
sejamos testemunhas da alegria de ser consagrados, acordar o mundo com as
nossas vidas, sejamos na Igreja "especialistas de comunhão" e que
"Nós saímos" para os subúrbios de existência.
Relatamos a
primeira iniciativa do Secretariado Geral para a Formação, que envolverá as
casas de formação. O Secretariado está organizando uma "Corrente de
Oração", inspirado no tema: “A alegria de ser consagrado Pallottino”, que
começará no dia 22 janeiro de 2015, festa de São Vicente Pallotti, e vai durar 33
dias e seguirá os "Trinta e três pontos" na qual Ele apresenta a
santa vida de Jesus, que é a “nossa regra fundamental”. O Secretariado Geral de
Formação envia logo a casas de formação um calendário com todas as informações.
Neste Ano dedicado à Vida Consagrada nossos jovens podem viver mais
profundamente a comunhão e a alegria da consagração através da oração e da
meditação.
sábado, 15 de novembro de 2014
Consagração Perpétua
"Seja
destruída a minha vida e a vida de Jesus Cristo seja a minha".
S. V. Pallotti.
A família
palotina estava em festa para celebrar a Consagração Perpétua do nosso
seminarista Denis Alves Campos, na belíssima paróquia de Nossa Senhora dos
Navegantes em Bonsucesso/Rio de Janeiro.
A Santa
Missa foi celebrada pelo superior regional Pe. José Rodriguez, e também
estavam presentes padres da família palotina, irmãos beneditinos,
seminaristas, noviços, membros da O.V.S. e da U.A.C. familiares do
Denis e amigos.
Todos reunidos para louvar a Deus pela sua vocação, entrega a Deus.
Todos reunidos para louvar a Deus pela sua vocação, entrega a Deus.
Que Nossa
Senhora Mãe de Misericórdia o abençoe e que ele seja um religioso de
acordo com a vontade de Deus.
Etykiety:
Consagração Perpétua,
Denis Alves Campos,
palotinos
Mãe da Misericórdia
Há uma íntima relação entre Maria Santíssima, a Mãe de Jesus, o mistério da misericórdia divina e a prática da misericórdia. Maria está desde a sua concepção envolta na misericórdia infinita do Pai, pelo Filho e no Espírito (preservada do pecado e do demônio), ao mesmo tempo em que o seu agir – antes e depois da sua Assunção – está assinalado pelo amor efetivo aos seres humanos (especialmente pelos pecadores e sofredores).
A invocação “Salve, Rainha Mãe de misericórdia” se encontra pela primeira vez com o Bispo Adhémar, de Le Puy (+ 1098); destaca a qualidade do olhar materno de Maria: “esses vossos olhos misericirdiosos a nós volvei”, e conclui com o sentido desta sua misericórdia: “ó clemente, ó piedosa, ó doce, Virgem Maria”. Já o título “Mãe de Misericórdia” Se crê que foi dado pela primeira vez a Maria por Santo Odão (+ 942), abade de Cluny. “Ego sum Mater misericordiae” (Eu sou a Mãe de Misericórdia), Maria lhe teria dito em sonho. Relação com a Mensagem da Divina Misericórdia.
Em Vilna, capital da Lituânia, se venera a imagem da Mãe da Misericórdia de Aušros Vartai (Portal da Aurora) desde 1522, localizada numa das entradas do antigo muro. Em 1773 o Papa Clemente XIV concedia indulgências a quem rezasse ali com devoção, e em 1927 o Papa Pio XI permitiu que a pintura fosse solenemente coroada com o título de Maria, Mãe da Misericórdia. Sua festa é celebrada a 16 de novembro.
Em nossos tempos, Santa Faustina Kowalska, mística polonesa, nos repropõe a centralidade da Divina Misericórdia para a fé e a vida da Igreja, recorrendo a Maria Santíssima como Mãe da Misericórdia. Por Providência divina, a primeira vez em que a imagem de Jesus Misericordioso foi publicamente venerada foi justamente em Vilna (cf. Diário, 417).
Em qual sentido podemos proclamar Maria como Mãe de Misericórdia? Sem cometer o grave equívoco de pensar que a misericórdia é reservada a Maria e a justiça a Jesus (como muitos medievais chegaram a pensar), o título “Mãe da Misericórdia” ou “Mãe de Misericórdia” assim se justifica:
Maria é a mulher que experimenta de modo único a misericórdia de Deus – que a envolveu de modo particular desde a sua Imaculada Conceição, passando pela Anunciação, como discípula fiel do seu Filho, até o grande momento da Sua Páscoa (paixão, morte, ressurreição, glorificação e Pentecostes). Ela é “cheia de graça”, ou seja, totalmente transformada pela benevolência divina (cf. Ef 1, 6).
