segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Assembleia Nacional da União do Apostolado Católico



Durante o último final de semana de fevereiro, reuniram-se em Curitiba  os membros da Assembleia Nacional da União do Apostolado Católico para eleição do novo CNCB, entre outros assuntos. A Assembleia contou com a presença de 21 membros votantes, e quatro ouvintes.
Os trabalhos iniciaram-se na sexta-feira após o jantar, com a celebração dirigida pelas Irmãs com o tema: Maria no Cenáculo, seguida da apresentação dos participantes.
No sábado pela manhã, após a santa missa, Pe. Edgar SAC  apresentou algumas reflexões, sobre a Nova Evangelização, baseadas na exortação do Papa Francisco, Evangelho Gaudim, “A alegria do Evangelho”.
Em seguida, Leossandro Adamiski , coordenador do CLC de Campo Grande, MS, levou a todos a uma reflexão, sobre a Família e a UAC.
Após o almoço, Adoração ao Santíssimo Sacramento, dirigida por padre José Rodrigues SAC, terminando assim a preparação espiritual para a votação do novo CNCB.
Após a votação, nove membros foram escolhidos para o exercício do triênio 2014/2017
O novo Conselho ficou assim constituído:
Presidente: Dario Ivatiuk Jr. - PR
Vice-presidente: Ir. Marinês Pivatto  - RS
Secretária: Sônia Maria de Souza Bonelli - RS
Vice-secretaria – Daniele da Silva Carvalho -  SP
Ecônomo – Leossandro Carlos Adamiski - MS
Vice-Ecônomo – Pe. Edgar SAC -  RS
Dayse da Conceição Barros da Conceição - AM
João Alexandre Nagi Rocha- PR
Adelésia Coldebela - PR
Vera Regina Tavares Santos – Niterói /RJ
Após o jantar os responsáveis pela formação dos membros da UAC, Ir Adelésia e Leossandro, falaram como esta se desenvolvendo a Formação para todos os membros  e tiraram dúvidas, acerca do assunto.
Domingo pela manhã, o presidente Dario, colocou a possibilidade  do Congresso Nacional da UAC ser no Brasil, no ano de 2015. E que para tanto, seria necessário formar uma equipe responsável pela organização do evento.
A IV Assembléia Nacional encerrou-se com a Eucaristia  de envio aos participantes e as bênçãos especiais para o  novo Conselho.
Vera Regina Tavares Santos

Vicente Pallotti e os anjos e santos

Pallotti sentia-se muito ligado aos anjos e arcanjos e tinha uma especial devoção aos mesmos. Apelava sempre para os seus merecimentos e implorava a sua poderosa intercessão junto a Deus.
Os anjos aparecem como enviados de Deus a serviço do seu povo. Também no Novo Testamento os anjos auxiliam o Cristo e também os cristãos.
Pallotti via os anjos no seu ser e na sua função.
Quanto ao seu ser, os anjos são espíritos puros, ao passo que o ser humano não é um espírito puro, mas um espírito encarnado. Vicente Pallotti chama-os de “espíritos beatíssimos.
Quanto à atuação dos anjos, sua atuação refere-se a Deus e aos seres humanos.
Em relação a Deus, “todos os anjos estão sempre ocupados em amar, louvar, bendizer, adorar, contemplar e agradar a Deus Pai, Filho e Espírito Santo”.
Os anjos estão sempre “às ordens de Deus e Deus está sempre ocupado em comunicar aos homens seus dons, suas graças, suas misericórdias, ou por si mesmo ou ordinariamente por meio dos anjos da guarda”.
Em todas as suas orações de agradecimento e de súplica, Vicente Pallotti incluía sempre os anjos e, em seu último escrito, ele descrevia amplamente a sua ação em favor dos seres humanos a caminho do fim último.


Pallotti e os santos
Vicente Pallotti via os santos com os olhos de Jesus Cristo, isto é, primeiramente como dons do Pai celeste.

Considerava os santos como dons especiais de Deus e como seus irmãos maiores, como seus modelos e como seus intercessores.
Devo também recordar que Deus, ao ter-me dado Jesus Cristo como irmão primogênito, me deu também como irmãos todos os santos do Antigo e do Novo Testamento.
Vicente Pallotti admirava todos os santos e santas, congratulava-se com eles, invejava-os e valia-se sempre de sua intercessão.
Queria fazer tudo para a glória de Deus, mas também para a glória dos Santos.
“Quero fazer tudo para a glória de Deus, de Jesus, de Maria, dos anjos, dos santos, em sufrágio e libertação das almas do purgatório, a fim de que eles peçam ao Senhor que me conceda as graças que desejo”.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Memoria pratica cotidiana



