quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

CONSAGRAÇÃO DOS NOVOS PALOTINOS

No dia 02 de fevereiro, do corrente ano, quatro jovens se consagraram à Deus na Sociedade do Apostolado Católico, pela primeira vez: Gabriel do Amaral Mello Silva, Luís Manuel Lopes Pisco Godinho, Moisés Melo Vieira Torres e Nathan Melo Costa; além de dois que renovaram a sua consagração: Denis Alves Campos e Saulo da Silva Gama.
A Celebração Eucarística, na qual a consagração foi realizada, aconteceu no Santuário da Divina Misericórdia em Vila Valqueire-RJ, e foi presidida pelo Superior da Região Mãe da Misericórdia, Padre Jorge e com a presença de outros vários co-irmãos padres.

Esta celebração foi marcada pelo ultimato de São Paulo: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (fl 4,4), onde o povo de Deus encheu a assembléia da Igreja e compartilhou conosco a concretização da nossa vocação. O ato da consagração é a realização de um chamado que Deus nos fez e que por isso se tornou um sonho em nossos corações.
A felicidade da consagração é paralelamente relacionada com o compromisso de vida que assumimos ao prometer: castidade, pobreza, obediência, perseverança, espírito de serviço e comunhão de bens.
Após a celebração recebemos todos em uma simples recepção onde podemos cumprimentar cada um e receber o afeto do povo de Deus.Oração e alegria foram os fatores que mais se sobressaíram na noite do dia 02 de fevereiro. Contamos com a perseverança na oração de todos para que possamos responder a nossa consagração com autenticidade e fidelidade.
Sem. Nathan Melo SAC

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Crisma em Novo Airão

Com grande alegria a paróquia de Santo Ângelo em Novo Airão recebeu no dia 2 de fevereiro o bispo auxiliar da arquidiocese de Manaus Dom Mario Antônio. A alegria foi maior, pois, Dom Mario Antônio veio para celebrar a crisma em nossa paróquia.

Neste dia a igreja celebra a festa da Apresentação do Senhor. A Celebração da crisma começou na praça do lado da igreja matriz, onde as velas foram abençoadas e em procissão todos entraram na igreja. Pe. Artur Karbowy SAC deu boas vindas para o bispo e outros padres que vieram para essa celebração.




Dom Mario Antônio lembrou a importância da crisma na vida dos cristãos. O Sacramento da Confirmação esta fortalecendo as pessoas para levar a luz de Cristo para todo mundo.
No dia seguinte já às 6 horas da manhã Dom Mario Antonio junto com padres e alguns catequistas saíram para a comunidade de Bacaba. Durante todo caminho tivemos a oportunidade de admirar a beleza da floresta. Depois de um dia de viagem pelo Rio Negro chegamos à comunidade, onde 3 crianças receberam o sacramento do batismo, 6 adolescentes participaram da Primeira Eucaristia e 3 jovens receberam sacramento de Confirmação.

Bacaba é uma comunidade simples, no meio da selva amazônica, aonde o padre vai somente duas vezes por ano e onde durante dois anos os catequistas preparam os adolescentes e jovens para receberem os sacramentos. Dom Mario Antonio lembrou aos adolescentes e jovens que a vida cristã deve ser construída sob os pilares que estão construídos pela fé, a escuta da palavra de Deus, celebração e dons do Espírito Santo.

A Celebração dos sacramentos pelo bispo foi motivo de grande alegria para os moradores de Bacaba.
No Dia seguinte durante a volta o bispo visitou algumas comunidade ribeirinhas, onde foi recebido com carinho pelos moradores.  