Maria
é a mãe que gerou a misericórdia divina encarnada – graça extraordinária que
coloca a jovem Maria, a partir da Encarnação do Filho de Deus, numa relação
inimaginável de intimidade com o próprio “Pai das misericórdias” (2Cor 1, 3). A
partir do seu “eis-me aqui” e o seu “faça-se”, a misercórdia divina se faz
carne e entra na história!
Maria é a intercessora incansável do povo de Deus – elevada aos Céus em corpo e alma, Maria não deixa de apresentar as necessidades dos fiéis ao seu Filho, a quem rogou pelos esposos de Caná, quando vivia na terra (cf. Jo 2, 1 ss). Ela “continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna”, ensina o Concílio Vaticano II (Lumem gentium, n. 62), praticando assim a misericórdia, sobretudo para com os que padecem dos males da alma (pecadores), mas também do corpo (todos que sofrem).
Maria é a intercessora incansável do povo de Deus – elevada aos Céus em corpo e alma, Maria não deixa de apresentar as necessidades dos fiéis ao seu Filho, a quem rogou pelos esposos de Caná, quando vivia na terra (cf. Jo 2, 1 ss). Ela “continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna”, ensina o Concílio Vaticano II (Lumem gentium, n. 62), praticando assim a misericórdia, sobretudo para com os que padecem dos males da alma (pecadores), mas também do corpo (todos que sofrem).
A Mãe de
Jesus e nossa merece, portanto, ser honrada como Mãe da Misericórdia e Mãe de
Misericórdia! Ó Maria, Mãe que experimentastes e gerastes a Misericórdia, Mãe
que proclamais e exerceis a misericórdia, fazei de nós autênticos apóstolos
deste mesmo mistério de amor em nossos tempos. Amém.
Pe. Akácio
Etykiety:
Mãe da Misericórdia,
palotinos,
Região Mãe da Misericórdia
domingo, 9 de novembro de 2014
Apóstolos Hoje - Novembro de 2014
Preparação
Espiritual para o Congresso Geral da União em julho de 2015
"Se alguma
coisa deve santamente inquietar-nos e preocupar a nossa consciência é que
muitos dos nossos irmãos vivem sem a força, a luz e consolação da amizade com
Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolhe, sem um horizonte de
significado e vida . Mais do que o medo do fracasso espero que nos mova o temor
de fechar-nos nas estruturas que nos dão uma falsa segurança, nos padrões que
se nos transformam em juízes implacáveis, nos hábitos em que nossentimos
tranquilos, enquanto lá fora há uma
multidão faminta e Jesus nos repete incessantemente: "Dai-lhes vós mesmos
de comer" (Marcos 6,37)" Evangelii
Gaudium, 49.
Neste mês de novembro,
enquanto continuamos o caminho de preparação espiritual para o Congresso Geral,
iluminados com o tema "Jesus, uma alegria que se renova e se
comunica", convido-vos a aceitar o desafio proposto anteriormente pelo
Papa Francisco "Dai-lhes vós mesmos de comer". As pessoas estão
famintas; estão à procura de "alimento" em muitos lugares, entre as
pessoas que se conhecem ou não se conhecem, usando uma variedade de métodos e
meios para encontrar-se.
Procuram a razão de sua
existência e, às vezes, estão conscientes de sua busca de Deus, mas não tiveram
quem lhes falasse de Cristo.
O Papa Francisco encoraja a
nós,o Povo de Deus, a Igreja, aencontrar precisamente essas pessoas e dar-lhes
as razões para viver e crescer, objetivo último pelo qual trabalhamos. Como
fazemos? Através da evangelização: "Ide, pois e fazei discípulos todas as
nações ... ensinando-as a observar tudo o que avos tenho ordenado" (Mt
28,19a, 20a).
A Evangelização pode ser tão
complexa como preparar discursos e retiros para enriquecer os outros ou tão
simples como falar com alguém, revelando o amor de Deus para cada um e
introduzir os conceitos básicos da fé e da Igreja. AIgreja tem necessidade (nós
precisamos) estar abertos a todos aqueles que estão à procura,
independentemente de suas escolhas passadas e de sua situação atual.
Temos um presente único e
especial a compartilhar com o resto do mundo - a pessoa de Jesus Cristo. Ele é
a mensagem a ser entregue a todos com quem entramos em contato, a mensagem que
foi confiada à Igreja para ser espalhada até os confins da terra. Não é a nossa
mensagem, mas a mensagem de Jesus.
Neste núcleo fundamental o que
brilha é a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e
ressuscitado. (EG 36)
No passado, ir em missão
poderia significar ir para terras distantes como missionários; hoje, não é
necessário ir muito longe para encontrar os famintos e sedentos: basta olhar ao
nosso redor, em nossas famílias, nossos vizinhos e talvez até mesmo em nossas
paróquias para encontrar aqueles que não conhecem a Jesus, sua mensagem de amor,
ou que O tornaram inútil em suas vidas.
