sábado, 20 de outubro de 2012

Vigília dos Jovens Adoradores


6ª Vigília dos Jovens Adoradores no dia 19 de outubro começou com Santa Missa presidida pelo padre Casimiro Pac SAC, Vigário Episcopal do Vicariato Oceânico da Arquidiocese de Niterói.

Na homilia, o padre Juliano Guilherme SAC, assessor do Setor Juventude do Vicariato Oceânico, falou sobre os perigos do medo na vida do jovem. "O medo nos atrofia, nos inibe na vocação batismal, nos impede de irmos fundo na vontade de Jesus em nossas vidas".

O Padre falou ainda sobre a importância de dominarmos as paixões e de irmos contra os falsos valores difundidos pela mídia.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Outubro, o Mês Missionário

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mt 28, 19-20).
Obediente ao mandato de Jesus Cristo a Igreja - como uma comunidade de crentes em Cristo - é missionária. A Igreja tem claramente designada por Cristo a tarefa: fazer-se presente, apoiar e complementar a obra missionaria da salvação. A primeira palavra do mandato missionário de Cristo, dirigida aos discípulos é "ir", e não "venham para os meus discipulos e eles vão evangelizar vocês”. Sem ser missionaria a igreja perde a sua razão de ser.
No contexto desta tarefa que Cristo confiou à Igreja, e melhor compreendemos a missão e o trabalho dos missionários, para que as  pessoas que não conhecem o Evangelho por quase dois mil anos estão se aproximando da fé e do amor. Graças a esforços e fadigas deles o Cristo é melhor e mais amplamente conhecido. Eles constroem uma Igreja aberta para a salvação de todos os povos. O  Beato João Paulo II em Carta Encíclica Redemptoris Missio sobre a validade permanente do mandato missionário escreve: “A missão é um problema de fé, é a medida exata da nossa fé em Cristo e no Seu amor por nós” (RM 11). Portanto, a motivação mais profunda da atividade missionária deve fluir a partir das demandas profundas de Deus em nós. Cada missionario é primeiramente autentico testemunho do Evangelho, em fundamento da ação dele é a profunda fé em Jesus Cristo.
Quando o século XIX estava terminando um dos pensadores católicos, disse: “O século XX será a tempo de fé ou não vai existir”. O fato de que ele foi o tempo de fé, poderiamos testemunhar ultrapasando o portão do terceiro milênio. O Santo Padre Bento XVI proclamou para o dia de 11 de outubro o inicio do Ano da Fé. “A porta da fé, que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma” indica o Santo Padre “somente na fé, se fundamenta e compreende a missão (RM 4). 
Não se pode olhar para a missão de outro ponto de vista do que a perspectiva da fé. No centro da fé é Cristo quem salva, e através de nós quer salvar todas as pessoas do terceiro milênio. Por isso como lembra o beato João Paulo II “Não podemos ficar tranquilos, ao pensar nos milhões de irmãos e irmãs nossas, também eles redimidos pelo sangue de Cristo, que ignoram ainda o amor de Deus.A causa missionária deve ser para cada crente, tal como para toda a Igreja, a primeira de todas as causas, porque diz respeito ao destino eterno dos homens e responde ao desígnio misterioso e misericordioso de Deus” (RM 86). Às vezes pessoas perguntam: onde deve-se fazer missão? O lugar da missão esta nos dando o mundo moderno, onde o medo esta reinando, onde têm estupros, perseguiçãos, conflitos, guerras, pobresa, confrontos armados. Onde quer que tais fenômenos ocorram onde falta em pratica o ensinamento do Messias, há um amplo campo de ação aberto para a missão. Falando sobre a missão não falamamos sobre o aumento do número de católicos, mas da qualidade do seu catolicismo: não "quantos", mas "como". Missão, não é só longe de nós. Missão que é questão de fé deve ser feita em cada lugar, pois “a missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece!”  (RM 2).
Muita gente que vive do nosso lado precisa ser evangelizada. Ainda hoje são vivas as palavras de são Vicente Pallotti que na sua carta escrita ao Pe. Gaspar del Búfalo, no dia 26 de maio de 1818, dez dias após sua ordenação sacerdotal escreve: “A fé está quase morta em muitos cristãos do nosso tempo”. Pallotti não estava só reclamando a qualidade da fé entre os cristãos, ele com exemplo da sua vida queria aproximar todos para Jesus Cristo. “Nos meus atos de rezar, ensinar, vigiar, estudar, tentarei imaginar como nessas ações se teriam comportado Jesus, Maria, os anjos e santos, e tentarei agir com a mesma perfeição com a qual agiriam eles mesmos”. Pallotti queria seguir os passos do Cristo apóstolo, do Cristo missionário, o que ele procurou fazer em Roma e arredores.
“Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho”! (1 Cor 9,16) Nós nos perguntamos constantemente como hoje falar sobre Deus, sobre Jesus, sobre a salvação. À primeira vista, as palavras ditas por São Paulo parece ser óbvia, clara e inequívoca. Eu não acho que o mundo é um cristão que teria dúvida sobre o fato de que ele tem a responsabilidade sobre o anúncio do Evangelho com a sua vida e palavra. O anúncio do Evangelho não é o anúncio da idéia, mas a transmissão da vida, que nasceu na cruz. Não é, portanto, apenas de uma simples entrega do exemplario gratuito do Novo Testamento, embora seja uma forma de promoção da mensagem do Evangelho. O Evangelho não é tanto de escrita memória de um certo Jesus de Nazaré, mas a idéia de estilo, um modo de ser e de viver. No entanto, para contar aos outros sobre Jesus, precisa-se primeiro ouvir sobre Ele. Não se pode dar algo que você mesmo não tem. Então no inicio do Ano da Fé inevitavelmente levantam-se questões: eu conheço Jesus Cristo? Sou bom disicipulo Dele? Minha vida testemunha o Evangelho? Nenhum de nós vive em um vácuo. Com o desenvolvimento da comunicação e da tecnologia o mundo tornou-se uma aldeia global. Ver crianças famintas na África ou notícias sobre a perseguição de cristãos em outras partes do mundo, afeta a todos nós. Cristo nos chamou só para fazer de nós as suas testemunhas só do nome. Bento XVI salienta que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. “O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este 'estar com Ele' introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita”. Devemos ser missionários para nossa família, amigos, pessoas com quem nos encontramos regularmente, eles devem ser os primeiros a beneficiar - se do nosso desejo de anunciar o Evangelho. São Vicente Pallotti, a quem no dia 6 de abril de 1963, o beato João XXIII procramou Patrono Principal da Pontifícia união Missionário do Clero, fundou a União do Apostolado Católico para propagar, promover e multiplicar dos meios espirituais e temporais necessários e oportunos para reavivar a fé e reacender a caridade entre os católicos e propagá-la em todos os recantos do mundo.  
Neste sentido se orientam todos os trabalhos no campo da pregação, da catequese, das missões populares, retiros e do testemunho da vida cristã. Através do exemplo e orações que podemos chegar a aqueles com quem não temos a oportunidade de falar. Nossa alegria vai trazer muitos a Cristo, que já ficou à distância, ou eram indiferentes. Levando para o coração as palavras de São Paulo: “Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho”, devemos sempre lembrar que Deus tem os seus caminhos e os meios para alcançar as pessoas.

