quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Pe. Jorge paroco em Itaipu

No dia três de fevereiro de 2014, toma posse da Paróquia de São Sebastião em Itaipu , o padre Jorge Chmielecki SAC.





Pe. Jorge nasceu no dia 16 de janeiro de 1963. Passou a sua infância numa pequena cidade situada perto de Gdansk, norte da Polônia. Seus pais, professores aposentados completam neste ano 55 anos de matrimônio. Irmão Adalberto, também sacerdote pallotino, trabalha na Polônia onde é pároco e o pregador dos retiros populares. Pe. Jorge chegou ao Brasil no dia 02 de julho de 1990. Ao longo deste quase 24 anos exerceu várias funções e trabalhou em diversas paróquias. Antes de assumir a nossa paróquia era superior regional dos padres palotinos.

Vera Tavares

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Santa Sé reconhece virtudes heroicas de Elisabetta Sanna

Nesta segunda-feira (27), o Papa Francisco recebeu em audiência particular o Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos.
Durante o encontro, o Pontífice autorizou a Congregação a promulgar o Decreto relativo ao reconhecimento das virtudes heroicas da Serva de Deus Elisabetta Sanna, viúva leiga, terceira professa da Ordem dos Mínimos de São Francisco, da Sociedade da União do Apostolado Católico (Palotinos) fundado por São Vicente Pallotti; nascida em Codrongianos (Sassari, Italia) em 23 de abril de 1788 e morta em Roma em 17 de fevereiro de 1857.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Belém - dezembro de 2013

Uma visão espiritual da Casa de Nazaré

O Boltim Belém, desde a sua criação, tem a finalidade de informar os membros da SAC sobre o que acontece de importante em toda a União do Apostolado Católico, para que os trabalhos realizados cheguem ao conhecimento de todos e assim, possamos ter um espírito de perfeita união e de colaboração.
A reflexão deste mês será dedicada sobre algo que move o carisma palotino: a casa de Nazaré. Nas Regras encontramos: “todos os que fizerem parte da nossa mínima Congregação deverão observar o que segue: imaginar-se na casa de Nazaré, fazendo parte da sagrada família do Homem-Deus, e praticar a mesma humildade, dependência, simplicidade e disposição de crescer, como julga ter agido e progredido Jesus, Maria e José”. Pallotti gostava de evocar esse lugar bíblico porque percebia a ação de Deus no meio de pessoas que colaboravam com Ele e entre si e, ao mesmo tempo, estava presente a tríade que nutria a sua pedagogia.
Pallotti via a casa de Nazaré como um lugar onde as pessoas viviam unidas, aprendiam a rezar, a trabalhar, a se calar, a cumprir seus deveres para com Deus e para com os homens; lugar em que elas se dispunham a adquirir a maturidade necessária, antes de se dedicar ao ministério público, aprendendo o justo valor das coisas.
“Como na Santa Família da Casa de Nazaré, as obras da fé e da religião se sucediam às obras laboriosas de carpinteiro e às outras necessárias para vida, de maneira que estava muito distante dela a mínima ociosidade e nela resplandecia o mais perfeito cumprimento de todas as obrigações, assim, nos Santos Retiros da Congregação, deve ser para sempre banida toda e a menor ociosidade. Recordando a concórdia e a caridade perfeita que resplandeciam na Casa de Nazaré, todos serão solicitados a ultimar rapidamente as obras do próprio ofício para terem o mérito da caritativa cooperação que, com humildade e caridade, prestarão aos seus irmãos nos respectivos ofícios, segundo a ordem do Reitor. Desse modo tornar-se-ão ricos dos sumos méritos da caridade e da obediência” (OO CC II, 148-150).
Portanto, por trás da modéstia deste comportamento respeitoso dos usos e costumes de sua cultura, a Sagrada Família vivia uma realidade tão grandiosa que apenas o silêncio e a discrição poderiam assegurar, ao Lar de Nazaré, a serenidade necessária ao desenvolvimento do plano de Deus: o nascimento do Messias tão esperado pelo povo hebreu, depois de tantos séculos. Serenidade também para zelar pela infância e adolescência de Jesus, o Cristo Salvador do mundo, até que ele alcançasse sua plena maturidade de homem e pudesse iniciar sua vida pública e a pregação de seu Evangelho.
Foi efetivamente na humilde morada de Nazaré que começaram a se desenrolar, entre os membros da Sagrada Família, as primeiras páginas do Novo Testamento que o Céu, em seu Verbo, se fez carne e veio se doar aos homens, por amor e pela salvação de todos. O testemunho de Cristo e de seus pais demonstra o imenso resplendor que pode atingir uma vida familiar comum, vivenciada em Deus, na simplicidade e num grande amor compartilhado (Paulo VI).
São Lucas nos dá mais informações sobre esta parte da vida de Cristo, essencialmente no que diz respeito à sua infância: “Jesus crescia em sabedoria, estatura e em graça, diante de Deus e diante dos homens” (Lc 2, 52). Jesus viveu, pois, com Maria e José, uma infância afetuosa e submissa, marcada pela doçura, humildade e obediência.
O que se passou entre a infância de Jesus e a sua idade adulta, nós conhecemos, em parte, graças ao que conseguimos vislumbrar, indiretamente, por meio da Sagrada Escritura. Entretanto, temos maior conhecimento por meio do conjunto dos textos escritos e testemunhos da Tradição da Igreja, e por meio de seus Santos e Doutores. Por conseguinte, o que descobrimos é que, antes de se lançar pelas estradas da Galileia, para pregar, Jesus viveu, inicialmente, em Nazaré da Galileia, junto aos seus, a vida de uma família judia, piedosa e laboriosa. Filho de carpinteiro, formado por José seu pai, nosso Salvador exerceu, igualmente, durante muitos anos, esta profissão de artesão. Jesus seguiu, além disso, os costumes e preceitos da religião de Israel, frequentando a Sinagoga com os fiéis de seu tempo.
Em resumo, durante noventa por cento de sua existência, neste mundo, Cristo – Verbo de Deus, Deus mesmo e mestre do Universo! – viveu como que escondido, ao abrigo dos olhares do mundo, em santidade, na obediência filial e no trabalho de suas mãos... O Papa Paulo VI vê nesta maneira de viver reservada, no coração da Sagrada Família, uma verdadeira “escola do Evangelho”. Esta vida – absolutamente simples – da Sagrada Família, em Nazaré, não é, na verdade, uma escola de espiritualidade do viver cotidiano para cada cristão? Uma escola de vida, humilde e afetuosa, cujo Mestre não é outro senão o Próprio Deus feito homem?

