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quinta-feira, 18 de abril de 2019
terça-feira, 27 de março de 2018
Mensagem da Páscoa do Reitor Geral
A Boa-Nova.
Uma única palavra – Evangelho – que, no ato de ser anunciada, se torna verdade
jubilosa e misericordiosa. Que ninguém procure separar estas três graças do
Evangelho: a sua Verdade – não negociável –, a sua Misericórdia –
incondicional com todos os pecadores – e a sua Alegria – íntima e inclusiva.
Verdade, misericórdia e alegria: todas três juntas. (Papa Francisco,
Quinta-feira Santa, 13 de abril de 2017).
Desejo que
o feliz anúncio da Páscoa encha nossos corações de alegria e nossos gestos de
ternura e misericórdia, especialmente no ano do bicentenário da ordenação de
São Vicente Pallotti. Como ele disse, cada um à sua maneira e de acordo com a
sua condição, torna se um alter Christus, imitando a vida e os sentimentos
de Jesus na concretude de sua vida.
FELIZ PÁSCOA
Pe. Jacob
Nampudakam, SAC
Reitor
Geral
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Mensagem de Natal
Queridos
irmãos e irmãs,
“Somente a
partir do amor a família pode manifestar, propagar e regenerar o amor de Deus
no mundo. Sem o amor não podemos viver como filhos de Deus, nem como cônjuges,
pais e irmãos” (Carta do Papa Francisco para o IX Encontro Mundial das famílias
sobre o tema: “Evangelho da família: alegria para o mundo” Dublin, 21 – 26 de
agosto de 2018).
São Vicente
Pallotti escreveu: “Todos aqueles que estão e estarão na Congregação da Pia
Sociedade (...) cada um imaginando estar na Casa de Nazaré como se fizesse
parte da Sagrada Família do Homem-Deus, se empenhe em viver com humildade,
obediência, simplicidade como (...) se realmente estivesse vivendo com Jesus,
Maria e José (OOCC II, 104). Inspirando-nos em nosso santo Fundador, na
contemplação da Sagrada Família, desejo que todos tenham aqueles sentimentos e
atitudes que transformem as nossas comunidades em “pequenas Nazarés”, ou seja,
que as comunidades sejam exemplos de vida comum e de compreensão recíproca.
Desejo que
o nascimento de Jesus, o Salvador, seja um dom de Deus para toda família palotina,
para cada família. Que a todos dê um coração atento e capaz de reconhecer os
sinais do seu Reino na vida de cada irmão. Que o Menino Jesus faça do nosso
coração o presépio onde quer nascer, ser a luz para todos os nossos dias.
Desejo-lhes
um Feliz Natal e Dom Ano Novo 2018.
Pe. Jacob
Nampudakam, SAC
Reitor
Geral
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Pe. Jacob Nampudakam
quinta-feira, 13 de abril de 2017
PÁSCOA 2017
Quando estava para iniciar a preparar a
mensagem de Páscoa dirigida aos nossos membros, me deparei com as seguintes
palavras do Beato Oscar Romero, contidas na sua primeira carta pastoral:
«A Igreja de Cristo deve ser uma Igreja da Páscoa, isto é, uma Igreja
que nasce da Páscoa e vive para ser sinal e instrumento da Páscoa no mundo.
Jesus, que realizou a nossa redenção através do signo pascal, queria prolongar
a Páscoa na vida da Igreja. A Igreja é o Corpo de Cristo ressuscitado, e,
através do batismo, todos aqueles que pertencem à Igreja vivem a tensão pascal,
isto é, aquela passagem da morte para a vida, o caminho que nunca termina e que
se chama conversão, e que nos pede de continuar a destruir tudo o que é pecado,
para viver com maior vigor tudo o que é vida, renovação, santidade, justiça.
Noutras palavras, o Cristo da Páscoa continua a viver na Igreja da Páscoa. Não se pode
fazer parte desta Igreja sem ser fiel à sua maneira de passar da morte para a
vida, sem um movimento sincero de conversão e de fidelidade ao Senhor» (San Salvador, Domingo de Páscoa, 10 de abril
de 1977).
Estas palavras do Beato Oscar Romero,
mártir da justiça do nosso tempo, como nossos
coirmãos argentinos assassinados em 4 de julho de 1976, estão em sintonia
com o princípio espiritual de kenosis
que o nosso Fundador viveu e praticou: “De fato, o inteiro processo do
crescimento espiritual está baseado e modelado no mistério pascal, no qual o
homem velho se torna crucificado com Cristo e o homem novo vem à luz com a ressurreição.
O resultado desta experiência redentora é a transformação em Cristo” (Ratio Institutionis SAC, n. 140).
Esta é a única e autêntica forma de fazer
da vida de Jesus a regra fundamental da
nossa vida, como São Vincenzo Pallotti nos mostrou, e como a XXI Assembleia
Geral da nossa Sociedade nos lembrou.
Desejo para vos a paz e alegria do Senhor
ressuscitado. Que possam experimentar o poder da sua Ressurreição.
Jacob
Nampudakam, SAC
Reitor
Geral
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Pe. Jacob Nampudakam
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Natal 2016
«Ao acender a luz da árvore de Natal, nós desejamos que a
luz de Cristo brilhe em nós. Um Natal sem luz não é Natal! Que haja luz na
alma, no coração; que haja perdão aos outros; que não haja inimizades,
trevas... Que haja a maravilhosa luz de Jesus! São estes os bons votos que
formulo a todos vós, no momento de acender a luz da vossa árvore de
Natal» (Papa Francisco).
Estas maravilhosas palavras do Papa Francisco - que
incansavelmente se esforça para que o nosso mundo seja governado pelo amor,
misericórdia e compaixão – são os votos de todos nós na Casa Geral: que
podereis ser iluminados por esta Luz e experimentar o perdão que rasga a
escuridão e inimizade.
Quero também compartilhar com todos vocês a imagem comovente
- enviada por Pe. José Elias Fadul, SAC, Reitor Provincial da Província de São
Paulo, Brasil - que retrata uma mãe síria com seu bebê, depois de ser
transferido de um barco naufragado na ilha de Lesbos, na Grécia, para nos
lembrar que existem milhões de pessoas ao redor do mundo que compartilham o
mesmo destino do Filho de Deus, que se fez humilde e pobre.
O Natal não nos deixa impotentes diante da manjedoura; a
contemplação deste mistério profundo deve levar-nos para colocar um sorriso no
rosto de uma criança, que nos ensina a manter a esperança apesar de nosso mundo
marcado por tanta violência. Rezemos incessantemente pela paz, especialmente em
países que estão enfrentando grandes dificuldades.
Envio uma
bênção especial com imagem do Menino Jesus usado por nosso Fundador São Vicente
Pallotti durante a oitava da Epifania e guardada agora em exposição na Igreja
de SS. Salvatore in Onda!
FELIZ NATAL
FELIZ ANO NOVO
Pe. Jacob Namudakam, SAC
Reitor Geral
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Pe. Jacob Nampudakam
sábado, 1 de outubro de 2016
Eleição do Reitor Geral
Hoje, 01 de outubro de 2016, a XXI Assembleia Geral elegeu o Rev. Pe. Jacob Nampudakamcomo Reitor Geral da Sociedade do Apostolado Católico.
