sábado, 30 de junho de 2012

quarta-feira, 27 de junho de 2012

SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO


Certa vez, fui abordado per dois jovens missionários de uma seita. Quis dialogar com eles para perceber os fundamentos de sua fé e ver o que tínhamos em comum. Em determinado ponto da conversa, perguntei como ele tinha certeza de sua fé. A resposta não poderia ser mais subjetivista e volúvel: - “Ah, eu senti que era assim!”
Sobre estas pessoas fala o Catecismo: “Os que hoje nascem em comunidades provenientes de tais rupturas, «e que vivem a fé de Cristo, não podem ser acusados do pecado da divisão. A Igreja Católica abraça-os com respeito e caridade fraterna [...]. Justificados pela fé recebida no Baptismo, incorporados em Cristo, é a justo título que se honram com o nome de cristãos e os filhos da Igreja Católica reconhecem-nos legitimamente como irmãos no Senhor»  .Além disso, existem fora das fronteiras visíveis da Igreja Católica, «muitos elementos de santificação e de verdade: «a Palavra de Deus escrita, a vida da graça, a fé, a esperança e a caridade, outros dons interiores do Espírito Santo e outros elementos visíveis» . O Espírito de Cristo serve-Se destas Igrejas e comunidades eclesiais como meios de salvação, cuja força vem da plenitude da graça e da verdade que Cristo confiou à Igreja Católica. Todos estes bens provêm de Cristo e a Ele conduzem e por si mesmos reclamam «a unidade católica.” (Catecismo nº 818 e 819)
Comemoramos hoje os Santos Apóstolos Pedro e Paulo.  Fazendo a memória desses Apóstolos, mergulhamos fundo no Mistério da Igreja. Sim pois de uma vez por todas a pessoa de Simão Pedro ficou unida à Igreja quando Jesus lhe disse: “Também Eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela. Dar-te-ei as chaves do Reino do Céu; tudo o que ligares na terra ficará ligado no Céu e tudo o que desligares na terra será desligado no Céu.” (Mt 16,18-19)
O encontro verdadeiro com Cristo, pode até preceder o encontro com a Igreja, mas deve conduzir a esta. Dizia o Papa Bento XVI: “A história mostra-nos que se alcança normalmente Jesus através da Igreja! Num certo sentido, isto verificou-se, também para Paulo, o qual encontrou a Igreja antes de encontrar Jesus.
Mas este contato, no seu caso, foi contraproducente. Não causou a adesão, mas uma violenta repulsa. Para Paulo, a adesão à Igreja foi propiciada por uma intervenção direta de Cristo, o qual, tendo-se-lhe revelado no caminho de Damasco, se identificou com a Igreja e lhe fez compreender que perseguir a Igreja era perseguir o Senhor. De fato, o Ressuscitado disse a Paulo, o perseguidor da Igreja: "Saulo, Saulo, porque me persegues?" (Act 9, 4). Perseguindo a Igreja, perseguia Cristo. Então Paulo converteu-se, ao mesmo tempo, a Cristo e à Igreja. Disto compreende-se, depois, porque a Igreja tenha estado tão presente nos pensamentos, no coração e na atividade de Paulo.” E que: “Ele mesmo o reconhece nas suas Cartas (1 Cor 15, 9; Gl 1, 13; Fl 3, 6): "Persegui a Igreja de Deus" ; escreve, quase como a apresentar este seu comportamento como o pior dos crimes.”
Na segunda leitura vemos que mesmo o grande Apóstolo São Paulo, depois de se apoiar na única rocha que é Cristo, através da oração retirada e das revelações particulares que recebeu, quis também apoiar -se na rocha visível que Cristo deixou no meio de nós como garantia de estarmos na verdade: “Mas, quando aprouve a Deus - que me escolheu desde o seio de minha mãe e me chamou pela sua graça - revelar o seu Filho em mim, para que o anuncie como Evangelho entre os gentios, não fui logo consultar criatura humana alguma, nem subi a Jerusalém para ir ter com os que se tornaram Apóstolos antes de mim. Parti, sim, para a Arábia e voltei outra vez a Damasco. A seguir, passados três anos, subi a Jerusalém, para conhecer a Cefas, e fiquei com ele durante quinze dias.” (Gl1,15-19)  Além disso, depois de anos de ministério, quis voltar a conferir o seu Evangelho com o de Pedro para não correr o risco de correr ou ter corrido em vão. É a obediência que é a marca dos grandes servos de Deus. Obediência primeiro a Cristo, e depois também àqueles que Cristo deixou como seus representantes visíveis neste mundo. “A seguir, catorze anos depois, subi outra vez a Jerusalém, com Barnabé, levando comigo também Tito. Mas subi devido a uma revelação. E pus à apreciação deles - e, em privado, à dos mais considerados - o Evangelho que prego entre os gentios, não esteja eu a correr ou tenha corrido em vão.” (Gl 2,1-2)
Se até o grande Apóstolo Paulo sentiu a necessidade de conferir o que ensinava com a fé dos Apóstolos e em especial à de Pedro, quem somos nós para fazermos diferente? Corremos um grande risco, assim de nos afastarmos da verdade.
No dia de hoje queremos apresentar à Santíssima Trindade um grande louvor, pelo ministério de Pedro e seus sucessores, assim como os bispos, sucessores dos Apóstolos que nos conservam na certeza de estar na unidade da Igreja de Cristo. E se algumas vezes a vida de algum deles não foi uma imagem clara do Evangelho que pregavam, isso deve suscitar em nós um renovado espírito de conversão, pois sendo a Igreja um Corpo, a nossa vida em Cristo não é indiferente ao bem de toda a Igreja.
Para partilhar:
Já tivestes dúvida de pertencer à verdadeira Igreja de Cristo? Como tiraste tal dúvida?
Pe. Marcelo

