domingo, 11 de setembro de 2016

Peregrinação a Pé a Fátima

Na terça-feira, dia 6 de setembro, saiu da Paróquia de Santíssimo Nome de Jesus, em Odivelas, a XXVª Peregrinação a Pé a Fátima.








Cerca de 100 peregrinos, junto com Pe. Juliano Silva percorreram 150 km para chegar ao Santuário de Nossa Senhora do Rosário, em Fátima.



Foram cinco dias de oração, penitência e cansaço oferecidos a Deus. Durante a caminhada a Fátima.... em umas das paragens para celebrar a Santa Missa o Pe. João Pedro o pioneiro deste evento na altura do ano 91 esteve a presidir a celebração e muitos da primeira geração de Jovens Marianos lá estavam e ficaram até emocionados e a nova geração juntos aos demais peregrinos ficaram feliz por verem a raiz de tudo como começou.





Quando encerramos a peregrinação com a Santa Missa no Santuário foi meditado na homilia que ambas gerações de Jovens Marianos - antigos e novos - complementam-se: os primeiros foram o início, a RAIZ; e os novos, os atuais são os FRUTOS e estes tiveram a alegria e a experiência de ver a origem de seus trabalhos...






e ainda: os novos agora são os FRUTOS, que por sua vez, cairão sobre a terra a fim de desenvolverem outras raízes que também terá outros frutos.... com outras palavras o que está em questão é o TESTEMUNHO de cada um destes nossos jovens em FAZER ACONTECER!

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Festival Palotino da Canção

Aconteceu na última quarta-feira, 7 de setembro, o Festival Palotino da Canção no Santuário da Divina Misericórdia, em Vila Valqueire, Rio de Janeiro. O evento comemorou 26 anos de realização e teve início às 9h da manhã com a Santa Missa presidida pelo reitor do Seminário Maior, Padre Gilmar e concelebrada por outros padres de nossa Região da Mãe da Misericórdia.

As paróquias palotinas de todo o Estado do Rio de Janeiro marcaram presença neste evento. Logo após a Santa Missa, o Padre Denis fez um momento de adoração com a exposição do Santíssimo Sacramento.
Após o almoço houve o sorteio das bandas participantes do Festival e começaram as apresentações. O tema deste ano era: “Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.” Mt 5,7. O tema faz jus ao Ano Santo da Misericórdia, iniciado no fim do ano passado pelo Papa Francisco. Bandas de diferentes estilos passaram pelo palco do festival. Algumas com poucos integrantes, outras com muitos, integrantes mais jovens, alguns mais velhos, mas todas elas com um único objetivo: louvar a Deus através da música. As apresentações se encerraram por volta de 17h e o resultado saiu às 16h. O grupo campeão foi da Paróquia de São Roque. O segundo lugar ficou com a Paróquia de Santa Izabel e o terceiro lugar com a Paróquia do Santuário da Divina Misericórdia.

Todas as paróquias participantes ganharam um troféu com a logo da comemoração dos 25 anos do Festival Palotino e as três primeiras ganharam troféus e 1º, 2º e 3º lugares.

O evento se encerrou com a apresentação muito animada da Banda Shekinah.

Novena em preparação pela beatificação da Venerável Elisabetta Sanna em Odivelas

A tanto esperada beatificação da Venerável Elisabetta Sanna se aproxima. Será celebrada no dia 17 de Setembro de 2016, na Basílica da Santíssima Trindade de Saccargia. A primeira beatificação de um membro leigo da União do Apostolado Católico é uma grande alegria para toda a nossa Família Palotina. Agradecemos ao Senhor por esta beatificação e humildemente pedimos a Ele que nos abra para acolher as graças que Ele nos dará por esta ocasião. Em vários lugares do mundo os fiéis rezam a novena, entre eles a paroquia de Santíssimo Nome de Jesus em Odivelas.






segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Apóstolos Hoje - Setembro de 2016