Pe. Jacob Nampudakam nasceu no dia 10 de agosto 1955 em Ayyampara, Kerala, Índia. É membro da Província Epifania do Senhor em Nagpur. Sua Ordenação sacerdotal foi em 1981, depois de terminar os estudos teológicos no seminário St. Charles em Nagpur, Índia. Depois da ordenação Pe. Jacob trabalhou como diretor espiritual, mestre dos novicios, diretor do Centro de Animação Palotina, Secretário Geral, Conselheiro Geral e Reitor Geral a partir do ano 2010. Por 12 anos foi também Secretário Geral para Formação. Pe. Jacob Nampudakam é mestre em filosofia e espiritualidade, estudou psicologia na Universidade Gregoriana em Roma. No dia 25 de fevereiro de 2014, foi nomeado pelo Papa Francisco como membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica. Pe. Jacob Nampudakam tomou posse de Superior Geral durante uma celebração na capela do Divino Mestre em Ariccia, Roma. Dentro da celebração com a presença do Procurador Geral Pe. Vitaliy Gorbatykh e os moderadores da Assembleia Pe. John Kelly e Pe. Janusz Łuczak e todos os Delegados, o novo Geral fez sua profissão de fé. Como Superior Geral Pe. Jacob deseja continuar a obra de crescimento da Sociedade e toda família palotina no espírito de colaboração e carisma do Fundador, são Vicente Pallotti. Desejamos ao Pe. Jacob Nampudakam as benção de Deus e que são Vicente Pallotti interceda na realização das tarefas.
Pe. Jacob Nampudakam nasceu no dia 10 de agosto 1955 em Ayyampara, Kerala, Índia. É membro da Província Epifania do Senhor em Nagpur. Sua Ordenação sacerdotal foi em 1981, depois de terminar os estudos teológicos no seminário St. Charles em Nagpur, Índia. Depois da ordenação Pe. Jacob trabalhou como diretor espiritual, mestre dos novicios, diretor do Centro de Animação Palotina, Secretário Geral, Conselheiro Geral e Reitor Geral a partir do ano 2010. Por 12 anos foi também Secretário Geral para Formação. Pe. Jacob Nampudakam é mestre em filosofia e espiritualidade, estudou psicologia na Universidade Gregoriana em Roma. No dia 25 de fevereiro de 2014, foi nomeado pelo Papa Francisco como membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica. Pe. Jacob Nampudakam tomou posse de Superior Geral durante uma celebração na capela do Divino Mestre em Ariccia, Roma. Dentro da celebração com a presença do Procurador Geral Pe. Vitaliy Gorbatykh e os moderadores da Assembleia Pe. John Kelly e Pe. Janusz Łuczak e todos os Delegados, o novo Geral fez sua profissão de fé. Como Superior Geral Pe. Jacob deseja continuar a obra de crescimento da Sociedade e toda família palotina no espírito de colaboração e carisma do Fundador, são Vicente Pallotti. Desejamos ao Pe. Jacob Nampudakam as benção de Deus e que são Vicente Pallotti interceda na realização das tarefas.
quarta-feira, 23 de março de 2016
FELIZ PÁSCOA!
O horrível assassinato das quatro Missionárias da Caridade, junto com outras 12 pessoas, em 04 de março de 2016 no Yêmen, chocou o mundo inteiro. Estas missionárias demonstraram coragem e altruísmo, decidiram não deixar o país, apesar de os combates se intensificaram e a situação ficou precária. Continuaram a "matar a sede de Jesus", através do amor, bondade, compaixão e serviço desinteressado para o povo de Aden; estavam servindo sem levar em conta a sua segurança em favor daqueles que foram ainda mais desfavorecidos e vítimas da situação.
“Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caído na terra, não morrer, fica só; se morrer, produz muito fruto” (J 12, 24). Este é o significado do grande mistério pascal que celebramos. As Missionárias da Caridade morreram como mártires: como mártires da caridade, como mártires porque são testemunhas de Cristo e tem partilhado o destino de Jesus na Cruz. Elas não só viverão para sempre, mas tornaram-se uma fonte de vida para os outros.
Oremos portanto juntamente com o nosso Fundador, São Vicente Pallotti: “A vida de Jesus Cristo é a minha vida... A crucifixão de Jesus Cristo é a minha... A obediência de Jesus Cristo é a minha... A fortaleza de Jesus Cristo é a minha fortaleza... As obras de Jesus Cristo são as minhas obras... A pregação feita por Jesus Cristo aos pobres é a minha... A plenitude da força do Sacrifício de Jesus Cristo é a minha força. Vivo eu, porém não eu, Cristo vive em mim”. (OOCC X, 161-162; 492-495).
Em nome da Comunidade da Casa Geral, desejo para todos os membros da Família Palotina a paz e a alegria do Senhor Ressuscitado.
Pe. Jacob Nampudakam, SAC
Reitor Geral
“Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caído na terra, não morrer, fica só; se morrer, produz muito fruto” (J 12, 24). Este é o significado do grande mistério pascal que celebramos. As Missionárias da Caridade morreram como mártires: como mártires da caridade, como mártires porque são testemunhas de Cristo e tem partilhado o destino de Jesus na Cruz. Elas não só viverão para sempre, mas tornaram-se uma fonte de vida para os outros.
Oremos portanto juntamente com o nosso Fundador, São Vicente Pallotti: “A vida de Jesus Cristo é a minha vida... A crucifixão de Jesus Cristo é a minha... A obediência de Jesus Cristo é a minha... A fortaleza de Jesus Cristo é a minha fortaleza... As obras de Jesus Cristo são as minhas obras... A pregação feita por Jesus Cristo aos pobres é a minha... A plenitude da força do Sacrifício de Jesus Cristo é a minha força. Vivo eu, porém não eu, Cristo vive em mim”. (OOCC X, 161-162; 492-495).
Em nome da Comunidade da Casa Geral, desejo para todos os membros da Família Palotina a paz e a alegria do Senhor Ressuscitado.
Pe. Jacob Nampudakam, SAC
Reitor Geral
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Mensagem de Natal
Caros amigos, saúde e paz da Casa Generalícia de Roma!
Para os augúrios natalinos deste ano, gostaria de
convidar a todos os membros da Família Palotina a contemplarem o Mistério da
Encarnação, na companhia de Maria.
O Evangelho apresenta três ícones marianas que são, de
particular importância, para todos os membros da Família Palotina: “Maria em Belém”, “Maria em Nazaré” e “Maria no
Cenáculo”, sendo que a primeira e a segunda são eventos celebrativos,
durante as festividades natalícias.
No
ícone “Maria em Belém”, Ela olha,
vive e contempla fatos e palavras que poçam ser consideradas como origem do
nosso carisma. Pallotti, de fato, recordava ‘Belém, que significa ‘Casa do
pão’, como símbolo da nossa ‘mínima
Congregação’, para evidenciar nela a abundância do “...alimento espiritual e dos meios necessários para a aquisição da mais
sublime perfeição, para cooperar com a maior glória de Deus e a salvação das
almas”. Por isso, Pallotti acrescentou esta afirmação extraordinária: “Somente alguns [...] na Congregação da Pia Sociedade [...] poderiam dizer ...hoje nasceu para você
cooperador... a sua salvação, porque de certa forma poderá chamar de seu
salvador” (OOCC II, pp. 15-16). E Maria, “observava” todos os
acontecimentos de Belém, meditando-os em seu coração, e continua a nos atrair
para nutrir também a nós como verdadeiro Pão da Vida.