sábado, 5 de fevereiro de 2011

SAL DA TERRA, LUZ DO MUNDO

No Domingo Passado o Senhor convidou-nos ao caminho das Bem-aventuranças.
Hoje nos vem dizer que o cristão é sal da Terra e luz do mundo. O sal dá sabor e nos tempos em que não existiam os sistemas de refrigeração, era o modo como se conservavam as carnes e peixes, como fazemos ainda hoje com o bacalhau: salgando-o.
Assim também o cristão, com a sua vida é chamado a salvar da dissolução tudo aquilo que é verdadeiramente humano e que, no fundo, faz os homens verdadeiramente felizes, qual seja a família, as amizades, as boas associações, o Estado, … O cristão é chamado a ser também luz do mundo. Todos nós já experimentamos o que é um apagão durante a noite, quando falta a energia eléctrica. É um caos. Não distinguimos mais as coisas, arriscamo-nos a cair pelos degraus de uma escada, a tropeçar em objectos,… Isso porque não distinguimos o que está à nossa volta. Sem a luz que Nosso Senhor deixou com os cristãos, o mundo fica às escuras, sem o discernimento claro do que é o bem e o que é o mal. O mal passa-se como se fosse bem e o bem como se fosse mal. Jesus é a luz plena. Conta-se como historinha (isto , é claro não está na Sagrada Escritura) que quando o Verbo Divino se fez homem, a terra se encheu de luz. Não é à toa que celebramos neste dia 02 de Fevereiro o dia de Nossa Senhora das candeias, que é Nossa Senhora que traz o seu menino ao Templo de Jerusalém. Ele é saudado pelo velho Simeão como “Luz para iluminar as nações”. Quando, porém, Jesus subiu aos Céus, o mundo ficou em trevas. Do Céu olhando à terra viam-se apenas pontos luminosos. Perguntado sobre que pontos eram aqueles, Jesus dissera: “São minha mãe e meus discípulos. Eles vão iluminar a terra.”
Antes da Ascensão Jesus não fez um pedido ou um conselho; deu uma ordem: “Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, baptizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos” (Mt28,19-20) A respeito desta ordem cito o texto das células de Evangelização desta semana: “Este versículo do Evangelho é chamado por muitos cristãos de “grande Mandato de Cristo”, pois ele dá uma ordem ao dizer “Ide e fazei discípulos...”(versículo 19). Podemos dizer que evangelizar é um mandamento de Jesus, pois Ele não está perguntando se queremos, se podemos, mas está dizendo que temos que cumprir nossa missão. Muitos cristãos , quando ouvem o termo “evangelização”, já fecham as suas mentes e se desligam da conversa. Não que sejam indiferentes da missão missionária. Estão até honestamente desejosos de ver pessoas vindo a Jesus e de que a Igreja cresça. Elas também ressaltam o quanto a evangelização é importante para os dias de hoje. Ainda assim, quando ouvem o termo, sentem algo estranho na região do estômago, cuja origem, não conseguem identificar. Você se sente assim? Tem medo de evangelizar? O que será que acontece? Será Satanás tentando impedi-lo (a) de evangelizar? Muitos bons cristãos sentem o mesmo medo, mas na maioria das vezes, não é obra de Satanás. Hoje, estou convencido de que este fenômeno tem origem totalmente diferente e uma explicação muito simples: a maioria das pessoas não tem o dom de evangelizar com o dom chamado na Bíblia de dom de evangelista. Quem possui este dom, evangeliza naturalmente se preciso for, fala de Cristo até dentro de um autocarro (ônibus) cheio.
                Algumas pesquisas sobre este assunto foram realizadas por um instituto de pesquisa religiosa na Alemanha, e chegou-se a conclusão que somente 10% dos cristãos têm o dom de evangelizar, portanto, 90% não possuem este dom. Você está entre 10% que possuem o dom de evangelizar ou entre os 90% que não o possuem? Então, podemos chegar a conclusão de que a missão de evangelizar é somente para alguns e se eu não faço parte daqueles que têm o dom de evangelizar, o mandato de Jesus não é para mim e eu posso ficar sossegado. Não! O mandato de evangelizar é para todos! Eu e você fomos chamados e enviados a evangelizar.