Oração e  misericórdia
A carta do Papa Misericordiae Vultus de abertura do Ano Jubilar coloca, logo, em evidência a forte relação entre Jesus Cristo – como semblante misericordioso do Pai – e a nossa necessidade de contemplar continuamente o mistério da misericórdia. Desde o início nos deparamos com uma estreita ligação entre a misericórdia e a oração. Quando estudamos os escritos de São Vicente Pallotti, somos encorajados e desafiados do mesmo inseparável binômio: oração e misericórdia.
Quem estudou os escritos de São Vicente Pallotti, com certeza percebeu sua enfase sobre a importância que a oração e a Misericórdia Infinita de Deus tem na nossa vida: a prática da oração santa é muito importante. Um cristão sem oração é uma pessoa sem razão… Um missionário sem oração é um soldado sem a espada.
O modelo de uma vida de oração e de misericórdia é Jesus Cristo, que é a verdadeira imagem da Misericórdia do Pai. Jesus transmite a misericórdia de Deus na sua própria pessoa. E assim Pallotti se coloca diante de Deus em oração, pedindo a graça de “ser como Jesus” nesta terra. “Em todas as minhas ações que eu seja como Jesus Cristo, que vive e age em mim. Em união com Ele, ofereço-te a fidelidade da sua mais santa humanidade”.
Este “viver em Jesus”, na dupla presença de oração contemplativa e obras de misericórdia, direciona e plasma os aspectos específicos da nossa vida cristã como se expressa em “Misericordiae Vultus”:
~     A relação com Deus e com os outros;
~     Uma fonte de alegria, de serenidade e de paz:
~     Um lugar de encontro e uma ponte entre a pessoa e Deus, entre eu e o outro;
~     Um sinal mais eficaz da ação de Deus em nossa vida;
~     Um sinal da presença do Espírito Santo, que guia os passos de quem acredita, para cooperar na obra de Cristo.
Todos estes elementos são familiares aos membros da União do Apostolado Católico. A vida de Jesus, a mesma imagem da Misericórdia, constitui a “Regra” dos membros da Família Palotina. O lugar de privilégio da oração é fundamental, para aprofundar sempre mais a nossa relação com Deus e entre nós, uma relação que, não só promove a paz e a alegria dentro de nós, mas em todo o mundo. São Vicente Pallotti coloca em evidência a importância da fé na nossa oração, porque tem a certeza que Deus responde generosamente aos nossos pedidos: “Quando pedes uma graça ao Senhor por meio do Espírito, apresenta-te com prontidão, confiança, humildade e gratidão de tê-la já alcançada, e faz aqueles atos interiores, que farias se realmente tivesse alcançado tal graça, e não duvidar, porque fazendo assim serás consolado, confiança, confiança, humildade…” (OOCC, X pp. 112-113).
Podemos aplicar isto a nós na UAC, quando pedimos a de Deus a graça de sermos pessoas de misericórdia e apóstolos do Senhor Jesus Cristo.
São Vicente com frequência fala do nosso ser “um testemunho da misericórdia de Deus”, através da instituição, desta santa Sociedade que respeita, venera, promove e propaga o Apostolado Católico. Em virtude desta mesma fundação, somos chamados a ser apóstolos da misericórdia e imitadores de Deus, atentos as necessidades dos filhos de Deus.
Ulteriormente São Vicente Pallotti, nos recorda que justamente pela graça de Deus nossa vida, nossas palavras e ações serão obras da misericórdia de Deus, e nós podemos acrescentar com certeza que estas serão testemunho do Amor Divino que age em e através de nós por meio das obras de misericórdia espirituais e corporais. Também, somos desafiados pelo nosso Fundador a continuar com confiança incondicional neste Ano da Misericórdia.
Esforcemo-nos para realizar grandes coisas para a glória de nosso Criador e lembremos que é a graça divina que nos torna santos, e que o mesmo Deus pode dar-nos uma tão grande graça, que pode fazer-nos os maiores Santos, maiores do que qualquer outro Santo que já viveu na Igreja de Jesus Cristo. E com sempre mais firmeza acreditamos que Deus nos dará tal graça.
Pontos para reflexão:
1.     De que maneira podemos, como União – como pessoa, famílias, Cenáculos – desenvolver ainda mais a nossa vida de oração, de tal modo que possa conduzir-nos mais fortemente a realizar as obras de misericórdia espirituais e corporais?
2.     Vivendo o carisma, transmitido a nós por Deus através São Vicente Pallotti, o que devemos fazer para escutar melhor e responder à Palavra de Deus – nossa Regra de Vida – para sermos testemunhas autênticas da Misericórdia como imitadores de nosso Deus Misericordioso?
3.     Quais são as necessidades locais, às quais podemos responder como grupo da UAC, levando em consideração a importância de rezar e projetar eficazmente durante todo o processo?
4.     O que posso fazer pessoalmente, na minha vida de oração e ação concreta, para acolher o desafio deste ano da Misericórdia de ser misericordioso como o Pai?