Pe. Artur Karbowy SAC

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Gincana Bíblica


“Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham. Em verdade vos digo: todo o que não receber o Reino de Deus com a mentalidade de uma criança, nele não entrará” (Marcos: 10 14-15)


No dia 29 de setembro de 2012 sábado foi realizado mais uma Gincana Bíblica do Grupo de Catequese da Paróquia de Nossa Senhora da Glória em Manaus, que teve como tema: Gênese: A Maravilha da Criação.

Todas as crianças e jovens estão de parabéns pelas participações das encenações, brincadeiras e perguntas, mostrando assim o valor do nosso trabalho como catequista.

A gincana teve seu encerramento na Santa Missa celebrada pelo Pe. Stanislaw Krajewski SAC com o anuncio das equipes vencedoras.

Belém - Setembro de 2012, nº 72


Encontro dos Diretores do Período Introdutório

Nos dias 10 a 18 de julho de 2012, realizou-se em Roma, no Centro Internacional de Formação Palotina, “CENÁCULO”, o Encontro de Formação para os Diretores do Período Introdutório da SAC. O Encontro foi organizado pelo Secretariado Geral para a Formação, com o tema: “Avaliação, atualização e unificação à luz da Ratio Institutionis da SAC”. Nove Diretores do Período Introdutório estiveram presentes, a saber: Claudy STANY VAS (BA, Índia); Jarosław KAMIEŃSKI (PN. SK, Coreia do Sul); Jean Nepomucène NGIRABAKUNZI (SF, Ruanda-Congo RDC); Jochen RUINER (CJ, Alemanha); Louis TETE (RA, Índia); Michael IRWIN (IR, Irlanda); Tomy LUCKOSE (NA, Índia); Valdeci A. de ALMEIDA (SP, Brasil); Wiesław GUŁA (WA, Polônia). Infelizmente, os Diretores do Período Introdutório da África do Sul, da Província de POZNAN (Polônia) e da Província Rainha dos Apóstolos (Itália), não compareceram.
Dez de julho de 2012 foi o dia da chegada dos participantes. Na noite do mesmo dia, a Comunidade do Centro de Formação acolheu a todos de maneira muito calorosa e o Reitor, Pe. Nicolas GALLUCI, deu-lhes as boas-vindas. No dia 11, às 9h, celebrou-se a Missa de Abertura do Encontro na Igreja Rainha dos Apóstolos, presidida pelo Pe. Geral, Pe. Jacob NAMPUDAKAM. No dia 12 de julho, o Padre Geral apresentou a situação atual da SAC e as expectativas referentes ao Período de Formação Inicial. No dia 15 de julho, o Reitor Geral continuou sua explanação sobre a importância e o significado da Ratio Institutionis da SAC.
Pe. François HARELIMANA apresentou o tema: “A espiritualidade na Formação Inicial”; A Ir. Sara CAFARGNA, CSAC, apresentou sobre a “Oração e o Crescimento Vocacional no Itinerário Formativo; Pe. Valdeci ALMEIDA apresentou “Introduções às Fichas de Avaliação”; Ir. Stephen B. apresentou o tema “Os irmãos na Sociedade do Apostolado Católico, Vocação e Formação; Ir. Ignês BURIN, CSAC, apresentou “Acompanhamento no Caminho Formativo”; Pe. Jean N. NGIRABAKUNZI: Pedagogia de São Vicente Pallotti na formação; Senhor Conrado MONTALDO: “A União do Apostolado Católico, seu espírito sua evolução e sua situação atual”.
Além das palestras ministradas, os participantes fizeram uma peregrinação, seguindo os passos do nosso Santo Fundador: visita à Via Del Pelegrino e à Igreja São Salvador in Onda. No dia 16 de julho, às 8h, os Diretores do Período Introdutório celebraram a Eucaristia na Basílica de São Pedro, diante do túmulo do Apóstolo Pedro. Sábado, dia 14 de julho, visita à Rocca Priora, onde o grupo foi acolhido pelo Conselho de Coordenação da UAC, juntamente com o Pe. Umberto SENESI, SAC. À tarde, visitou o mosteiro de Camaldoli e finalmente, na Igreja São Salvador, Roma, Celebração Eucarística.