                O instituto de pesquisas alemã, acima citado, fez uma pesquisa com 1.600 cristãos comprometidos na Alemanha, Áustria e Suíça. Cada um pôde citar quantos e quais fatores tinham influenciado a sua decisão por Jesus e pela Igreja. Via de regra, um ou mais, das oito respostas abaixo foram dadas:
                1 – Emergência e necessidade – 8%
                2 – Ver o que está acontecendo na Igreja – 12%
                3 – Por causa de um determinado padre ou pastor – 22%
                4 – Através de um grande evento de evangelização – 5%
                5 – Visita em casa -  4%
                6- Curso bíblico -  4%
                7 – Programas de rádio ou TV - 0,5%
                8 – Convites de amigos e parentes - 76%
                O resultado dessa pesquisa apontou que uma maioria esmagadora de cristãos encontrou Jesus e a Igreja, por causa de seus relacionamentos com um amigo ou parente. Esses resultados coincidem, em grande parte, com um estudo realizado com 21.000 cristãos dos Estados Unidos.
                Qual o “meio” mais eficiente para evangelizar?
                Deus usa todos os meios para demonstrar seu amor às pessoas. Mas quando a pergunta é qual fator Ele usa de forma comprovadamente mais intensiva, encontramos os relacionamentos pessoais entre cristãos e seus amigos e parentes, que não estão na Igreja. Nos meios de comunicação de massa, o máximo que podemos fazer é falar do Amor de Deus; no relacionamento pessoal com o cristão, pode-se experimentar, de forma concreta, a demonstração prática desse amor no dia-a-dia. Esse tipo de evangelização é chamado de “fator OIKOS”. “Oikos” é a palavra grega para “casa”, que descrevia a esfera de influência de uma pessoa, a rede de seus relacionamentos. Não é preciso ter um dom especial para evangelizar, basta aproveitar a ocasião, e nas conversas do dia-a-dia, com parentes e amigos, testemunhar de maneira simples o Amor de Cristo, dando a própria vida como exemplo.
                Por que o fator “Oikos” é tão eficiente?
                1 – Os relacionamentos “Oikos” formam uma rede natural para difundir a boa notícia.
                2 – As pessoas do nosso círculo de amizades estão mais abertas a ouvir falar de Jesus por nós.
                3 – O relacionamento pessoal possibilita compartilhar o amor de Deus de forma espontânea, natural e sem pressa.
                4 – Quando um amigo ou parente de um cristão chega a Jesus, ele tem pelo menos um cristão na sua rede de relacionamentos, que está perto e se interessa pelo crescimento espiritual na vida dele.
                5 – Por causa dos relacionamentos, o novo convertido permanece na Igreja.
                6 – Os contatos vão se alargando cada vez mais e a possibilidade de ter contato com centenas ou milhares é cada vez maior.”
Para que possamos evangelizar de forma natural, conta muito o testemunho pessoal da caridade. Sobre isso nos fala a primeira leitura de hoje sobre as obras de Misericórdia também materiais. São Vicente Pallotti disse certa vez: “Devemos ter bem presente em nossa mente que se o mundo não vê as nossas obras de caridade, também nas coisas temporais – obras que assim como anunciamos aos demais, também devemos praticá-las para aliviar as necessidades do corpo- , não estará bem disposto para receber os nossos cuidados espirituais.”
Para partilhar:
Como vai a nossa Evangelização “Oikos”?
Pe. Marcelo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Apóstolos Hoje - Fevereiro 2011