Irmã Carmel Therese Favazzo, CSAC

Congregazione Suore dell’ Apostolato Cattolico

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Apóstolos hoje - Agosto de 2016

O Diálogo, as Relações e a Cooperação entre Pessoas de Religiões Diversas com a intenção Comum da Misericórdia

Ide, “como missionários, para levar a mensagem da ternura do Pai, do seu perdão e da sua misericórdia a cada homem, mulher e criança” e segui o exemplo de Jesus, “indo ao encontro dos outros, em espírito de respeito e abertura, para compartilhar com eles o dom que nós mesmos recebemos” (Mensagem de vídeo do Papa Francisco para o 51º Congresso Eucarístico Internacional em Cebu City, Filipinas).
Cada seguidor de Cristo, em virtude da vocação cristã, é chamado a viver o diálogo na sua vida cotidiana, que é motivada pelo ensinamento do Evangelho e mostrada – em ação humana – através da misericórdia e do amor aos outros (Lc 10,27; Rm 13,9-10). O diálogo é uma aproximação significativa às pessoas de outras comunidades de fé, para a recíproca compreensão, cooperação e transformação. O nosso diálogo não se esvazia em reuniões e conferências, mas é um modo de exprimir a fé cristã na relação e no emprenho rumo ao próximo.
A Sagrada Escritura nos oferece muitas imagens de boas relações nos oferece muitas imagens de boas relações com os próximos, para além das fronteiras e convenções estabelecidas. No Antigo Testamento (Gn 12), encontramos Deus que desafia Abrão e Sara a ir viver entre estrangeiros. No Novo Testamento, Jesus rompe a convenção, falando com a mulher samaritana ao poço (Jo 4,6-30) e mostra como possa entrar em contato com ela mediante o diálogo. Falando com um doutor da lei (Lc 10,25), Jesus lhe recorda que o seu próximo, aquele ao qual deveria demonstrar amor e compaixão, e do qual pode receber a graça, pode ser um estrangeiro. Hoje, a chamada do nosso Senhor a nos fazer próximos (Lc 10,27) inclui os “estrangeiros” de outras tradições de fé, que vivem nas nossas cidades e países.

Testemunhos de Relações e de Cooperação com as outras Religiões:
Gostaria de compartilhar alguma experiência da minha vida, por me encontrar trabalhando com pessoas de outros credos com uma intenção comum de misericórdia.
Nos meus trinta anos de Vida Consagrada, fui enviada em missão em Estados diferentes da Índia. Sem me dar conta dos desafios, estava pronta a aceitar a tarefa que me foi confiada pela Congregação. Muito embora eu venha de um ambiente católico bem radicado, é aqui – no meu ministério – que descobri a minha vocação de dar testemunho de Deus Misericordioso, através  do diálogo com pessoas de diversas religiões.
Em um dos vilarejos hindu, a minha Congregação propôs de iniciar uma obra que cuidasse dos idosos e foi confiada a mim a responsabilidade de construir uma casa para essa finalidade. Antes que eu chegasse ao lugar, fui advertida do perigo de se usar um hábito religioso, coisa que não é aceita por fundamentalistas hindus do vilarejo. Não me desencorajei nem me preocupei, antes, estava determinada em realizar meu trabalho, vestindo o hábito religioso desde o início. Tive que enfrentar muitos obstáculos que, inicialmente, me provocavam insônia, medo e dúvidas dentro de mim. Todavia, a minha confiança, no Deus misericordioso, não permitiu que este espírito morresse em mim, na verdade me encorajava a demonstrar o Seu amor através do meu serviço quotidiano.
Certa vez, em uma manhã chuvosa, enquanto estava caminhando rumo ao vilarejo, vi um homem que estava debaixo de uma árvore, quase imerso na água. Ainda que houvesse passado muitas pessoas, nenhuma tinha parado para ajudá-lo. Como cada ser humano, também eu hesitei no início, mas com o encorajamento da minha coirmã enfermeira, levantamos o homem, coberto de vermes, e o lavamos na presença de muitos espectadores de outras religiões.
Este testemunho de amor e de misericórdia a um irmão hindu, tem transformado os corações de muitos fundamentalistas do vilarejo, que começaram a oferecer o seu apoio. Cedo a notícia de gestos bons, realizado por duas mulheres de Cristo, se difundiu na cidade. Os equívocos à fé diversa começavam a desaparecer no coração das pessoas. A esse ponto compreendi que esta era uma oportunidade oferecida por Deus, para visitar as famílias de pessoas de outros credos e participar de suas celebrações. Esta interação gradualmente abriu o caminho para o diálogo entre nós, para aprofundar a nossa compreensão recíproca e concentrarmo-nos sobre iniciativas compartilhadas para o bem comum.
O evento mais alegre do nascimento de Jesus é celebrado no nosso Vilarejo com muita participação. A procissão do presépio vivo é realizada junto com pessoas de outras tradições religiosas. É estupendo dar-se por conta como todas as expressões de fé nos ensinam a amarmo-nos uns aos outros e nos encorajam a edificar a harmonia, enquanto honra a integridade das nossas diferenças.
Hoje, não há mais medo de obstáculos no meu ministério. A maior parte do pessoal na nossa obra pertence a outras religiões. Trabalhamos juntos, escutando e falando com abertura e respeito. A nossa Casa para Idosos se tornou um centro de serviço com fim humanitário, onde pessoas de outras religiões se tornaram nossas parceiras no transmitir aos outros a mensagem de amor e de misericórdia de Cristo.
Conclusão
Neste ano do Jubileu da Misericórdia, Deus está nos chamando neste novo Milênio, com seus desafios e oportunidades. Temos Necessidade de entender como o Espírito Santo age nos homens do nosso mundo, especialmente em quem professa outra religião. Não escondamos as nossas diferenças, nem evitemos conflitos, mas busquemos de torná-los construtivos. Assim, quanto maior o nosso empenho no diálogo inter-religioso, mais aumenta o nosso respeito e confiança, conduzindo-nos a aumentar a cooperação e a ação comum. O Papa João Paulo II, na sua primeira visita na Índia, afirmou: “O diálogo entre os membros de religiões diversas faz crescer e aprofundar o respeito recíproco e cria as bases para relações que são determinantes para resolver os problemas do sofrimento humano” (Mensagem aos Líderes não-cristãos, Madras/Chennai, 5 fevereiro 1986).