E quem deve evangelizar? Nós.
Como acreditava São Vincente e como disse o Papa: Todos somos chamados (EG 20)
em virtude do Batismo. Nós somos aqueles que acolhem a missão de "seguir
em frente", confiada aos Apóstolos e, por meio deles, a nós. Ao final de
cada celebração Eucarística, somos convidados a dar testemunho de Cristo com a
nossa vida. Embora esses compromissos podem nos distanciar de nossas
conmodidades, há uma alegria que vem do saber de plantado a semente do Evangelho. E tal
alegria se renova na celebração da Eucaristia.
A Igreja evangeliza e é
evangelizada com a beleza da Liturgia, que é também a celebração da ação
evangelizadora e fonte de um renovado impulso a doar-se (EG 24). Além disso,
Jesus nos diz: "Eis que eu estou convosco todos os dias, até o fim do
mundo" (Mt 28,20b).
O Papa Francisco, embora
deseja que focalizemos sobre a mensagem, ele também compreende que énecessária
uma estrutura que permita que a mesma mensagem seja levada a outros. Tal como
acontece para a UAC, os Centros de Coordenação Local são centros animadores de
encontro, de oração, de formação e de colaboração para sustentar a
espiritualidade comum e promover as diversas iniciativas apostólicas (Estatuto
Geral 60), assim a paróquia, como parte específica da Igreja a qual
pertencemos, é a Igreja encarnada em um determinado espaço, equipada com todos
os meios de salvação dada por Cristo, mas com um rosto local (EG 30). A União
como Associação éuma riqueza para a Igreja que o Espírito suscita para
evangelizar todas as áreas e setores que foi pedido para não perder o contato
com essa realidade tão rica da paróquia local,e integrar-se com prazer no plano
pastoral da Igreja particular (EG 29). São Vicente Pallotti fundou a União para
servir a Igreja ... Os membros da União, portanto, comprometem-se a permanecer
em comunhão com o Papa e os Bispos (EstG 21).
Não nos é pedido que
evangelizemos sozinhos ou sem preparação: é na paróquia que somos nutridos
pela mesa Eucarística, com o Corpo de
Cristo através da Eucaristia, com a Palavra de Deus, através da oração e
pregação, e da própria comunidade. Fomos abençoados para sermos membros da UAC:
Podemos aprender mais sobre Jesus, o Apóstolo do Eterno Pai (formação), podemos
compartilhar nossa caminhada de fé com os outros, podemos juntos orar e
celebrar a Eucaristia, para sermos mais incentivados e apoiados em nosso
compromisso com a evangelização.
E, embora as enormes e rápidas
mudanças culturais exigem que prestemos constante atenção para tentar expressar
sempre a verdade em uma linguagem que permite reconhecer a sua permanente
novidade(EG 41), deve-se notar que todo ensinamento da doutrina deve situar-se
na atitude evangelizadora que acorda a adesão do coração com a proximidade,
amor e testemunho (EG 42). Quando nos comprometemos a imitar o amor de Cristo
para o Pai e para todas as pessoas, e desejamos hoje realizar, no modo mais
completo, o Seu estilo de vida e de apostolado (EstG 19), e nos entregamos ao
serviço e cumprimento Sua vontade, revelada especialmente através da Sagrada
Escritura, o ensinamento da Igreja e os Sinais dos tempos (EG 18), estamos
vivendo a evangelização, à vista de todos.
No entanto, como precisamos de
tempo para crescer em nossa fé e esperamos misericórdia e paciência por parte
de Deus e do homem para as nossas dúvidas e nossas falhas, devemos também dar
aos outros o tempo necessário que precisam para crescer. A todos deve chegar a
consolação e encorajamento do amor salvífico de Deus, que trabalha
misteriosamente em cada pessoa, além de seus defeitos e suas quedas (EG 44).
Somos chamados a viver a reconciliação como um caminho de conversão permanente
(EstG 23e).
Evangelização significa
"sair", mas também para viajar juntos com nossas dificuldades e
sofrimentos, nossos medos e as nossas alegrias. Ousamos um pouco mais para
tomar iniciativas! Como consequência, a Igreja sabe "envolver-nos" (EG 24).
Nossa recompensa é a alegria.
Questões a
considerar
•
Quem eu
encontrei no mês passado, que estava precisando de meu testemunho no que diz
respeito ao amor de Deus?
•
Como estou
nutrindo os famintos?
Ação
concreta:
Não temos todas as respostas para as necessidades e
exigências daqueles que procuram a nossa ajuda. Esperamos encontrar tempo neste
mês para identificar centros em nossa diocese, setores que possam nos ajudar e
para que possamos oferecer ajuda.
Maria
Domke
Promotor
da Educação Nacional
Edmonton,
Alberta, Canadá
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