São Vicente Pallotti – “Deus, o Amor Infinito”

Da obrigação que temos de aperfeiçoar nós mesmos meritoriamente enquanto somos viva imagine da Misericórdia por essência
Meditação XVII

ORAÇÃO INTRODUTIVA

Deus, Pai Misericordioso, que revelou o Seu amor em Seu Filho, Jesus Cristo, e o versou sobre nós no Espírito Santo, Consolador, Vos confiamos agora o destino do mundo e de cada ser humano. Inclinai-vos sobre nós pecadores, cure nossa fraqueza, vença o mal, permita a todos os habitantes da terra de provar a Sua misericórdia e poder sempre encontrar em Vós, Deus Uno e Trino, a fonte da esperança. Pai pré-eterno, pela dolorosa pena e pela ressurreição de Seu Filho, tenha misericórdia de nós e de todo o mundo (Ato de entrega do mundo à Misericórdia de Deus).

MEDITAÇÃO
Deus é Misericórdia. Misericórdia “eterna, infinita, imensa e incompreensível”. Deus, em sua misericórdia, nos criou à sua Imagem e Semelhança – e nos criou pessoas misericordiosas. 
Poder amar com misericórdia não um mérito nosso! É um “preciosismo dom” dado a nós por Deus. Porém somos responsáveis por tudo aquilo que fazemos mediante este dom majestoso e tremendo. Somos chamados a cuidá-lo, desenvolvê-lo e fazê-lo crescer no exercício de nossa vontade, aquela que nos foi dada por Deus, aproveitando de sua graça. 
O desejo de Deus é que sejamos redimidos. Ele quer nos mostrar a Sua Misericórdia depois da morte e é por isto que nos criou capazes de amar com um amor misericordioso (caritas): “Bem-aventurados os misericordiosos porque encontrarão misericórdia”; ou seja, bem-aventurados aqueles que são misericordiosos com os outros, pois Deus usará de sua misericórdia! (Mt 5,7). Em outro trecho do Evangelho, lemos a descrição do Juízo Final: “Venham, benditos de meu Pai, recebam a herança do Reino (…)! Porque eu tive fome, e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era um estrangeiro e me hospedastes; nu e me vestistes; doente e me visitastes; preso e vieram a me encontrar” (Mt 25, 34-36). Nós poderíamos parafrasear estes versículos assim: ‘Venham, vós que sois benditos de meu Pai! Venham possuir o Reino (...), pois fostes misericordiosos’. 
E é por isto que São Vicente escreveu que cada um de nós tem a obrigação “segundo o quanto posso em meu estado, grau de instrução, condição, e com todos os meios que são em meu poder; devo em toda a minha vida ocupar-me no exercício de todas as obras de misericórdia corporais e espirituais”.  
O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que as obras de misericórdia “são as ações de caridade com as quais socorremos o nosso próximo em suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar são obras de misericórdia espirituais, como também perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem, realmente em dar de comer a quem tem fome, em hospedar os sem-teto, em vestir aos que tem necessidade de vestes, em visitar os doentes e presos, em sepultar os mortos. Entre estas obras, dar esmolas aos pobres é uma das principais testemunhas de caridade fraterna...” (CIC 2447). 