Rezemos com São Vicente Pallotti
“Meu Deus, misericórdia minha, gostaria de dizer, mas no rever-vos em mim me perco, digo pouco, e digo quase nada: [...] mais trabalhais em mim [...], porque sinto a fé que me diz, que na minha miséria inconcebível superior sem medida [...], eu sou a criatura apta para formar o objeto mais próprio da vossa infinita misericórdia; em mim somente a vossa infinita misericórdia encontra a capacidade de resplandecer, procurar e de produzir as suas infinitas graças” (OO CC, X, p.313-314).
                                           Irmã Eugine Nirmala Francis SAC

                                           Índia

domingo, 28 de agosto de 2016

Pe. José António Zavorski novo pároco de Odivelas

No passado dia 27 de agosto de 2016, o Pe. José António Zavorski SAC tomou posse da Paróquia do Santíssimo Nome de Jesus de Odivelas. Os paroquianos estavam reunidos na Igreja para testemunharem o acto solene e participarem na Eucaristia da Tomada de posse do Pe. Zeca como seu responsável pastoral.

A Eucaristia foi presidida pelo Sr. Bispo Auxiliar de Lisboa, D. Nuno Brás. Na altura própria foi lida a Carta de Nomeação e o novo Pároco fez a sua Profissão de Fé. Feita a promessa de fidelidade e obediência ao Bispo naquilo que é próprio da missão que lhe foi confiada, o Pe. José Zavorski iniciou a sua nova missão.


Pe. Zeca garantiu que não pretende ser o dono da Paróquia mas apenas “um servidor de todos os que com ele e com os seus coirmãos palotinos querem servir a povo de Deus na comunidade de Odivelas”. A posse como pároco teve lugar no dia de Santa Monica e de vésperas do grande santo Agostinho, a qual Pe. Zeca é grande devoto, que Ele com sua sabedoria ajuda o novo Pastor do rebanho de Odivelas. São Vicente Pallotti no dia da sua ordenação sacerdotal escreveu: quero ser um trabalhador incansável, rezemos pelo Pe. Zeca que a exemplo do fundador da Sociedade do Apostolado Católico seja um incansável trabalhador na vinha que foi confiada a Ele. Acolhemos, portanto, sua nova missão com as nossas orações e com os nossos trabalhos para que Deus seja glorificado nesta comunidade paroquial de Odivelas.

Novena em preparação à beatificação da Venerável Elisabetta Sanna

A tanto esperada beatificação da Venerável Elisabetta Sanna se aproxima. Será celebrada no dia 17 de Setembro de 2016, na Basílica da Santíssima Trindade de Saccargia. A primeira beatificação de um membro leigo da União do Apostolado Católico é uma grande alegria para toda a nossa Família Palotina. Agradecemos ao Senhor por esta beatificação e humildemente pedimos a Ele que nos abra para acolher as graças que Ele nos dará por esta ocasião. Para prepara-nos melhor para este feliz evento, publicamos – como uso privado - a novena em preparação para a futura beatificação.