Que todos nós membros da união possamos não só ter a Família de Nazaré como modelo, mas também como centro de todas as nossas motivações apostólicas.

Pe. Valdeci Antonio de Almeida, SAC
Província São Paulo Apóstolo – Brasil

Dia de São Vicente Pallotti em Odivelas

A celebração do dia de São Vicente Pallotti, em Odivelas, aconteceu no domingo, dia 26 de janeiro. A solene Eucaristias na igreja da Divina Misericórdia com a presença de paroquianos, membros da União do Apostolado Católico e animada pela Juventude Palotina foi presidida pelo Pe. João Francisco Pietrus SAC.
O Pe. João lembrou que o domingo é o dia que o Senhor fez para nós, é o dia em que celebramos a ressurreição de Cristo e recordou-nos que o dia 22 de janeiro, é um dia verdadeiramente palotino, é o dia da morte de Pallotti, dia em que nasceu para o Céu. Pela primeira vez foram apresentadas as relíquias do corpo de S. Vicente Pallotti.
A homilia foi feita pelo Vice-reitor Geral, Pe. Adam Golec SAC, que para este dia trouxe de Roma as relíquias de São Vicente Pallotti, a pedido do Pe. Artur Karbowy SAC.
O Pe. Adam na sua homilia confessou-nos que enquanto proclamava este Evangelho fazia a seguinte pergunta: “Como este Evangelho espalhado pelo Mundo chegou a tantas pessoas em tão pouco tempo?” Jesus não tinha os meios de hoje, como aconteceu chegar até nós? A resposta é simples, é dada pelo Evangelho.
Jesus escolheu mais 72 discípulos para levar pelo Mundo o Evangelho. Esses discípulos eram pessoas que apenas anunciavam a Boa Nova, esses discípulos foram os que sofreram nas arenas, dando a vida pelo anúncio da Boa Nova. Passados mais de 2 000 anos este Evangelho é sempre atual. Entre tantos discípulos para levar a Boa Nova está, no séc. XIX, este Padre Vicente Pallotti. Vive 56 anos, vida bem curta! Acompanha a morte de seis Papas, é confessor de dois deles. Vive num tempo difícil, tempo designado por tempo da maldição. Assiste a quatro revoluções.
Acompanha a nova visão de ser europeu em que o povo cada vez se afasta mais de Deus. No meio de tanta desgraça, de tanto pessimismo, Pe. Pallotti não desanimou, sempre insistiu em evangelizar com firmeza.
Para percebermos melhor o Pe. Adam contou-nos uma história judia. Três jovens desejavam ser profetas. Empenhados ouviam os ensinamentos do seu Mestre. Desejavam aprender tudo. Com os livros e os pensamentos do Mestre, depois da morte deste, convencidos de toda essa sabedoria, resolveram exortar as pessoas a mudar de vida.
Toda a história de vida de Pallotti pode reduzir-se a uma frase: “O bom Sábio sem obras concretas é como uma nuvem sem chuva.” Porque de obras bem concretas está inserida esta mensagem e o mistério da vida santa do Pe. Vicente Pallotti. No fim da celebração os fiéis, pela primeira vez em Portugal, puderam beijar as relíquias do nosso Fundador. O Pe. Adam pediu que as relíquias do corpo de S. Vicente Pallotti sejam para nós um estímulo para viver a Palavra de Deus e uma ajuda para, nos dias de hoje, sermos santos. Que S. Vicente Pallotti nos proteja e guie pelos caminhos da santidade.

