domingo, 22 de maio de 2016

4 décadas como sacerdote! Parabéns Pe. Jan Sopicki!

A homilia nos fez perceber o quanto esta data era importante para você!

Contou-nos dos amigos que se ordenaram nesta mesma data, 20 de maio de 1976 em Oltarzew na Polônia, falou da querida família Sopicki a alegria de ter o coirmãos de comunidade, Pe. Gilmar Simplício e de sangue Pe. Krzysztof Sopicki concelebrando, e das paróquias por onde passou.


Mas o mais importante, não deixou de agradecer e louvar o Senhor por tudo que aconteceu neste tempo. Fazer a vontade de Deus! O quanto este desejo tem norteado sua vida sacerdotal!!
Nós paroquianos só temos que louvar e bendizer, por termos participado deste momento e termos você aqui no Santuário!


Que os raios que saem do coração de Jesus continuem iluminando sua vida, e seu trabalho pastoral! Deus o abençoe!
 Hildenê Elizabeth da Silva
M.dos Santos/Marita Veiga

Fotos Ailza Alves de Melo

Festa de Santa Rita

A Igreja celebra no domingo (22) o dia de Santa Rita de Cássia - a santa das causas impossíveis. Os festejos da capela de Santa Rita de Cássia Frigorífico – Itaperuna (RJ).




















Santa Rita nasceu em 1381 na Itália, em Cássia. A Santa queria se consagrar à vida religiosa, mas para satisfazer os pais, casou e teve filhos. Seu marido foi assassinado e seus herdeiros queriam vingar a morte do pai e, para que isso não ocorresse, Santa Rita suplicou a Deus que levasse os filhos antes que eles cometessem um grave pecado e teve seu desejo atendido. Após ficar viúva, realizou seu desejo e tornou-se freira. Depois de dedicar 40 anos de sua vida às questões religiosas, morreu aos 78 anos de idade, no Convento das Agostinianas, em Cássia, no dia 22 de maio de 1457.
O culto à bem aventurada logo se estendeu por outros países por causa dos milagres obtidos por sua intercessão em casos impossíveis. Foi beatificada em 1627, e canonizada em 1900 sob o pontificado de Leão XIII.

sábado, 14 de maio de 2016

Festa de Nossa Senhora de Fátima

A Igreja, no dia 13 de maio, celebra Nossa Senhora de Fátima. A festa de Santa Maria, que apareceu aos Três Pastorinhos, em Fátima, Portugal, é comemorada pela comunidade paroquia de Nossa Senhora do Rosário de Fátima em Itaperuna.

















sexta-feira, 13 de maio de 2016

Maria Rainha dos Apóstolos

Dia 14 de Maio,  celebramos a festa de  Maria, Rainha dos Apóstolos, Padroeira da União do Apostolado Católico. A Padroeira da União do Apostolado Católico é Maria Santíssima sob o título de “Rainha dos Apóstolos”.
O Fundador S. Vicente Pallotti era grande devoto de Maria, a Mãe de Jesus que a chamava com muito carinho: “a minha mais que querida e amantíssima Mãe. No seu caminhar e reflexão sobre a importância de Maria SS. na vida do cristão, concebe, para a sua Obra, a ideia do Cenáculo, lugar onde Maria SS. permaneceu com os apóstolos em oração à espera da promessa de Jesus, de enviar o Espirito Santo e, ainda, o Cenáculo, o lugar propício de preparação para o Apostolado a ser desenvolvido por todos os membros da União do Apostolado Católico: Leigos, Irmãs, Sacerdotes e Irmãos consagrados. Nosso Fundador assim escreve: “Desejaria permanecer continuamente no Cenáculo em companhia de Maria SS. e dos Apóstolos para receber a abundância dos dons do Espírito Santo”. Maria, depois de Jesus é a grande Apóstola, a grande missionária, a Mestra por excelência dos discípulos de Jesus, que permanecendo no Cenáculo, encorajou os apóstolos a prosseguirem na missão de recordar ao mundo inteiro tudo quanto Jesus havia ensinado. O fundador, convicto da ideia de que todos somos chamados a sermos apóstolos, manda Pintar uma Tela do acontecimento do Cenáculo. O ícone que representa o grande acontecimento do Pentecostes, expressa a atitude de Maria em oração com os apóstolos com a presença de outras mulheres; a realidade deste ícone representando outras mulheres além de Maria, quer afirmar que todos, tanto homens como mulheres, somos chamados ao anúncio da Pessoa e das Palavras de Jesus. E esta, continua sendo a nossa grande e gritante missão do nosso tempo na Igreja e na sociedade. Desejava o Fundador que a vida de todos os membros da União do Apostolado Católico fosse pautada pela imitação da vida de Cristo, o Apóstolo do Pai e de Maria, Rainha dos Apóstolos, a grande missionária.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Apóstolos Hoje - Maio de 2016