Oferecer uma ajuda econômica aos pobres sempre foi e sempre será um elemento importante ao cumprir o Mandamento do Amor. Atualmente, com tantos programas de assistência social eficientes e com várias organizações de caridade, albergues noturnos para os sem-teto, refeitórios populares... vale a pena refletir sobre como poderemos exercitar as obras de misericórdia para com nossos irmãos e irmãs necessitados. Não podemos ignorá-los deixando-os sem ajuda. O modo como realizar esta ajuda é algo para se discernir pessoalmente guiados pela própria consciência. Poderíamos ajudá-los, portanto, através do recolhimento de alimentos, de doações às instituições de caridade ou mesmo ajudando diretamente a um mendigo.
Ainda, sempre temos encontrado tantas pessoas pobres, não de uma pobreza econômica, mas que também deveríamos pensar em como ajudá-las. 
PONTOS PARA REFLEXÃO:
Podemos chamar “sem-teto” também aqueles que, por um motivo ou outro, não podem encontrar ou não podem formar “um lar, uma casa”; são aqueles que não podem sustentar relações duráveis no tempo. Outros ainda que se sentem intimidados, que não têm um apoio, e outros a quem lhes falta uma família e amigos.
Encontramos tantas pessoas “nuas”. Pessoas cuja dignidade lhe foi arrancada, talvez por não gozarem de um bom nome ou porque têm pouco amor próprio... talvez em sua intimidade e em seus segredos, foram traídos. 
Sepultamos os mortos sem o respeito devido. Qualquer pessoa merece uma sepultura digna, sem levar em conta se fizeram o bem ou não, durante sua vida. Todos são dignos de uma sepultura porque são filhos de Deus, criaturas de Deus.
Em 1835, quando o nosso fundador Vicente Pallotti recebeu o carisma da União do Apostolado Católico, ele escreveu que deveria ser “uma multíplice instituição” e que o terceiro objetivo era “uma instituição de caridade universal para o exercício de todas as Obras de Misericórdia espirituais e corporais, para que, de um modo maior, Deus seja conhecido no homem, já que Deus é caridade infinita.” (OOCC X, 199).
TESTEMUNHO DA VIDA DE SÃO ALBERT CHMIELOWSKI:
“O Irmão Albert Chmielowski era um homem dotado de uma natureza rica de talentos.
Tinha todas as condições de um grande pintor e foi mesmo apreciado por grandes maestros do pincel, sendo reconhecido em seu país como um representante da arte mais elevada. Sabemos que era muito ‘rico’ pois não se preservava a si mesmo. Ele mesmo o provou, participando à Insurreição de Janeiro, quando tinha apenas 20 anos. Por amor à Pátria ‘jogou tudo em uma só carta’. Este amor lhe deixou com um estigma permanente: faltava-lhe uma perna, e por isso portava uma prótese (...) O Irmão Alberto é exemplo incomparável para nós. Ele não tinha reservas materiais, não tinha dinheiro, não tinha nenhuma instituição, assim, decidiu dar a si mesmo! Deus lhe colocou à sua frente um homem ajoelhado, totalmente desacreditado, para que se desse a ele totalmente. E assim fez até o fim de sua vida, dando sempre o melhor de si como sinal de sua fé e de seu amor. Esta expressão de seu amor e de sua fé é inestimável para nós e para Deus. Temos necessidade que nossa sociedade se transforme mais sensível às pessoas, às suas necessidades, à suas misérias e sofrimento; uma sociedade cuja pessoas são prontas a testemunhar com as mãos vazias mas com o coração pleno, pois este dom vale muito mais que mãos cheias e meios abundantes! ‘De todas, a maior é a caridade.” (Liturgia das Horas III, pág. 1242, texto em polonês).