Dados bibliográficos
Elisabetta Sanna nasceu em Codrongianos (Sassari) no dia 23 de abril de 1788. Três meses depois perdeu a capacidade de levantar os braços. Casada, criou cinco filhos. Em 1825 ficou viúva e fez o voto de castidade; era a mãe espiritual das meninas e das mulheres de sua terra. Em 1831, embarcou para uma peregrinação à Terra Santa; acabou chegando em Roma, e não pode retornar, devido à graves destúrbios físicos, dedicou-se inteiramente á oração e ao serviço dos doentes e pobres. Ela foi um dos primeiros membros da União do Apostolado Católico de São Vicente Pallotti, seu diretor espiritual. Sua casa se tornou um santuário de fé viva e ardente caridade. Morreu em Roma no dia 17 de fevereiro de 1857 e foi enterrado na Igreja de SS. Salvatore in Onda. Os testemunhos confirmam e esclarecem as palavras de São Vicente Pallotti, transcritas pelo padre Scapaticci e pelo padre Vaccari: "Dois são aqueles que levaram adiante o nosso Instituto: uma pobre viúva que é Elisabetta Sanna, como haveis mais vezes entendido do Pe. Vicente Pallotti, o outro é o Cardeal Lambruschini” Por este motivo a "pobre" Serva de Deus recebe o privilégio de ser enterrada na Igreja de SS. Salvatore in Onda, junto ao túmulo de São Vicente Pallotti. Quando morreu, a sua fama de santidade era (assim) tão grande que, apenas quatro meses depois de sua morte, foi nomeado o postulador da sua causa de beatificação, com duração de mais de um século e meio. Foi declarada Venerável no dia 27 de Janeiro de 2014. O milagre que a levou, finalmente sobre os altares, aprovado pelo Papa Francis no dia 22 de janeiro de 2016 é a cura que ocorreu no dia 18 de Maio de 2008 - domingo do SS. Trindade - de uma jovem mulher brasileira (31 anos), Suzana Correia da Conceição, de uma atrofia muscular do braço e da mão direita com comprometimento funcional grave.