Vicente Pallotti nos ensina que se temos confiança em Jesus Cristo e se nos esforçamos a imitá-lo, obteremos que Ele mesmo destrua em nós as deformidades e as faltas, porque, entrando em nossa alma, Ele opera e assim continua em nós Sua vida. Jesus Cristo viverá nessa alma e aplicará nesta, o mérito das suas obras santíssimas, segundo as palavras de Jesus reportadas no Evangelho de João: “Quem crê em Mim fará as obras que eu faço e fará ainda obras maiores”.
São Vicente tem consciência de que são poucas as pessoas que imitam Jesus Cristo, porque não pensam ou não se rendem conta de fazer. As pessoas que pensam e que se dispõem a imitar Jesus Cristo crescem no amor a Jesus e, quando cresce o amor, cresce a confiança na graça necessária para imitá-lo e cresce o reconhecimento da própria indignidade em possuir tal graça. Como consequência desta abertura, a pessoa de dispõe a receber a graça que é sempre mais copiosa. Pallotti recomenda de ter sempre em mãos um livreto contendo as práticas de imitação de Jesus Cristo, para ler, nos diversos momentos oportunos e explica em detalhe esta prática.
• memória: se faz memória, se recorda (o verbo recordar quer dizer, passar novamente através do coração), obrigação que todos, como cristãos têm, em imitar Jesus Cristo;
• prática: é necessário imitar Jesus Cristo de fato, no pensar, no falar, nas obras e no que diz respeito aos afetos do coração;
• quotidiana: não é uma obrigação de um dia, nem de um mês ou de um ano, mas uma obrigação que deve durar até a morte.

Esta obrigação de imitar Jesus Cristo é comum a todos os cristãos, porém os membros da UAC a receberam como dom e como regra fundamental da própria vida; assim sendo, somos convocados a imitá-lo de maneira toda especial.
“Portanto, nas várias circunstâncias do dia, antes de iniciar qualquer trabalho devemos considerar quais seriam naquele caso os pensamentos da mente de N.S.J.C., quais os afetos do seu Coração divino: assim no falar, devemos considerar quais palavras de humildade, de mansidão, de caridade, de paciência, de prudência, diria N.S.J.C., e reflitamos quando seria medido as suas palavras santíssimas nem muito e nem pouco... em uma palavra: em tudo devemos imaginar em ver N.S.J.C., e reavivando a fé devemos recordar o Homem-Deus que se fez nosso exemplar, e modelo, e regra prática de toda a nossa vida interna e externa... (OO CC III, 36-37).
Pallotti se dirige a todas as pessoas que buscam o crescimento pessoal na santidade e a maior glória de Deus a aproveitarem o dom da cooperação para promover a salvação do próximo. “Os que aproveitam esse dom especialmente para a vantagem das almas desprovidas dos meios para conhecer Deus, Jesus Cristo e a sua Religião são os mais perfeitos imitadores de Jesus Cristo, que veio a esta terra para cumprir a obra da Redenção das Almas pela glória do Pai celeste” (OO CC XI, 256).

São Vicente nos apresenta os efeitos da “memória prática quotidiana”:
• Se, temos confiança em Jesus Cristo e se nos esforçamos a imitá-lo, obteremos que Ele mesmo destrua em nós as deformidades e as faltas, porque, entrando em nossa alma, Ele opera e assim continua em nós Sua vida;
• Jesus Cristo fará em nós tudo. “Não sou eu que vivo, mas Cristo vivo em mim” (Gal 2,20).
• A vida de Jesus Cristo seja a minha vida.... a crucifixão de Jesus Cristo seja a minha... a obediência de Jesus Cristo seja a minha... a fortaleza de Jesus Cristo seja minha” (OOCC X, 161-162).
• As obras de Jesus Cristo são as minhas obras... a pregação realizada por Jesus Cristo aos pobres seja minha... a grandeza da potencia do Sacrifício de Jesus Cristo seja minha!” (OOCC X, 492-495).
• Jesus Cristo seja meu; as suas virtudes, obras e méritos infinitos sejam meus – e a terra será pequena para conter os livros necessários para narrá-las – serão todas as coisas minhas (OOCC XIII, 121).
• Vivo eu, mas não eu, Cristo vive em mim (OOCC X, 256).
• A regra fundamental de nossa Mínima Congregação é a Vida de N.S.J.C. para imitá-lo com humildade e confiança com todas as possíveis perfeições em todas as Obras da Vida escondida, e de publico ministério Evangélico para a maior glória de Deus Pai celeste, e para a maior santificação de nossa alma, e de nosso próximo (OOCC III, 40).