ORAÇÃO

  1. Oremos pela União do Apostolado Católico para que seja uma escola de Amor Misericordioso para seus membros e seus colaboradores.
  2. Oremos pelas pessoas necessitadas de ajuda e de sustento, para que a recebam desinteressadamente, e para que possam aceitá-la com gratidão e usá-la de modo apropriado.
OREMOS JUNTOS A SÃO VICENTE PALLOTTI:
“Meu Deus, meu Pai, Amor Infinito de minha alma, Misericórdia eterna, infinita, incompreensível, imensa... tenho firme certeza que já agora me concedeste a dor perfeita de todos os meus pecados, e da minha sempre repreensível ingratidão; me destes a graça de ter sempre uma vida ocupada no perfeito exercício de todas as obras de misericórdia corporais e espirituais, para que mais me aperfeiçoe no meu ser viva imagem da vossa Misericórdia... na glória para toda a eternidade.”  (Meditação XVII, “Deus, o Amor Infinito”)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

ASSEMBLÉIA NACIONAL DA UAC

De 29 a 30 de Janeiro, na Casa de Encontros Rainha dos Apóstolos, (CERAP), realizou-se, em Porto Alegre, a Assembleia Nacional ordinária  da União do Apostolado Católico, especialmente convocada para renovar o quadro diretivo e fazer as modificações no Regulamento de modo a adaptá-lo ao novo Estatuto Geral da UAC aprovado, em definitivo, pela Santa Sé, em 28 de outubro de 2009, através de Decreto do Pontifício Conselho para os Leigos.
A Assembleia foi aberta na noite de sexta feira 28, com a Saudação do Presidente Nacional Pe. João Pedro Stawicki, SAC, que apresentou o relatório das atividades e realizações do triênio, com destaque para o Encontro Nacional da UAC, realizado em maio de 2008 na Canção Nova e que contou com mais de 500 participantes, por ocasião da comemoração dos 75 anos da chegada das irmãs palotinas ao Brasil, dos 170 anos da sua fundação e pelos 50 anos da inauguração do Colégio Máximo Palotino, em Santa Maria - RS.
Destacou, ainda, a realização no ano de 2009, do Primeiro Congresso Nacional  e do Primeiro Congresso Sul Americano da UAC, realizados em Santa Maria - RS e o crescimento do número de Conselhos Locais de Coordenação.
Em seguida o Ecônomo Nacional apresentou o relatório financeiro do triênio.
As atividades do Sábado, dia 29,  foram iniciadas com a Santa Missa Presidida por Pe. João Pedro e co-presidida pelo pe. Julio Akamine, SAC, Provincial Palotino em São Paulo e concelebrada por Pe. Angelo Lôndero e Pe. Edgar Ertl, SAC, Vice Provincial da Província de Santa Maria - RS.
Em seguida, após o café da manhã, acompanhamos a Palestra do Pe. Angelo Lôndero, SAC, intitulada: Viver a Missão da Igreja Hoje, seguida de grupos de estudo de plenário posterior.
Na parte da tarde trabalhou-se sobre a adaptação do Regulamento da UAC do Brasil, que sofreu as alterações necessárias, tudo submetido a votação  conforme previsto no Regulamento em vigor.
Na manhã de domingo dia 30, após a realização da Adoração e a Bênção ao Santíssimo Sacramento após estabelecidas as normas para a votação cargo por cargo, com duas etapas. No primeiro momento havia a indicação dos nomes que a Assembléia entendia aptos para concorrer ao Cargo e no segundo momento após a consultados se aceitariam participar da eleição era feita a justificação da apresentação  e qualificação dos candidatos por alguém da assembleia que tivesse ima maior vivência com o indicado.
         Assim, foram eleitos:
Presidente do CNCB: Dario Ivatiuk, leigo, CLC de Curitiba;
Vice Presidente: Irmã Inês Casarin, CSAC, Provincial da Irmãs Palotinas, Província Nª Sª Aparecida, em Porto Alegre;
Secretária: Leni da Rocha Bressan, leiga, CLC de Santa Maria;
Vice Secretaria: Sonia Bonelli de Souza, leiga, CLC de Porto Alegre;
Ecônomo: Joaquim Accioly da Silva, Leigo, CLC de Niterói, RJ
Vice Ecônomo: Pe. Edgar Xavier Ertl, SAC, Vice Provincial da Província N. S. Conquistadora, Santa Maria.   

Após a proclamação dos eleitos, procedeu-se a uma homenagem ao companheiros que estiveram na direção da UAC no último triênio e a todos os que contribuíram para chegar ao ponto que  estamos, com referências muito carinhosas e agradecidas ao Pe. Ângelo Lôndero, SAC, que nos últimos vinte e cinco anos foi o principal impulsionador da UAC, por todos os meios de que dispôs.
Em seguida, foi celebrada a Santa Missa, copresidida pelos dois Provinciais presentes: Padre Julio e Padre Edgar, com o envio dos eleitos e dos presentes, o que foi feito através de cerimônia de grande simbolismo, fazendo os novos membros do Conselho Nacional e dos presentes à Assembleia Nacional, portadores da luz de Cristo, para assumirem os passos futuros da UAC no Brasil, pois há muito o que fazer.

Como o Pai me enviou, eu também vos envio ... para reavivar a fé e reacender a caridade
        
Novamente foram feitos agradecimentos ao Pe. João Pedro, e  Pe. Angelo, com um agradecimento muito especial à acolhida das Irmãs Palotinas e sua Casa de Encontros.
Tudo terminou com o chamamento de Irmão Fernando, SAC,  para o grande acontecimento que se aproxima: Os 50 anos da Canonização de São Vicente Pallotti, a ser comemorado em 2013.

