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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Santa Missa com os homens do Terço

Santa Missa com os homens do Terço
Paróquia São Benedito de Itaperuna










segunda-feira, 1 de outubro de 2012

MARIA EM SÃO VICENTE PALLOTTI


Maria ocupou um lugar todo especial em vida de São Vicente Pallotti, em seu ministério sacerdotal e também na sua fundação. Foi mariano como cristão, como presbítero e como fundador. Um seguidor de Pallotti será, pois, também uma pessoa mariana. O mariano faz parte da sua identidade.
A família de Pallotti rezava todos os dias o terço e também celebrava as festas de Maria com orações especiais e até jejuns. Todos os dias os pais levavam os filhos a visitar uma igreja e a rezar diante do Santíssimo Sacramento e de uma imagem de Maria. Vicente era o seu mais disposto e assíduo acompanhante.  Compreende-se assim o grande amor que Pallotti teve à Eucaristia e também a Maria. Quando, em casa, a mãe convidava os filhos a rezarem diante da imagem de Maria, Vicente era o primeiro e, bem pequeno ainda, gostava de olhar para Maria e ter-lhe-ia pedido a graça de ser verdadeiramente bom.
Este ambiente mariano familiar, a terna devoção mariana dos pais, a maneira como eles falavam de Maria, rezavam a Maria e celebravam as festas de Maria instilaram na mente e no coração de Vicente uma grande admiração e amor a Maria. Através das atitudes e dos gestos dos seus pais Vicente aprendeu a conhecer e a amar Maria, a dirigir-se a ela com confiança filial e a valer-se da sua materna intercessão.
Também o ambiente eclesial de Roma tinha um caráter mariano. Além de Maria ocupar um lugar especial na religiosidade do povo italiano, a cidade de Roma estava cheia de igrejas e de altares marianos e as muitas festas marianas eram celebradas com brilho e devoção. As próprias ruas e ruelas de Roma estavam pontilhadas de quadros e imagens de Maria, visíveis ainda hoje. Diante deles os romanos acendiam velas, colocavam flores e rezavam. Todo este rico ambiente sinalizado por Maria teve uma notável influência no desabrochar da piedade e da vida mariana de Pallotti.
Também o ambiente da escola primária, secundária e superior favoreceu o desabrochar do espírito e da devoção mariana de Vicente Pallotti.  Ele teve bons profesores e educadores que, além de abrir-lhe os sentidos e a inteligência, o estimularam também a uma vida cristã. Muitos dos seus professores eram religiosos e sacerdotes.
Nos primeiros anos de escola primária, que estava perto de sua casa, encontrou bons mestres que o convidaram a fazer parte da Congregação Mariana, que se reunia aos domingos e dias festivos na igreja de Nossa Senhora das Lágrimas, no bairro judeu, e tinha momentos de reflexão, de oração e de lazer. 
Quando Vicente começou os estudos ginasiais na escola de São Pantaleão, dirigida pela Congregação das Escolas Pias, fundada por São José de Calasanz para a educação da juventude, participava também das reuniões da Congregação Mariana da escola, sem contudo desligar-se da de nossa Senhora das Lágrimas. Nas reuniões os congregados rezavam o terço e o ofício da Virgem Maria, ouviam conferências marianas e participavam das celebrações eucarísticas.
Em 1807, quando tinha 12 anos, Vicente deixou a escola de São Pantaleão e continuou os estudos ginasiais no Colégio Romano. No Colégio Romano estava também a sede das Congregações Marianas. Vicente participava dos encontros e as reuniões da Congregação Mariana e crescia sua admiração pelos santos do Colégio Romano, em especial por Luiz Gonzaga e João Berchmans cujos quartos se conservam no Colégio Romano e seus corpos se veneram na igreja de Santo Inácio, a igreja do Colégio.
Valendo-nos das suas anotações espirituais, podemos entrever sua relação com Maria e sentir algo do que Maria era para ele e do que ele queria ser para Maria e fazer por ela.
Ele começou a fazer suas anotações espirituais, quando se estava preparando para receber a ordem do subdiaconado. Com incontido entusiasmo juvenil fala de Deus e do seu amor misericordioso para com ele e para com todas as criaturas. Fala de Jesus Cristo, que considera o esposo amadíssimo de sua alma, e fala também bastante de forma superlativa de Maria. As suas anotações não são em forma continuada, mas descontínuas e esporádicas, razão por que é difícil seguir o crescimento gradual da sua devoção e do seu amor a Maria.
Pallotti vê Maria sob muitos ângulos razão por que lhe dá muitos e variados títulos. Mas parece que, desde o início, três títulos se destacam em sua vida e ministério: Maria como Mãe, como Mestra e como Advogada. Eles parecem ser os mais fundamentais e importantes para todo filho e, além disso, estão intimamente relacionados entre si. A mãe não só gesta e dá à luz a vida, mas a alimenta, a protege e a defende. É também a mãe que mais se empenha para que a vida alcance a sua plenitude. Ela é a mãe da vida, a educadora da vida e também a advogada da vida.
Através de Maria, com Maria e com todas as criaturas queria receber a abundância e a plenitude do Espírito Santo, razão por que desejava permanecer sempre espiritualmente no Cenáculo de Jerusalém com Maria, com Jesus e com todas as criaturas à espera do Espírito Santo.
Para honrar Maria Vicente se propôs, nas sextas-feiras, jejuar e rezar o terço em honra da Mãe dolorosa, e, aos sábados, rezar o ofício de nossa Senhora.
Pe. João Batista Quaini