O
ícone de “Maria de Nazaré” nos dispõe e nos prepara interiormente a fazer de
Cristo a ‘Regra fundamental da nossa vida’. Em Nazaré, Jesus “...viveu na humildade, na pobreza, nas fadigas
diárias, e no exercício das perfeitas viturdes, em plena Obediência ao Pai
Celeste, e com a perfeita sujeição à Virgem Santíssima, Maria sua Mãe, e a São
José, seu pai putativo” (OOCC XIII – I, p. 129). Maria de Nazaré, que contemplou
tudo isso, agora nos ajuda a transformar-nos em Cristo.
O
ícone de “Maria no Cenáculo”, nos
ajuda a receber as abundâncias do Espírito Santo. Vicente Pallotti desejava
profundamente que todos: leigos, pastores, sacerdotes, religiosos, religiosas e
consagrados tivessem Maria, depois de Jesus Cristo, o modelo mais perfeito do
autêntico zelo apostólico e da caridade perfeita. O Cenáculo, com a presença de
Maria Rainha dos Apóstolos, torna-se o lugar da comunhão universal para receber
a plenitude do Espírito Santo, que nos conduz e nos guia na missão de “evangelizar
todas as nações” (Mt 28, 19).
Nós, membros
da Família Palotina, enquanto celebramos o nascimento do nosso Salvador Jesus
Cristo, que tipo de inspiração espiritual podemos tirar destes ícones marianos?
Belém,
casa do pão’, nos convida a dar um verdadeiro fundamento espiritual à nossa
vida e ao nosso apostolado
e nos desafia a percorrer a ‘via estreita’ da vida de santidade. Quanto seria
bonito, se todos nós pudéssemos nos tornar mais contemplativos e místicos, como
São Vicente Pallotti, que respirava Deus em toda parte e sempre!
‘Nazaré’ é o lugar onde se encontra com a
pessoa de Jesus Cristo, e se interioriza os valores evangélicos da pobreza, da
simplicidade, e da suprema obediência ao Pai Celeste. Se a vida de Jesus se torna
verdadeiramente a ‘regra da nossa vida e do nosso apostolado’, nos tornaremos
apóstolos e missionários mais autênticos.
‘O Cenáculo, é o lugar da comunhão
universal e da transformação interior, como bem exprimiu o nosso fundador a
respeito de Maria: “...eu, juntamente com
os apóstolos, no Cenáculo,.... ficamos repletos do Espírito Consolador, em uma
assídua oração [...]; Eu, o filho, gostaria
de vê-lo rico dos tesouros da Divindade, gostaria de vê-lo todo transformado em
Deus para torná-lo Ministro do Evangelho mais útil às almas, e para procurar
mais eficazmente a glória do Pai celeste; ame a oração; que ela seja o seu
alimento, a sua bebida, o seu repouso” (Mês de Maio para os Eclesiásticos,
OOCC XIII/I, 440-441).
Assim,
estes três ícones marianos apresentam à toda a Família Palotina três ‘desafios’
espirituais e apostólicos: o desejo de uma profunda experiência do infinito
amor e da misericórdia infinita de Deus; o seguimento
de Cristo, ou seja, escolher Jesus como regra da nossa vida e do nosso
apostolado e um sério empenho apostólico e missionário, quais apóstolos de
Jesus. Ele, o 'Verbo feito carne', é também o Exemplo Perfeito da perfeição
divina: que a nossa vida seja centrada, sempre mais, na vida de Jesus!
O ‘Emanuel’ é a nossa fonte de alegria. “A alegria do Evangelho se experimenta, se
conhece e se vive quando doa a Palavra e a si mesmo” (Papa Francisco, Viagem apostólica nos USA, 23.09.2015). A alegria
do Evangelho é, por sua própria natureza, autorrevelação; uma vez conquistada, não
pode permanecer escondida, mas necessita ser partilhada. Ela consiste no “desejo inexaurível de oferecer misericórdia,
fruto experimentado da infinita misericórdia do Pai” (Evangelii Gaudium,
24). Por conseguinte, o Ano Santo da Misericórdia deverá ser uma ocasião não só
para que experimentemos a infinita misericórdia do Pai, mas para exprimi-la na
vida cotidiana com gestos de perdão, de reconciliação, de diálogo e com obras
de misericórdia corporal e espiritual.
A
exemplo da Sagrada Família de Nazaré, nós, membros da Família Palotina, somos
convidados a reforçar o mais possível as nossas relações de amizade e a viver o
espírito da União, procurando transformar toda a família humana em um lugar de
comunhão e renovando, particularmente, o nosso empenho no cuidado e na proteção
das crianças.
A
Sociedade do Apostolado Católico está preparando a sua XXI Assembleia Geral, que
acontecerá nos meses de setembro/outubro de 2016, tendo como tema principal: “A Regra fundamental da nossa Congregação é a
Vida de nosso Senhor Jesus Cristo” (OOCC III, 40). A Congregação das Irmãs
Missionárias do Apostolado Católico também está preparando o seu Capítulo
Geral, que será no mês de junho/julho de 2016, com o tema: “Acordem! Encontrem Cristo! Sejam testemunhas
de alegria no mundo!” Esses dois eventos são importantes e requerem o
auxílio da nossa oração.
Rezemos,
sobretudo, pela paz no mundo, de modo particular pelos países que vivem na
guerra e na violência: que Jesus, o ‘Príncipe da paz’, toque o coração de todos
nós, com a compaixão e o espírito de solidariedade!
Protejamos,
enfim, a nossa ‘casa comum’, da
atividade e da exploração, defendendo com coragem a dignidade de toda pessoa
humana e a beleza de toda a criação!
Em nome de toda a comunidade da Casa Geral, desejo a
todos vocês um FELIZ NATAL e um ANO de 2016, rico de frutos. Desejo a todos vocês
a alegria e a paz do Santo Menino de Belém!
Fraternamente
em S. Vicente Pallotti,
Pe.
Jacob Nampudakam, SAC
Reitor Geral da SAC e
Assistente Eclesiástico da União
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Pe. Jacob Nampudakam
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Celebração Eucarística para os membros da UAC em Roma
Em 30 de Setembro de 2015, o Pe. Jacob Nampudakam, na sua qualidade de Assistente Eclesiástico da União, presidiu uma missa na Igreja de SS. Salvatore in Onda para os membros da União do Apostolado Católico em Roma.
Em sua homilia, ele convidou todos os membros da Família Palotina para aprofundar sua compreensão e experiência do imenso dom carismático de São Vicente Pallotti e oferecê-lo a toda a Igreja com ardente paixão. Acima de tudo, ele destacou a centralidade de Deus na vida de toda a União. Deus é amor e onde Deus está, vai haver comunhão. Pe. Jacob expressou a esperança de que vai ser o início de um novo Pentecostes na Família Palotina, para ver uma energia espiritual renovada na difusão do carisma de São Vicente Pallotti e um novo entusiasmo para avaliar, atualizar e aprofundar nossos esforços para realização da União, como “trombeta evangélica”, que convida todos os fiéis a realizar a sua vocação apostólica na Igreja.