                                      Joaquim Accioly

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

JP Itaperuna comemora a festa de São Vicente Pallotti

Olá irmãos,
a Juventude Palotina de Itaperuna, e todos os irmãos e irmãs da paróquia de São Benedito, comemoraram com uma enorme alegria, nesse sábado (22/01), o dia de São Vicente Pallotti. A comemoração da festa, se deu com uma belíssima celebração da Santa Missa, contando fatos marcantes da vida de Pallotti e um lindo teatro apresentado por alguns dos jovens da JP Itaperuna.
A Juventude Palotina Itaperuna realizou a Novena durante o novenário de São Vicente Pallotti, contamos com grande parte dos integrantes da JP, foi um momento bem legal, sem contar nos ensaios para o teatro que aconteciam sempre a tarde(por volta das 15h). Parabéns a todos que se empenharam na realização dessa belíssima festa, e parabéns também aos jovens do teatro, que não mediram esforços ( e que ficaram mais moreninhos devido ao solão, rs), para a que se realizasse esse teatro. Obrigado a você, irmão e irmã, que participou da celebração da Santa Missa e do Novenário, você também é parte fundamental dessa comemoração.
Também no dia 21/01 a JP Itaperuna recebeu a ilustre presença do Pe. Marcos (acessor da JP do Brasil), foi um momento de grande alegria. Com as famosas máscaras, Pe. Marcos realizou uma dinâmica incrível, na qual tinha como tema as máscaras que os jovens usam. Junto com Pe. Marcos, veio também Pe. Valdeni (da Bahia).
Foram dias muito bom para Juventude Palotina de Itaperuna
Cristiano Nino

Seminário Maior Palotino

Ola queridos leitores, nos do Seminário Maior Palotino, queremos desejar-lhes que neste novo ano que se inicia, possamos continuar contando com sua ajuda, principalmente com suas orações. Em 2011, o nosso Seminário contará com 13 jovens em período de formação. 6 seminaristas consagrados, 2 noviços e 5 postulantes. Estes últimos, os postulantes, são 5 novos jovens que responderam ao chamado de Deus para segui-lo nos passos de São Vicente Pallotti. Por isso, como formador deles, desde já, peço a assiduidade nas orações por todos os nossos jovens, para que sejam perseverantes no seguimento à Nosso Senhor Jesus Cristo.
Aproveito a oportunidade para explicar os passos que são dados por esses jovens rumo a Consagração Perpétua e ao Sacerdócio na Comunidade Palotina. É oportuno, apresentar essas etapas, pois assim você, poderá acompanhar melhor o estilo de vida dos padres e irmãos palotinos.
Muito bem, quando um jovem manifesta uma “inquietude”, um desejo, em seguir Nosso Senhor de maneira mais radical, ele deverá buscar um Seminário ou uma Casa de Formação para ali discernir essa “inquietude”. Através de uma conversa franca com os formadores, o jovem está discernindo essa “inquietude” e perceber se esta “inquietude” é fruto de um chamado para a vida sacerdotal ou religiosa, ou não. A esta etapa nós chamamos de Discernimento Vocacional, que se realiza nos Encontros Vocacionais.
E em nosso Seminário, estes Encontros aconteçam sempre aos 3oDomingos de cada mês, e durante um ano o jovem terá a sua disposição o apoio do Reitor, do Diretor Espiritual e auxilio psicológico para poder amadurecer o seu discernimento e de forma livre e espontânea, poder decidir sobre o destino de sua vida.
Caso, decida no ingresso na Vida Religiosa, ele passará para a primeira etapa de nossa formação, ao qual, nós chamamos de Postulantado, assim ele começará a dar os primeiros passos na Vida Religiosa, a conhecer um pouco sobre o carisma, sobre a vida comunitária e também sobre o inicio aos estudos acadêmicos.
Para este tempo, o Postulantado, ingressarão 5 novos jovens.
Em breve apresento os novos jovens “palotinos” que estarão conosco durante este ano e continuo falar sobre as etapas da formação palotina.
Deus abençoe a todos.
Pe. Francisco Marques Pinto SAC