Oração inicial
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, te agradeço por enriquecer de modo admirável a nossa irmã Elisabetta Sanna com sabedoria, conselho, e fortaleza. Por seus méritos, te peço que me concedas a graça que desejo ardentemente ............................, conforme a tua Santíssima Vontade.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ...
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Primeiro dia: esposa e mãe (8 de Setembro)
O desejo de Elizabete desde jovem é aquele de se tormnar irmã. Tendo perdido a capacidade de levantar os braços, não pensa em se casar, e ainda, aos vinte anos é pedida em casamento por muitos jovens. Assim, no dia 13 de setembro de 1807, aos 19 anos, ela celebra o casamento com um certo Antonio Maria Porcu, um verdadeiro e bom cristão de modestas condições. Antônio é marido e pai exemplar que ama a sua esposa e lhe dá total confiança. Aos amigos, de fato diz: "Minha esposa não é como as vossas, é uma santa"!
Elizabete dirá: "Eu não era digna de tal marido, ele era tão bom." Sua família é modelo para todo o país. Nos anos seguintes, nascem sete filhos. Ela passa os dias entre a casa, a educação das crianças e no campo, onde trabalhou incansavelmente. Ela também encontra tempo para longas horas de oração na Igreja. Não tem medo das críticas por professar e viver a sua fé publicamente "Este meu temor de vida - responde - não me impediu de desempenhar os meus deveres de mãe de família." Ela mesma prepara os seus filhos para a Confissão e para a Comunhão e transmite-lhes um grande amor a Jesus, como a douçura, sem nunca usar modos bruscos. Uma verdadeira educação com o coração.
oração
Ó Deus, Espírito santificador, que amas a Igreja como tua Esposa, tu infondiste no coração da Venerável Elisabetta Sanna a chama do teu amor e o irradiaste na família, na Igreja doméstica. Te agradeço por este modelo de esposa e mãe, pelo seu encorajador e simples testemunho. Concede a cada mulher - esposa, mãe, noiva e consagrada - a graça de ser presença que compõe cada família e cada comunidade em um Cenáculo de fé e de amor, em generoso empenho e santificante serviço.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ...
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Segundo dia: viúva e esposa de Jesus Cristo (9 de Setembro)
Dos sete filhos, morreram dois em uma idade muito precoce. No dia 25 de Janeiro de 1825, seu marido Antonio, assistido por ela, morreu em idade jovem. Ficou viúva com cinco filhos, o maior com 17 anos e o menor com apenas três. Elizabete se sente responsável não apenas da administração da casa e do trabalho no campo, mas sobretudo da educação espiritual e temporal dos seus filhos. Amadurecendo no caminho espiritual, Elizabete em 1829, com a permissão do pregador franciscano, no tempo da quaresma, padre Luigi Paolo de Ploaghe, faz voto de castidade. Ao seu confessor pede muitas vezes para lembrar que ela agora é uma esposa de Jesus Cristo.
Oração
Ó Senhor, Tu que consolastes Maria após a morte de José e tivéstes compaixão da viúva de Naim, dá-me a força para aceitar a minha solidão, sem perder-me em nenhuma tristeza. Como para a Venerável Elisabetta Sanna, dá-me a tua paz, a tua força e a tua alegria para colocá-las a serviço dos outros, com coragem. Em primeiro lugar, dedicando-me à minha família e a todas as pessoas queridas ligadas a mim que em Tua bondade me fizeste encontrar no caminho da vida, sabendo que cada dia me levas mais perto do encontro definitivo contigo, com (meu marido - nome do marido, da mulher, ou de outras pessoas que deseja) e com todos os meus entes queridos. Amém.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Terceiro dia: peregrina (10 de Setembro)
Em 1829 chega em Codrongianos o jovem vice pároco, padre Giuseppe Valle. Torna-se o confessor e diretor espiritual da família Sanna, especialmente de Elizabete. A vida cristã de Elizabetta torna-se ainda mais ardente. Durante os exercícios quaresmais em Codrongianos guiados pelo padre franciscano Luigi Paolo de Ploaghe, o pregador, falou com muita eficácia da Terra Santa. Elizabete, junto com algumas outras mulheres, foi até ele para saber mais, e ficou (muito) fascinada, nascendo assim o vivissimo desejo de ver os lugares onde nasceu e onde foi crucificado o Filho de Deus. Ela se sente chamada a seguir Jesus mais de perto e pensa ir à Palestina e visitar os Lugares Santos. Nesta situação, nos primeiros meses de 1830 pediu permissão ao padre Giuseppe Valle para realizar a peregrinação. Padre Valle, depois de várias explicações, disse que não. Passados, porém, alguns meses e, em julho, Elizabetta voltou a ele, para obter a supirada permissão. Ele, após profunda reflexão e oração, deu o seu parecer favorável à viagem e decidiu-se a acompanhá-la. Os dois começaram discretamente a preparar-se e preparar as suas famílias para a viagem programada, na esperança que iria ajudá-los a crescer espiritualmente e a servir melhor os outros. Elizabetta tinha certeza de que sua mãe, que tinha 65 anos e o seu irmão padre Don Luigi, residentes em Codrongianos, assumiriam a responsabilidade de cuidar da família, durante a peregrinação. No final de Junho de 1831, juntamente com o padre Giuseppe Valle, eles embarcam para Genova. Lá, embarcariam de navio para Chipre. No último momento, porém, padre Valle descobre que não tinha o Visto para o Oriente. Então, com Elizabetta eles decidem ir a Roma, dizendo: "Também alí é Terra Santa." Assim, no dia 23 de julho de 1831 chegam em Roma. Esta viagem desde o início teve o caráter de peregrinação.
Oração
Ó Deus, sempre a caminho para encontrar o homem, tu infundiste no coração da Venerável Elisabetta Sanna, o desejo de ser peregrina. Te agradeço pelo seu testemunho encorajador. Dá-me a força e a coragem de caminhar sempre para alcançar-te e conhecer-te. Torna-me teu discípulo, é o objetivo de todo o meu caminhar na vida. Faze que aprenda a melhorar a mim mesmo guiado pelas palavras do Evangelho. Tudo o que conheci e aprendi, agora se torne patrimônio da minha existência, para que possa transmitir tudo através do testemunho de vida.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Quarto dia Colaboradora de São Vincente (11 de Setembro)
Em Roma, Elisabetta Sanna reside em um pequeníssimo apartamento perto da Basílica São Pedro. Em sua peregrinação às igrejas de Roma, com sede de oração, Elizabeth encontra na Igreja de Santo Agostino, um santo padre Romano, Vicente Pallotti. San Vincente, decide em 1832 acompanhar espiritualmente Elizabetta Sanna; Pallotti escreve em nome dela uma carta ao irmão sacerdote explicando que por motivos de saúde, ela não estaria em condições de retornar para a Sardenha mas que, se melhorasse, ela voltaria. A Serva de Deus, enquanto cuidava da saúde para se curar, colaborava com Pallotti com orações, conselhos e ajudava aos mais necessitados. Infelizmente, sua saúde piorava. Pallotti a sustenta no seu desejo de cura e no seu crescimento espiritual e também encontra para ela um pequeno trabalho com o Arcebispo Giovanni Soglia, futuro cardeal, na esperança de melhorar sua saúde. Quando pois, em 1838, o médico Petrilli escreve: "Sou da opinião de que, tendo que fazer outra viagem com o navio, poderia ir ao encontro a um pior infortúnio", Pallotti disse a Elizabetta: "Deus a quer em Roma." E a Serva de Deus permaneceu ali, até sua morte em 1857.
