terça-feira, 8 de janeiro de 2013

X Oitavário da Epifania em Manaus


Fotos do segundo dia de Oitavário da Epifania em paróquia de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos em Manaus, com Santa Missa presidida pelo Pe. Stanislaw Krajewski SAC.










segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

domingo, 6 de janeiro de 2013

Nova Catedral em Niterói


No dia 20 de dezembro com muito orgulho e alegria nossos Padres Palotinos, Pe. Casimiro Pac, SAC (Paróquia São Sebastião de Itaipu) e Pe. Jacinto Wójcik, SAC (Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Itaipuaçu), participaram da assinatura do documento que retoma oficialmente o projeto de construção da nova Catedral em Niterói, juntamente com o prefeito de Niterói Jorge Roberto Silveira e o Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco Rezende Dias.

O projeto foi realizado por desejo do saudoso Arcebispo D. Carlos Alberto Navarro no final dos anos 90, e o Oscar Niemeyer foi o autor do mesmo, que chegou a vê-lo como sua "obra-prima", considerando a beleza do conjunto e a harmonia da paisagem. O projeto traduz em sua forma de arte, a mitra e o solidéu episcopal.
A nova Catedral será construída no Caminho Niemeyer situado no centro da cidade, e depende apenas para início da obra de recursos financeiros.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Festa de Santíssimo Nome de Jesus


Somos imitadores de Jesus – aquele que Salva. Nós podemos e devemos ser salvadores. Com estas palavras o Pe. João Pedro Stawicki SAC destacou a importância da festa do padroeiro da Paróquia de Santíssimo Nome de Jesus, em Odivelas.

À noite, no dia 4 de janeiro de 2013, na igreja paroquial, reuniram-se fiéis de toda a paróquia para participar na festa do seu padroeiro. A solene Eucaristia foi presidida pelo reitor da comunidade palotina em Portugal, Pe. João Pedro, e concelebrada pelos padres que trabalham na paróquia. O Pe. João Francisco Pietrus SAC com palavras carinhosas deu as boas vindas a todos que vieram a essa celebração.


Celebrando a festa da Paróquia do Santíssimo Nome de Jesus, o Pe. João Pedro lembrou a importância do significado do nome da pessoa. Como refere o  provérbio latino: “Nomen est Omen” – o nome é a personalidade, o nome é aquilo que pessoa é. Na Bíblia, Deus determina a missão da pessoa pelo nome. O nome de Jesus (Yehoshua) significa: O Senhor é Salvação.

Como proclama São Paulo, ao nome de Jesus todo o joelho se dobra no Céu, na terra e no inferno. Também o nosso nome tem o seu significado e é bom descobrir pelo nome a nossa própria missão. Acima de nossa missão somos imitadores de Jesus – aquele que Salva. Nós podemos e devemos ser salvadores.

O Pe. João Pedro lembrou que São Vicente Pallotti disse: “dentro de todas as perfeições Divinas, a mais Divina é ser colaborador de Deus na salvação das Almas”. Colaborando com Deus para salvar as Almas, servindo e cooperando na Igreja, no mundo, na família, somos Jesus – aquele que Salva. Esta é a nossa MISSÃO, este é o nosso NOME, este é a nossa PERSONALIDADE.
                                                                                                                      Pe. Artur

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

APÓSTOLOS HOJE – JANEIRO DE 2013

A Nova Evangelização
à luz da espiritualidade palotina

Inicio esta contribuição sobre o tema da Nova Evangelização à luz da espiritualidade palotina, confiando-me à intercessão de Maria, e assim compreender, no seu caminho, o sentido mais profundo da vida de cada cristão e de toda a Igreja:
“As etapas do caminho de Maria [...] são marcadas pela capacidade de manter um clima perseverante de recolhimento, para meditar cada acontecimento no silêncio do seu Coração, diante de Deus (cf. Lc 2, 19-51) e na meditação perante Deus, compreender também a vontade de Deus e tornar-se capaz de a aceitar interiormente. A presença da Mãe de Deus com os Onze, depois da Ascensão, não é então uma simples anotação histórica de algo do passado, mas adquire um significado de grande valor, porque com eles Ela partilha aquilo que há de mais precioso: a memória viva de Jesus, na oração; compartilha esta missão de Jesus: conservar a memória de Jesus e assim conservar a sua presença” (Bento XVI, Audiência Geral de 14 de Março de 2012).