sábado, 19 de maio de 2012

Mês de Maio em Itaperuna


Os fiéis da Paróquia São Benedito, imbuídos do carisma palotino e seguindo a tradição cristã, a cada dia do mês de maio, rezam unidos a Terço e a Ladainha de Nossa Senhora diante da imagem da nossa “mais que enamoradíssima Mãe”, - como se referia Pallotti carinhosa e apaixonadamente a Ela.

E assim, a comunidade a homenageia e se consagra de joelhos diante de seus pés.
Entoando as canções marianas nos deixamos invadir por Ela:
“Maria única flor que a humanidade gerou
Só Tu, tu nos entendes
De Ti toda graça virá
Maria és plena de Deus,
Nunca demais sobre ti se dirá...
Ave Maria!
És porta aberta ao Paraíso.


Após a meditação em comunidade dos textos de Pallotti a Maria para cada dia do Mês de maio, em cada Missa, um grupo diferente de crianças prestam a homenagem com a coroação. Também, a Terceira idade, juntamente com as crianças, coroa a imagem pedindo bênçãos para todos aqueles que amam Nossa Senhora e por aqueles que ainda não a amam.
Mercedes Barbosa

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Terço Vivo em Odivelas


“A treze de maio na Cova da Iria...” com esse canto nos lábios, no domingo à noite, saímos da igreja do Santíssimo Nome de Jesus em Odivelas na procissão em honra de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.


No inicio da procissão, estandartes das comunidades e muita gente com velas na mãos em volta da imagem da Senhora de Fátima. O grupo de escuteiros junto com nosso Pároco, Pe. João Francisco Pietrus SAC e Pe. Henryk que chegou para visitar Portugal, acompanhavam a imagem.


Andamos pelas ruas de Odivelas manifestando a nossa fé e gratidão à Mãe de Deus pela sua ternura. Muita gente acompanhou a procissão nas janelas das suas casas; em vários lugares se viam velas  acesas e imagens da Mãe de Deus.


Em 13 de maio de 1917, Ela pediu aos Pastorinhos de Fátima para rezar o terço e fazer penitência pela paz e conversão do mundo. Fieis a esse apelo seguimos com a procissão para o  estádio do Odivelas Clube para lá rezar o Terço Vivo.


A arquibancada ficou cheia de pequenas luzes – cada pessoa com uma vela na mão, iluminando a noite e mostrando que assim queremos acender uma pequena vela do amor para a levar às pessoas sem esperança, sem sentido da vida.




No estádio, entrou a imagem de Nossa Senhora de Fátima, atrás dela gente com camisas de cinco cores, para formar um terço vivo, oferecendo a sua oração pela paróquia, especialmente pelos doentes e por aqueles que mais necessitam.


Crianças anunciaram os Mistérios Gloriosos com uma oração de São Vicente Pallotti. Rezado o Pai Nosso, ao iniciarem as Ave Marias, em cada mistério, levantavam-se grupos de três pessoas com luzes nas mãos, simbolizando as contas do rosário.




No fim da oração as luzes deles brilhavam formando um terço no estádio. Foi uma noite especial, profundamente mariana, bonita e emocionante. Uma noite de oração em honra de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Pe. Artur