Novena de Santa Isabel Rainha de Portugal em Bento Ribeiro


Novena de Santa Isabel Rainha de Portugal em Bento Ribeiro















As “capelinhas” de Jesus Misericordioso e a Pastoral da Saúde

Em 2003, um grupo de trinta famílias recebeu o primeiro “Oratório da Divina Misericórdia”, apelidado, carinhosamente, de “Capelinha de Jesus Misericordioso”. Neste tempo já havia, em nossa paróquia da Divina Misericórdia em Vila Valqueire, a Pastoral da Saúde.
Por estar com a neta debilitada por problemas de saúde e seus médicos sem saberem que atitude tomar em relação a ela, D. Penha, já devota de Jesus Misericordioso, pediu “emprestada” uma capelinha, por que sentia, em seu coração, que este seria o caminho da melhora da sua neta. Sua neta ainda não está totalmente recuperada, mas já se faz sentir uma grande melhora.
Percebemos, então, o mover de Deus. A partir daí, o Movimento da Divina Misericórdia disponibilizou, para a Pastoral da Saúde, três “capelinhas” que, hoje, visitam idosos e doentes incapacitados de se locomover.
Na paróquia da Divina Misericórdia, a Pastoral da Saúde trabalha na assistência e promoção da saúde. Fazem visitas domiciliares a quarenta e oito idosos debilitados e enfermos além de palestras mensais, com temas relacionados à saúde.
Neste 24 de junho, eles apresentaram à comunidade seu trabalho, e convidaram os paroquianos que sintam, em seu coração, o chamado para praticar esta obra de Misericórdia, conforme consta em Mt. 25,36: ”Estava enfermo e me visitaste”. Que seguindo o exemplo de Santa Faustina, perseverem e sejam abençoados em seu misericordioso ministério.
“Sinto uma grande dor, quando olho para os sofrimentos do próximo”. (Diário - 1039)
Marita Veiga, MDM