Também nas etapas do nosso caminho da União do Apostolado Católico, Deus nos chama para este mesmo alto modelo. Confiemos à Maria todos os momentos de nossa vida para que possamos conservar a presença de Jesus, como fez São Vicente Pallotti em toda sua vida.

Com a ajuda do Espírito Santo nos muitos acontecimentos deste ano tão especial - Ano da fé e rico de graças pelo jubileu da canonização do Fundador, fomos inseridos sempre mais profundamente para a compreensão da plenitude da verdade deste Carisma que, hoje mais do que nunca, na Igreja se chama comunhão, colaboração e unidade.

Neste momento, é importante, na ótica da Nova Evangelização, viver o Carisma palotino com um novo olhar sobre as coisas, sobre os acontecimentos, sobre as situações e sobre nós mesmos. Isto é, ver a plenitude do Carisma - como acontece com todos os Carismas na Igreja - refletido no tempo em que estamos vivendo.
Como bem sabemos, aderir com a vida à vontade de Deus significa realizar em nós uma dinâmica conversão, tendo sempre fixa em nosso espírito a memória da história de de nossas comunidades, de nossos grupos, como fez Maria. E a primeira memória é a vida do nosso Santo Fundador. Ele, em um certo momento de sua vida perguntou a Deus:

 “Meu Deus, quem és Tu e quem sou eu? Quem sou eu diante de Ti? O que Tu queres que eu seja diante de Ti?”

Estas são perguntas que devemos meditar durante toda a nossa vida. Cada um de nós deve perguntar-se e a resposta dependerá da nossa fé e da fé de todos aqueles que pertencem à Igreja universal e, em particular, à família da UAC.

O nosso Fundador nos disse ainda:
"Buscai a Deus e O encontrareis;  procurai-O em tudo e O encontrareis em tudo, procurai-O sempre e O encontrareis sempre”.  

É essencial para nós, chamados a sermos apóstolos neste tempo da nova evangelização, vivermos esta ‘contemplação’: ver Deus sobretudo nos outros, venerando neles a Sua Imagem, também quando essa Imagem é desfigurada pelo pecado ou quando a ruptura entre o Evangelho e a vida parece insuperável.

A vida de São Vicente Pallotti e todos os outros acontecimentos de nossas histórias, inseridas naquela do desenvolvimento de toda a União, nos fazem compreender que para evangelizar nos é pedido, neste tempo, ‘um mais’ a respeito da nossa vida individual.

Aquele ‘mais’ significa sermos unidos e estarmos em comunhão. Assim fazendo e sendo assim, realizaremos o testamento de Jesus: “Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste” (cf. Jo 17, 21). Isto São Vicente desejou tanto - viver nas ações e nas palavras: “um só rebanho e um só pastor”.

Mas este "mais", esta comunhão poderá ser realizada em nós através de uma graça especial do Pai, se encontrar, porém, uma particular disposição em nós. E a disposição, isto é, a condição essencial é esta: viver entre nós o substancial constitutivo de toda a União do Apostolado Católico e da Igreja, a caridade: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" (Jo 15, 12). A caridade recíproca é o fundamento da espiritualidade palotina -  "Deus amou de tal maneira o mundo que deu o seu Filho único" (Jo 3, 16).

E amar uns aos outros não somente como amigos ou porque estamos de acordo ou porque trabalhamos em projetos comuns, mas amar-nos como Jesus nos amou, até o ponto de sermos  capazes de doar a vida um pelo outro. Na comunhão de amor mútuo, o próprio Jesus tornar-se-à então através de nós o Evangelizador, o Apóstolo.
Como afirmava o Papa João Paulo II na Christifideles Laici, 'nova evangelização' quer dizer portanto refazer o tecido cristão da sociedade humana, refazendo o tecido das próprias comunidades cristãs; quer dizer ajudar a Igreja a continuar a estar presente "no meio das casas de seus filhos e filhas" (Christifideles Laici 34, 26) para animar a vida e direcioná-la ao Reino que vem.

Para reflexão pessoal / Comunitária:
1. “Depois, subiu ao monte e chamou os que ele quis [...]  para ficar em sua companhia e para enviá-los a pregar” (Mc 3, 13-15). Podemos transmitir o Evangelho sem ter feito a experiência fundamental de “estar” com Jesus? O que significa “estar” com Ele?