À tarde o Pe. Adam deu uma palestra apresentando como a carisma de São Vicente Pallotti é vivido no Mundo. Temos apenas 176 anos como padres palotinos, em comparação com jesuítas, dominicanos e outras congregações é pouco tempo. No mundo inteiro há 2 400 padres palotinos, que vivem e trabalham em 360 comunidades, em 44 Países, em todos os Continentes.
O lema principal que estava presente nos pensamentos de S. Vicente Pallotti e continua presente nos dias de hoje é aquela frase de S. Paulo “A Caridade de Cristo nos impele”. O Pe. Adam destacou que nós, palotinos, vivendo no séc. XXI não vamos inventar mais nada. Procuramos viver como Pallotti, apesar do nosso tempo ser diferente do séc. XIX. Fazer as mesmas obras de caridade (visitar os presos, cuidar dos doentes, dar de vestir, de comer…). No mundo de hoje onde chega um palotino logo chega a Obra da Divina Misericórdia.
Respondendo aos planos, aos projetos de Pallotti levamos ao Mundo em que estamos Jesus Misericordioso e ficamos empenhados nesta grande obra da divulgação da Divina Misericórdia. O Vice-reitor Geral lembrou que precisamente no dia de hoje passam 61 dias do dia da luta contra a lepra. Em 1962, na Índia, um sacerdote palotino, o polaco Pe. Adam Wisniewski fundou um hospital para leprosos. Ele construiu 3 grandes tendas em lugares desertos, onde não havia água. Começou por visitar os bairros mais pobres e tirava de lá as pessoas consideradas como o lixo da sociedade, aquelas que já estavam contagiadas com a lepra. Nos dias de hoje estão lá 650 pessoas, deste número 500 são crianças. No Centro de Reabilitação os pacientes quando melhoram ajudam os outros doentes.
Outro lugar, na Ásia, em que há Padres palotinos é a Coreia do Sul. Entre tantas tarefas não é apenas dar assistência social, mas sobretudo fortalecer a fé dessas pessoas. Depois de tantos desafios os Padres Palotinos construíram as comunidades e divulgam a Divina Misericórdia. Graças ao esforço dos palotinos foi traduzido para a língua coreana o Diário da Irmã Faustina e distribuído pelos coreanos. Todos os meses têm um boletim da Divina Misericórdia e fazem 5 000 exemplares para serem distribuídos pela Coreia e outros Países.
Em África os Padres palotinos estão há 100 anos, em vários Países. Em Kibeho os palotinos trabalham num Santuário Mariano, é o único lugar em África onde Nossa Senhora apareceu e essas aparições foram confirmadas pela Igreja. Nestas aparições não houve mensagens novas, mas apenas recomendações para os homens viverem como verdadeiros filhos de Deus. Este Santuário dá assistência aos órfãos. Iniciou-se uma campanha de Adoção de Coração. Vendo a necessidade das crianças pode-se ajudar na parte material, educacional e espiritual. Um grupo de pessoas, por mês, dispõe de algum dinheiro e cuidada das necessidades de uma só criança. Há 4 000 crianças na Adoção de Coração. A Adoção de Coração já saiu de África e já está presente no Brasil e no México. Uma campanha parecida foi levada pelos palotinos para a Colômbia e Venezuela.
Grande esforço é feito pelos Padres palotinos presentes no Mundo na área da educação. Há 60 colégios, sendo 36 na Índia. Alguns colégios na Índia têm entre 5 a 6 mil alunos. O Pe. Adam referiu que no ano passado o Bispo do Perú visitou o quarto de Pallotti e, de joelhos, em oração fervorosa pediu: “Que os teus filhos espirituais possam vir para o Perú”. Quem assistiu a esta oração foi o Padre Geral que lhe disse não ter candidatos para trabalhar naquele País. O curioso é que, dois meses depois, telefonaram dos Estados Unidos oferecendo-se para trabalhar no Perú e assim, no próximo mês de Março, inicia-se a missão palotina no Perú.