Oração
Ó Venerável Elisabetta, ajudai-me a tornar-me consciente de que a minha felicidade está em fazer a vontade de Deus. Te peço, Senhor, concede-me capacidade à minha mente de modo que possa aceitar tudo o que me acontecer e de fazer sempre - com o Tua ajuda - o melhor possível a cada dia segundo a Tua vontade. Tu podes ajudar– me como fizestes com a Venerável Elisabetta – a estar a escuta de Ti e fazer sempre a Tua vontade. Amém
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Quinto dia: A deficiente que se tornou apóstola (12 de setembro)
Quando Elizabetta tinha apenas três meses, uma epidemia de varíola causou a morte de muitas crianças em Codrongianos e também ela foi atingida. Ela se curou da epedimia, mas permaneceu com os braços ligeiramente prejudicados e as articulações endurecidas. Isso não a impediu de crescer, aprendendo a suportar a sua deficiência, como algo natural e realizar todas as tarefas domésticas e também apresentando-se sempre ordenada e limpa. Não obstante a sua deficiência física, Elizabetta tornou-se colaboradora da União do Apostolado Católico, fundada por padre Vicente Pallotti em Roma. Quem se aproximava dela, dirá: "Via Deus em tudo e adorava-O em todas as coisas. O amor de Deus era a sua vida. Aquilo que parecia ser um grande interesse, desaparecia de fronte ao interesse de Deus". De fato, a Sanna dizia seguidamente: "Meu Deus, eu vos amo acima de todas as coisas."
Oração
Venerável Elizabetta, que com tanta paciência e com tanta confiança em Deus, suportaste as dores físicas da doença e os sofrimentos da contradição moral quando não pudeste retornar para a Sardenha, obtem-me esta mesma submissão aos sofrimentos de tal maneira que possa viver sempre sob o olhar de Deus para tornar-me dócil instrumento da Providência para a salvação das almas. Amém.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Sexto dia: A fé na vida cotidiana (13 de setembro)
Elizabetta recebeu uma educação cristã profunda na família, da qual fala claramente o seu irmão, padre Antonio Luigi. Ele nos informa sobre as orações feitas juntos em casa, a recitação do Rosário, a participação às funções eclesiais e da ajuda prestada aos pobres. Nesta atitude de fé e de oração, Sanna perseverou por toda a vida. Todos os testemunhos dizem que com ela se falava somente sobre as coisas espirituais. Quando se a visitá-la em seu quarto, a conversação se alternava entre instrução religiosa e orações. Em uma carta escrita a padre Giuseppe Valle no dia 18 de Maio de 1846, São Vincente confirmou o progresso espiritual da Serva de Deus com a seguinte frase: "Prossegue nas boas obras e espero que alcanse aquela perfeição à qual Deus deseja o Pai das misericórdias". Cada manhã ia até a Basílica São Pedro. A Basílica era a sua casa. Quando ela morreu, correu a voz: "Morreu a santa da Basílica de São Pedro".
Oração
Ó Venerável Elisabetta, ajuda-me a ser fiel aos meus deveres diários: ao dever da adoração que é a primeira necessidade para a minha vida espiritual; ao dever que me une ao próximo, aos deveres particulares da minha vocação, ao dever da caridade material e espiritual, consciente de que o diálogo com próximo é sobretudo na realização de meus deveres diários com espírito de fé e de caridade. Amém.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Sétimo dia: mãe espiritual (14 de Setembro)
Outro campo de realização da fé e do amor de Elizabetta foi aquele do aconselhamento espiritual. Ela tinha o dom do discernimento espiritual e o usava para ajudar as numerosas pessoas que recorriam a ela. Em seu pobre quarto, diante do quadro de “Nossa Senhora, Virgem Poderosa” (Virgo Potens), rezava com os seus hóspedes e dava a eles sábios conselhos. Mesmo o Cardeal Giovanni Soglia em certas coisas de sua consciência, ele a consultou. Pallotti mesmo, aconselhou-se com Elisabetta e orientou seus filhos espirituais a escutar a sua palavra. Por esta razão padre Rafaele Melia que conhecia muito bem Elizabetta, deu-lhe o título de " mãe premorosíssima " da União do Apostolado Católico, e padre Ignazio Auconi, seu sucessor no ofício de Superior Geral, confirmou que ela teve para com a obra de Pallotti, a preocupação e dedicação de uma mãe.
Oração
Ó Maria, Virgem Poderosa, ajudai nossas famílias e nossas comunidades, especialmente aquelas que lutam com dificuldade para viver a fidelidade, a unidade e concórdia! Ajudai as pessoas consagradas para que sejam um sinal transparente do amor de Deus. Ajudai os padres, para que possam comunicar a todos a beleza da misericórdia de Deus. Ajudai os governantes para que saibam procurar sempre e somente o bem da pessoa. Ó Virgem Potente, protegei a vida em todas as suas formas, idades e situações. Sustenta cada um de nós, para que a exemplo da Venerável Elisabetta Sanna saibamos discernir os caminhos de Deus e tornar-nos apóstolos entusiastas e credíveis do Evangelho.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Oitavo dia: Grande devoção à Eucaristia (15 de setembro)
Em Codrongianos, Elisabetta Sanna quase diariamente participava da Santa Missa. Em Roma, cada manhã, partivipava da missa na Basílica São Pedro e, se nã0 tinha outros compromissos, permanecia até o fim da última missa, porque estava convencida de que, com a Eucaristia, podemos dignamente render ao Senhor o que devemos a ele com adoração, louvor, agradecimento e oração. Ela também encorajava outros a participar da missa diáriamente. Ela, de modo particular adorava Jesus na Eucaristia nas Igrejas onde realizava "le Quarentone", isto é, a adoração de quarenta horas, e onde ela permanecia por longo tempo em profunda adoração. Padre Valle disse que conseguia receber até sete bênçãos eucarísticas no mesmo dia. Aqui se verificam as palavras do Padre Melia sobre o amor de Elizabete para com Jesus no SS.mo Sacramento da Eucaristia: "Era assim tão devota e amante que haveria consagrado toda a sua vida à adoração contínua."
Oração (Oração de São Vicente Pallotti diante do Santíssimo Sacramento)
E vós Serafins, Querubins, Tronos, Dominações, Potestadess, Principados, Virtudes, Arcanjos, e Anjos venham visitar Jesus Sacramento, e para mim adorá-lo, agradecê-lo, e amá-lo; e vós também, os Santos Patriarcas e Profetas, Apóstolos e Evangelistas, e os discípulos do Salvador, os SS. Inocentes, SS. Mártires, SS. Papas, Bispos, os Doutores, SS. Sacerdotes e levitas, SS. Confessores, Virgens e Viúvas, e vós todos os santos do Paraíso, venham todos visitar o nosso caro primogênito Irmão Jesus Sacramentado, primeiro, porém todos juntos rezemos à augusta Mãe de Deus e nossa Mãe, que se digne em conduzir-nos a visitar o seu divino filho no SS.mo Saramento Altar, e todos juntos agora e sempre adorá-lo, agradecê-lo, e amá-lo.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!