Em sua homilia, ele convidou todos os membros da Família Palotina para aprofundar sua compreensão e experiência do imenso dom carismático de São Vicente Pallotti e oferecê-lo a toda a Igreja com ardente paixão. Acima de tudo, ele destacou a centralidade de Deus na vida de toda a União. Deus é amor e onde Deus está, vai haver comunhão. Pe. Jacob expressou a esperança de que vai ser o início de um novo Pentecostes na Família Palotina, para ver uma energia espiritual renovada na difusão do carisma de São Vicente Pallotti e um novo entusiasmo para avaliar, atualizar e aprofundar nossos esforços para realização da União, como “trombeta evangélica”, que convida todos os fiéis a realizar a sua vocação apostólica na Igreja.
HOMILIA DO REITOR GERAL NA CELEBRAÇÃO DA MISSA PARA
MUITOS MEMBROS DA UNIÃO DO APOSTOLADO CATÓLICO NA IGREJA DO SANTÍSSIMO SALVADOR
EM ONDA, EM ROMA, NO DIA 30.09.2015[1]
Início da Missa
Queridos irmãos e irmãs da Família
Palotina! Sede cordialmente bem-vindos a
esta Celebração Eucarística, onde queremos rezar e agradecer a Deus de modo
particular pela difusão e o crescimento do carisma palotino. Ao mesmo tempo,
queremos pedir que cada membro desta grande família Espiritual faça uma
caminhada cristã e palotina profunda.
A Igreja celebra, hoje, a memória de São
Jerônimo. Mas, nesta tarde, nós escolhemos a Missa Votiva do Espírito Santo,
porque Ele é a força criadora e renovadora na Igreja.
Também São Jerônimo tem uma belíssima
mensagem para nós: Amar a Palavra de Deus na Sagrada Escritura, e ele diz
também a nós: “Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo”. Daí, pois, a
importância de que cada cristão viva em contato e em diálogo pessoal constante
com a Palavra de Deus.
Este nosso diálogo tem duas dimensões: deve
ser um diálogo verdadeiramente pessoal, porque Deus fala a cada um de nós
através da Sagrada Escritura, e tem também uma mensagem para cada um. Mas para
não correr o risco de cair no individualismo, devemos ter presente que a
Palavra de Deus nos é dada propriamente para construir comunhão, para unir-nos
na verdade no nosso caminho para Deus. Por isso, embora ela seja uma Palavra
pessoal, é também uma Palavra que constrói a comunidade, que constrói a Igreja.
O lugar privilegiado da leitura e da escuta
da Palavra de Deus é a liturgia, na qual, ao celebrar a Palavra e ao tornar
presente no Sacramento o Corpo de Cristo, atualizamos a Palavra na nossa vida e
a tornamos presente entre nós. Portanto, abramo-nos, agora, à Palavra de vida,
pedindo perdão por todos os nossos pecados.
Homilia
Caríssimos irmãos e irmãs, como membros da
Família Palotina estamos aqui reunidos para juntos rezar para cada membro e
para cada comunidade desta grande família Espiritual, espalhada em mais de
cinqüenta países do mundo, para que a nossa fé seja reavivada e para que, impelidos pela caridade de
Cristo, nos tornemos instrumentos eficazes para a difusão do Evangelho até aos
confins da terra.
O Evangelho de hoje nos mostra que, não
obstante o nosso desejo de seguir o nosso Mestre, em nosso caminho, nos encontramos
com mil obstáculos e desculpas. Um diz: “Senhor, deixa-me ir antes sepultar meu
pai”. O outro se desculpa, dizendo: “Eu te segurei, Senhor, mas deixa-me
primeiro despedir-me daqueles da minha casa”. Embora estes sejam motivos
justos, o chamado do Senhor tem um caráter de urgência: “Segue-me!”. “Ninguém que
mete a mão no arado e olha para trás é apto para o reino de Deus”.
Todos nós somos chamados pelo Senhor para
segui-lo: alguns de nós como sacerdotes, outros como pessoas consagradas e
outros ainda como fieis leigos na Igreja, vivendo e partilhando o espírito e o
carisma do nosso amado Santo fundador São Vicente, num estado de contemplação
eterna de Deus, como vemos sob o altar diante de nós. Somos realmente felizes de
ter a presença física e espiritual do nosso fundador.
Este é um momento para agradecer a Deus pelo
grande dom deste místico e apóstolo e pela sua visão carismática e profética
para toda a Igreja. Em nome dele e em meu nome, aproveito a ocasião para agradecer
a cada um de vós pelo empenho em viver e em difundir a espiritualidade e o
carisma de São Vicente.
Como os discípulos do Evangelho de hoje,
também a nossa resposta ao chamado a viver o espírito do nosso fundador, pode,
às vezes, ser limitada. Algumas vezes, não compreendemos o verdadeiro sentido
da sua herança espiritual e, às vezes, reduzimos a sua visão a um simples
projeto humano; outras vezes se metem no meio as nossas necessidades
humanas de segurança, de poder e de
prestígio, por falta de uma profunda formação cristã e palotina.
Digo tudo isto, sem jamais esquecer que
existem também centenas de pessoas que vivem o carisma palotino com grande
alegria e entusiasmo. Seja como for, após quase quinze anos da aprovação do
Estatuto Geral da União, este é talvez o momento justo para avaliar o andamento
desta realidade eclesial para o bem de toda a família palotina. Dos meus
contatos com as realidades da União, em diversos países, posso dizer-vos que,
se de uma parte experimento alegria pelas muitas pessoas que crescem na fé no
interno da União, da outra parte experimento preocupações especialmente onde
noto discórdias e desuniões entre alguns membros ou componentes da família
palotina. Em diversas ocasiões, procurei chamar a atenção para estes sinais negativos no
desenvolvimento da UAC.
Embora não sejam problemas graves, nos
encontros da União, sinto muitas vezes a falta de um sentido de urgência e de seriedade no
aprofundar a realidade eclesial da União desde o ponto de vista teológico,
espiritual, jurídico e pastoral.
Como realizar a União concretamente com resultados pessoais e pastorais
positivos para o serviço da Igreja, permanece em grande parte uma questão ainda
a descobrir. Tudo isto será possível quando cada um de nós tiver realizado uma
experiência profunda da pessoa e da espiritualidade de Pallotti.
O número 5 do Estatuto Geral da UAC diz: “O
Reitor Geral da Sociedade do Apostolado Católico, como sucessor em linha ininterrupta
do Fundador S. Vicente Pallotti é garante da fidelidade ao carisma palotino”.
Garantir a fidelidade ao carisma é uma grande responsabilidade diante de São
Vicente, diante da família palotina e diante da Igreja! Iluminados pelo
Espírito Santo, todos nós devemos estar atentos aos sinais da vida ou àquelas
tendências humanas que a limitam. A nossa Sociedade já passou um momento
difícil a este respeito, e por isso não faltam os coirmãos que me pedem para
estar atento. Não posso dizer que existem graves perigos até agora, mas vale a
pena estar atentos a qualquer sinal que não leve à vida.
Por isso, apresento agora alguns temas para
um discernimento comum em toda a nossa família espiritual. Estamos iniciando um
processo de avaliação e de discernimento na nossa Sociedade. Esperamos envolver todos os membros da União neste processo
para o bem da nossa Família Palotina.