Ao fim do Encontro, os participantes partilharam suas convicções a respeito da Formação Palotina no espírito da União do Apostolado Católico e sobre as fichas de avalição, segundo as diversas etapas da formação, baseando-se essencialmente nas indicações contidas na Ratio Institutionis SAC. Muitas foram as resoluções, inclusive a de se encontrarem, regularmente, para troca de experiências para o aperfeiçoamento da formação dos nossos formandos.
Pe. Jean Nepomucène Ngirabakunzi, SAC
Diretor do Período Introdutório Butare – Ruanda

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

17 anos da Juventude Palotina de Odivelas-Portugal


É com muita alegria que a Juventude Palotina de Odivelas-Portugal completa mais um ano de vida.
Nascia em 15-10-1995 com apoio total de um grande amigo da JP do Brasil, Pe. João Pedro Stawicki (Jan Piotr Stawicki), a Juventude Palotina de Odivelas-Portugal.
Um pouco diferente da idéia de movimento como a JP do Brasil, a JP de Odivelas-Portugal é um Grupo de Jovens com um MARAVILHOSO ardor APOSTÓLICO que se estabelece no núcleo da Sagrada Família de Nazaré, Codivel-Quinta Nova.

Conheça um pouco mais do trabalho da Juventude Palotina de Odivelas-Portugal no Facebook: http://www.facebook.com/juventude.palotina.

JP de Niterói participa do DNJ


 “Não vos chameis mais de servos, mas sim chamei-vos de amigos” Jo 15,15

Nesse último domingo, 14, ocorreu na Arquidiocese de Niterói, o DNJ (Dia Nacional da Juventude). Nesse encontro contamos com a presença de Adriano Gonçalves, consagrado da Canção Nova, Missionários Shalom, o Arcebispo Dom José Francisco, padres de toda a arquidiocese e mais de dez mil jovens. O DNJ, em clima de preparação para a JMJ 2013, não poderia faltar a presença de Jovens Palotinos nessa grande festa da fé.
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Em meio a tantas atividades, adoração, santa missa, pregação, confissão, show, a alegria e entusiasmo da juventude eram nítidos. “A cada movimento do meu corpo e ato do meu espírito quero dar a Deus glórias infinita – São Vicente Pallotti – foi o que eu vi os jovens fazendo naquele lugar... Usando seu corpo, sua alma, seus talentos para louvar a Cristo” diz Gustavo Telles.
O padre responsável pelo setor juventude da arquidiocese, Padre André Bastos, abordava – “A Igreja ama e cuida da juventude. E esse cuidado exige a responsabilidade de vocês diante da Igreja. Estamos em um momento em que a adesão de vocês é fundamental da evangelização. Sejam atuantes, abracem a JMJ”. Com essa preocupação, amor e dedicação com a juventude, em meio a formação, foram distribuídos a todos os jovens presentes o Catecismo Jovem da Igreja Católica – Youcat, convocando os jovens a seguir o desejo de Deus a pedido do Santo Padre, o Papa Bento XVI, estudai o catecismo (Grupo de Partilha e aulas virtuais do Youcat as quintas feiras às 22:15 no grupo ‘YOUCAT arquidiocese de Niterói’ no Facebook) . 

Nesse desejo, convido a cada um de vocês, a se empenharem a cada vez mais, não se cansarem de “reavivar a fé e reacender a caridade entre os cristãos”. Procuremos a viver com entusiasmo o Amor de Cristo, beber dessa fonte, se encharcar, para assim transbordar o Amor vivificante de Cristo, pois “a caridade de Cristo nos impele” (2 Cor 5,14). Eis o caminho da felicidade, Jesus Cristo. Ele vos quer, jovens, felizes.