Maria, Mãe da Misericórdia.
Na experiência humana familiar, a relação mãe x filho nos ajuda a situar o realismo da misericórdia.
A misericórdia materna é um componente natural e especial do coração de mãe que é geradora da vida. Para a mãe, o filho é tão amado porque faz parte de sua vida e quanto mais sofrido, mais amado será.
Em sua Bula de Proclamação deste Ano Santo, o Papa Francisco nos diz:
“Ninguém, como Maria, conheceu a profundidade do mistério de Deus feito homem. Na sua vida, tudo foi plasmado pela presença da misericórdia feita carne” (Misericordia Vultus 24).
Maria, mãe da misericórdia, além de humana, cultivava a amplidão da maternidade pela fé e obediência.
Se o coração de uma mãe é uma constante oferenda de amor a seus filhos, o coração de Maria é a mais evidente expressão materna do coração de Deus a humanidade.
Escolhida para ser a Mãe do Filho de Deus, vemos que a sua caminhada como Mãe foi toda plasmada na misericórdia por toda a humanidade.
Maria, mulher da escuta atenta de Deus e dos acontecimentos de sua época. Não se trata de um simples “escutar”, um ouvir superficial, mas um “escutar feito de atenção, de acolhimento e de disponibilidade”.
Na anunciação ela escuta o Anjo Gabriel e com o seu Faça-se (fiat), aceita ser a mãe do salvador. É o sim da Fé comprometida com Deus.
Maria, mulher de decisão. Ao escutar que Isabel, sua prima idosa, estava gestante, partiu apressadamente para servir.
No encontro com Isabel, o Magnificat proclamado por Maria, antecipa de certa forma a irrupção do Espírito na comunidade de Jerusalém.
A profecia e a misericórdia da vida e dos atos de Maria proclamados neste cântico manifestam que ela pratica a dimensão misericordiosa do seu lado feminino quando proclama a misericórdia de Deus Todo-Poderoso e também proclama uma dimensão social, clamando por justiça em favor dos filhos de Deus desfavorecidos e injustiçados.
Maria, alma mística, mas também mulher profética com compromisso de justiça para com todos os povos.
Maria, mulher de ação. Ao participar das Bodas em Caná da Galiléia, percebe o constrangimento que os jovens esposos iam passar com a falta de vinho. Ninguém precisou pedir a ela: agiu com misericórdia.
Vemos aqui também o realismo, a humanidade e a consistência de Maria, que permanece atenta aos acontecimentos da vida.
Maria, aos pés da Cruz, é testemunha do perdão ilimitado do Filho de Deus, que suporta na sua carne o dramático encontro entre o pecado do mundo e a misericórdia divina.
Papa Francisco, nos diz, que Maria atesta que a Misericórdia do Filho de Deus não conhece limites e alcança a todos, sem excluir ninguém.
A mãe da misericórdia perdoa todas as barbaridades que seu Filho sofreu.
São Vicente Pallotti era um homem inebriado pela misericórdia de Deus.
Aos lermos seus escritos descobrimos que ele vive sempre como objeto e sujeito de amor. Vê toda a sua vida e todo o seu ser como uma obra maravilhosa da Misericórdia Infinita de Deus, o qual tem como objeto próprio do Seu amor o propósito de fazer dele (Vicente) o milagre perpétuo de Sua misericórdia, como fez de Maria o milagre de Sua graça.
São Vicente Pallotti reconhece, como todos nós, que Maria é cheia de graças, mãe da misericórdia, Co-redentora do gênero humano e a invoca nas suas orações e súplicas, repetidas vezes: à minha mais que enamoradíssima mãe, “à minha querida mãe da misericórdia”, salve mãe da misericórdia.
Nosso fundador, ao refletir os textos dos Atos dos Apóstolos que narram à vinda do Espírito Santo, teve a intenção de fazer um quadro em que retratasse a cena de Pentecostes. Ele via em Maria, a Rainha dos Apóstolos, dando força e coragem aos Apóstolos. Por isso colocou a sua obra sob a sua proteção.
Rezemos com São Vicente Pallotti: “Salve Mãe da Misericórdia de Deus, pela intercessão da Bem Aventurada Virgem Maria e de toda a corte celeste, abraça misericordiosamente a mim, o Milagre Perpétuo da Misericórdia, como fez em Maria, o milagre da graça” (cf. OOCC X, 356).

Para refletir:
a)         Maria deu o seu sim para toda a vida. Como você vive o seu sim: no sacerdócio, na vida consagrada, como indivíduo, em casal, na família, na comunidade e no apostolado?
b)         No magnificat, vemos Maria contemplativa e de consciência cristã quanto a situação sócio-política de sua época. Até onde nos acomodamos com uma ação caritativa de esmolas e “obras sociais” e fugimos de uma ação transformadora própria de uma consciência cristã crítica?
c)         Qual é a experiência do amor e misericórdia de Deus que eu experimento e vivo no dia a dia de minha vida?
d)        Somos chamados pela nossa espiritualidade a revelar com nossa vida e em nosso apostolado o Rosto do amor e da Misericórdia Infinita de Deus. Como isto acontece em minha vida pessoal e apostólica?

            Dayse da Conceição Barros da Conceição.
            Leiga, membro da União do Apostolado Católico.

            Manaus, Amazonas, Brasil.

domingo, 8 de maio de 2016

48 anos da Paróquia de São Benedito

No dia 01 de maio a Paróquia de São Benedito, em Itaperuna, completou 48 anos.

Por essa ocasião o pároco, Pe. Estevão Lewandowski, SAC, junto com toda comunidade paroquial, agradeceu a Deus por essa grande graça.




Na Missa da crianças, fizeram a coração de Nossa Senhora e todos juntos festejaram durante o almoço comunitário.



São Benedito rogai por nos!