1. Antes de tudo, a União deve ser vista como um
projeto de Deus e não simplesmente uma associação ou organização de fieis.
O perigo é grande se reduzimos esta realidade a um centro de tipo social e
cultural para obter alguma satisfação psicológica. Recordemos que a União é o
fruto do caminho espiritual de um grande místico e apóstolo, São Vicente. Como
seres humanos temos necessidade de organizar e viver eventos sociais e
culturais, mas eles não podem substituir um profundo caminho de fé. Formamo-nos
como verdadeiros e autênticos discípulos de Cristo, percorrendo o mesmo caminho
do Mestre, seguindo o mistério pascal. Toda a formação na UAC e para a UAC não
pode ser diversa da estrada que cada discípulo de Jesus deve fazer, como
sentimos também no Evangelho de hoje.
Talvez nós estejamos reduzindo a formação
na União aos encontros em diversos níveis, às conferências ou aos cantos! Onde
está a cruz, onde está a renúncia, onde está a ressurreição? Onde está o
radicalismo da vida cristã vivida em todo este processo? No nosso percurso
formativo, num certo ponto, fazemos um empenho apostólico. Até que ponto é um empenho
sério e profundo a serviço do Senhor e do seu povo? São suficientes três anos
de encontro para “vestir” a túnica do empenho apostólico na União? Depois, o
que sucede? Como vivemos realmente este empenho? Existe um contínuo processo de
formação cristã e palotina? Em suma, se devemos criar uma União que leve a uma
verdadeira comunhão, precisamos de um verdadeiro crescimento na caridade. Onde
há caridade, há Deus. Portanto, Deus é e
deveria ser a fonte e o fundamento da União do Apostolado Católico.
2. Uma outra realidade que enfrentamos é
que, frequentemente,
a
União é vista como o grupo de leigos que fizeram o empenho apostólico.
De fato, a União não pode ser formada por um único componente. O número 01 do
Estatuto diz: “A União do Apostolado Católico, dom do Espírito Santo, é uma
comunhão de fieis”. O número 07 acrescenta: “A igual dignidade dos membros da União
funda-se sobre a comum semelhança com o Criador e sobre o comum sacerdócio do
Povo de Deus. Ela se expressa numa pluralidade de vocações à vida laical, à
vida consagrada e ao ministério ordenado, tão coligadas que cada uma ajuda a
outra a estar atenta ao crescimento contínuo, e a prestar o próprio serviço”.
As três comunidades fundadas por S. Vicente
Pallotti – a Sociedade do Apostolado Católico, a Congregação das Irmãs do
Apostolado Católico e a Congregação das Irmãs Missionárias do Apostolado
Católico – “são parte integrante da União e têm a tarefa de garantir a unidade
e eficiência apostólica de toda a União” (cf. Estatuto 34, 35). Além disso, é
preciso recordar que na União todas as comunidades são autônomas e os seus
membros estão sujeitos às próprias regras (cf. Estatuto 40).
Estes números do Estatuto mostram que a
União do Apostolado Católico se realiza somente quando nós, sacerdotes,
religiosos e leigos, trabalhamos juntos para reavivar a fé e reacender a
caridade na Igreja e no mundo, para levar todos à unidade em Cristo. Aqui não se trata de quem seja o maior ou o mais importante –
todos nós somos discípulos e apóstolos e temos diversas vocações e dons. Não é
também uma questão de clericalismo ou de laicidade exagerados. Recordemos que
as três comunidades de fundação têm uma responsabilidade especial no promover e
no “garantir a unidade e eficiência apostólica de toda a União”.
Trata-se, pois, de viajar todos juntos no
mesmo trilho e no respeito da autonomia de cada comunidade. Se a União do Apostolado
Católico foi aprovada pelo Pontifício Concílio para os Leigos, as três
Comunidades de fundação estão sob a jurisdição da Congregação para os
Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. A combinação
destas realidades eclesiais pode ser uma riqueza, mas pode também criar
confusões, se não são claras as responsabilidades e os privilégios de cada uma.
Por exemplo, a Sociedade do Apostolado Católico é governada pela sua Lei e
pelos seus superiores com os seus conselhos. As propriedades da Sociedade são
cuidadas pela Sociedade, segundo as normas da Sociedade e da Igreja.
Ultimamente, estamos afrontando um pouco de
confusão neste campo. Segundo o meu ver, existem muitos outros argumentos como
este a serem aprofundados para o bem
comum da União. Além disso, se de um lado não deve nunca faltar a caridade
fraterna, do outro lado temos necessidade de normas e de contratos claros nas
nossas colaborações. Neste contexto tornam-se absolutamente necessários os
encontros periódicos entre os três Superiores Gerais das Comunidades de
fundação, que têm uma visão global de toda a Família Palotina, e a Presidente
da União. É preciso promover tais encontros também em nível nacional entre os
Superiores Provinciais/Regionais e os Presidentes Nacionais da UAC. Como foi
feito justamente na última Assembléia da União, temos necessidade de encontros
freqüentes das Comissões mistas compostas pelos membros de cada componente da
UAC para tratar de argumentos comuns como a formação, o apostolado, as missões,
etc. As decisões foram tomadas e agora aguardam a sua implementação.
3. Como cada movimento ou associação na
Igreja, devemos também desenvolver concretamente “um modo de ser e viver a UAC”.
Isto significa que devemos encontrar um modo de interpretar a eclesiologia de
comunhão, fundamento da UAC na praxe pastoral a serviço da Igreja. É necessária
uma certa identidade da UAC que deriva do nosso modo de pregar, cantar, fazer
apostolado, etc. Por isso, dizemos muitas vezes que o Cenáculo, segundo a visão
do nosso Fundador, oferece todos os elementos espirituais e apostólicos para
desenvolver o nosso modo de ser União na Igreja.
No Cenáculo, as pessoas simples são
transformadas interiormente sob a inspiração do Espírito Santo e a guia materna
de Maria, Rainha dos Apóstolos, partilhando a palavra e rompendo o pão, para
serem enviados como apóstolos até aos confins do mundo. Desenvolver uma tal pedagogia
é uma tarefa importante para toda a União. Segundo o Estatuto, o Assistente
Eclesiástico, em estreita colaboração com os diversos órgãos da União, deve
assegurar a formação Palotina inicial e permanente dos membros da União (cf. Estatuto
Geral 11). Este é o maior desafio da União hoje.
4. Queridos irmãos e irmãs, muitas
outras coisas poderiam ser ditas quanto à situação atual da União, sobre as
possibilidades de sua realização e sobre os obstáculos que podemos encontrar ao
longo da estrada. Convidei-vos para esta Missa especial pela União, a
fim de orarmos juntos como uma família pela graça e a bênção de realizar a visão
profética do nosso Santo Fundador. Junto com tantas belas experiências, como
seres humanos vamos também cometer erros ao longo da estrada; somos todos
pecadores e necessitados de purificação. O verdadeiro espírito de comunhão só pode
ser obtido em Deus porque ele é amor e o amor favorece sempre a comunhão.