terça-feira, 26 de junho de 2012

Pedido de oração pela paz na República Democrática do Congo

~O que se segue é uma descrição da situação de guerra e violência no leste da República Democrática do Congo, onde trabalham os sacerdotes, irmãos e irmãs palotinos. Nestes tempos difíceis, queremos garantir nossa solidariedade e nosso apoio em oração com nossos irmãos e irmãs da família palotina e aqueles afetados por esta terrível situação.
Respondendo ao pedido de Pe. Romuald Uzabumwana peço a todos os membros da família palotina a orar particularmente à nossa Mãe do Céu, Rainha da Paz, para uma paz duradoura e prosperidade nesta terra. Esta é uma intenção permanentemente à sua oração pessoal e comunitária.
Pe. Jacob Nampudakam, SAC
Reitor Geral


Pedido de oração pela paz na República Democrática do Congo

Queridos irmãos e irmãs, amigos e colaboradores, a paz para você.
Durante vários meses, o leste da República Democrática do Congo tornou-se mais uma vez a cena de conflito armado, com suas inevitáveisconsequências: morte e aumento de refugiados dentro e fora do país.
Como as pessoas consagradas para servir a Deus e seu povo nesta região dos Grandes Lagos, somos convidados a ajudar com a oração, porque a paz verdadeira só vem de Deus. No que se segue quero compartilhar com vocês o que vi durante minha última visita (de 20 a 21 de Junho de 2012) com seus irmãos e irmãs da família palotina que trabalham na República Democrática do Congo.
1.      Na fronteira entre a República Democrática do Congo e Ruanda, refugiados ruandeses e congoleses estão se mudando para Ruanda;eles formam- se em pequenos grupos e na sua maioria são mulheres e crianças.Desde o início do conflito no Congo, milhares de refugiados chegaram a Ruanda.
2.      Na cidade de Goma, a situação é bastante tranquila e as pessoas fazem suas atividades diárias, como de costume.
3.      Na estrada entre Goma e paróquia em Rutshuru, não há problemas, existem lá muitos soldados do governo e da ONU. As tropas da ONU trouxeram alguns tanques. É incrível.
4.      Na paróquia de Rutshuru, onde trabalham os nossos coirmãos palotinos, a situação é calma. Mas há mais de um milhão de refugiados de guerra, a maioria veio de Jomba; eles usam a noite as salas de aula do ensino fundamental e do catecumenato para dormir. Algumas famílias se organizam para trazer comida; o mesmo acontece com a Cáritas, Caritas Palotina está sendo organizada para agir de acordo com suas possibilidades.
5.      Em Ntamugenda, onde tem o hospital das Irmãs dos Anjos, a situação é trágica, porque há mais de 14.000 pessoas deslocadas com forte presença das tropas da ONU e do governo. Os refugiados chegam principalmente de Jomba e à noite os habitantes de Ntamugenda, que tentam fugir o e roubo estão se refugiando no hospital. É uma situação triste de ver. Existem alguns casos de aborto espontâneo entre as mulheres, assustadas com o bombardeamento e o uso de armas pesadas. Se a situação continuar, há o risco de uma catástrofe humanitária: falta de comida, sem água potável, sem banheiros, etc.
6.      Diante desta situação confusa, você nunca sabe o que pode acontecer a qualquer momento. As Irmãs de São José de Gerona deixaram temporariamente Rubare, onde eles estavam trabalhando em um centro de saúde e das Irmãs dos Anjos deixaram Ntamugenda e veiam para Rutshuru em Ntamugenda estão continuando a trabalhar durante o dia.
7.      Pessoalmente, admiro a coragem e a fé dos coirmãos palotinos, e Irmãs Palotinas e outros missionários que decidiram não abandonaras pessoas nestes tempos difíceis na República Democrática do Congo.
8.      Faço um apelo a todas as pessoas de boa vontade para orar e ajudar-nos a ajudar os refugiados de guerra que estão em nossa paróquia em Rutshuru e no hospital Ntamugenda.
Como você pode ver, a situação é confusa, especialmente por causa da presença maciça de soldados e a população continua a sofrer em tudo. Orem juntos ao Príncipe da Paz, que Ele mude os nossos corações e os corações daqueles que estão diretamente envolvidos neste conflito e conceder paz a este país. Deus te abençoe.
Kigali, 22 de junho de 2012
Pe. Romuald Uzabumwana, SAC
Regional Reitor, Região Sagrada Família, Ruanda