Nono dia: A serena esperança (16 de Setembro)
À profunda fé da Serva de Deus e ao seu ardente amor por nosso Senhor no Santíssimo Sacramento, se acrescenta a sua serena e alegre esperança. A um certo Luigi Schiboni, quando ele perguntou se ele se salvaria, Elizabete deu a seguinte resposta: "Duvidas? Não sabes que um Deus morreu por sua alma?". Padre Filippo Tancioni, secretário do Cardinal Soglia que estimou a Venerável como santa, disse que ela "tinha total confiança de salvar-se pelos méritos de Jesus Cristo ... e procurava inspirar em todos essa mesma confiança." Repetia muitas vezes: "Confio no Deus da Misericórdia". Nos momentos de saudade da família na Sardenha exclamava: "Misericórdia, misericórdia". Estas e outras exclamações similares ligadas a vivissíma fé e a um grande amor a Deus, desenvolveu nela a serena esperança de alcançar o Paraíso. Portanto, já na Sardenha compôs uma espécie de poesia (Lauda), recitando: " Toda sou de Deus, toda sou de Jesus. Não posso mais viver longe de Deus. Jesus é o meu coração e eu sou Jesus!". Deste modo sereno, expressava o seu desejo: "Desejo o céu cheio, o Purgatório vazio, o inferno fechado."
Oração
Ó Venerável Elisabetta Sanna, admiro a tua coragem e a tua constância em imitar Jesus com fé e serena esperança, mesmo nas situações mais difíceis. Sinto vergonha pelas minhas frequentes incertezas, pela minha preguiça e pela minha incoerência: ajuda-me a tornar-me plenamente responsável pelo dom da fé e a fazer sempre o bem com o espírito cristão, a fim de que o meu próximo possa mais facilmente unir-se a mim no louvor à Santíssima Trindade. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória
São Vicente Pallotti, rogai por nós!
Venerável Elisabetta Sanna, rogai por nós!