Devemos ir além de uma visão restrita da
União que a vê como um grupo auto-referencial a serviço dos próprios
interesses. A União é um órgão auxiliar da Igreja e está sempre a serviço da
Igreja. Por isso somos chamados a formar apóstolos de Jesus para a Igreja e não
apóstolos para nós mesmos. O
nosso objetivo primário deve ser o de infundir no povo de Deus o espírito de
Jesus, Apóstolo do Eterno Pai, dando-lhe uma profunda formação cristã no
espírito de São Vicente. Alguns deles, em seu tempo e depois de uma boa
formação, poderiam fazer o empenho apostólico. Mas empenhar-se para que as
pessoas façam o empenho apostólico não deveria ser o objetivo primário da
União, mas formar apóstolos para a Igreja.
Assim, as nossas paróquias, por exemplo,
podem ser o melhor lugar para uma tal formação apostólica. Uma vez formados, os
membros devem também empenhar-se na vida apostólica e missionária da Igreja. A
falta de um verdadeiro empenho apostólico e missionário dos membros leigos na
missão da Igreja, segundo meu parecer, é uma grande falta na atualização da
União. Um grande número de membros das Comunidades de fundação estão empenhados
em diversos apostolados e missões. A Sociedade está procurando reforçar a sua
identidade missionária e estamos andando em diversos países de missão.
Existem as periferias da existência humana
em toda a parte. Uma sociedade secularizada, as famílias destruídas, os anciãos
descuidados, os jovens confusos, os migrantes que chegam aos milhões, os
doentes abandonados, etc., que encontramos na Itália ou na Alemanha, são
missões tão importantes como aquelas no Congo ou em Taiwan (ex-Ilha Formosa).
Cada comunidade local da União deve
encontrar esses campos de apostolado e de missão como expressão visível da
caridade fraterna. De outra forma, a União fica só um pio desejo. Não devemos
também gastar todas as nossas energias, mantendo as estruturas da União ou
organizando encontros, um depois do outro. Os apóstolos se formam na oração e
numa comunidade de fé, nos Cenáculos.
Daqui, pois, o nosso objetivo de formar
Cenáculos vivos em todo o mundo. O nosso empenho apostólico deve concretizar-se
também em atos concretos de caridade especialmente, em favor dos mais
necessitados.
Conclusão
Concluo com estas palavras fortes e
desafiantes de São Vicente: “A caridade exercitada como a descreve o
Apóstolo forma todo o substancial constitutivo da Pia União; se esta viesse a
faltar, não haveria mais nela o Apostolado Católico; por isso ai daquele que na
pia União tentasse ofender a caridade; mas feliz todo aquele que a conservar
perfeita, pois terá o mérito do seu estabelecimento, progresso, de todas as
empresas evangélicas da pia União” (OOCC III, 134-137).
Oremos
para que a vida de nosso Senhor Jesus Cristo seja a regra fundamental da vida e
do apostolado de cada um de nós e de toda a Família Palotina. Amém.
Pe. Jacob Nampudakam, SAC
Reitor
Geral e Assistente Eclesiástico da União
Igreja do Santíssimo Salvador em Onda, 30 de setembro
de 2015
ATO
DE CONSAGRAÇÃO AO ESPÍRITO SANTO
Ó divino Espírito,
que desceste com a abundância
das Tuas luzes e
dos Teus dons
sobre a primeira comunidade
reunida no dia de
Pentecostes,
entre os muros do
Cenáculo.
Eis diante de Ti
esta comunidade
que suplica que renoves
nela
o que realizaste
naquele memorando dia.
E para que isto
aconteça, nós nos consagramos a Ti,
oferecendo-Te a
nossa mente,
a nossa vontade, o
nosso coração.
A obra redentora
que Cristo, o Verbo encarnado,
realizou sobretudo
com a Sua paixão e morte
e quis confiar à
Sua Igreja,
foi completada por
Ti com o Pentecostes que nunca faltou.
Mas para que em
nós seja mais intenso e frutuoso,
e esta porção da
Igreja viva um contínuo progresso espiritual,
nós nos entregamos
sem reservas a Ti.
A Tua luz ilumine
as nossas mentes,
para que busquemos
sempre a verdade
E não nos deixemos
desviar por falsos profetas.
Que a Tua graça
rejuvenesça as nossas vontades
e as torne capazes
de resistir às insídias
do demônio e da
corrupção.
Que os Teus dons
nos transformem em apóstolos
com a palavra e
com o exemplo.
Ó Divino Espírito,
repete em nós os prodígios da graça
que se verificaram
na primeira comunidade com a Tua descida.
Faze que, vivendo
em Ti, levemos à Igreja
e ao Cristo
redentor quantos nos circundam,
contribuindo assim
àquele plano maravilhoso
de salvação do
gênero humano que, em Pentecostes,
Deu os primeiros
maravilhosos frutos. Amém.
Tradução de João
Baptista Quaini SAC. Também a sublinhação das palavras é do mesmo.
[1] A respeito desta homilia, o Reitor Geral escreveu aos padres Edgar
Ertl e João Baptista Quaini,em 01.10.2015: ”Caros
coirmãos. Vejo a grande necessidade de iniciar um processo de renovação e de
atualização da União. Ontem, celebrei a Missa com esta homilia à presença de
muitos membros da UAC em
Roma. Se possível, vos peço que publiqueis esta homilia com
alguma modificação. Todos nós fazemos a UAC. Já estamos um pouco fora do
momento e isto é um verdadeiro perigo a ser corrigido”.
Etykiety:
palotinos,
pe. Jacob,
Pe. Jacob Nampudakam,
UAC,
União do Apostolado Católico
sábado, 24 de janeiro de 2015
Inspiração e modelo na promoção do apostolado na vida e na obra de São Vicente Pallotti
Homilia do Reitor Geral da SAC, Pe. Jacob Nampudakam, do terceiro dia do Tridum em honra de São Vincente Pallotti, proclamada na igreja de SS. Salavadore in Onda em Roma.
Neste último
dia do tríduo em honra do santo Fundador, somos convidados a meditar sobre o
tema: “Inspiração e modelo na promoção do apostolado na vida e na obra de São
Vicente Pallotti”.
Iniciamos
nossa reflexão partindo do texto do Evangelho de hoje sobre a missão dos
setenta e dois discípulos (cf. Lc 10,1- 12). Junto com o envio dos doze
apóstolos, episódio trazido também por Marcos e Mateus, Lucas nos narra também
um segundo episódio, que lhe próprio: o envio em missão dos setenta e dois
discípulos. A intenção é mostrar que a missão não é confiada unicamente ao
estreito grupo dos apóstolos, mas ao círculo mais vasto dos discípulos. A
tarefa de anunciar Cristo entra na vocação cristã de cada batizado e deve
estender-se a toda a terra: o número setenta e dois retoma a tradição judaica
que considerava que as nações da terra fossem, precisamente, setenta e duas.
Conhecemos bem o conceito de apostolado universal, ou seja, a chamada de todos
os batizados a participar na missão da Igreja, profeticamente intuído pro S.
Vicente e aceito totalmente, hoje, pela Igreja.