Missão Jovem Palotina


Aconteceu na Paróquia de São Sebastião de Itaipu, nos dias 7, 8, 9 e 10 de Junho, a Missão Nacional Jovem Palotina, que contou com a presença de mais ou menos 140 jovens palotinos de todo o Brasil. Vieram jovens das cidades de Arapongas-PR, Cambé-PR, Curitiba-PR, Ilhéus-BA, Itabuna-BA, Itaperuna-RJ, Londrina-PR, Niterói-RJ, Porto Acre-AC, Rio de Janeiro-RJ, São Gonçalo-RJ, São Paulo-SP.

Começamos na quinta-feira, dia 07, com um retiro de confraternização, interiorização e preparação espiritual para a Missão em si. Tivemos um momento de espiritualidade com o Pe. Marcos, e a Anelise de Arapongas, falou-nos um pouco sobre como funcionava a missão, e as experiências passadas. À noite, os jovens missionários foram apresentados às famílias, nas casas das quais, iriam dormir durante os quatro dias.

Na sexta-feira, dia 08, os jovens foram divididos entre a Matriz e 3 capelas da comunidade: Capela Sagrada Família, Capela de Nossa Senhora da Conceição (Fonte) e a Capela de São João Batista de La Salle. Lá, mesmo debaixo de chuva, os jovens não desanimaram, e saíram para visitar casas próximas às Igrejas levando um pouquinho da alegria de ser cristão, da alegria de ser palotino. Em cada casa que entravamos percebíamos a alegria das pessoas de ver jovens fazendo um trabalho tão lindo como e esse, e sentíamos a necessidade que as pessoas tinham de conversar, serem ouvidas, de contarem suas histórias de vida. Toda essa partilha era uma forma mais sucinta de evangelizar aos visitados e a nós mesmos, pois crescíamos espiritualmente fazendo bem àquelas famílias.


No sábado, ainda com muita chuva, voltamos às visitações. Os grupos da Matriz e da Fonte visitaram três asilos, onde puderam conversar e levar um pouco da nossa juventude e do Amor de Deus àquelas pessoas que muitas vezes são esquecidas lá por seus familiares. À noite tivemos a Missa e a festa de confraternização com as famílias que acolheram os jovens e às famílias visitadas. Comidas típicas, muita animação, música, dança, um clima de imensa alegria e o sentimento de dever cumprido fizeram parte da festa. Foi apresentada também, a logomarca do Encontro Mundial de Jovens Palotinos, que acontecerá em julho do ano que vem em Curitiba-PR e contará com a presença de Jovens Palotinos do mundo inteiro.


No domingo, dia 10, pela manhã, alguns jovens missionários, já partiram para a estrada bem cedo, devido a distância de suas cidades. Os jovens chegaram por volta de 9h na Matriz e ficaram até o almoço. Depois do almoço, os jovens que ainda estavam na paróquia, partiram para suas viagens. Vão-se os jovens, e ficam os vínculos de amizade estabelecidos pelos jovens, os vínculos familiares estabelecidos pelos jovens com as famílias que os acolheram, e a esperança de um reencontro próximo, onde poderemos nos juntar novamente para levarmos o Amor de Deus para o próximo e disseminar o ideal palotino de apostolado no Mundo.