2. Na “Lineamenta” do Sínodo encontramos: “nova vangelização” significa ter a audácia de levar a pergunta sobre Deus para dentro dos problemas do mundo, realizando o específico da missão da Igreja. Como podemos realizar isto, a partir das raízes do Carisma palotino?

3. “É urgente, sem dúvida, refazer em toda a parte o tecido cristão da sociedade humana. Mas, a condição é a de se refazer o tecido cristão das próprias comunidades eclesiais” (Christifideles Laici, 34). Qual é o “tecido” específico da União do Apostolado Católico?

Oração:
Deus, Pai de misericórdia, dá que possamos viver este tempo de júbilo, com espírito de gratidão, humildade e oração, a fim de que o nosso coração seja plenificado pela tua graça, rica de misericórdia e de bênção.
Concede-nos imitar Jesus Apóstolo a exemplo de São Vicente Pallotti: reavivando em nós a Fé, fortalecendo em nós a Esperança, reacendendo em nós a Caridade, para propagá-las em todo o mundo.
Neste tempo de renovação espiritual e apostólica, desejamos viver uma profunda experiência de Deus, na qual a tua Palavra seja luz  e guia aos nossos passos, e a Eucaristia, o alimento de nosso espírito, para sermos autênticos discípulos missionários de Cristo. Amém.
 (da Oração para o Jubileu de Canonização de São Vicente Pallotti)
Donatella Acerbi, Roma

sábado, 29 de dezembro de 2012

Oitavário da Epifania em Itaipu


Oitavário da Epifania em Itaipu

PROGRAMAÇÃO
Lema: Colaborar com Deus no plano da salvação.
Temas:
Domingo – 06/01/2013:
Canonização de São Vicente Pallotti
Segunda-feira – 07/01/2013:
Concílio Vaticano II e o Laicato em Pallotti
Terça-feira – 08/01/2013:
Jornada Mundial da Juventude e os jovens em Pallotti
Quarta-feira – 09/01/2013:
Vivência da Espiritualidade do Cenáculo para os palotinos
Quinta-feira – 10/01/2013:
A nova evangelização e a missão da U.A.C.
Sexta-feira – 11/01/2013:
O Apelo do Povo de Pallotti para a sociedade atual
Sábado – 12/01/2013:
A vivência do Carisma Palotino / Caminho de Santidade
Domingo – 13/01/2013:
Ano da Fé

O Oitavário da Epifania foi criado por São Vicente Pallotti, com o intuito de que, assim como os Reis Magos que saíram do Oriente para contemplar e adorar o Menino Jesus, a fé católica pudesse chegar aos povos pagãos e também àqueles que se viam afastados da Igreja, fazendo com que todos os povos fossem chamados de volta à unidade cristã.
No dia 06 de janeiro daremos início a esta grande festa em paróquia de São Sebastião em Itapu! Venha ao encontro do Menino Jesus, assim como os Reis Magos fizeram! A Epifania é a festa da vocação dos povos ao cristianismo e à salvação.
Até a reforma litúrgica, oficializada pela Constiituição “Sacrosanctum Concilium” do Vaticano II em 1963, todas as grandes festas eram comemoradas por oito dias, entre estas festas estava a Epifania do Senhor. O Oitavário da Epifania, idealizado por São Vicente Pallotti por volta de 1840, foi inspirado no vasto estilo de ritos litúrgicos e nacionalidades existentes em Roma e tinha por objetivo fazer com que cada uma delas compreendesse e revelasse como se manifesta o encontro dos Reis Magos com o Deus Menino.
São Vicente queria antes de tudo salvar almas e tudo fazia para atrair os homens para Deus, não media esforços para atrair não apenas os cristãos fiéis, mas também os indiferentes e curiosos. O templo era iluminado e enfeitado ao máximo. Um maravilhoso presépio em tamanho natural mostrava a infinita misericórdia de Deus profundamente sensível na Encarnação e Nascimento do Salvador.
Era um convite fortíssimo para, à imitação dos pastores e dos magos, irem todos reconhecer e adorar o Verbo de Deus feito carne e salvação. No final do Oitavário, era apresentado para o beijo amoroso de todos, a bela imagem de Jesus Menino conservada ainda hoje na igreja palotina de São Salvador in Onda.
Como festa da caridade procurava acender no coração de todos o zelo apostólico levando-os a compreender que a maior caridade que podemos fazer a alguém é ajudá-lo a se salvar.