O
evangelista introduz o episódio, ligando-o às palavras sobre o seguimento:
“Enviou-os
dois a dois...”. A missão supõe um envio e envio missionário, isto é, cada
cristão deve estar consciente que recebeu um encargo que deve realizar com
fidelidade e nos termos estabelecidos. No conceito de enviar está também a
ideia de viagem, de partir, de dispersão: “Ide!”. Não são os povos que devem
encaminhar-se em direção dos discípulos, mas os discípulos é que devem correr
em direção dos povos. Este modo de pensar a missão acentua fortemente a ideia
da universalidade e do serviço, um tema tão caro ao Papa Francisco: ir em busca
das ovelhas e não fechar-nos dentro de nós mesmos ou de nossas estruturas.
Mas quais
são os comportamentos e sentimentos que Jesus pretende de seus missionários?
1. Antes de tudo, a consciência da
urgência e da vastidão da tarefa: “A messe é
grande...”.
Desta consciência jorra a necessidade da oração: “Pedi ao dono da messe...”. A
urgência e a vastidão da tarefa são sublinhadas por outra advertência: “Pelo
caminho não saudeis a ninguém”. Não há tempo para conversações inúteis, para
coisas secundárias. O discípulo concentra-se sobre o essencial e não há tempo a
perder. A realidade é que há muito trabalho a fazer. Posso
testemunhá-lo na minha pequena experiência no mundo palotino. O povo de Deus
nos espera na Itália, em Moçambique, no Vietnam, em Cuba, etc. Respondemos-lhes
simplesmente que não temos nem pessoal, nem dinheiro? A questão central é: que
critério usamos nas nossas escolhas: o Evangelho ou as nossas seguranças?
2. A segunda atitude sugerida pelo
Evangelista é a pobreza: “Não leveis nem
bolsa, nem
sacola...”. Trata-se de uma liberdade indispensável para que a pureza do
Evangelho seja salva e o modo de viver torne acreditável o mesmo Evangelho.
Mostra, de fato, diante de todos a confiança que o missionário tem no Pai. Eis
o verdadeiro desafio para todos nós. É verdade: a pergunta sobre quem paga pelo
que fazemos, permanece válida. Também é verdade que alguém pagou por aquilo que
temos. Mas, se o que fazemos é uma verdadeira obra de Deus, se não é somente um
reino que construímos por nós mesmos, se o que diz o Evangelho é verdadeiro e
se acreditamos nestas palavras, encontraremos o pessoal e os meios necessários.
Tendo entrevisto a possibilidade e dando-me conta da importância de abrir uma
missão no Vietnam, fiz um apelo a um Reitor Regional, pedindo-lhe pessoas
disponíveis a partir: com grande surpresa dois membros jovens e capacitados
estão prontos a ir ao Vietnam. Estamos à espera de um Bispo que os acolha.
3. Por fim, a terceira atitude: a
consciência e a aceitação de uma situação
desproporcional:
“Eu vos envio como cordeiros ao meio de lobos”. O choque com o mundo não é com armas
iguais, mas o cristão deve ter fé na Palavra que anuncia, mesmo se esta parece
inadequada em relação com a tarefa. Frequentemente é a falta de fé que impede a
Palavra de manifestar a força de Deus que ela esconde. O sucesso de nosso
trabalho apostólico ou missionário não é determinado pelo número de membros ou
da soma de dinheiro no banco, mas pelo espírito evangélico e santidade de vida
de quem é enviado. Uma das missões mais dinâmicas da nossa Sociedade é aquela
de Arunachal Pradesh, no nordeste da Índia, fundada por um confrade que partiu
para essas montanhas do Himalaya, quando tinha mais de 70 anos.
Retornando a
São Vicente, podemos constatar que ele desenvolveu uma profunda base teológica,
espiritual e mística para sua inspiração e para seu modelo apostólico. Para
compreendê-lo melhor é preciso iniciar pela experiência que ele fez de Deus,
amor infinito e misericordioso, partindo da Sagrada Escritura: “Deus tanto amou
o mundo a ponto de dar-lhe seu Filho Unigênito” (Jo 3,16). “Esta é a vida
eterna: que te conheçam a Ti, o único Deus, e aquele que enviaste, Jesus
Cristo” (Jo 17,3). “Por isso... fixai bem os olhos em Jesus, o Apóstolo...” (Hb
3,1). São Vicente Pallotti, inspirando-se continuamente na Sagrada Escritura e
evidenciando o primado da graça de Deus, fixava seu olhar sobre o Enviado do
Eterno Pai, isto é, o Apóstolo do Eterno Pai: “Nosso Senhor Jesus Cristo é o
Apóstolo do Divino Pai Eterno porque enviado por Ele (...) O apostolado de
Jesus Cristo é a sua obediência ao preceito do Pai celeste...”. O carisma do
Fundador e a sua espiritualidade expõem à luz a dimensão apostólica da vida e
da morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. “Fonte, origem mestre de todo apostolado
para os que pertencem à União é Jesus Cristo, Apóstolo do Eterno Pai” (cf. Hb
3,1), diz o Estatuto da União. Assim Vicente Pallotti, que quis
ter e viver “os mesmos sentimentos que tinha Jesus Cristo” (Fl 2,5), mostra-se
um Seu grande imitador e seguidor. Portanto, os sentimentos de Jesus tornam-se
o ritmo da vida do santo Fundador. Diz São
Vicente: “A
vida de Jesus Cristo é a minha vida... A crucifixão de Jesus Cristo é minha...
A obediência de Jesus Cristo é minha... A fortaleza de Jesus Cristo é minha...
As obras de Jesus Cristo são minhas obras... a pregação feita por Jesus Cristo
aos pobres é minha... a plenitude do poder do Sacrifício de Jesus Cristo é
minha... Em resumo, como dizia São Paulo, “Eu vivo, mas não eu, Cristo vive em
mim”. Esta era a sua regra.
E este
também é o programa dos membros da sua Fundação. “A regra fundamental da nossa
mínima Congregação é a vida de N. S. Jesus Cristo, para imitá-lo com humildade
e confiança, com toda a possível perfeição, em todas as Obras da Vida oculta, e
do público ministério evangélico, para a maior glória de Deus Pai celeste, e
para a maior santificação da nossa alma e dos nossos próximos...”.
Conhecer,
amar e seguir o Apóstolo do Pai: eis a dinâmica da vida de
São Vicente
Pallotti e a fundamental inspiração da sua espiritualidade e o modelo do seu
apostolado. Neste contexto compreendemos melhor a convicção e a paixão interior
de Vicente Pallotti, expressas nas palavras seguintes: “A cada um mandou Deus
procurar a salvação eterna do seu próximo; e como para realizar tais preceitos
devemos imitar Jesus Cristo, que é o Apóstolo do Eterno Pai, por isso a vida de
Jesus Cristo, que é o seu apostolado, deve ser o modelo do Apostolado de cada
um; e como todos somos chamados, e mais, obrigados a imitar Jesus Cristo, assim
todos, na proporção de sua condição e estado, são chamados ao Apostolado...”
Neste dia em
que tantos membros da família Palotina estão reunidos para honrar o nosso Santo
Fundador Vicente Pallotti, quereria insistir que a verdadeira inspiração e
modelo para a nossa vida e apostolado é sempre Jesus, o Apóstolo do Pai. Chegou
o momento de meditar profundamente sobre estas palavras do nosso Fundador e de
colocá-las em prática. A vida mesma de Jesus era o seu apostolado. Portanto, o
apostolado não é tanto uma questão de fazer, mas de ser, de dar testemunho de
Jesus Cristo. Da minha pequena experiência na Sociedade do Apostolado Católico,
gostaria de tomar em consideração quatro pontos que considero de grande
importância para nós.