Pallotti nos convida a recordar... “a misericórdia infinita, e amor infinito de Jesus Cristo que, para continuar a sua vida santíssima em nós, se dignou permanecer entre nós no Santíssimo Sacramento da Eucaristia nos entrega a si mesmo como comida e nutrimento de nossa alma”.
Texto de Pe. Elmar Neri Rubira, SAC

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Arquidiocese do Rio realiza a 12ª Romaria Ciclística da Paz

A missa Rio Celebra presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal eleito Dom Orani João Tempesta, na manhã deste sábado, dia 8 de fevereiro, na Paróquia Santa Rosa de Lima, no Jardim América, foi em ação de graças pela 12ª Romaria Ciclística da Paz, realizada pela Arquidiocese do Rio em parceria com a Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj). Seguindo pela Rodovia Presidente Dutra, os ciclistas chegarão neste domingo, dia 9, ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (SP).
Organizada desde 2000, a romaria tem como objetivo, segundo o pároco do Santuário Divina Misericórdia, padre Cristóvão Sopicki SAC, agradecer a Deus e a Nossa Senhora pela temporada de competições vivida em 2013 e pedir bênçãos para a nova temporada, que começa em fevereiro de 2014.
A peregrinação terá início na Igreja Santa Rosa de Lima e seguirá para o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), pela Via Dutra. Os atletas farão duas paradas: a primeira em Resende, ainda no Rio, onde farão um jantar de confraternização; e a segunda será na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista. A previsão de chegada em Aparecida é às 13h do dia 9 de fevereiro. A consagração dos atletas a Nossa Senhora será na missa das 18h.
Romaria

As primeiras peregrinações contaram com a participação de cerca de 300 ciclistas, entre profissionais e amadores. Atualmente, há um limite de inscritos, que varia em torno de 50. Ela tem o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Polícia Federal, que contribui com batedores que fecham e organizam o trânsito pela Via Dutra.
O presidente da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Santos, ressaltou o clima de companheirismo, que é marca da romaria. Segundo ele, os participantes preocupam-se mais em se ajudarem para que todos cheguem juntos à basílica.
“É uma emoção fortíssima chegar em frente à Basílica de Nossa Senhora Aparecida, todos os romeiros juntos”, afirmou ele.
Cláudio tem 47 anos, e pedalou profissionalmente por vários anos. Parou aos 40 anos porque adquiriu uma bactéria que causou deficiência em um dos olhos dele. Desde então, realiza eventos relacionados ao esporte. “Passei por 14 cirurgias e graças a Deus melhorei. Voltei a enxergar parcialmente, mas não com a qualidade que eu precisava para competir”, explicou, ao falar de sua motivação para patrocinar a romaria.

“Eu sou muito devoto de Nossa Senhora Aparecida. Eu peço sempre para nossa mãezinha proteger os ciclistas porque é um esporte muito perigoso. Nós dividimos o espaço da via pública com os automóveis. E este é o segundo esporte que mais mata no mundo – só perde para o alpinismo. Então a gente está sempre pedindo proteção. E graças a Deus, eu realizo eventos há 25 anos e nunca tivemos um acidente fatal”, comemorou.
Ele participa da peregrinação todos os anos. E este ano fará uma parte do percurso de bicicleta e outra correndo.
As inscrições podem ser feitas com o padre Cristóvão, no Santuário Divina Misericórdia, que fica na Rua Divina Misericórdia, s/n, em Vila Valqueire, ou na loja Amazonas Bike, que fica na Rua Barão do Amazonas, 273, no centro de Niterói. O investimento é de R$ 200, e inclui hospedagem, lanche e demais necessidades, inclusive o seguro de vida dos atletas. Informações: 2453-3684.

Nathalia Cardoso

http://arqrio.org//

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Primeira consagração dos Noviços

No dia 2 de fevereiro na paróquia de Nossa Senhora de Fátima em Pendotiba teve lugar a primeira consagração dos Noviços Diego Gago, Zé Luiz e Rafael Moura e renovação das promessas do Seminarista Denis Alves.








Pe. Jorge paroco em Itaipu

No dia três de fevereiro de 2014, toma posse da Paróquia de São Sebastião em Itaipu , o padre Jorge Chmielecki SAC.





Pe. Jorge nasceu no dia 16 de janeiro de 1963. Passou a sua infância numa pequena cidade situada perto de Gdansk, norte da Polônia. Seus pais, professores aposentados completam neste ano 55 anos de matrimônio. Irmão Adalberto, também sacerdote pallotino, trabalha na Polônia onde é pároco e o pregador dos retiros populares. Pe. Jorge chegou ao Brasil no dia 02 de julho de 1990. Ao longo deste quase 24 anos exerceu várias funções e trabalhou em diversas paróquias. Antes de assumir a nossa paróquia era superior regional dos padres palotinos.

Vera Tavares