Depois da palestra, na igreja da Divina Misericórdia, houve, em homenagem a São Vicente Pallotti, um concerto do Coro Polifónico, "Magnificat", da Paróquia de Odivelas, em conjunto com mais 3 coros convidados.

Isabel Martins

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Festa de São Vicente Pallotti - 22 de janeiro de 2014

Caros amigos,

no dia em que celebramos a festa do nosso Fundador com renovado fervor e gratidão, tenha em mente estas palavras de São Vicente Pallotti e Papa Francisco para nossa meditação e de oração:

"Que a vida de nosso Senhor Jesus Cristo seja a minha meditação" (OOCC X, pp 618-625).

“A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria.” ((Evangelii Gaudium, 1).

Que Deus, por intercessão de São Vicente Pallotti, encha -o com abundantes bênçãos para que você tenha uma vida alegre e proclame a Boa Nova a todos os homens de boa vontade em todo o mundo.

Unido em oração,

Jacob Nampudakam SAC
Reitor Geral

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Dia de São Vicente Pallotti

Hoje, 22 de janeiro, no dia que comemoramos nosso Santo fundador, rezemos como ele fez, pedindo a Deus para que sejamos cada vez mais solícitos a vontade Dele, e sejamos fiéis a Ele.
 
Deus meu,
Não o entendimento, mas Deus,
Não o arbítrio, mas Deus,
Não a alma, mas Deus,
Não a vista, mas Deus,
Não o ouvido, mas Deus,
Não o olfato, mas Deus,
Não o gosto e a fala, mas Deus,
Não a respiração, mas Deus,
Não o tato, mas Deus,
Não o coração, mas Deus,
Não o corpo, mas Deus,
Não o ar, mas Deus,
Não a comida e a bebida, mas Deus,
Não o vestuário, mas Deus,
Não o leito, mas Deus,
Não os haveres temporais, mas Deus,
Não as riquezas, mas Deus,
Não as honras, mas Deus,
Não as distinções mundanas, mas Deus,
Não as dignidades, mas Deus,
Não as promoções, mas Deus,
Deus em tudo e sempre.

São Vicente Pallotti, Rogai por nós!

Festa de São Sebastião – Itaipu, Niterói

Desde o dia 11, quando começou a novena, a comunidade paroquial em Itaipu estava se preparando para o dia do padroeiro.
E no dia 19 começou a comemoração com o almoço, servindo uma deliciosa feijoada, todos puderam confraternizar em família e comemorar a festa do padroeiro.


No dia 20, dia da festa, muitas pessoas vinham para a igreja rezar pedindo a intercessão de São Sebastião. As 19h a procissão saiu pelas ruas de Itaipu, rezando o terço e refletindo os mistérios já pedimos a proteção de nosso padroeiro pelo ano que teremos pela frente.



Após a procissão iniciamos a Santa Missa Solene, com a presença do nosso Pároco, Pe. Casimiro e do Pe. Jacinto, auxiliados pelos diáconos Marcos e Valdir.

A igreja estava lotada, e durante a homilia, o diácono Marcos falou sobre o martírio, a doar a vida pela construção do Reino de Deus.

A Santa Missa terminou e todos puderam participar da Festinha no Bosque de Maria.

São Sebastião Rogai Por nós.