Em primeiro lugar, temos necessidade
de voltar sempre mais ao espírito do Evangelho, à vida e às obras de Jesus.
Isto deve sempre ser o centro de nossa meditação. Isto significa que a Palavra
de Deus deve tornar-se a luz constante para nossos passos.
Em segundo
lugar, devemos descobrir mais profundamente e viver mais concretamente a
espiritualidade de São Vicente Pallotti. Ele é um santo, um místico e um
profeta do nosso tempo. Ele nos ensinará e nos guiará no seguimento de Jesus.
Maria, Rainha dos Apóstolos, nos sustentará com sua materna solicitude e
proteção.
Em terceiro lugar temos necessidade de redespertar
mais o zelo missionário. Trata-se de um espírito missionário que deriva de
nossa imitação de Jesus, o Apóstolo do Pai. Este espírito missionário deveria
ser o fruto de um profundo caminho espiritual e não só um conjunto de projetos
humanos. Deve ser a nossa resposta ao grito do povo de Deus.
Em quarto lugar
a Eucaristia e a adoração ao Santíssimo Sacramento são os dois meios mais
eficazes para viver a comunhão com Jesus. Temos necessidade de mais tempo para
a adoração do Senhor e para contemplar e experimentar o seu amor e a sua
misericórdia para connosco e para com o povo de Deus, em particular pelos mais
necessitados. Neste sentido o nosso carisma encontrou sua concretização na vida
e nas obras das Irmãs Eucarísticas Palotinas que, como lembra já o nome,
colocam a dimensão eucarística da vida cristã no centro do seu apostolado.
Temos necessidade de ter o coração compassivo de Jesus para servir o seu povo,
justo como Vicente fez e como está fazendo agora Papa Francisco, dando-nos um
testemunho autêntico. A vida cristã e o nosso mandato missionário reclamam de
nós que demos testemunho do Senhor crucificado e ressuscitado e nas suas obras
de compaixão e de amor.
Trago-vos o
testemunho vivo e autentico de um cristão, de um pastor segundo o Coração de
Jesus. A 16 de janeiro de 2015, depois da missa na catedral da cidade, Papa
Francisco ficou uns vinte minutos na companhia de meninos da rua, nas
Filipinas. As autoridades filipinas tinham decidido “dar hospedagem” a estes
meninos de rua em centros de detenção para “ter ruas limpas”, por ocasião da
visita do Papa. Mais tarde, durante o encontro com os jovens de Manila, o Santo
Padre citou a pergunta de Jun, ex-menina de rua que, chorando, perguntava: “Por
que Deus permite isto, e por que tão poucas pessoas nos ajudam?”. “Convido a
cada um de vós, acrescentou, a perguntar-se: aprendi a chorar quando vejo uma
criança com fome, um menino de rua que usa drogas, um menino sem casa,
abandonado, abusado, que a sociedade escraviza?”. “Ela compreendeu o nosso
drama, - prosseguiu Papa Francisco - ao mundo de hoje falta a capacidade de
como chorar; choram os marginalizados, choram os desprezados, porém não
entendemos muito estas pessoas se não choramos; certas verdades da vida só se veem
com os olhos das lágrimas. Esta é primeira coisa que vos queria dizer:
prendamos a chorar – concluiu – como hoje nos ensinou o testemunho; a grande
resposta que podemos dar à grande pergunta de hoje é: ‘aprendamos a chorar”. “Quando
o coração é capaz de fazer-se esta pergunta e de chorar, - disse o Papa – podemos
compreender; há uma compaixão mundana que, ao máximo, nos faz meter a mão no
bolso e dar uma moeda. Se Cristo tivesse tido este tipo de compaixão teria
passado, teria curado três ou quatro e teria retornado ao Pai”.
Portanto,
eis o verdadeiro sentido de seguir Jesus Cristo, Apóstolo do Eterno
Pai, como
escutamos também na Primeira Leitura do Profeta Isaías: “Não é antes este o
jejum que quero: romper as cadeias iníquas, desatar as cordas do
jugo, mandar embora livres os oprimidos e quebrar toda espécie de jugo? Não
consiste, talvez, em dividir o pão com o que tem fome, dar abrigo aos infelizes
sem asilo, vestir os maltrapilhos, em lugar de desviar-se de seu semelhante?
Então a tua luz surgirá como a aurora, a tua ferida cicatrizará logo. A tua
justiça caminhará diante de ti e a glória do Senhor te seguirá” (Is 58,6-9).
Boas festas
para todos vós! Rezo para que nós, membros da grande família de São Vicente
Pallotti, descubramos, sempre com mais profundidade, a herança espiritual e
apostólica deste santo, místico e profeta; vivamos com grande empenho e alegria
a nossa vocação cristã e missionária, sempre a serviço da única Igreja de
Jesus, Apóstolo do Pai. Rezemos para que, pela intercessão de Maria, Rainha dos
Apóstolos, o Evangelho seja verdadeiramente a única regra de nossa vida e de
nosso apostolado. Amém.
Pe. Jacob Nampudakam SAC
Reitor Geral da SAC
Roma, 21 de janeiro de 2015
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
FELIZ NATAL E ANO NOVO
"Queridos
jovens, não desanime!" Com estas palavras, o Papa Francisco se dirigiu
aos jovens refugiados presentes em Istambul, Turquia, 30 de novembro de
2014.
Ele acrescentou: “Com a ajuda de Deus, continuam a ter
a esperança de um futuro melhor, apesar das dificuldades e obstáculos que vocês
estão enfrentando agora. Lembrem-se sempre de que Deus não esquece nenhum de
seus filhos, e que as crianças e os doentes estão mais perto do coração do
Pai”.
Dedicamos
este Natal para as milhares de crianças
indefesas e necessitadas em todo o mundo que precisam de alimento, proteção
e carinho. O Filho de Deus continua a nascer de novo, diante de nossos olhos,
na carne e no sangue dessas crianças.
“Deus é Amor
por essência. O homem é criado à imagem e semelhança de Deus. Então, o homem,
de acordo com a essência da sua criação é uma imagem e semelhança da Caridade
por essência” (São Vicente Pallotti, OOCC III, 151). O Menino de Belém, de
fato, todas as crianças, é a personificação do amor de Deus.
Neste ano
dedicado à vida consagrada, enviei uma mensagem de Natal diretamente para cada
membro de nossa Sociedade convidando para a renovação espiritual no espírito do
Evangelho, como havia desejado nosso fundador, São Vicente Pallotti. Que a vida
de Jesus seja o centro de nossas meditações e orações. Que o seu apostolado
seja a nossa paixão. Este é também o meu desejo e oração para cada membro da
família Palotina.
Para todos vocês, meus melhores votos de um feliz e
santo Natal e um ano novo cheio de bênçãos para continuar a viver a sua
consagração com alegria e entusiasmo.
Fraternalmente
em São Vicente Pallotti,
Pe. Jacob
Nampudakam SAC
Reitor Geral
Reitor Geral
Etykiety:
mensagem de natal,
natal,
palotinos,
Pe. Jacob Nampudakam
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