domingo, 9 de outubro de 2011

MÊS DO ROSÁRIO

As leituras da Palavra de Deus do 28º Domingo do Tempo Comum trazem, de um lado, o convite para entrarmos no Banquete definitivo do Reino de Deus, que é prefigurado e já antecipado, no nosso tempo, pela Eucaristia. Há, no entanto, o perigo de trocarmos, como diz o Pe. Cantalamessa, o “importante” pelo “urgente”.
Como nos dispormos a garantir que quando o Senhor vier, nos encontrará revestidos da veste nupcial da graça baptismal e não despidos no pecado mortal? Um meio que a Igreja sempre incentivou  para ajudar a nos revestir de Cristo, da sua graça e da sua Vida é o santo Rosário, do qual estamos a viver o seu mês. Vale a pena citar a palavra de alguns papas:
“ A dar maior actualidade ao relançamento do Rosário temos algumas circunstâncias históricas. A primeira delas é a urgência de invocar de Deus o dom da paz. O Rosário foi, por diversas vezes, proposto pelos meus Predecessores e mesmo por mim como oração pela paz. No início de um Milénio, que começou com as cenas assustadoras do atentado de 11 de Setembro de 2001 e que regista, cada dia, em tantas partes do mundo novas situações de sangue e violência, descobrir novamente o Rosário significa mergulhar na contemplação do mistério d'Aquele que « é a nossa paz », tendo feito « de dois povos um só, destruindo o muro da inimizade que os separava » (Ef 2, 14). Portanto não se pode recitar o Rosário sem sentir-se chamado a um preciso compromisso de serviço à paz…
Análoga urgência de empenho e de oração surge de outra realidade crítica da nossa época, a da família, célula da sociedade, cada vez mais ameaçada por forças desagregadoras a nível ideológico e prático, que fazem temer pelo futuro desta instituição fundamental e imprescindível e, consequentemente, pela sorte da sociedade inteira. O relançamento do Rosário nas famílias cristãs, no âmbito de uma pastoral mais ampla da família, propõe-se como ajuda eficaz para conter os efeitos devastantes desta crise da nossa época”. (João Paulo II)
 “Para levar a cabo empresa tão difícil como é reconduzir a família à lei do Evangelho, um dos meios mais eficazes é a reza do terço em família.” (Papa Pio XII)
“… “É a oração oportuna para honrar a Deus e a Virgem, como para afastar para bem longe os iminentes perigos do mundo.” (Sisto IV)
“O terço é a minha oração predilecta.” (João Paulo II)
Isso  sem falar na própria palavra da Mãe de Deus que recomendou insistentemente o Rosário quando apareceu em Fátima:
13 de Maio: “Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz no mundo e o fim da guerra.”
13 de Junho: “Quero que rezem o terço todos os dias.”
13 de Julho: “Quero que continuem a rezar o terço todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário, para alcançar a paz no mundo e o fim da guerra, porque só ela vos poderá valer. Quando rezais o terço, dizei depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu, principalmente as que mais precisarem.”
19 de Agosto: Quero que continueis a rezar o terço todos os dias.
13  de Setembro: “Continuem a rezar o terço para alcançarem o fim da guerra. “
13 de Outubro: “Sou a Senhora do Rosário. Quero que continuem sempre a rezar o terço todos os dias.”
 Porque tal insistência? São quatro as razões principais:
1- A Salvação. No terço dizemos: Rogai por nós pecadores agora e na hora da nossa morte.” Nossa Senhora é tão boa que não pode deixar de ouvir quem lhe pede, 50 vezes por dia durante toda a vida,  uma boa morte. Ou como diz São João: “Esta é a plena confiança que nele temos: se lhe pedimos alguma coisa segundo a sua vontade, Ele ouve-nos.” (1 Jo 5,14)
2- Graças temporais -  Na terceira aparição de Fátima, Lúcia pediu para curar alguns doentes. Nossa Senhora respondeu que deviam rezar o Terço para alcançarem as graças durante o ano.
3- Paz no mundo e na célula da sociedade que é a família: Disse Nossa Senhora em Fátima: “Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo.
4- Indulgências: Além do aumento da graça e do Amor de Deus que é o principal, o terço tem também estas indulgências: “Concede-se indulgência plenária a quem rezar o terço na Igreja, ou em Capela pública ou em família, em comunidade religiosa ou em piedosa associação. Nas outras circunstâncias concede-se indulgência parcial.
Modo de rezar:
Antes de tudo com uma cadência ritmada e não como uma metralhadora até comendo palavras. “Dá pena como reza o terço a maior parte da gente; rezam com uma pressa vertiginosa e às vezes comem-se palavras. Não se atreveriam a falar deste modo ao último dos homens”. (São Luís de Montfort)
Em segundo contemplar os mistérios. “Sem esta contemplação dos Mistérios, o Rosário é um corpo sem alma e a sua recitação corre o risco de tornar-se uma repetição mecânica de fórmulas”. (Paulo VI)*

Para as células de evangelização:
1- Qual a tua experiência da recitação do Santo Rosário em família? Que sentimentos e disposição de alma experimentou-se após a recitação do mesmo?
2- Qual o maior inimigo, hoje, da oração em família?
Pe. Marcelo

Nota: Citações sobre o Rosário tirado do livro: “Santos de cada dia”, Editorial A. O.- Braga, Vol. III e WWW.paginaoriente .com

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Semana da Família em Itaipu

Na paróquia de São Sebastião de Itaipu, a pastoral familiar, juntamente com toda a comunidade preparou e organizou e participou da Semana da Família. A cada dia uma pastoral e movimento ficaram responsáveis pela liturgia. Também durante a homilia, alguns convidados deram palestras. Depois da Santa Missa todos se reuniram no salão paroquial para o tradicional "caldinho".

 Foi uma semana de muita oração pelas famílias, pois a cada dia rezou-se uma dezena do terço na gruta de N.S de Lourdes, com coroação de Nossa Senhora feita pelas crianças da catequese. Toda comunidade poder rezar em família e confraternizar-se. Abaixo algumas fotos.