Bruno Pacheco
Juventude Palotina de Niterói

sábado, 23 de junho de 2012

Belém - Junho de 2012, nº 71


Congresso sobre a santidade
Centro de Espiritualidade “Cenáculo” – Roma
Via Giuseppe Ferrari

Nos dias 15 a 19 de maio de 2012, realizou-se em Roma um Congresso sobre a santidade, promovido pela comissão “Família Palotina em Festa”, por ocasião do quinquagésimo aniversário de canonização de São Vicente Pallotti. O Congresso foi preparado e organizado pelo Instituto São Vicente Pallotti de Roma.
Durante cinco dias, oitenta e dois filhos e filhas de São Vicente Pallotti estiveram reunidos no Centro de Espiritualidade Palotino “Cenáculo”, na Via Giuseppe Ferrari – Roma, para refletir sobre o caminho de santidade que seu Pai Espiritual traçou durante a sua vida terrena. Os participantes do Congresso, provenientes de todo o mundo, tiveram a oportunidade de aprofundar o próprio caminho de santidade, inspirados pelos contributos dos relatores enviados para mostrar a santidade nas várias dimensões da vida cristã.
O Congresso iniciou-se na terça-feira, dia 15 de maio de 2012, com a apresentação fotográfica do evento da canonização e a Celebração Eucarística presidida pelo Cardeal Zenon Grocholewski, Prefeito da Congregação para a Educação Católica. A conclusão do mesmo deu-se no sábado, dia 19 de maio de 2012, na Igreja de San Salvatore in Onda, com a santa missa presidida pelo Reitor Geral da Sociedade do Apostolado Católico, Pe. Jacob Nampudakam SAC. Após a Celebração Eucarística, realizou-se na Casa Geral, um momento festivo de congratulação pelo término do Congresso.
Os participantes do evento tiveram a oportunidade de visitar Frascati para recordar o aniversário da primeira missa celebrada por Pallotti, no dia 7 de maio de 1818, na Igreja de Jesus. Além de visitar a Catedral de Frascati, todos participaram da santa missa presidida pelo Bispo de Frascati, D. Raffaello Martinelli, que, na sua homilia, recordou os laços de Pallotti com aquele lugar e exortou a todos a seguirem o exemplo deste grande santo. 
Os relatores convidados para refletir sobre os temas propostos procuraram mostrar os vários aspectos do caminho de santidade de Vicente Pallotti, sublinhando o laço intrínseco entre santidade e apostolado. Fidel González Fernández MCCI apresentou Pallotti como promotor do movimento missionário do Século XIX; Michele Colagiovanni CPPS sublinhou a adesão e a colaboração de Pallotti com os sacerdotes de São Galla; Mariusz Małkiewicz SAC evidenciou o aspecto trinitário, cristológico e pneumatológico da espiritualidade sacerdotal palotina; Ângelo Lôndero SAC mostrou a ampla visão de apostolado na concepção de Pallotti e a participação dos fiéis leigos. Marco Impagliazzo se deteve mais sobre o pensamento de Pallotti no ensinamento do Concílio Vaticano II e do Beato João Paulo II; Enrica Rosanna FMA tocou em diversos pontos da santidade apostólica das pessoas consagradas como a solidariedade humana, o amor total e um caminho de generosidade e de alegria.
Todos os dias, os congressistas participavam juntos da Celebração Eucarística e as homilias eram todas centradas sobre a vida espiritual e a vida de santidade de Vicente Pallotti. De modo geral, as apresentações do Congresso procuraram mostrar que a novidade do pensamento de São Vicente Pallotti emerge da sua profunda ligação com apostolado e santidade, e com caridade e santidade. O seu amor vivido no seguimento a Cristo é a força motriz e fonte de inspiração para promover, na Igreja e no mundo, um apostolado que respeite o estado de vida e a condição social de cada cristão. Todos os participantes do Congresso puderam constatar que um desejo constante de santidade alimenta a força missionária para proclamar o Evangelho em qualquer ambiente em que se vive. Ao concluir este importante Congresso, espera-se que o mesmo tenha reforçado, em cada participante, a vocação à santidade e ao apostolado, para responder ao desejo e convite de São Vicente Pallotti de que todos sejam santos, o mais rápido possível, e grandes santos.
 
Instituto São Vicente Pallotti – Roma
Pe. Jan Kupka, SAC e Serenella Morandotti